O que a Bíblia diz sobre o aumento da violência
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“A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência.” (Gn 6.11 )
Como exemplo, vejamos o Índice do aumento de homicídios no Brasil: Em 1980 foram registrados 13.910 homicídios no país. Em 2003 o Brasil ultrapassou a marca de 50.000 homicídios por ano. O índice de homicídios se multiplicou por quatro em apenas duas décadas. E isto está acontecendo em todo o mundo, como nos dias de Noé. Para os homens naturais as razões do aumento da violência são: “A DESIGUALDADE, A MISÉRIA, A FOME, A NEGLIGÊNCIA, A CORRUPÇÃO, Exclusão Social O DESEMPREGO, A FALTA DE MORADIA, OS BAIXOS SALÁRIOS COMPÕEM O CENÁRIO DAS CONTRADIÇÕES SOCIAIS QUE TÊM NA VIOLÊNCIA SUA PRINCIPAL MANIFESTAÇÃO” O Brasil sofreu um intenso processo de urbanização em muito pouco tempo. Nesse período, um significativo contingente de pessoas saiu do campo e dirigiu-se para as áreas metropolitanas, que hoje concentram mais de 70 milhões de habitantes e acumulam conflitos sociais de toda espécie. A desigualdade, a miséria, a fome, a negligência, a corrupção, o desemprego, falta de moradia, os baixos salários compõem o cenário das contradições sociais que têm na violência sua principal manifestação. Estudos mostram que, no Brasil, há 27 homicídios por cem mil habitantes (2003), índice assustadoramente acima dos 5,4 do Chile (2001); dos 5,8 da Costa Rica (2002); dos 10,1 do México (2001); dos 1,8 de Portugal e da Espanha (2001). Com base neste indicador, poder-se-ia dizer que nossa cidade vive uma situação bastante confortável, pois, como demonstrou um trabalho do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) em 2003, Maringá foi o município brasileiro, dentre os que possuem mais de 100 mil habitantes, com a menor taxa de homicídios, 7,6 (23 casos). Visite o Site: http://www.acim.com.br/ A notícia que chocou o mundo na semana passada ao ponto de fazer a Presidente e as demais autoridades chorarem em público foi noticiada no g1( portal da globo) na quinta feira: O ataque Atirador se suicidou após matar pelo menos 11 crianças. 13 ainda estão internadas após ataque na manhã desta quinta-feira. Wellington, de 23 anos, entrou em uma escola municipal nesta manhã, atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30. Segundo autoridades, Wellington é ex-aluno, como era conhecido na escola, e entrou sob alegação de que iria fazer uma palestra. Seu corpo foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com a polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais. O ataque Wellington, de 23 anos, entrou em uma escola municipal nesta manhã, atirou contra alunos em salas de aula lotadas, foi atingido por um policial e se suicidou. O crime foi por volta das 8h30. Segundo autoridades, Wellington é ex-aluno, como era conhecido na escola, e entrou sob alegação de que iria fazer uma palestra. Seu corpo foi retirado por volta das 12h20, segundo os bombeiros. De acordo com a polícia, Wellington não tinha antecedentes criminais. A polícia diz que ele portava dois revólveres calibre 38 e equipamento para recarregar rapidamente a arma. Esse tipo de revólver tem capacidade para 6 balas. Segundo testemunhas, Wellington baleou duas pessoas ainda do lado de fora da escola e entrou no colégio dizendo que faria uma palestra. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, ele falou com uma professora e seguiu para uma sala de aula. O barulho dos tiros atraiu muitas pessoas para perto da escola O sargento Márcio Alves, da Polícia Militar, fazia uma blitz perto da escola e diz foi chamado por um aluno baleado. "Seguimos para a escola. Eu cheguei, já estavam ocorrendo os tiros, e, no segundo andar, eu encontrei o meliante saindo de uma sala. Ele apontou a arma em minha direção, foi baleado, caiu na escada e, em seguida, cometeu suicídio", disse o policial A escola foi isolada, e os feridos foram levados para hospitais. Os casos mais graves foram levados para o hospital estadual Albert Schweitzer, que fica no mesmo bairro o colégio. Sobrevivente conta como foi Uma das alunas lembra os momentos de terror na unidade. A menina de 12 anos disse que viu o atirador entrar na escola. Ela estava dentro da sala de aula quando ele abriu fogo contra os alunos. “Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que o atirador entrou na escola. “Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou. Três crianças feridas em ataque seguem internadas em estado grave Ao todo, dez vítimas ainda estão hospitalizadas em seis unidades. Uma jovem recebeu alta na tarde de sexta-feira (8). Três feridos na tragédia de Realengo, na Zona Oeste do Rio, seguem internados em estado grave, de acordo com informações divulgadas neste sábado (9) pela assessoria da Secretaria estadual de Saúde. Uma adolescente teve alta na tarde de sexta-feira e dez vítimas permanecem hospitalizadas em seis unidades no estado. O secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, visitou, neste sábado, jovens internados nos hospitais Alberto Torres, Albert Schweitzer e Adão Pereira Nunes. Dois pacientes estão em estado grave, um menino e uma menina, ambos de 13 anos, internados no Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O menino, baleado no olho direito, foi operado e está sedado no pós-operatório de neurocirurgia. Ele respira com o auxílio de aparelhos e seu estado é considerado estável. A menina, atingida no abdômen e na coluna, foi operada no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo. Ela já respira espontaneamente e está lúcida. Os dois estão no CTI pediátrico da unidade. Outro estudante que também está em estado grave, é um menino de 14 anos, baleado no abdômen e na mão. Internado no Hospital Albert Schweitzer, ele permanece sedado, respirando por aparelhos e sob cuidados intensivos. Dos outros dois pacientes que estão na unidade, o menino de 13 anos, que teve fratura de antebraço, está estável, em observação, mas sem previsão de alta. O outro menino, de 12 anos, atingido no abdômen, foi encaminhado ao CTI pediátrico, no pós-operatório, sendo acompanhado pela equipe de cirurgia geral, ortopedia e pediatria. Não hã previsão de alta. No Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, na Região Metropolitana, o menino, de 14 anos, que sofreu uma lesão vascular grave no ombro direito, foi operado, passa bem, está estável, lúcido e orientado, no CTI pediátrico. No Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), no Centro do Rio, estão internados um menino e uma menina, ambos de 13 anos. O menino, baleado no braço, apresenta boa recuperação cirúrgica e está em observação. A menina, baleada nas mãos, também passou por cirurgia e está em observação. Os dois estão na enfermaria pediátrica. No Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Vila Isabel, na Zona Norte, o menino, de 13 anos, baleado na perna e no braço, segue estável e seu quadro clínico evolui bem. O mesmo acontece com o estudante baleado na cabeça, na mão e na clavícula, internado no Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, na Zona Norte. Ele está no CTI pediátrico, mas passa bem e está estável. A origem da violência A palavra "violência" na bíblia é HAMAS, que significa, "injustiça, ser violento com, tratar violentamente". A palavra é usada freqüentemente como idéia de violência pecaminosa. É também sinônimo de extrema impiedade. Observamos que a primeira ocorrência desta palavra na Escritura ocorre em conexão com outro termo muito forte: Shahat, que significa cova, destruição, túmulo (corrupção). A palavra liga-se com o conceito de Sheol (mundo dos mortos). Em Gn 6.11 lemos: "A terra, porém, estava corrompida diante da face de Deus; e encheu-se a terra de violência". Aqui, literalmente, a terra (mundo) está na cova, no túmulo e se parece muito com o Sheol e por isso ela encheu-se de violência pecaminosa! A associação feita entre "corrupção" e "violência" é assustadora e demonstra que o estado do mundo determina seus aspectos vivenciais e também atrai a ira de Deus! No verso 13, o Deus Criador ordena o fim de todas as coisas. O motivo: a violência (hamas). O resultado: "...as desfarei com a terra...". A palavra aqui traduzida por "desfarei" é Shahat e significa "levá-los ao túmulo, à morte". Deus havia decidido acabar com tudo isso (o mal sobre a terra) e dar-lhe a retribuição por seus atos pecaminosos violentos: a morte eterna! Isso fica claro aqui, pois somente oito pessoas (Noé e sua família) são salvos da grande catástrofe que vem sobre a humanidade! • Os comandantes da violência A violência é uma das conseqüências da queda do homem. E é lógico que há um interesse do inferno em intensificar cada vez mais a violência, pois ela é contrária aos princípios bíblicos e desnecessária na resolução de qualquer problema. A violência está explícita na queda de Satanás: "Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas" (Ez 28:16). Aqui ele peca por "transportar mercadorias"! Mas qual era a mercadoria que ele vendeu aos outros anjos? A traição ao Deus Eterno e a possibilidade de serem "deuses" como o Senhor! A palavra usada para traduzir "comércio" em hebraico é rekullâ que vem da raiz rakîl (caluniador)! Ou seja, ele conquistou "adeptos" através da mentira e calúnias contra o Eterno! Estes atos fizeram com que sua natureza fosse transformada totalmente. Agora, o que aconteceu foi isso: Lúcifer, outrora parceiro do Deus Eterno se transforma em opositor violento à Deus e a tudo que lhe diz respeito! Na Tanach (Velho Testamento) conhecemos NIMRODE, que é mencionado em Gênesis 10:8-12. Ele foi famoso por ter sido um poderoso caçador e guerreiro. O Dicionário Ilustrado da la Bíblia, em espanhol, Caribe, 1974, p. 452, diz que alguns autores associam-no com o deus Babilônico Ninurta. A Bíblia diz: "O princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinear. Daquela terra saiu ele para a Assíria e edificou Nínive, Reobote-Ir e Calá... e Resen" (Gn 10:10,11). Ela também diz que foi bisneto de Noé, filho de Cuxe o qual foi filho de Cão. Numa ministração, quando se travava uma batalha espiritual, houve uma "confissão" de um espírito das trevas. Leiamos e consideremos então suas palavras: "O espírito disse: "Ninrode desceu do segundo céu e entrou no útero de uma mulher e tomou a criança e deu