A santificação da nossa mente
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Muitos dizem que o que diferencia o homem do animal é que o homem tem poder de raciocínio. Quer dizer, o homem é um ser pensante, embora muitas vezes as atitudes de alguns seres humanos nos deixem com dúvidas a este respeito.
Conversando com algumas mulheres sobre o ato de pensar, noto que, indiferente ao fato dela ser introvertida e calada ou extrovertida e falante, algo comum em todas é a quantidade de pensamentos que passam por suas cabeças ao longo de cada dia. Pensamentos bons ou ruins, falamos conosco mesmas o tempo todo. Muitos desses pensamentos acabam por direcionar nossas atitudes, humor, sentimentos durante o dia. Esses pensamentos muitas vezes são influenciados por circunstâncias corriqueiras do dia, algo não muito agradável que aconteceu logo de manhã com nosso esposo, filhos ou pais, um desentendimento, uma palavra ríspida que nos magoou e permitimos que aquilo ocupasse nosso pensamento por tempo além do necessário ou do saudável. A mente é onde nascem os nossos desejos, sonhos e pecados, é nela a nossa batalha diária, tem um ditado antigo que fala assim: “A boca fala do que está cheio o coração”. Sim é verdade, o coração neste caso é a nossa mente. É nele que guardamos nossas emoções, chateações e alegrias. Esse é um dos lugares também onde mais sofremos ataques malignos, ele fica guardado conosco e muitas vezes somos pessoas amargas na mente e mentimos por fora, mas quando entramos no silencio do nosso quarto choramos as dores de fingir quem somos. Isso é muito comum quando não damos conta de sermos os mesmos em casa e fora dela. A Bíblia fala que nosso pecado não nasce de fora pra dentro, ou seja, ele está em nossa mente, nos atraí então a prática. Nós não somos atraídos a nada que não está na nossa mente. É um fato muito comum guando encontramos atos escondidos de pessoas sérias que jamais imaginamos que fossem capazes de atitudes tão estranhas. Mas a pessoa só não exteriorizava o que havia na mente, então quando a verdade surge assusta a muitos. E não adianta qualquer um de nós fingirmos que não temos os nossos segredos interiores que temos sim, são eles que nos fazem errar sempre que não poderíamos errar. Para onde formos levaremos conosco nossa mente sã ou doentia. Ela é a nossa mestra do erro ou acerto. Ela quem nos conduz a uma vida plena ou de fracassos. Quando dizemos a alguém para que tenha fé, estamos dizendo a ela para manter uma mente sã para pensar no que pode dar certo e não apenas no fracasso. Estamos querendo que ela seja alguém que tenha a mente sempre no certo. Se deixarmos a mente voar como ela deseja somos capazes das maiores atrocidades que o mundo já viu. Quem de nós nunca teve vontade de arrancar a cabeça de alguém na hora da raiva. Mas se pararmos e dermos lugar a mente o faremos. Isso não significa que não erraremos, mas que não são estas loucas idéias que vai governar minha vida. Não há como mudar nenhum tipo de comportamento se não mudarmos nosso modo de pensar. Talvez esta seja a mais árdua batalha de quem convive e lute por mudanças presidiárias, mudar o pensamento das pessoas não é fácil, pois leva anos a construção e a desconstrução há momentos que parecem inatingíveis. O pecado que reside em nossa mente é o mais difícil de ser abandonado por que ele vive escondido, ninguém o vê e ninguém o chama para arrependimento. Mas não adianta vivermos essa farsa, há um que todas as coisas conhecem e antes de sermos quem somos já nos conhecia. Ainda no ventre de nossa mãe nos chamava pelo nome e sabia até o que haveríamos de ser. O que é Santificação? A Santificação é a separação do mundo e a consagração a Deus, esta separação e consagração a Deus produzem no homem um caráter de acordo com este relacionamento com Deus a partir daí forma-se então no homem um caráter santo, semelhante ao de Deus, pois como Ele mesmo falou né: “Sedes santo, porque Eu sou santo.” (1 PE 1.16). A Bíblia chama os salvos de santos, pois a partir do momento em que ela é salva, ela passa a ser separada do mundo para Deus, A santificação é um processo que se inicia na conversão e deve prosseguir durante todo o tempo de nossa vida na terra, claro que não é de uma hora pra outra, mas a partir do momento que tomamos uma ATITUDE diante de Deus, temos que desejar uma vida pura e sem mancha, temos que ser semelhante Aquele que nos criou. Temos que lutar contra o pecado se preciso até o sangue, pois se nos descuidarmos podemos ESTACIONAR, ou até mesmo RETROCEDER ao invés de crescer na santificação. A morte de Cristo na Cruz e a sua ressurreição criaram todas as condições para que nós sejamos totalmente santificados, “o sangue de Jesus... purifica-nos de todo pecado.”