a ela o seu próprio nome. Essa criança fundou Babilônia. Ninrode não está na terra agora. “Ele está se preparando para o Armagedom”. Essa informação confirma o que o principado disse a respeito de Ninrode, isto é, que o espírito de Ninrode entrou numa criança (o que foi associado com o início da Babilônia) e mais tarde, veio a ser um poderoso guerreiro. O principado disse que Ninrode, o espírito, é um anjo caído, que é um grande guerreiro. Ele está encarregado de todas as forças Satânicas e está presentemente no segundo céu. Ele está engajado na preparação do exército de Satanás para o Armagedom. A ministrante pergunta sobre NINRODE: "disse que é comandante geral de batalha e guerra das sombras. Ele tem objetivo de ganhar o Armagedom. Nós podemos concluir então algumas coisas: Em primeiro lugar, vemos que Ninrode foi o fundador de Babilônia (Babel)! Daí surgiu o sistema maligno que está vigente até o dia de hoje! O que estaria por trás da "fundação" desta cidade e da implantação deste sistema? Existia e ainda existe uma intenção de gerar-se um "monopólio" satânico em torno do sistema do mundo. Por isso o inferno destaca espíritos poderosos para, através de estratégias bem definidas, estabelecerem seus propósitos e atingirem seus objetivos. Um destes objetivos é a implantação da violência no mundo! O sistema de Babilônia é baseado nas leis do inferno! Leis que não são cumpridas, a riqueza se exalta sobre a pobreza, a injustiça impera sobre a justiça, a escravidão é a tônica em todos os aspectos, quer seja física, mental (da alma) ou espiritual! Em segundo lugar, está havendo um "preparo" através de ministrações diárias feitas em todo o mundo, incitando e preparando o mundo para aceitar a guerra e a violência como algo normal! A mídia "bombardeia" as mentes dos homens de múltiplas formas para aceitarem isso como algo "natural" nos dias de hoje! Este preparo visa o momento em que o mundo se encontrará com o juízo de Deus em Armagedom, ou Jezreel (que em hebraico significa: "Deus espalha"). O final da história nós já conhecemos: todos os exércitos infernais, inclusive Lúcifer, Ninrode e todos os demais serão derrotados e humilhados por aquele que já os venceu: Jesus Cristo, o Leão da Tribo de Judá! Violência verbal Como distinguir entre violência e violência? Quais formas ela assume? Seria apenas física? Percebemos que Ninrode comanda espíritos menores para incitar níveis de violência a partir de simples palavras. Aqui estão também exemplos de manifestações verbais desta violência na Escritura. Em Gn 16.5, Sarai explode toda a sua dor contra Abrão quando lhe diz: "....meu agravo (hamas - violência) seja sobre ti...". Ali ela "desabafa" e reclama da injustiça que tem sido feita contra ela por Hagar, e neste momento Sarai coloca o Eterno como mediador entre si e Abrão: "...o Senhor julgue entre mim e ti...". Sarai estava apenas recebendo a conseqüência de uma atitude impensada e que agora trazia sobre ela um desconforto familiar muito grande, pois o amor de seu marido (que legitimamente deveria ser dedicado à ela), agora é externado à sua serva (empregada) que deu a Abrão o filho que ele tanto desejara! A testemunha "falsa" é também um caso de violência. Em Ex 23.1 está escrito: "Não admitirás falso boato, e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa". A palavra traduzida por FALSA em hebraico é Hamas. Vejamos a associação que Moisés faz do "falso rumor" (falar mal de alguém sem provas) e a sua conexão do povo de Deus com tais pessoas, que testemunham com palavras violentas, duras. Isso se chama mentira ou então, "faltar com a verdade". Na passagem paralela em Dt 19.16 a testemunha “violenta" (falsa) da qual estamos falando, deve receber a paga daquilo que plantou: "far-lhe-ei como cuidou fazer a seu irmão..." (vv. 19). Ou seja, a mesma mentira que foi dita por aquela pessoa lhe atrairia juízo de Deus por Ter sido dita! Existe ainda outra categoria de violência: os pensamentos! Em Jó 21.27 está escrito: "Eis que conheço bem os vossos pensamentos; e os maus intentos com que injustamente me fazeis violência". Aqui Jó fala de pensamentos e intentos (intenções), cujos resultados são a liberação de palavras que ministram no reino do Espírito e permitem que os inimigos atuem, pois a atuação do mal só pode ter lugar quando lhe damos direito legal através das palavras... O salmista Davi fala disso de uma forma bem contundente: "A sua obra cairá sobre a sua cabeça; e a sua violência descerá sobre a sua própria cabeça" (Sl 7:16). Aquilo que dissemos sobre "ministrar" ou "desejar" aos outros aqui tem o seu resultado: a violência (em palavras ou atos) retorna para aqueles que a enviou! Podemos chamar a isso de "efeito bumerangue" e o Senhor não vê essas atitudes com bons olhos! Vejamos em Sl 11.5 o que diz a Palavra: "O Senhor prova o justo; porém ao ímpio e ao que ama a violência odeia a sua alma". Novamente o salmista diz: "Olha para os meus inimigos, pois se vão multiplicando e me odeiam com violência cruel" (Sl 25:19). Há também outra referência que diz: "Não terá firmeza na terra o homem de má língua; o mal perseguirá o homem violento até que seja desterrado" (Sl 140:11). A herança do violento é ser perseguido pelo mal! O livro de provérbios nos fala algo interessante sobre a vida: "Do fruto da boca cada um comerá o bem, mas a alma dos prevaricadores comerá a violência" (Pv 13:2). Está claro que o trabalho humano, em sua essência, é feito através de palavras! O resultado do trabalho colhido pelos "pecadores" é que ele participará da violência! Davi fala destas pessoas que vivenciam a violência de forma febril em seu dia-a-dia: "Não me entregues à vontade dos meus adversários; pois se levantaram falsas testemunhas contra mim, e os que respiram violência" (Sl 27.12). Ele continua seu raciocínio mostrando que aquilo que os homens dizem é violência: "Despedaça, Senhor, e divide as suas línguas, pois tenho visto violência e contenda na cidade" (Sl 55.9). Estas pessoas são especialistas em "gerarem" violência! E tudo se inicia com a língua! Palavras que geram violência! Em Provérbios 4.17 está escrito: "Porque comem o pão da impiedade, e bebem o vinho da violência". A violência é relacionada com coisas cotidianas como comer e beber! Eles "bebem" vinho da violência! O que acontece na cidade onde vivem tais pessoas? "Antes no coração forjais iniqüidades; sobre a terra pesais a violência das vossas mãos" (Sl 58.2). Os pensamentos destes homens transformam-se em atos violentos! Isso é tão normal para eles que "Por isso a soberba os cerca como um colar; vestem-se de violência como de adorno" (Sl 73.6). E ainda há um agravante: o violento leva outros a segui-lo! "O homem violento coage o seu próximo, e o faz deslizar por caminhos nada bons" (Pv 16. 29). Isto tudo acontece porque os homens escolheram servir a um "deus" violento! Diz-se sobre o pacto de Deus com seu povo: "Atende a tua aliança; pois os lugares tenebrosos da terra estão cheios de moradas de violência" (Sl 74. 20). Asafe declara que existem lugares na terra que são "tenebrosos" por serem "moradas de violência!" Sobre a quebra da aliança com o Altíssimo há uma comparação intensa em Provérbios: "Bênçãos há sobre a cabeça do justo, mas a violência cobre a boca dos perversos" (Pv 10.6). Novamente em 10.11 está dito: "A boca do justo é fonte de vida, mas a violência cobre a boca dos perversos". A atitude de Deus quanto a isso é: Ele quer extirpar do meio do seu povo este tipo de atitude violenta que agride, machucam e até destroem a vida de seu povo, tirando-lhes até mesmo a oportunidade de continuarem sua caminhada ao lado do Senhor! Todo ser havia se corrompido [invertido seus valores] (Gn 6.12)“E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.” (Gn 6.12 ) O sentido no original hebraico para corrupção é “inversão de valores” Eis uma relação de sete valores que se inverteram na sociedade atual: 1) Coisas valem mais que pessoas 2) Conquistas valem mais que o caráter3) Sucesso tem mais valor que família 4) O virtual tem mais valor do que o real 5) O material vale mais que o espiritual 6) Quantidade vale mais que qualidade 7) O ter vale mais que o ser. A nossa sociedade está terrivelmente corrompida, como nos dias de Noé. 8) Todos estavam desapercebidos (Mt 24.38-39) “Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do Homem.” (Mt 24.38-39 ) Noé foi um pregador, que alertava o povo acerca de que Deus faria justiça (2 Pe 2:5) Mas não deram ouvidos ao que Noé dizia e pereceram no dilúvio. O Planeta Terra já não está mais suportando o peso da iniqüidade que está sobre ela, e assim como fez no passado com cidades e povoados que foram exterminados assim começou a agir hoje, pois rejeita a criminalidade, o sangue, violência, sujeira, corrupção, devassidão, atrocidades e imoralidade que se comete sobre ela: “A terra está contaminada; punirei suas iniqüidades e a terra vomitará seus habitantes“. (Lv 18.25) “Observareis todas as minhas leis e meus mandamentos e os praticareis, a fim de que não vos vomite a terra aonde vos conduzo para aí habitar“. (Lv 20.22) De nada adianta buscar a solução do problema do aumento da violência nos aspectos sociais . Desde que o homem pecou deu-se início à maldade que passou a interagir no coração do homem (Sl 66.18) a prova disso é que já no capítulo 4 do livro de Gênesis surge o primeiro homicídio que se avoluma de forma progressiva nos capítulos subseqüentes A solução definitiva se encontra em Jesus o príncipe da paz; no momento em que o homem entrega a sua vida nas mãos do Senhor e passa a confiar nele por certo que as demais coisas ele fará. O teor da violência reside na mente e coração humanos se o homem se converte a Jesus ele passa a ser pacífico, pois dos tais é o reino dos céus (Mt 5.9). Se você ainda não entregou a sua vida a Jesus faça isso agora mesmo e receberá o Príncipe da Paz. |
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
O que a Bíblia diz sobre o aumento da violência
A parábola mais polêmica de Jesus
A parábola mais polêmica de Jesus
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Nesta oportunidade estaremos meditando na Palavra de Deus no evangelho do Doutor Lucas 16.1-13:
"Disse Jesus aos discípulos: Havia um homem rico, que tinha um administrador; e este lhe foi denunciado como esbanjador dos seus bens.
Chamou-o e perguntou-lhe: que é isto que ouço dizer de ti? Dá conta da tua administração; pois já não pode mais ser meu administrador.
Disse o administrador consigo: Que hei de fazer, já que o meu amo me tira a administração?
Não tenho forças para cavar; de mendigar tenho vergonha. Eu sei o que hei de fazer para que, quando for despedido do meu emprego, me recebam em suas casas.
Tendo chamado cada um dos devedores do seu amo, perguntou ao primeiro: Quanto deves ao meu amo? Respondeu ele: Cem cados de azeite.
Disse então: Toma a tua conta, senta-te depressa e escreve cinqüenta. Depois perguntou a outro: E tu, quanto deves? Respondeu ele: Cem coros de trigo.
Disse-lhe: Toma a tua conta e escreve oitenta. E o amo louvou o administrador iníquo, por haver procedido sabiamente; porque os filhos deste mundo são mais sábios para com a sua geração do que os filhos da luz.
E eu vos digo: Granjeai amigos com as riquezas das iniqüidades, para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculo eternos.
Quem é fiel no pouco, também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco, também é injusto no muito. Se, pois, não fostes fiéis nas riquezas injustas, quem vos confiará as verdadeiras? E se não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que é vosso? Nenhum servo pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer a um e amar a outro, ou há de unir-se a um e desprezar ao outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas"
A expressão: “E dizia também aos seus discípulos”, dá-nos a entender que Jesus não proferiu esta grande lição somente aos apóstolos, mas, sim a outras pessoas as quais o cercavam.
Quem eram elas? Ao que tudo indica, tratava-se dos publicanos, fariseus e escribas, estes últimos, líderes religiosos de sua época (Lc 15.1; 16.14). A parábola ora em estudo é de difícil compreensão. Há entre os comentaristas, diversas interpretações.
I. A INFIDELIDADE É DESCOBERTA
1. O mordomo dissipou os bens do seu senhor (Lc 16.1b): A missão do mordomo é, naturalmente, fazer com que a riqueza do seu senhor se multiplique. O da parábola, no entanto, foi acusado perante o seu patrão de “dissipar os seus bens”, ou seja, de gastar fraudulentamente o que lhe fora confiado.
2. O mau procedimento foi descoberto (Lc 16. 2): Alguém constatou a prática desonesta do mau mordomo e a denunciou ao patrão, que o chamou a sua presença e disse: “Que é isso que ouço de ti?”
A Palavra de Deus diz que “... nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto, que não haja de saber-se” (Mt 10.26).
II. CHAMADO A PRESTAR CONTAS
O senhor do mordomo ordenou-lhe que prestasse conta de sua mordomia. Neste ponto do estudo, devemos refletir sobre um acerto de contas, previsto na Palavra de Deus. Os ímpios, por permissão de Deus, têm recursos e poderes a seu dispor (Rm 13.1-4). Muitos, no entanto, dissipam os bens de Deus.
Maior responsabilidade, porém, recai sobre quem lhe é confiado os dons espirituais, na Igreja, para repartir com os seus servos. A uns, serão dados galardões (Apo 22.12). A outros, porém, reprovação e condenação (1 Co 3.13,15).
Todos os crentes serão chamados à prestação de conta (2 Co 5.10). Contudo, sobre os líderes, os mordomos ou despenseiros da Obra, recairá maior exigência: “E, a qualquer que muito for dado, muito se lhe pedirá, e ao que muito se lhe confiou muito mais se lhe pedirá” (Lc 12.48b).
III. O PERFIL DO MORDOMO INFIEL
1. Pessoa de confiança do patrão: Até ser descoberto o seu mau proceder, era uma espécie de capataz, de despenseiro ou administrador dos bens do seu senhor; provavelmente, era idoso ou, se jovem, não tinha condições de trabalhar “no pesado”, pois, ao saber que ia ser despedido, disse: “Cavar, não posso”.
2. Tinha vergonha de mendigar: Ao pensar na dispensa do emprego, disse: “de mendigar, tenho vergonha”. Aqui, vemos uma faceta interessante do personagem. Ele sentia vergonha de pedir esmolas, mas não tinha o acanhamento de ser desonesto com os bens do seu senhor! Na verdade, era um hipócrita, como os fariseus (Mt 23.27,28)!
3. Era inteligente(Lc 16.4): Após refletir sobre sua crítica situação, não se desesperou; raciocinou rápido e disse: “Eu sei o que hei de fazer...”. Tinha inteligência e prudência.
IV. A PRUDÊNCIA DO INFIEL
Este é o ponto central da parábola. Seu protagonista era um homem injusto, infiel, desonesto, mas, ao mesmo tempo inteligente e prudente. Alguém perguntará: “Por que o Senhor Jesus se valeu de um tipo tão negativo, para ensinar aos líderes religiosos, à multidão e aos seus discípulos?” Vejamos o que percebemos nos contrastes da lição, ainda que de maneira limitada.
1. prudência em ação (Lc 16.5-7):O mordomo infiel não perdeu tempo. Entrou logo em: “Chamando a si cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor? E ele respondeu: Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua obrigação, e, assentando-te já, escreve cinqüenta” (Lc 16.5,6).
Não pensemos que era um arranjo qualquer. O homem devia o equivalente a 3300 (três mil e trezentos) litros de azeite ao proprietário da terra. O mordomo, que controlava as contas, fez com que ele fraudasse a dívida, e registrasse apenas 50% da obrigação.
Depois, chamou outro devedor e disse: “E tu, quanto deves? E ele respondeu: cem alqueires de trigo?”. O mordomo afirmou: “Toma a tua obrigação, e escreve oitenta” (Lc 16.7). Com isso, o devedor pagaria apenas oitenta por cento do débito, correspondente a 36000 (trinta e seis mil) quilos de trigo.
Imaginemos o quanto aqueles devedores ficaram satisfeitos e agradecidos ao mordomo infiel, ao contemplarem sua dívida diminuída.
Entretanto, a alegria dos devedores durou pouco. Da parábola, deduz-se que a esperteza do mordomo infiel não foi levada adiante, e nem os devedores tiveram seus débitos reduzidos. Tudo foi descoberto, veio à luz. Imaginemos, diante de Deus, no dia da prestação de contas, no Juízo Final!
V. A PRUDÊNCIA LOUVADA
“E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente...” (Lc 16.8a). Aquele mordomo infiel, ao longo de seus anos de trabalho, soube fazer amigos. É uma lição para os servos de Deus. Foi tal a sua atitude, mesmo fraudulenta, que o seu senhor o louvou, “por haver procedido prudentemente”. A Bíblia também louva a prudência.
Devemos crescer em prudência (Pv 1.5; 9.9); ter prudência é possuir conhecimento do Santo (Pv 9.10); é mais excelente adquirir prudência do que a prata (Pv 16.16); o sábio é chamado prudente (Pv 16.21); o prudente, segundo a vontade de Deus, não procede como o mordomo da parábola, mas vê o mal e foge (Pv 22.3).
O mordomo infiel foi louvado mas perdeu a posição. É a honra que não vale a pena. Deus nos ajude, e não venhamos a ser elogiados, aplaudidos por alguém, a fim de não perdermos a nossa posição de mordomos do reino de Deus (Ap 2.4,5)!
VI. A ANÁLISE DE JESUS
1.Os filhos do mundo são mais prudentes que os filhos da luz (Lc 16.8b): Tiramos algumas conclusões desta afirmação:
a) Os filhos do mundo ganham muito, em pouco tempo, para a sua própria perdição: A cada dia, vemos o quanto os incrédulos se esforçam para levar outros ao mal, aos vícios, às drogas, à prostituição.