( 1 JO 1.07). Temos também nesse processo uma ajuda importantíssima que é a do Espírito Santo, o esforço dEle em nos guiar é direcionado à santificação. O Espirito Santo nos leva a conformação com o caráter de Deus que é Santo. E é também através da Palavra de Deus que somos santificados (Jo 15.3), é por ela que a nossa mente é purificada e renovada. Veja as recomendações bíblicas: Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo tudo o que é puro tudo o que é amável tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento “ (Fp 4.8). Este versículo não descreve a maioria das cenas nas novelas que passam na televisão. Muitas coisas na Internet não se encaixam aqui. O conteúdo de muitas músicas, revistas e conversas do dia-a-dia não passa neste teste. O que deve ocupar o nosso pensamento são as coisas boas que demonstram a grandeza e a santidade do Senhor. “Lava o teu coração da malícia, ó Jerusalém, para que sejas salva! Até quando hospedarás contigo os maus pensamentos?”(Jr 4.14). Para se livrar da malícia e alcançar a salvação, é imprescindível uma limpeza do coração, tirando toda a maldade. A figura de hospedar os maus pensamentos bem ilustra o problema que precisamos resolver. Quando deixamos um quarto no coração vazio e preparado para a permanência dos maus pensamentos, nunca ficaremos livres da maldade. Precisamos fazer uma limpeza total! Paulo explicou que a batalha do cristão é espiritual, e não carnal. O propósito dela é levar “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10.5). O maior desafio do discipulado é aprender pensar como Deus, submetendo todos os nossos pensamentos à vontade dele. Não é um exercício de raciocínio onde procuramos compreender e analisar os propósitos e as razões de Deus para aceitar e obedecer ao que faz sentido para nós. É um exercício de vontade onde submetemos a nossa vontade à dele em absolutamente tudo. O fato da justificação do crente durante o arrependimento, deve levar a uma experiência definitiva de santificação nas vidas de todos os Cristãos. A Bíblia atesta claramente a necessidade de tal experiência. Quando esta necessidade é devidamente comprendida, a auto-negação e o enchimento com o Espírito Santo são reconhecidos, e mais Cristãos os vão procurar diligentemente. A santificação, como segunda obra da graça depois da justificação, é uma experiência essencial. A falta dela, dá aso a uma vida em que a velha natureza adâmica – embora afastada em princípio – não está aínda crucificada na prática, e a pessoa aínda não está portanto cheia com o Espírito Santo. Em consequência disso, as obras da velha natureza (a carne) continuarão dominando essa vida. Elas vão-se manifestar em disposições como o egoísmo, a arrogância espiritual e sentimentos de superioridade, o materialismo, o amor do mundo, a crítica e a condenação de outros crentes, a ausência de frutos espirituais, prioridades incorrectas e uma vida espiritual sem consistência. O que segue é uma lista de algumas afirmações bíblicas claras, sôbre a necessidde da santificação, focando de ângulos diferentes o mesmo problema, e oferecendo a mesma solução: Egoismo na vida dos discípulos. Os discípulos mostravam uma necessidade real de serem cheios do Espírito Santo, porque estavam cheios de si mesmos (Mt 20.27,28; Lc 22.24-26). Êles presumiam de facto, erradamente, que podiam manter-se fiéis a Jesus na sua própria fôrça (Mt 26.33-35). Ausência de frutos espirituais. Uma outra indicação da necesidade da santificação, é a ausência de frutos espirituais na vida de uma pessoa. Tal pessoa pode ser comparada a uma árvore, que está viva mas não produz fruto algum, e portanto não serve a expectativa do lavrador (Mt 3.8; Jo 15.4). A necessidade do poder do Espírito Santo. O Senhor Jesus instruiu os discípulos no sentido de não começarem a sua missão evangélica, antes de receberem poder do alto (Lc 24.49). Tal poder seria o muito necessário equipamento espiritual para levarem a cabo essa missão. (At 1.8). Novos enchimentos. Depois da primeira experiência do enchimento com o Espírito Santo, muitas vezes acontece que – como resultado de crises na vida – uma pessoa necessita de novos enchimentos com o Espírito Santo, nos quais o Senhor toca, fortalece, encoraja e equipa a pessoa, para poder fazer face a novos problemas (At 4.29-31; 13.50-52). Vitória sôbre as tentações. Somos aconselhados a olhar e a orar constantemente. Desta maneira, manter-nos-emos contìnuamente em Cristo e Êle em nós. Somos encorajados a viver vidas dedicadas e a vencer tentações e fraquezas (Mt 24.41). Uma nova atitude para com o pecado e a santidade. A santificação exige uma disposição clara contra o pecado e a favor da retidão de Deus (Rm 6.11,22). Devemos precaver-nos sempre contra a conformidade com o mundo, e escolher antes em todas as circunstâncias ser santo e aceitável aos olhos de Deus (Rm 12.1-2). O efeito paralizante de ser carnal. Uma atitude carnal tem um efeito paralizante sôbre os Cristãos, eliminando toda a possibilidade de crescimento espiritual (1 Co 3.1-3; Gl 5:17). Sem a eliminação do "eu" (egoismo), e sem carregarmos a cruz, as pessoas não sairão do seu estado de carnalidade por seu próprio esfôrço. O obstáculo do velho homem. O motivo porque os Cristãos não crescem expontâneamente para a maturidade espiritual e para a vitória sôbre o pecado, é o obstáculo do velho homem – a natureza adâmica que tende a pecar, e que deve ser primeiro mortificada pela crucificação – (Ef 4.22-24; Rm 6:6). A contínua mortificação da mente carnal. A mente carnal é inimiga de Deus, e não pode sujeitar-se às leis de Deus (Rm 8.7). Para sair dêste conflito íntimo, há só um