SE levarmos em conta os adeptos das falsas seitas, como eles trabalham! E nós? A Década da Colheita continua “marcando passo”, e indica que a Assembléia de Deus cresce apenas 5 a 6% ao ano,, na quase metade do tempo de lançamento o programa. O Senhor Jesus tem razão. Além de os obreiros serem poucos, ainda falta prudência em muitos, para que a obra cresça.
b) Os filhos do mundo usam todos os meios para ganharem os outros: Nós, os servos de Deus, muitas vezes, não utilizamos os meios eficazes, a fim de ganharmos as almas para o Reino de Deus. Há tantos tipos, métodos e meios para a evangelização, e muitas igrejas ficam apenas nas quatro paredes do templo, à espera dos pecadores. Mas Jesus mandou que levássemos a mensagem a toda a criatura (Mc 16.15)).
Paulo disse: “Fiz-me tudo para com todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns” (1 Co 9.22b). Evidentemente, o apóstolo se refere ao uso de meios lícitos na evangelização.
2.A aparente aprovação de Jesus: Alguém perguntará: “Jesus aprovou a desonestidade?” No texto de Lc 16.9, Ele diz: “Granjeai amigos com as riquezas da injustiça, para que, quando estas vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos".
3. Que estranho conselho! E a quem foi dado? Acreditamos que Cristo, naquele momento, olhava para os fariseus, os publicanos e os escribas (Lc 15.1,2; 1614), acostumados à utilização das riquezas injustas, resultante de negócios fraudulentos, da extorsão e do roubo. Lembremos o caso de Zaqueu, o qual, após conhecer Jesus, decidiu devolver quatro vezes mais o que roubara (Lc 19.8).
Dessa maneira, era possível fazer muitos amigos e, nas fases difíceis da vida, obter o apoio deles. A lição espiritual, a nosso ver, refere-se ao fato de a alguém, um dia, chegar à eternidade e encontrar com os antigos amigos da “riqueza da injustiça”. Jamais interpretaríamos que, através dos negócios escusos, conseguiremos amigos que nos recebam no Céu. Os “tabernáculos eternos” são os céus, para os salvos e o inferno, para os ímpios, os perdidos.
VII. JESUS EXALTA A PRÁTICA DA JUSTIÇA
Após ressaltar a prudência do mordomo infiel (sem aprovar sua desonestidade), Jesus aconselha em outra direção:
1.Fiel no mínimo (Lc 16.10a): O Senhor asseverou que o ser fiel nas mínimas coisas pode merecer a confiança de muito mais. Na verdade, se alguém é honesto, deve sê-lo em tudo. Neste particular, não existe meio termo: Ou é ou não é.
2. Injusto no mínimo (Lc 16.10b): De igual modo, Jesus disse que o injusto no mínimo, o é também no muito. Os afamados ladrões começam com pequenos furtos; os grandes criminosos iniciam com pequenos delitos. Na igreja, os crentes infiéis começam pelas pequenas coisas. Um “pecadinho” aqui, outro ali e, por fim, o desvio total.
3. Não se pode servir a dois senhores (Lc 16.13): Esta sentença de Jesus já se tornou proverbial em todo o mundo: “Não podeis servir a Deus e a Mamon”. O Senhor queria, certamente, dizer que não se pode ser fiel a Deus, e angariar riquezas injustas, ao mesmo tempo.
Vemos que Jesus exalta a prudência, condena a desonestidade e a infidelidade, o que pode ser comprovado em Lc 16.15, quando Ele afirma: “o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação”.
Nosso Senhor nos ensina, com essas palavras, a sermos escrupulosos, fiéis em tudo, e nos previne a não pensarmos que o procedimento, em assuntos pecuniários, de conformidade com o mordomo infiel, seja coisa insignificante. Jesus quer que não nos esqueçamos de que o modo como o homem procede em relação ao "muito pouco", dará uma prova de sua índole e que a injustiça "no muito pouco" é grave sintoma do mau estado em que se encontra o coração.
Sem dúvida, não nos dá a entender, nem por sombra, que a honradez em questões pecuniárias pode tornar justas as nossas almas ou purificá-las dos nossos pecados, porém, ensina-nos, clara e positivamente, que a má fé nas transações é sinal de que o coração não é reto aos olhos de Deus.
O ensino que o Senhor nos dá há de merecer consideração muito séria nos tempos que correm. Parece que existem pessoas que se persuadem da possibilidade de divorciar a religião verdadeira da honradez comum, e que se alguém é ortodoxo na doutrina, pouco importa que na prática use a trapaça ou o engano. As palavras de nosso Mestre são, de fato, um protesto solene contra essa perniciosa idéia. Destarte, devemos velar para não cairmos em semelhante erro. Defendamos com energia as doutrinas gloriosas da salvação pela graça e da justificação pela fé, porém, longe de nós supor que a verdadeira religião autoriza, de alguma forma, o menosprezo da segunda tábua da Lei. Não nos esqueçamos, nem por momentos, de que a verdadeira fé se conhece por seus frutos. Estejamos certos de que quem não é honrado, não possui a graça divina.
Por outro lado. o leitor deve entender que essa parábola não foi dirigida aos escribas e fariseus, mas aos discípulos. Estes ouviram a lição que Jesus dera aos hipócritas, ouviram falar de um homem que malbaratou seu dinheiro e também de outro que havia empregado a má fé. Em sua presença, tinha-se descrito com cores vivas o pecado da libertinagem; era coerente que se lhes oferecesse agora um quadro de uma falta menos chocante - a da fraude e engano.
Finalmente, podemos dizer ao leitor que três são, a nosso ver, as lições contidas nesta parábola:
• E prudente estarmos preparados para o futuro.
• É importante fazer bom uso do dinheiro.
• Temos de ser fiéis, mesmo nas coisas menores.
Os servos de Deus, nos dias em que vivemos, devem ser fiéis e prudentes, para não dissiparem os bens do Senhor.
Cada um de nós deveríamos estar tão determinados a assegurar o nosso futuro no Céu como esse administrador esteve em assegurar o seu futuro na Terra.
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Amargura...enfermidade da Alma!
Amargura...enfermidade da Alma!
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Texto SALMOS 129.1-8
Titulo: Amargura...enfermidade da Alma! Tema: Curando a enfermidade da Alma! Introdução: Deus criou o homem, com peculiaridades que são impares, em toda as demais obras que fez. O passado faz parte da vida do homem, no amanhã, não podemos “deletar”, as decepções de ontem,assim como não eliminamos os momentos de alegria, como se fosse um texto que podemos tirar da memória de um computador.Também não podemos excluir, como se houvesse uma amnésia cerebral,produzindo um apagão total em nossa mente. Temos que tirar lições, e ao mesmo tempo proteger a nossa alma das amargas lembranças, de muitas feridas que causamos a nós mesmos, e às vezes feridas que outros nos causam. No Salmo 129, veremos como o salmista conseguiu curar a amargura que tinha infectado sua alma. A amargura da alma deve ser destruída antes que ela nos destrua. (Como destruir a amargura da alma?) I – Fazendo com que os acontecimentos do passado fique no passado. O passado irá nos acompanhar por toda a nossa vida, é um engano achar que após a conversão o passado deixará de existir. Contudo a nossa luta será deixar o passado no passado, pois ele já passou. Só devemos olhar para o passado para extrair as lições que tivemos em nossa história, pois os bons momentos devem trazer lembrança, mas nos piores momentos podemos também voltar nos arquivos da nossa memória, e extrair o que de bom podemos tirar de todos os males que causamos a nós mesmos e que outros nos causam. 1.1 - Lembrar , não poderá mudar o que já aconteceu (v1) Veja que o salmista diz: “Desde a minha mocidade”, “Muitas vezes”, se ele diz que suas amarguras são desde a mocidade , podemos inferir que fazia tempo ele tinha as lembranças atualizadas. Era como se fosse ontem!Ficar lembrando o que aconteceu no passado é o projeto de vida de muitas pessoas, mas o que isso mudará? Resolve alguma coisa ficar sentado acomodado em um mar de turbulentas lembranças que nos causa dores, de algo que já não existe? 1.2 - Preocupar-se com testemunhas do que você passou, só produzirá autopiedade. (v1b). “Israel que o diga”, as amarguras são maiores quando tem pessoas que testemunharam as humilhações que passamos, ficarmos olhando para quem acompanhou o nosso sofrimento, só produzirá uma paralisia chamada autopiedade. O Salmista precisa agir, mostrando que as testemunhas do passado, deveriam testemunhar a sua vida no presente, mas sua mente estava voltada para si . Veja as frases: “Me angustiaram”. “Minha mocidade”,o foco das lembranças do salmista revela a sua preocupação individual, o que os outros viram lhe acontecer, era motivo de vergonha, ele queria que os outros se compadecessem, ficassem agonizando com ele, tivessem empatia por suas misérias e talvez dissessem: “Que pena desse pobre homem!, não teve sorte na vida, ele foi vitima das circunstancias, ele não tem culpa no que aconteceu com ele, foram maldosos, agora ele precisa de alguém que ouça, que fique com ele, dando lhe atenção, afinal ele é uma vitima da desigualdade social, da incompreensão”.Talvez alguém o aconselhasse a ir a um psicanalista para fazer uma serie de terapias, desabafando, ou que sabe fosse lhe receitado o método conhecido como ventilação usada pela psicologia humanista: “Pegar um travesseiro e bater mentalizando aqueles que o ofenderam”, ventilar a ira, seria uma solução da sabedoria humana. Porém, o caminho para o pecado da autopiedade, que na realidade é o “egocentrismo”, excesso de preocupação consigo mesmo, ele deveria era ver a ação de Deus na sua história, pois muitos passaram pelo que ele passou, e morreram não poderiam nem sequer contar a história que ele estava relembrando com tristeza. A dor de um ferimento não continua depois que ele cicatriza, da mesma forma as cicatrizes da alma podem produzir lembrança, mas não deve produzir mais dor (v3). II –Fazendo uso correto da revelação de deus, Deus em nossa existência O nosso desafio e ver e aprender com a nossa história , a revelação progressiva que Deus nos dá a respeito de si, em nossas crises, e intempéries da nossa vida. Quando Deus deixa que nos acometam uma grande injustiça, com certeza ele está querendo manifestar uma grande justiça. Os males e injustiça que sofremos podem ser grandes, noetanto deveremos crer que o Deus que deixa uma grande catástrofe nos assolar, fará uma benção ainda maior do que a catástrofe sofrida. 2.1 - A justiça de Deus se manifesta maior de acordo com a proporção da injustiça que sofremos. (v4) Veja que o salmista reconheceu que mesmo com as opressões que ele sofreu, Deus continua sendo justo. A injustiça que sofremos não anula a justiça de Deus, pois só pode haver justiça onde havia injustiça. O apóstolo Paulo falou desse mistério de Deus quando disse que onde abundou o pecado superabundou à graça.(Rm 5.20). A dimensão do perdão só pode ser medida de acordo com a dimensão do pecado. Deus é o Deus que sempre tem mais e maior proporção de benção do que as misérias que sofremos. Quando formos afligidos por pessoas ou situações drásticas devemos nos perguntar: “ Deus o que é que o Senhor está querendo me revelar que não estou conseguindo ver”, Qual é a dimensão da justiça, que o senhor vai aplicar para superar essa injustiça? O termômetro da justiça de Deus é a quantidade de injustiça que sofremos, se você quiser que Deus manifeste uma grande justiça na sua vida, então não fique amargurado com o tamanho da injustiça que você está sofrendo. O apóstolo Paulo, mostra na carta aos romanos que Deus fez a maior justiça em cima de uma grande injustiça: ? “Dificilmente alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer, mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós ainda pecadores.” (Romanos 5.7-8). 2.2 - A Justiça de Deus age no tempo certo em nosso favor, em combate a injustiça.(v4b) “Cortou a corda dos ímpios”, veja agora que ele consegue ver uma dádiva no meio de tantos infortúnios, pois anteriormente, quando comenta a atrocidade cometida pelos “Lavradores, que abriram feridas em suas costas”, como alguém que está virando a terra para o plantio. Ele consegue ver que a justiça de Deus está no fato de que ele estava vivo para contar a história. Ele consegue ver que ainda com a grande quantidade de injustiça sofrida ele tinha motivos para agradecer,”Mas o Senhor é justo”, Será que nós conseguimos ver a justiça de Deus no meio da injustiça? Será que não poderia ter sido pior, caso Deus não interviesse, veja a visão do salmista que reconhece que Deus estava agindo “Cortou a corda dos ímpios”, Ele conseguiu ver a misericórdia de Deus em meio a tantos desastres, será que nós também não estamos precisando agradecer a Deus pela sua justiça, afinal, a semelhança do salmista, poderemos ver que teria sido pior se Ele não tivesse a misericórdia necessária para nos preservar vivos quando os nossos inimigos quiseram nos destruir. Ao olharmos para o passado e vermos as feridas que nos fizeram, deveremos não ficar remoendo aos fatos, sentindo autopiedade, mas agradecer, a Deus, por essas pessoas que nos feriram,pois essas nos fazem lembrar, que só não conseguiram nos destruir porque o Senhor cortou as suas cordas. Bendito seja o Deus que permite que nos aflijam mas não deixa fazer conosco o que bem querem. A justiça de Deus deverá produzir em nós uma compreensão de que os nossos inimigos são primeiramente inimigos de Deus. (v5) Os tempos em que estamos vivendo é denominado por muitos como pós-modernidade, é uma das características desses tempos é que os homens estão sendo o que Paulo disse a Timóteo “amantes de si mesmos”, esse é um dos males do terceiro milênio, pois a mensagem dos meios de comunicação gira em torno de “Você precisa estar bem consigo mesmo, você precisa se se valorizar, não deixar que ninguém venha tirar sua auto estima”,Não que nós não devemos nos valorizar, mas esse valor tem qual padrão? e o que é se valorizar?Valorizar de acordo com o padrão Bíblico é por ex: “negar a si mesmo, a não revidar as ofensas , a tomar sua cruz e seguir, suportar os fracos”, a nossa sociedade hoje tem uma filosofia oposta, pois para essa você tem que ser forte, os fracos devem ser subjugados, enquanto o mundo diz que se alguém nos ofender devemos não aceitar e sim provar que somos melhores, o salmista estava centralizando todos os acontecimentos de suja vida em “si”, e isso estava o levando a amargura da alma, nessa condição, noentanto ele tem uma mudança de compreensão e diz: “Sejam envergonhados os que aborrecem a Sião!” Veja a mudança de compreensão do Salmista ele sai da primeira pessoa do singular: “me angustiaram, minha mocidade”(v1), “desde a minha mocidade”, me angustiaram”, contra min (v2)” “meu dorso” (v3). Ele deixa a primeira pessoa do singula “EU”, e passa para a terceira pessoa “ELE” “Sião”. A palavra “Sião”, representa a habitação de Deus, descentralizar o foco da nossa vida do “Ego”, é a saída que precisamos, devemos entender que nós não somos o protagonista principal da nossa história estamos trabalhando em cooperação com o diretor geral, que é o Senhor, devemos transferir os nossos méritos das conquistas, transferir as honras das nossas atividades, porém não devemos de nos esquecer que somos representantes do reino de Deus na terra. O Salmista esqueceu-se que Deus tinha um plano maior com o sofrimento que ele havia passado, esqueceu-se que o plano de Deus não está limitado as nossas dores, e infortúnios, havia um plano que o salmista desconhecia: “O messias viria através daquela tribo que foi assolada no cativeiro”, através do sofrimento e das humilhações passadas Deus iria usar aquele povo para concretizar o seu propósito maior: “Trazer o redentor da humanidade”. Quando o salmista percebe que aqueles que o angustiaram, na realidade tinham como inimigo não a ele, mas aquele a quem ele representava, ele começa a tirar a amargura que assolava a sua alma, se não tivermos uma visão transcendente, do macro plano de Deus, correremos o risco de centralizar todos os méritos das conquistas que obtemos para nós, e também todos os infortúnios, das nossas intempéries, correndo o risco de ficar orgulhoso pelas conquistas, não dando os méritos àquele que é o principal responsável por nossas vitórias, e o pior e que não teremos com quem dividir o peso das nossas decepções, das nossas amarguras. Se atribuirmos as nossas vitórias aquele que nos dá força para vencer, poderemos atribuir as perseguições que sofremos, aquele que nos ajuda a lutar. III - Fazendo uma mudança de visão, e ver como vivem os que são movidos pela amargura. Quando a nossa alma está preste a ficar amargurada, precisamos observar as pessoas que vivem sob o domínio da amargura, e com certeza isso soara como uma grande advertência, pois o caminho de quem vive com a alma amargurada é simplesmente caótica, isolado em seus murmúrios e queixas, inconformado com os sofrimentos ao qual foi obrigado a passar, com os olhos fitos no horizonte perdido, envolto num turbilhão de lamúrias, isso só faz afundar cada vez mais para as profundezas do desanimo, é necessário uma mudança de ótica e é isso que o salmista faz vejamos 3.1 - Quem vive movido pela amargura tem uma vida sem frutos. (v6) “Sejam como a ervas dos telhados”. O Salmista com certeza conhecia a história de Israel, pois a tradição oral, consistia justamente em contar os fatos que ocorriam no passado de sua nação, possivelmente ele conhecia o que Deus havia falado através do profeta Isaias, sobre a arrogância que o rei da Assíria usou para humilhar a Israel, e o profeta mandou uma mensagem sobre esse rei que era movido pela amargura: “ Por isso os seus moradores, debilitados, andaram cheios de temor e envergonhados, tornaram-se como a erva do campo, e a erva verde, e o capim dos telhados, e o cereal queimado antes de amadurecer”.(2 Rs 9.26). A erva do telhado, com certeza não tem raiz profunda pois lhe falta terra, fica exposta ao sol escaldante, e é consumida, por falta de nutrientes necessários para o seu desenvolvimento, assim são aqueles que vivem movidos pela amargura, essa é uma advertência para todos aqueles que ficam remoendo o passado, seca-se como uma planta no telhado, que não tem capacidade nenhuma para o seu desenvolvimento natural, ” seca antes de florescer”, isso significa que morre antes de cumprir aquilo para qual sua existência deveria realizar, no curso da natureza, as plantas primeiro produz flores, depois na seqüência produz frutos, mas essa quando não cumpre o seu oficio, se destrói antes do tempo, quão triste é a vida de quem vive movido pela amargura é totalmente sem frutos, não produz nada que possa satisfazer, vive a deriva da sociedade, sem planos sem sonhos, na crise de existência, são queimados pelo sol da justiça divina, pois vivem para amargurar as almas dos que os rodeiam. 