caminho, e êsse caminho é a crucificação da velha natureza carnal (Rm 8.13; Gl 6.14). Imaturidade espiritual. O fenómeno da imaturidade espiritual entre os filhos do Senhor, mostra claramente a necessidade da santificação e crescimento. Sem êstes, uma pessoa não está apta para o serviço, e falta-lhe discernimento espiritual (Ef 4.13-14; Hb 5.12; 6.1). A necessidade de uma segunda obra da graça. A segunda obra da graaça está ligada a uma vida santa, e segue-se à primeira obra da graça, que se refere à nossa limpeza inicial do pecado durante o renascimento. Jesus Cristo ofereceu-Se para nos limpar e santificar (Ef 5.25-27). A vida controlada pelo espírito. Esta vida torna-se realidade, quando nos opomos a todo o domínio do pecado e do egoísmo nas nossas vidas, e submetemos todo o nosso ser – corpo, alma e espírito – à direcção total do Espírito Santo (Gl 5.16). O esfôrço pela perfeição. Nós não somos perfeitos, mas estamos a caminho de uma maior perfeição. Para conseguirmos realizar êsse objectivo, precizamos de, conscientemente pôr de lado a vida anterior, e dedicar-nos diàriamente a agir em conformidade com a vida renovadora de Jesus Cristo (Fp 3.7-12). Viver como Cristo viveu. Nós somos chamados a caminhar tal qual Jesus caminhou (1 Jo 2.26; 1 Pe 2.21). E só poderemos seguir os Seus passos, se o Espírito Santo nos ajudar a vestirmo-nos com o Senhor Jesus Cristo, e não dermos ocasião a que a carne realize em nós os seus desejos (Rm 13.14). Uma vida em harmonia com princípios celestiais. À luz da nossa cidadania celestial, (Fp 3.20), devemos viver santamente neste mundo mau e pecador (1 Ts 2.10-12; Hb 12.4). Agora, devemos estar preparados para nos encontrar face a face com o Senhor Jesus Cristo (1 Jo 3.3). Uma vida totalmente mudada. No processo de santificação depois da conversão, devemos continuar a pôr de lado todos os restantes aspectos da vida velha, vestindo-nos ao mesmo tempo mais e mais, com a nova vida. Êsse é o nosso claro chamamento (Cl 3.8-14). A necessidade de uma santificação completa. Depois da limpeza inicial dos nossos pecados durante o arrependimento, necesitamos aínda, defenitivamente, de ser cheios com o Espírito Santo, para sermos completamente santificados (1 Ts 5.23,24). Devemos ser inatacáveis em santidade perante Deus (1 Ts 3.13). O abandono dos desejos mundanos. A graça do Senhor, que nos foi conferida durante a justificação, ensina-nos a repudiar sempre o mal e os desejos mundanos e a viver sobriamente, em rectidão e em santidade, enquanto esperamos pela Segunda Vinda de Cristo (Tt 2.11-13). Motivação para vivermos uma vida santa. A motivação para a nossa santidade, deriva do carácter e vontade do próprio Deus, que nos chamou da escuridão para a Sua luz maravilhosa (1 Pe 1.15; 1 Ts 4.3,7-8). Temos de pôr de lado todos os artifícios, hipocrisia, invejas e falas maldosas (1 Pe 2.1-2). o mundo, com os seus vis estilos de vida e instituições, significa infidelidade espiritual para com o Senhor (Tg 4.4). Devemos rejeitar o mundo e os seus princípios e regozijarmo-nos apenas na cruz de Jesus Cristo (Gl 6.14). A regra para a vitória sôbre o pecado. A regra básica da vida do Cristão nêste mundo, é que êle deve manter-se fiel ao Senhor não peca. O mundo, a pedra de tropêço. Comprometermo-nos com ndo. Se pecar, êle mancha espiritualmente a sua vida. Os pecados dos cristãos podem ser perdoados, mas devem de preferência ser evitados (1 Jo 2.1). As obras como prova da fé. A submissão, na santificação, coloca a nossa mente na disposição correcta para produzirmos o fruto do Espírito Santo nas nossas vidas. Estas obras não são opções extra nas nossas vidas. Elas são sim, prova da nossa fé no Senhor Jesus e são essenciais (Tg 2.14-26). Mais santidade. A santificação é um processo dinâmico, que necessita de crescer em intensidade e volume. Nós devemos crescer contìnuamente na graça e conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (2 Pe 3.18), e portanto tambem, no aperfeiçoamento da nossa santidade. O processo de santificação Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”(Hb 12.14). O grande fato é que Ele nos criou para sermos como Ele é, como seu Filho é, como o Espírito Santo é, ou seja três vezes SANTO. À primeira vista, esta parece ser uma ordem impossível de cumprirmos, porque nos sentimos tão pecadores. Ou nos vem à mente a idéia errônea de que santos são umas poucas criaturas privilegiadas, com auréolas nas cabeças e que chegaram, no dizer católico, “à glória dos altares”(e pior ainda, passam a ser idolatradas). A verdade bíblica é: desde que fomos comprados e lavados pelo sangue de Jesus e passamos a ser habitados e cheios do Espirito Santo, o próprio Deus nos chama de santos. A palavra “santo” tem o primeiro sentido de separado para Deus. Ao nos lavar com o sangue de seu Filho Ele já nos purificou e santificou, no sentido de separar para Si mesmo seu povo escolhido. Agora, nós é que iremos cooperar com Ele para que este processo de santificação torne-se cada vez mais refinado. Assim, a santificação efetuada por Deus torna-se, ao mesmo tempo, um ato tremendo de Deus, e um processo em que cooperamos diariamente para tornar-nos cada dia mais semelhante a Jesus. Vejamos, então, como podemos cooperar eficazmente com nosso Pai neste maravilhoso processo de santificação 1 – Vida de contemplação. O Salmo 34.5 diz: “Contemplai-o e sereis iluminados.” E o Salmo 36.9 acrescenta: “Pois em ti está o manancial da vida, na tua luz vemos a luz.” Quando olhamos todos os dias para Ele nós nos agradamos dele, passamos a ter intimidade com Ele, passamos a gostar dele, a amá-lo, a adorá-lo cada vez mais. Nossa vida tem que ser um retiro o tempo todo. A beleza de Jesus é pra ser contemplada diariamente. E lembre-se de contemplar Jesus também nos irmãos. “Se teus olhos forem bons todo o teu corpo será luminoso”(Mt 6.22). 