3.2 - Quem vive movido pela amargura tem uma vida sem inspiração (6) Muitos homens e mulheres na história serviram de inspiração para outros, seus feitos mudaram o curso da história, alguns até mesmo depois da morte servem de exemplo de luta, pessoas que sofreram , foram vituperados, passaram por verdadeiros calabouços, foram traídos, flagelados, mas não se renderam, não deixaram que o absinto das frustrações fizesse com que suas vidas fossem enterradas na amargura dos contratempos da história. Mas veja o que o salmista fala ao ter a visão do que acontece com quem se deixa levar pela amargura da alma: “Com a qual não enche a mão o ceifeiro nem os braços, o que ata os feixes!”. Ao usar a analogia do campo, ele continua dizendo da frustração dessas pessoas, que não servem de inspiração para ninguém, como frutos, eles são decepcionantes, imagino que o ceifeiro seria o criador, que projetou o homem, para ser a sua imagem e semelhança, refletir o que há de melhor em toda a sua criação, noentanto quão decepcionante é o homem viver a sua existência, e não produzir inspiração para ninguém, quantas pessoas marcaram sua biografia, com verdadeiras obras que engrandeceram ao seu criador, sendo exemplo de vidas que produziram frutos e que ao chegar nos braços do ceifeiro deram alegria àquele que o plantou esperando que ele seguisse o curso normal na sua Biologia “Produzir frutos”. 3.3 – Quem vive movido pela amargura tem uma vida de retribuição (8ª). “e que ninguém que passa diga: “seja sobre vocês a benção do SENHOR...” A vida de quem vive centralizado na amargura, não consegue inspirar a outros, tampouco consegue abençoar a outros, por isso essa pessoas vivem , numa crise existencial, sem motivação para abençoar , conseqüentemente, falta o principio de receber bênçãos pois eles não semeiam , por isso não poderão colher, o que não semearam. A doutrina espírita dá muita ênfase a doutrina da semeadura, , porém falta-lhes o sentido, para quando não se obtém aquilo o que semeou, é claro que tentam explicar com a qual denominam reencarnação, para dar sentido aos mistérios inexplicáveis, da semeadura. Noentanto, parcialmente vejo que acertam no que se pode chamar como a lei da ação e reação, há uma reação para toda a ação que fazemos, porém diferentemente de esperar a retribuição ou a oportunidade de acertar os nossos atos em outra vida, numa reencarnação do mesmo espírito em outro corpo, sem sequer lembrar o que foi que fez de errado, para então coerentemente acertar, o salmista chegou a conclusão que ninguém poderia proferir palavras de bênçãos sobre essa pessoas: “ e que ninguém que passa diga: “seja sobre vocês a benção do SENHOR...”. Porque será que ninguém profere benção, para essas pessoas, evidentemente, é porque essas pessoas, não foram bênçãos para a vida de ninguém, se quisermos ouvir palavras abençoadoras de outras pessoas, devemos sair da dimensão da amargura, fazer com que o mundo das angustias não venham amargurar a nossa alma”. Caso contrário seremos como fontes secas, que deixaram de executar seu oficio. Se persistirmos em viver se alimentando da amargura, entraremos num ciclo de semeadura negativa , todos os que cruzarem com a nossa existência experimentará o sabor amargo de alguém que deixou as humilhações da vida, através de pessoas que só nos deram amargura, porque só tinham amargura como sêmen fértil, que fecundou a alma e agora está sempre multiplicando seu filho bastardo por nome angustia. Somente destruindo a amargura da alma, evitaremos que ela nos destrua, mas para isso precisamos ver antecipadamente, através das lentes do Espírito, que a amargura produz amargura, e que esse ciclo deve ser quebrado, através do perdão, que é o cálice da doçura, que tempera a alma, contra o amargo das humilhações que poderemos sofrer no decorrer da história. Conclusão O Salmista conclui sua experiência dizendo que essas pessoas são amaldiçoadas por todos aqueles que o vêem, porém ele reconhece que mesmo sofrendo tudo o que sofreu ele tinha a capacidade de abençoá-los. Se quisermos vencer as frustrações do passado que tentam amargurar a nossa alma, devemos deixar o passado no seu lugar, que é o passado, devemos fazer uso correto da revelação de Deus, pois o termômetro que vai detectar a justiça de Deus é a quantidade de injustiça que sofremos, só conhece um grande perdão quem se sentiu um grande pecador, nossa visão deve ser bem realista das pessoas que viveram sua existência nas profundezas da amargura, foram identificadas pelos que os rodeiam como pessoas sem a benção de Deus, mas o salmista apesar de ter sido massacrado pelas contingências da vida, sendo ferido com marcas que ficaram em sua alma até a sua velhice, mostra que o caminho para destruir a amargura é justamente não retribuir o mal que recebe, pois isso fará com que se entre num ciclo interminável, onde haverá sempre alguém dando continuidade em outro aquilo que fazemos, a forma encontrada pelo salmista foi justamente cortando o ciclo vicioso que dá continuidade a amargura: “ nós os abençoamos em nome do SENHOR” Liberar o perdão para os nossos opressores, para aqueles que um dia nos fizeram escravizaram no cativeiro, massacraram o nosso ego, humilharam, tentaram nos riscar da história, é um dos maiores desafios de quem quer vencer a amargura da alma. Essas pessoas que vivem alimentando sua alma da vingança, sempre planejando nos aniquilar, são extremamente carentes, elas precisam de alguém que as inspire em fazer o contrário do que elas vivem fazendo, precisam de um modelo, quando somos pisoteados pelos que abrem cicatrizes feridas profundas em nossas almas, sabemos que as cicatrizes ficam, porém já não resta mais a dor, pois essa ficou no tempo, da mesma forma devemos interromper o ciclo da maldição, e esse ciclo só se interrompe com a benção. Se ninguém teve coragem de abençoar os que nos maldizem, devemos fazer então com que a benção do SENHOR cheguem através de nós. “Ninguém que passa diga: “seja sobre vocês a benção do SENHOR; nós os abençoamos em nome do SENHOR”. Sl 129.8 Fazendo assim estaremos destruindo a amargura da alma antes que ela venha a nos destruir. Pois o fim da maldição só ocorre com a benção, que seja nós então os responsáveis por quebrar a seqüência lógica da colheita , interrompendo o ciclo da maldição, pois foi isso que Jesus fez por nós: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro, para que a benção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido.(Gálatas 3.13-14).” Seja também alguém que entrará para a história como aquele que semeia benção sobre aqueles que estão debaixo da maldição, uma maldição por nome: “amargura da alma”. |
O porque do seu sofrimento
O porque do seu sofrimento
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Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; Perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.? (2Co.4:8-10). Introdução Existe no meio evangélico muitas perguntas pendentes sobre vários assuntos e situações da vida: o por quê disto, daquilo, se é assim mesmo ou acontece sempre, se é o diabo ou conseqüência do pecado, alguma maldição, etc. Mas existe uma dúvida, muito discutida, combatida por muitas pessoas que dizem conhecer as causas, que consegue fazer com que outras troquem de denominação e até de religião, que conduzem muitos a uma dependência de líderes manipuladores de fé e que também deixa surgir conceitos errados em relação a Deus. A dúvida é esta: POR QUÊ SOFRE O JUSTO? Uma pessoa que ama a Deus e ao próximo, é fiel, íntegro, que vive e pratica o Evangelho, por que alguém assim sofre? Surgem então as supostas explicações: deve ser algum pecado não confessado; uma maldição hereditária; uma vida cristã falsa; deve ser avarento... Quantas e quantas hipóteses aparecem quando alguém que é justo está passando pelo sofrimento. A Bíblia pode nos esclarecer sobre este assunto tão polêmico no meio da igreja, com detalhes fundamentais: as verdades claras, vindas do próprio Deus, para que conheçamos mais da nossa peregrinação aqui nesta terra, trazendo à luz a essência do Evangelho. Primeiramente, vamos meditar em um texto, palavras do próprio Senhor Jesus: Se o mundo vos odeia, sabei que, primeiro do que a vós outros, me odiou a mim. Se vós fôsseis do mundo, o mundo amaria o que era seu; como, todavia, não sois do mundo, pelo contrário, dele vos escolhi, por isso, o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que eu vos disse: não é o servo maior do que seu senhor. Se me perseguiram a mim, também perseguirão a vós outros; se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. Tudo isto, porém, vos farão por causa do meu nome, porquanto não conhecem aquele que me enviou. (Jo.15:18-21). Neste pequeno e tão importante texto, encontramos alguns motivos do sofrimento do justo: 1- Nós não somos do mundo (sistema dominado e dirigido por satanás ? (1Jo. 2:15-17; 5:19; Tg. 4:4) O Senhor Jesus disse também em Mt. 5:14 que somos a luz do mundo, isto é, somos luz no meio da humanidade corrompida. E a luz incomoda as trevas, pois elas não suportam a luz. Por causa do nosso estilo de vida, modo de agir, sentir, pensar e nossa refutação a tantas coisas ruins somos então pressionados pelo mundo que nos odeia e aí sofremos injustiças, calúnias, difamações, somos discriminados e experimentamos o preconceito, as humilhações, perseguições, somos apelidados maldosamente, evitados, etc. 2- Existe um princípio: o servo não é maior do que o seu Senhor. Pelo contrário, alegrai-vos na medida em que sois co-participantes dos sofrimentos de Cristo, para que também, na revelação de sua glória, vos alegreis exultando.