2- Crescer na confiança que Ele te ama. Ele te olha com amor todos os dias. O Salmo 34.15 diz que “Os olhos do Senhor repousam sobre os justos.” Deus é amor. Ele nos ama tanto que deu Seu único Filho por nós (Rm 5.8). Qualquer pai, qualquer mãe seguramente se lembra quando contemplava amorosamente seu primeiro filhinho e se deleitava, às vezes, por longos minutos, nesta contemplação. Você sentia gozo, profunda alegria ao olhar com amor aquela criança. Assim Deus nos olha todos os dias. Ele quer estar pertinho de ti a todo o momento. Nunca duvide do grande amor de Deus por você e vá crescendo nesta confiança a cada dia. Esta é uma coluna que não pode ser jamais tocada na vida de um cristão. Ele te acha interessante. Ele escolheu gostar de você. Ele é Deus! Primeiro nós O olhamos, depois, cremos que Ele nos olha. 3 – Provamos a bondade de Deus O Salmo 34.8: “Provai e vede que o Senhor é bom”; Efésios 5.9 fala: “Porque o fruto da luz consiste em toda a bondade.” O retorno deste relacionamento é provar Seu cuidado, amparo, consolo, suprimento e o Seu amor em todos os aspectos. Vamos vendo suas promessas cumprindo-se ao nosso redor. “Agrada-te do Senhor e Ele satisfará os desejos do teu coração”(Sl 37.4). Isso produz uma conquista em nós que redunda em gratidão, louvor e adoração. A partir daí você “se abre” mais para Deus. Ao contrário do filho perdido dentro da casa, você passa a entender que tudo o que o Pai tem é teu. 4 – Seu rosto desvenda-se para ti É o que diz em 2 Coríntios 3.18: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando como por espelho a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” Vamos nos abrindo para a Ele e Ele vai nos mostrando o Seu rosto glorioso. Glória, entre outras coisas, quer dizer PRESENÇA de Deus. Tudo isto vai sucedendo em nossas vidas não por um código de leis, mas através de um íntimo relacionamento com Ele, pela fé tendo os nossos “ rostos desvendados”, entramos no processo de contrição, ou seja, passamos a nos ver em contraste com Cristo, a ver sua santa perfeição em contraste com o que ainda falta dele em nós. Enxergamos o nosso estado, os nossos pecados. 5 – Transformação Devido a uma ação interior acontece uma mudança exterior. Transformar-se em quem? Nele mesmo, na sua própria imagem. Quem são os que mais vêem a Deus? Os anjos. E qual a característica, o adjetivo que eles mais destacam do que eles vêem em Deus? SANTO, SANTO, SANTO…! Is 6.1-4 e Ap 4.8 confirmam o dito. E o seu Espírito que Ele fez habitar em nós é o que? SANTO ! E nós devemos ser o que? SANTOS! “Sede vós também perfeitos como perfeito é o vosso Pai que está nos céus”(Mt 5.48). A vida cristã consiste em transformação. Se não mudamos é porque estagnamos. “E vivereis em novidade de vida”(Rm 6.4). Rejeitemos o complexo do “eu sou assim, eu vivi assim, vou ser sempre assim”; esse tal não tem andado devidamente com Deus. “Anda na minha presença e sê perfeito”(Gn 17.1c). “Transformai-vos pela renovação da vossa mente”(Rm 12.2), Anda mais quem vê mais. O tempo cronológico de um cristão não será medido pelos seus anos de batizado, e sim, o quanto ele esteve diante da presença do único Deus verdadeiro e de Jesus Cristo, o enviado do Pai. 6 – Mudança de mente – A “metanóia”(mudança de mente) continua. Com toda uma nova realidade de visão e entendimento, o que muda? A mente O alvo de Deus na conversão é a mente. Na santificação não é diferente, continua com a mente. Romanos 12.1-3 fala em “culto racional”, ou seja, da razão, da mente, “…transformai-vos pela renovação da vossa mente…” Daí adquire-se uma nova consciência sensível. Houve uma mudança de visão e, conseqüentemente, , uma nova dimensão de fé! Assim decide-se, na caminhada pessoal, glorificá-lo com uma nova maneira de viver. Aleluia! Não sejamos apenas emotivos, estes se tornam como ondas do mar. E cuidemos para que não “sejam corrompidas as vossas mentes” como diz em 2 Coríntios 11.3. Não é em vão que no sistema da besta, neste presente século, tudo é voltado para uma alienação mental através dos instrumentos da mídia onde se desenvolve uma mentalidade anti-Deus. O diabo é sujo e rasteiro, vem com “sapatinho de lã” Fujam da aparência do mal. Cuidado com a música rock. Jovens cristãos têm ficado perturbados por ela. A quem você vai preferir imitar: o cantor de rap ou o seu pastor? Vivamos a santidade com coerência. A vida cristã consiste em andar em novidade de vida. Os incrédulos têm que enxergar Jesus em você. Tenha hombridade para assumir sua fé. A graça de Deus é para os humildes. Não a profane sendo orgulhoso. O trabalho é do Espírito Santo em você, mas a decisão de cooperar com Ele é sua. 7 – Você deve perpetuar esta caminhada Corresponda a Deus em tudo, em honestidade consigo mesmo. “Ta bom, Jesus, vou encarar.” E coopere com o Espírito Santo neste santo processo de extinguir as marcas do velho homem. Diga: Viva Jesus, já fui sepultado. Adeus eu, viva Ele. O Espírito Santo é o teu árbitro. Ele vai sinalizar, vai apitar quando houver faltas e vai governar tua vida (Colossenses 3.15 diz isto). Nunca se torne insensível a Ele, há o perigo da cauterização. Todas as coisas vão cooperar para o teu bem. Ele está nos polindo para a sua glória! Aqueles que incorporaram esta proposta estão de parabéns. Com isto cresçamos na confiança da sua soberania. Soberano é aquele que está acima de todas as coisas. Nada acontece em vão. Deus faz com que todas as coisas cooperem para o nosso bem, segundo a vontade dele, ou seja, com o objetivo de sermos “conformes à imagem de seu Filho.”(Rm 8.29) Fica implícito que, em cada um destes passos, existem práticas cotidianas que são indispensáveis: a leitura das Escrituras, a oração, o jejum, o profetizar, o tomar a cruz e o negar-se a si mesmo, o serviço de proclamadores ao mundo e a relação nas juntas de discipulado e companheirismo (“o crescimento que procede de Deus” – Cl 2.19). Rm 5:6–11 “Desenvolvei a vossa santificação”. Hebreus 12:1 “Segui a paz com todos e a santificação sem a qual ninguém verá o Senhor”. A primeira ressurreição é para aqueles que cresceram na graça e no conhecimento do Senhor, daqueles que venceram aqueles que desenvolveram a santificação e irão reinar os mil anos com o Senhor. Nosso alvo é a estatura de varão perfeito. A obra de Jesus na cruz foi perfeita para apresentar ao Pai a igreja gloriosa, sem mancha, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito. Ef 5.25 – 27. Ela foi lavada (purificada) pela palavra de Deus. Jesus vem buscar uma igreja santa, gloriosa, cheia de santidade da vida de Deus. O que Ele fez na cruz foi suficiente. Esse plano de salvação de Deus é eterno. Após o pecado Deus fez uma sentença, Gn 3.15. O descendente da mulher – Jesus. Deus providenciou a salvação para o homem. Ele já sabia que o homem ia pecar (é onisciente). Deus não fez o homem para pecar, mas Ele sabia que o homem ia pecar, por isso na eternidade, Deus providenciou a solução: JESUS, para a vida de todo homem. Ef 1.3–7 as bênçãos de Deus estão em Cristo antes da fundação do mundo. Ap 13.8. “...aqueles cujos nomes não foram escritos na Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.Hb 4.3 “Nós, porém, que cremos, entramos no descanso, conforme Deus tem dito: Assim, jurei na minha ira: Não entrarão no meu descanso. Embora, certamente, as obras estivessem concluídas desde a fundação do mundo”. Como enfrentarmos, então, essa luta com nossos pensamentos? 1) Reconhecer que refletem nosso coração, que é e continuará MUITO carente. 2) Identificar nossa necessidade de Cristo Jesus para transformar nossos pensamentos momento após momento. Temos que correr até a cruz, onde Cristo já pagou o preço de TODOS os nossos pecados. Sua graça nos motiva a agradá-lo, inclusive em nossos pensamentos (Hb 4.16). 3) Temos que "renovar a mente" como parte do processo de entregar nosso corpo (que inclui a mente) a Deus (Rm 12.1,2). Esse processo é contínuo, uma batalha travada por dentro, em que substituímos o que é mal pelo bom. Passos práticos de renovação da mente podem incluir: recitar textos bíblicos; orar; cantar; trocar o pensamento mal por outro objeto, etc. Quanto à repreensão verbal, tenho minhas dúvidas. Parece mais "feitiçaria" ou "mágica" do que um processo bíblico. 4) Precisamos tomar passos concretos para fugir do mal. Rm 13.14 ensina que não devemos alimentar a carne, ou seja, tomar providências para gratificá-la. Entendo que devemos lutar de forma prática para evitar tentações que alimentam a carne. Por exemplo, nós homens temos que fugir da imoralidade--evitando novelas, revistas, outdoor, etc. que provocam em nós pensamentos impuros. Esse passo é muito mais prático do que repreender em voz alta maus pensamentos, mas continuar voltando para as mesmas fontes que nos levam para o mal. 5) Mesmo quando falhamos, precisamos correr de volta para Cristo, confessar nosso pecado, e clamar a Ele por vitória. 6) Temos que continuar crescendo na graça e no conhecimento de Cristo e Sua verdade. Por isso, temos que re-programar nossa mente com a Palavra dEle, digerindo sempre o texto bíblico, para "re-fazer a cabeça". Tenho grande dúvida se Satanás é a fonte dos nossos pensamentos maus. Não me lembro de um texto bíblico que ensina que Satanás tem acesso a meus pensamentos. Ele não é onisciente, como Deus. Esse é um grande engano na igreja de hoje. Atribuímos poderes a Satanás que quase o colocam no nível de Deus. Ele certamente entende a natureza humana, e pode nos tentar usando métodos que sabe funcionam, mas dizer que ele é o responsável pelos meus pensamentos vai além das Escrituras, e acaba me aliviando da responsabilidade pessoal. Acabo identificando o problema em alguém fora de mim, quando de fato o problema principal sou EU! Mas graças a Deus pela Sua graça que ainda nos aceita e perdoa. Essa é uma luta que todos nós travamos até a glória. Que Deus nos ajude a vencer ao inimigo maior que é o nosso pensamento, o qual devemos conduzir cativo aos pés de Cristo Jesus o nosso Senhor. Amem! |