(1Pe. 4:13). Se o Senhor sofreu, também sofremos, não por causa do pecado, mas sim porque imitamos a Cristo, e sabemos que a maioria da humanidade ainda não O reconheceu. Da mesma forma que os judeus não aceitaram a palavra de Jesus, de modo que pediram a sua crucificação, hoje muitos países do mundo matam e aprisionam os missionários cristãos. 3- Por causa do nome de Cristo. Se, pelo nome de Cristo, sois injuriados, bem-aventurados sois, porque sobre vós repousa o Espírito da glória e de Deus?. Não sofra, porém, nenhum de vós como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outrem; Mas, se sofrer como cristão, não se envergonhe disso; antes, glorifique a Deus com esse nome.?. (1Pe. 4:14-16). O nome de Cristo continua sendo perseguido e odiado por vários lugares onde Ele é anunciado. Mesmo aqui no Brasil, onde há uma liberdade religiosa, Cristo tem menor reconhecimento que Maria, Iemanjá, Chico Xavier, Roberto Carlos, Padre Cícero, Aparecida, Pelé e outros. Aquele que defende o nome de Cristo, que vive, se move e existe por Ele, sofre perseguições e afrontas (At. 5: 40,41). O diabo tem pavor do nome de Jesus por causa da Sua autoridade (Mc. 16: 17). Mas sabemos que o proferir só o nome de Jesus, em alguns casos, não é suficiente, não por causa do nome, mas pela conduta de quem profere (At. 19: 13-16). Este é um dos motivos pelo qual nosso maior inimigo investe contra nossas vidas. Apenas neste texto encontramos alguns motivos, entre tantos, pelos quais sofre o justo. Mas, serão suficientes para convencer certos "cristãos"? Vamos analisar mais alguns motivos bíblicos acerca do sofrimento do justo: a- As leis naturais. O que são elas? Fórmulas gerais que enunciam uma relação constante entre fenômenos de uma dada ordem. São acontecimentos dos quais o universo está perfeitamente sujeito. Dentre estes acontecimentos, existem os males comuns a todos os seres vivos do planeta: males naturais, sociais e morais. A causa principal destes males foi a queda do homem, que resultou na entrada do pecado no mundo, trazendo várias conseqüências ruins. O Senhor Jesus disse: para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste, porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos?.(Mt 5:45). Eclesiastes 9:2 diz: Tudo sucede igualmente a todos: o mesmo sucede ao justo e ao ímpio, ao bom e ao puro, como ao impuro; assim ao que sacrifica como ao que não sacrifica; assim ao bom como ao pecador; ao que jura como ao que teme o juramento.? b- Males naturais: inundações, terremotos, furacões, geadas, calor intenso, epidemias, doenças comuns, etc. c- Males sociais: seqüestros, assaltos, corrupção, desemprego, injustiça social, etc. d- Males morais: libertinagem, imoralidade por todos os lados, valores familiares demolidos, direitos não concedidos, legalizações prejudiciais à moralidade, desprezo aos mais humildes, etc. Estas coisas podem acontecer a qualquer pessoa justa diante de Deus, pois enquanto estivermos aqui passaremos por aflições (Sl.34:19; Jo.16:33). e- Falta de sabedoria. Muitas de nossas decisões baseiam-se em emoções. Deixamos de usar a razão, não consultamos ninguém, não oramos a Deus em busca de uma resposta certa. Também decidimos sobre coisas fundamentais em nossas vidas de uma maneira banal, sem importância, como se decide beber suco natural ou refrigerante. Depois sofremos as conseqüências e culpamos várias coisas, pessoas, o diabo e muitos se atrevem a responsabilizar diretamente a Deus pelo fracasso (Pv. 13: 16; Lm. 3: 19). De todas as coisas que lemos sobre os motivos causadores do sofrimento do justo, tudo depende de uma coisa primordial, da qual sem ela nada pode acontecer: A VONTADE DE DEUS. Deus está no controle de tudo, até mesmo do mundo espiritual, isto é, nem mesmo o diabo pode agir além do que Deus permite. f- A permissão de Deus. Não se vendem dois pardais por um asse? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E, quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados. (Mt. 10: 29,30)?. Deus, na Sua vontade permissível, deixa muitas coisas acontecerem no mundo, sempre estando no controle de tudo, inclusive da vida do justo quando este está enfrentando alguma adversidade. Existe um propósito benéfico para o ensino do justo nos seus momentos de aflição (1Co. 10: 13). De todos estes motivos e de outros não mencionados, tudo depende da permissão de Deus. Então surge uma outra pergunta: por quê Deus permite que o justo sofra? 1- Para não se esquecer de Deus ? a permanência dos inimigos - Juízes 2: 18-22 2- Para um relacionamento mais profundo com Deus ? a incessante oração da igreja por Pedro -At. 12 :15; a oração de Manassés quando preso na Babilônia ? 2 Cr. 33:11,12 3- O sofrimento produz mais santidade ? a vereda dos justos ? Pv. 4:18 4- para crescer espiritualmente Rm. 5: 3-5 O que significa paciência ? é suportar dor, infelicidade, grosserias, sem queixa e com submissão = aprender a depender de Deus; experiência ? atitude prática diante do sofrimento; esperança ? confiança plena do controle de Deus. 5- para corrigir alguma área defeituosa da vida A confissão de Neemias ? Ne. 1: 7; e a de Daniel ? Dn. 9: 5-20 6- para a unidade dos verdadeiros cristãos Durante a perseguição na Indonésia; nos problemas individuais ? 2 Co. 8: 1 7- para Deus revelar grandes coisas Paulo escreveu aos Filipenses estando preso; João escreveu o Apocalipse preso na ilha de Patmos; Estevão viu a glória de Deus quando apedrejado 8- para alcançar uma autoridade espiritual Os apóstolos alvoroçaram o mundo da época ? At. 17: 6; 2 Co. 12:10 9- para que Deus seja glorificado Fp. 1: 12-14 10- porque é no sofrimento que alcançamos as maiores vitórias Jesus em Lucas 24: 26; Fp. 2: 5-11 Alegria no sofrimento Antes, devemos observar que mesmo tendo alegria no sofrimento, o crente vivencia dor, tristeza, angústia, porque ele é um ser humano normal. 2 Co. 7: 5,6 os sintomas do sofrimento de Paulo; Mt. 26: 37, 38 - os sintomas do sofrimento de Jesus. É impossível alguém ter alegria no sofrimento, usando elementos exclusivamente materiais, e não espirituais ? força do pensamento, etc. Qual a receita da Bíblia para se ter alegria no sofrimento? 1- Atos 13: 50-52 ? ser cheio do Espírito Santo; 2- 2 Co. 12: 7 ? ser cheio da graça de Deus; 3- fazendo a nossa parte (interagindo com a ação espiritual) ? como devemos ver o sofrimento ? 2 Co. 4: 16 -18 ? 6 maneiras que Paulo considerou o sofrimento: a- renovação do homem interior (espiritual); b- uma coisa leve (que podemos suportar); c- uma coisa momentânea (que não dura muito); d- que produz aperfeiçoamento; e- que prioriza as coisas eternas; f- sempre observando as coisas futuras. 4- nunca perder a fé e a esperança ? 2 Tm. 1: 12; 4: 6,7 Romanos 8: 35-39: Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada? Como está escrito: Por amor de ti, somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro. Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou. Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. |
As quatro atitudes de Josafá para vencer a crise
As quatro atitudes de Josafá para vencer a crise
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Nesta oportunidade nós vamos meditar no 2º livro das Crônicas de Israel 20.1-22
Josafá e toda a nação de Judá estão em grande aperto. A Palavra de Deus nos diz que o rei Josafá “andou no caminho de Asa, seu pai, e não se desviou dele, fazendo o que era reto perante o Senhor” (2 Cr 20.32).
No entanto, mesmo um rei como ele, que tomou medidas importantes quanto à justiça e à vida religiosa da nação de Judá (2 Cr 19.4-11), buscando colocar sua vida e a de todo o povo na presença de Deus, teve seus momentos dramáticos, de grandes dificuldades e aperto.
No texto lido, observamos que esteve diante de situação de medo, insegurança e desespero, quando se viu diante dos exércitos moabitas e Amonitas. Apesar disso, ele buscou em Deus a saída e saiu vitorioso.
Sabemos que nesses dias que precedem o fim dos tempos, os exércitos inimigos se levantam contra a Igreja de Jesus, procurando obter vitórias, levando muitos cristãos para situações semelhantes à de Josafá. É provável que estejam sofrendo esses ataques do inimigo (opressão, medo e insegurança), justamente no momento em que procuram acertar suas vidas com o Senhor.
É nessa hora que podemos observar as várias formas com que muitas pessoas se portam: uns murmuram, reclamam de Deus por permitir que tais coisas aconteçam, outros, abandonam a fé, a Igreja e seus projetos de permanecerem na presença do Senhor, mas outros, no entanto, buscam uma saída correta, agem como Josafá, que deu alguns passos estratégicos que o conduziram à vitória.
Vejamos agora “ As quatro atitudes de Josafá para vencer a crise”.