segunda-feira, 5 de junho de 2017
A santificação da nossa mente
Como ter a mente de Cristo
Como ter a mente de Cristo
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Texto Base: I Cor 2:16 ... Nós temos a mente de Cristo. Definição de Fortaleza inimiga: “Um conjunto de padrões psicológicos fortes e resistentes de conceitos e valores inconscientes, gerando pensamentos, sentimentos e comportamentos contrários ao plano, propósito e prática de Deus para a vida do homem”. São Fortalezas Psicológicas. Tenho ouvido muitas pessoas fazerem esta afirmação “Eu tenho a mente de Cristo”! Será que todos os crentes têm a mente de Cristo? O que é ter a mente de Cristo? Quais são as características daqueles que têm a mente de Cristo? Todos os crentes podem ter a mente de Cristo? O que fazer para ter a mente de Cristo? Todos os crentes têm a mente de Cristo? Não Se você me fizesse esta pergunta pessoalmente: Adélio todos os crentes tem a mente de Cristo? Eu lhe diria: Se você me responder uma pergunta primeiro então eu lhe responderei a tua. _Na mente de Cristo tinha pensamentos pecaminosos? Isaias 55:8 Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos, mais altos do que os vossos caminhos e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. Veja bem, quando aceitamos a Cristo, a Bíblia afirma que o nosso espírito é recriado. Nascemos de novo, somos novas criaturas em Cristo Jesus! Amém! Deixe eu lhe perguntar uma coisa, o nosso espírito é recriado e isso é um fato, mas o que dizer do nosso corpo, o que dizer da nossa mente? Não foram recriados? Não. Vejam, que em si tratando da mente isso é algo que nós temos que fazer Rom 12:2... Mas, transformai-vos pela renovação das vossas mentes. O apóstolo Paulo disse no Espírito que o homem espiritual tem a mente de Cristo. O que é ter a mente de Cristo? Significa literalmente ter os mesmos padrões de pensamentos de Cristo; Significa ser guiado pelo Espírito Santo na luz da Palavra bendita de Deus. Todos os crentes podem ter a mente de Cristo? Sim. É bíblico afirmarmos isso. Glória a Deus Por isso. Deus quer que tenhamos a exemplo do apóstolo Paulo a mente de Cristo. Aleluia! Precisamos entender que Deus quer que tenhamos a mente de Cristo, sim, mas daí afirmarmos que já a temos não é verdade. Pouquíssimas pessoas podem realmente fazer tal afirmação. O que dizer então da grande maioria? Todos os crentes têm a mente de Cristo? Não. Foi exatamente isso que Paulo estava afirmando, nem todos têm a mente de Cristo. Quando nascemos de Novo o Nosso Espírito é recriado (Jô 3:3) Amém! Mas, o que dizer do nosso corpo? O que dizer da nossa mente? Continuam as mesmas coisas, não mudou. Para mudar é preciso passar por um processo contínuo Destruindo as fortalezas inimigas existentes nelas (II Cor 10:4-5; 4:4; 11:3; Col 1:21) e renovando-as pela palavra de Deus, conforme (Rom 12:2.) As fortalezas inimigas existem, elas são invisíveis, mas são reais. Existem Fortalezas Inimigas com objetivos específicos que é contra o conhecimento de Deus, impedem o povo de Deus de crescer, na Graça e Conhecimento de Cristo Jesus. O fato da mente humana ser um dos se não o maior, campo de batalha existencial com profunda influência espiritual é comumente aceito por todos, pastores, obreiros, e demais pregadores e estudiosos da Palavra de Deus. Mas, talvez o que não tenha ficado muito claro é exatamente o porquê desta afirmação. A resposta é muito simples “A mente é o órgão de controle geral do ser humano, quem a controla, controlará também todo seu ser”: Os pensamentos que geram os atos; Os atos que geram as atitudes; As atitudes que geram os costumes; Os costumes que geram o caráter; O caráter que gera o destino; Céu ou Inferno. A Igreja de Corinto era uma Igreja avivada, cheia dos dons espirituais, porém não havia crescido (amadurecido) espiritualmente. As Fortalezas Inimigas implantadas em suas mentes não lhes permitiam o crescimento, tendo em vista o tempo decorrido, o Espírito Santo diz que eles deveriam ser mestres Heb 5:12. Quantos não se encontram com as mentes corrompidas pelo engano do inimigo hoje em nossas igrejas locais? Quantos não conseguem sair da infância espiritual, por mais esforço que tenham feito? Onde as fortalezas inimigas se localizam? Na mente humana! Veja II Cor 11:3; 4:4; Col 1:21 Nela ou você vence ou é vencido pelo engano do inimigo. Independente de sermos crentes a muito tempo ou não, todos temos que passar pela renovação da mente, destruindo todas as fortalezas inimigas existentes nela, para que possamos saber qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus para as nossas vidas, conforme Rom 12:1-3. Exemplos de Fortalezas Inimigas: 1)Fortaleza da morte espiritual (Ef. 2:1; Jo 5:24); 2) Fortaleza da Falta de conhecimento ( Mat. 22:29; Oz 4:6b); 3) Fortaleza da Prostituição; do Adultério; do Homossexualismo; do Medo; da Insegurança; da Depressão; do Pânico; (I Cor 6:9; 5:9-11; 10:8; Lev 18:6; Apoc 21:8; II Ped 2:14)...ect. Armas Poderosas em Deus para a destruição de fortalezas: A Palavra de Deus 1) Jesus x Diabo: Mat 4 Disse Jesus diante das investidas do inimigo ESTÁ ESCRITO...; 2) Paulo x espírito de adivinhação: At 16:18 (O Nome de Jesus); 3) Pedro x espírito de Morte: At 9:40 (O Nome de Jesus); 4) Paulo e Silas na prisão: At 16:25 (Louvor - Deus habita no meio dos louvores); 5) Pedro e João x Aleijado de nascença: At 3:6 (O Nome de Jesus); 6) Pedro x Enfermidade de Eneias: At 9:34 (O Nome de Jesus); Ref. Complementar: Mar 16:17-18 (Em Nome de Jesus). Características daqueles que têm a mente de Cristo. A bíblia os chama de Homens espirituais • Ele entende as coisas do Espírito de Deus; I Cor 2:14; • Ele tem discernimento espiritual; I Cor 2:15; • Se alimenta do alimento sólido I Cor 3:1-2; • Ele conhece as Escrituras; Mat 22:29; • Ele tem a mente renovada pela palavra de Deus (Rom 12:2; I Cor 2:16); • Manifesta os frutos do Espírito (Gál 5:22); • Está num processo contínuo de crescimento na graça e conhecimento (Luc 2:40; II Cor 3:18); • Ele é maduro, perfeito, adulto (I Cor 13:11b; 2:15 ); • Ele já crucificou a carne com sua paixão e concupiscência ( Gal 5:24); • Ele tem a mente de Cristo (Deus) (I Cor 14:16; Is 58: 5; II Cor 3:5; Col 3:1-2)); • Ele é homem de Oração e Jejum (I Cor 14:18); • Prega a palavra de Deus não com sabedoria humana (I Cor 2:13; 3:19); • Ele é um ungido de Deus e por Deus (II Cor 1:21); • Ele anda no espírito, anda na sua vontade (Gal 5:16,25); • Anda pela fé no nome de Jesus Cristo (II Cor 4:18); • Ama a Deus sobre todas as coisas e ao seu próximo como ele mesmo (I Cor 13); • Prega no poder o Espírito Santo (Tes 1:5)...etc; • Não se ensorbebece; não se recente do mal; ama ao seu inimigo e ora por aqueles que lhe perseguem, tudo suporta, tudo crê, tudo supera; é paciente, benigno, é manso, humilde de coração...etc. Quem tem a mente de Cristo, tem seus pensamentos! Quem tem a mente de Cristo, tem os seus hábitos! Quem tem a mente de Cristo, tem as suas atitudes! Quem tem a mente de Cristo, tem os seus costumes! Quem tem a mente de Cristo, tem o seu caráter! Quem tem a mente de Cristo, tem o seu destino: O Céu. Como identificar aquele que tem? E, Como saber se tenho a mente de Cristo? Jesus disse pelos frutos se conhecereis a arvore (Mat 12:33 ;Gal 5:22). O que fazer para ter a mente de Cristo? É preciso passar por um processo contínuo Destruindo as fortalezas inimigas existentes nelas (II Cor 10:4-5; 4:4; 11:3; Col 1:21;Tit 1:15) e renovando-as pela palavra bendita de Deus, conforme (Rom 12:2.). Qual é o padrão da mente de Jesus Cristo? Filipenses 4:8 Qual é o Padrão do Diabo. Quanto ao mais, irmãos, Quanto ao mais, escravos, Tudo o que é verdadeiro, Tudo o que é falso, Tudo que é honesto, Tudo o que é desonesto, Tudo o que é justo, Tudo o que é injusto, Tudo o que é puro, Tudo o que impuro, Tudo o que é amável, Tudo o que é odiavel, Tudo o que é de boa fama, Tudo o que é de má fama, Se há alguma virtude, Se não há alguma virtude, E se há algum louvor, E se não existe algum louvor, Nisso pensai. Nisso pensai. Ter a mente de Cristo significa dentre outras palavras ter a mente renovada pela palavra de Deus. A mente renovada passa por um processo de destruição de fortalezas inimigas e construção de um novo padrão de pensamento segundo os princípios do reino de Deus. A mente renovada produz uma nova maneira de pensar, vêr, sentir e agir. Uma mente que reflete a glória de Deus. Conclusão: Deus disse: Jeremias 31:33; Hebreus 8:10; 10:16; Rom 12:2; Porque este é o conserto (aliança; pacto; testamento) que farei com a casa de Israel, diz o Senhor; porei as minhas Leis no seu entendimento (mente), e em seu coração (espírito) as escreverei; e eu lhes serei por Deus, e eles me serão por povo. Não existe transformação real de vida sem destruição das Fortalezas Inimigas e renovação da mente. De fato esta é à vontade de Deus para a vida de todo crente! O Pai deseja que seus filhos sejam semelhantes a ele em pensamento, atos, atitudes, costumes e caráter. É, preciso fazermos a nossa parte, ou seja, amar a palavra de Deus, nela meditar de dia e de noite, praticar a palavra de Deus. Só então começaremos a crescer, crescer... Tornando-nos a cada dia mais parecidos com o Pai. “Quando eu crescer vou querer ser igual ao Papai”. É preciso impregnar-mos nossas mentes com sua palavra, afim de que ela possa nos transformar, estabelecendo um novo padrão de pensamento à semelhança da mente de Cristo. Aleluia! |
Como vencer o conflito em nossa mente
Como vencer o conflito em nossa mente