1. Josafá reconheceu a sua situação e foi buscar socorro no Senhor (v.1-6).
A verdade é que há momentos em que até rei tem medo, até crente, cheio do poder, tem medo! É um erro grave não confessar isso diante do Senhor, pois pode sinalizar uma espiritualidade falsa. Confessar a Deus e buscar a solução é uma coisa, viver em função do medo é outra.
Como filhos do Deus vivo, não podemos ser paralisados e vencidos pelo medo. Nossos medos, ao contrário, devem nos levar a buscar mais ao Senhor, e jamais fugir dEle ou da batalha, como muitos fazem, abandonando o Senhor, a fé, a Igreja, os amigos.
Toda crise deve nos levar à confissão, à busca do Senhor, à permanência com o povo de Deus. É preciso parar de murmurar, de reclamar da situação. A solução vem quando nos ajuntamos para buscar no Senhor a saída e a vitória. Na hora da crise é necessário o ajuntamento da família, da célula e do discipulado em jejum e oração diante do Deus de poder e das maravilhas.
2. Josafá trouxe à memória as alianças e as promessas de Deus (v. 7-13).
A questão não era se Deus tinha se esquecido ou não das Suas palavras, porque isto é impossível (a única coisa de que Deus se esquece é dos nossos pecados confessados e arrependidos). Confessar as alianças e promessas de Deus é para que nos lembremos que Ele tem compromisso conosco e é absolutamente fiel, o que nos fortalece na fé e na esperança.
A confissão sistemática das alianças e promessas de Deus tem pelo menos dois efeitos tremendos:1) enchem os céus sobre as nossas cabeças com as sementes de vitória, tirando nossos olhos das circunstâncias e do inimigo, voltando-os para o Senhor, e 2) são decretos proféticos contra as crises, porque se tornam palavras de ordem contra a voz do inimigo, neutralizando o caos que toda crise quer instalar.
3. Josafá se colocou na posição certa, por isso ouviu o consolo e as estratégias do Senhor (v.14-17).
Como é bom saber que o Senhor cuida de nós e toma para si as nossas batalhas. Estando com o Senhor, as “nossas” batalhas não são nossas, são dEle. Diz o texto bíblico que eles estavam em jejum, oração, quebrantamento e confissão, “então, veio o Espírito do Senhor… e disse”. Deus nunca deixa de nos responder; o problema é que às vezes não estamos na posição de ouvi-LO.
Precisamos nos treinar na prática do quebrantamento diante do Senhor, com jejuns, orações e confissões sinceras. Tais coisas nos “limpam” espiritualmente e nos habilitam quanto a ouvirmos a direção de Deus para nossas vidas em muitas situações. É preciso tempos de jejum e orações específicos em família, nas células, nas equipes de discipulado, para que o Deus de maravilhas seja glorificado no meio das adversidades.
4. Josafá adorou, obedeceu e provou a vitória (v.18-22).
Não basta saber Quem o Senhor é e nem o que Ele pode fazer. É preciso agir! Tomar uma atitude de fé, atitude de vencedor no Senhor!
Se o Senhor já falou, só nos resta obedecer, isto é, por em prática Seus conselhos e assumir uma atitude de louvor e adoração. Obediência assim mostra que descansamos n‘Ele, em plena crise, porque sabemos que a nossa vitória é certa.
Até porque adoração, obediência e fé andam de mãos dadas e são garantia de vitória para os santos de Deus.
É possível que você esteja passando por alguma crise. Talvez esteja lutando contra as hostes da maldade, enfrentando batalhas ferrenhas a favor do casamento, da família, da célula, do discipulado, das finanças, dos sonhos ministeriais. Primeiro, entenda que o inimigo não tem poder para decidir seu futuro; esta decisão é sua e você precisa tomar a decisão de ser vencedor(a). Segundo, creia que nem toda crise é selo de fracasso, caminho errado ou perda de unção: Josafá estava fazendo tudo certo e a crise bateu na sua porta. Terceiro, é claro que o Senhor pode nos livrar das adversidades, mas, em geral, quando Ele as permite, é porque Ele quer glorificar o Seu nome no meio delas e nos dar as vitórias mais expressivas de nossas vidas.
O rei Josafá vai nos mostrar como vencer multidões que se levantam contra nós. Você poderá ver isso no II livro de Crônicas cap. 20 do vers. 1 ao 26. Diz a Palavra de Deus que quando disseram isso para Josafá ele teve medo (sentimento natural do ser humano), convocou o povo para jejuar e buscou ao Senhor e todo o povo acompanhou ele.
A primeira lição que nós aprendemos aqui é que Josafá jejuou e orou ao Senhor. Duas armas espirituais importantíssimas que vêm sido esquecidas pelos Cristãos.
Muitos querem louvar, pregar, tocar, mas quem quer orar e jejuar?
Quantos estão dispostos a dedicar tempo com seus joelhos no chão e buscar à Deus em oração?
Josafá compreendeu que diante de uma grande multidão contra ele não tinha alternativa a não ser a de buscar à Deus em jejum e oração. Porque a força que está em nós não vem de mim e nem de você, mas vem do Senhor.
Feliz é homem que aprende a dobrar os seus joelhos e buscar à Deus. No vers. 5 nós vamos notar que Josafá se colocou em pé na congregação e aí fica outra lição para nossa vida.
Diante das dificuldades você tem que se colocar de pé.
O seu posicionamento diante das suas dificuldades tem que ser de pé. Tem um monte de gente que sofre uma luta, uma perda e se abate de tal forma que não consegue se reerguer.
Ficam prostradas, ficam desanimadas e quando isso acontece o diabo manda mais luta e mais opressão.
Josafá se pôs de pé, porque ele era o rei, o comandante daquele povo e ele sabia que se o povo o visse abatido, eles desanimariam e entregariam os pontos para o adversário.
Coloque-se de pé diante da luta meu irmão, levante a sua cabeça porque a sua posição é de pé, o Senhor te fez por cabeça e não por cauda. Você nasceu para vencer, porque em Cristo Jesus nós somos mais do que vencedores.
Depois disto, Josafá então dos vers. 5 à 11 ele vai manter um diálogo com o Senhor e vai trazer de volta à memória os feitos gloriosos que o Senhor fez pelo seu povo (Israel) no passado.
Amados (as), a Palavra de Deus diz que aquele que está em Cristo nova criatura é, as coisas velhas já passaram eis que tudo se fez novo.
Quando Deus diz isso, Ele está se referindo ao seu velho homem, à sua velha mulher, aos seus pecados, mas quando se trata de um passado com Deus, nunca poderemos nos esquecer.
Teremos que nos lembrar sempre dos milagres e das bênçãos que Deus nos concedeu.
Primeiro, para glorificarmos e honrarmos o Seu nome; Segundo, para trazer a nossa memória aquilo que pode nos dar esperança.
Josafá então, depois de lembrar ao seu povo dos grandes feitos de Deus no passado, vai no vers. 12 fazer algo que todo o Cristão deve fazer na sua caminhada de fé. Reconhecer suas limitações.
Ele vai dizer o seguinte: “Deus, nós não temos forças para resistir a esta grande multidão que vem contra nós, somos poucos diante deles.” “Deus, não sei mais o que pensar, nem o que dizer, e nem como agir, mas uma coisa eu quero te dizer, OS MEUS OLHOS ESTÃO POSTOS EM TI!” – Oh gloria, aleluia, aleluia, aleluia, eu sinto a presença de Deus aqui comigo amados (as) escrevendo essa mensagem… glorias a Deus, glorias, glorias…
Não está agüentando a luta irmão(ã)? Não tem mais forças? Faça como Josafá, coloque os seus olhos no Senhor… Sl.121.1 – Elevo os meus olhos para os montes de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor,…
Quando Josafá faz isso, o Espírito Santo de Deus por meio do profeta diz: “Não temais, nem vos assusteis por causa dessa grande multidão que vem contra ti, porque a peleja não é vossa, mas de Deus. Amanhã descerão até a ladeira de Ziz e lá ao encontrá-los não precisarão fazer nada, porque o salvamento virá do Senhor.”
Saiba de uma coisa meu irmão e minha irmã, se você está passando por uma grande luta, ela não é sua, mas sim, de Deus, do Senhor Eterno sobre nossa vida. O Espírito Santo de Deus disse: Amanhã… Você pode estar passando por uma grande luta hoje, mas o Espírito Santo manda te dizer que o choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.
Versículo 18 diz que Josafá se prostrou diante de Deus e com ele o seu povo e adoraram ao Senhor. No versículo 5 vamos ver Josafá de pé diante das dificuldades.
Fica uma lição prática para nossa vida. Diante das lutas a nossa posição tem que ser de pé, mas diante do nosso Deus a nossa posição tem que ser prostrado aos seus pés.
Depois dessas atitudes, Josafá e o povo começaram a louvar à Deus, sabe porque? Porque nós somos o único povo que podemos cantar a vitória antes do tempo, porque servimos a Jeová Sabaoh, o Senhor dos exércitos.
O resultado das atitudes de Josafá foi que os Moabitas e os Amonitas mataram-se uns aos outros e mais uma vez Deus foi fiel a um povo que o buscou.
Quais são as tuas dificuldades (vícios, prostituição, idolatria, sodomia, homossexualismo, porfias, brigas, dissensões, fofoca, impurezas). Decida vencer e busque a Deus. Amém!
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