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Nesta oportunidade estaremos meditando um pouco mais na Santa Palavra de Deus e abordaremos um tema excepcional que se refere ao conflito que é travado em nossa mente. Como podemos vencer tais conflitos? Quais são as armas espirituais que Deus coloca à nossa disposição? É o que passaremos a conhecer doravante. Veja o que disse o Apóstolo Paulo: “Mas nós temos a mente de Cristo” (I Co 2.16b) A nossa relação com Cristo muda a nossa forma de pensar. A Bíblia diz em Romanos 12:2 “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” Os cristãos devem ter a ‘mente de Cristo’. A Bíblia diz em 1 Coríntios 2:15-16 “Mas o que é espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido. Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.” A mente cristã tem a atitude de Cristo. A Bíblia diz em Filipenses 2:5 “Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus.” A mente cristã deve pensar naquilo que é bom. A Bíblia diz em Filipenses 4:8 “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo tudo o que é puro tudo o que é amável tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” Na vida espiritual, o crescimento também requer disciplina, mas o foco é transferido do corpo para a mente. Jesus mostra uma clara preocupação com a raiz das nossas atitudes e ações – o que sai da boca (“O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem… o que sai da boca procede do coração, e isso contamina o homem.”( Mt 15.11 ,18). O cuidado com aquilo que ocupa a nossa mente (Fp 4.8) é o segredo para a tomada de decisões sábias e para a resistência diante da tentação. Como o diabo anda em derredor, buscando a quem possa tragar (I Pe 5.8), é no terreno da nossa mente, metaforicamente chamada de coração diversas vezes, que é travada a batalha cujo resultado se verifica em nosso comportamento. É preciso, portanto, exercitar a nossa mente, ocupando-a com a Palavra de Deus. Em tempos em que somos bombardeados por um volume de informações sem precedentes, e somos atingidos pelas mais variadas e fartas investidas do inimigo para nos desviar do que Deus tem para nós, é preciso buscar em Deus e na Sua Palavra a força, o discernimento, a ousadia e a sabedoria para acertar nos caminhos escolhidos, nas palavras proferidas, nos atos praticados e nos hábitos desenvolvidos. Com a mente de Cristo, sintamos o estado lastimoso deste mundo e amemo-lo de coração inteiro, levando a mensagem salvadora até aos confins da terra. Com a mente de Cristo, gastemo-nos a favor daqueles que hão de herdar a salvação. Com a mente de Cristo, anunciemos que a justiça está à porta e que só pela fé na Salvador Jesus poderemos ser absolvidos. 1. o diabo (deus deste mundo com "d" minúsculo) tem poder para cegar as mentes (entendimentos) 2. Ele cega o entendimento dos incrédulos Só que o diabo tem poder também para cegar até os já crentes em Cristo, não só os incrédulos! Se dermos tal legalidade em nossas mentes o diabo pode e vai agir para cegá-la. Creio que você já deve ter visto aqueles casarões com muros altíssimos na entrada. O muro não tem outro objetivo senão não permitir que se enxergue o que está dentro da propriedade. Seu campo de visão fica limitado ao muro, mas nunca avança para depois dele. É exatamente assim que o diabo faz com a mente das pessoas: constrói muralhas em volta dela e a pessoa passa a não enxergar nada além desta muralha. Há pouco, falei sobre dar legalidade em nossas mentes para satanás atacá-la. Como isto ocorre? Para começar, sejamos equilibrados e não vamos dar "super-poderes" ao diabo. Deus é onisciente, o diabo não é. Ou seja, Deus sabe nossos pensamentos, mas o diabo não. Só como exemplo, entre muitas outras citações, Jesus disse que Deus Pai sabe tudo o que precisamos já de antemão, em Mateus 6:32: "(Pois a todas estas coisas os gentios procuram.) Porque vosso Pai celestial sabe que precisais de tudo isso." Então a grande pergunta é: como o diabo e seus demônios descobrem nossos pontos fracos na mente e nos ataca exatamente ali para nos enfraquecer, se ele não é onisciente? A coisa funciona mais ou menos assim: o diabo começa a buscar alguns padrões em nossos comportamentos de acordo com alguns estímulos. Estes estímulos são as setas que ele lança contra nós, por exemplo: uma angústia, uma tentação e um medo. De acordo com a resposta obtida a este estímulo à nossa mente, ele descobre se aquele ponto em nós é fraco ou não. Um exemplo clássico: os demônios lançam uma seta de tentação a um homem crente, conhecedor da Palavra e casado: aparece uma moça bonita jogando todo charme a este homem, lá no seu ambiente de trabalho. Este homem tem basicamente duas alternativas: inclinar sua mente para se render ao charme da moça e cometer um adultério posteriormente, ou colocar em prática a orientação do Espírito Santo para resistir, ficar longe desta moça, pois afinal adultério é pecado e pode impedir que este homem entre no Reino de Deus (1 Co 6:9 e Ap 21:8). Veja que a decisão depende do livre arbítrio deste homem em sua mente. De acordo com a reação deste homem ao estímulo (seta) que o inimigo lança, o diabo sabe se continua atacando neste ponto da mente ou não. Agora o mais importante: O inimigo só terá uma resposta positiva se o homem permitir, ou seja, se ele der legalidade ao inimigo para continuar. Satanás então descobre o ponto fraco e prende a mente deste homem com muralhas de adultério. É uma espécie de "tentativa e erro" que o diabo faz até conseguir detectar os pontos fracos na mente de alguém. Só que satanás mais acerta do que erra, porque ele é inteligente e sabe muito bem como detectar certos padrões nas mentes das pessoas que as estimulem a pecar. Existem duas pessoas disputando nossa mente: uma está dentro de nós, que é o Espírito Santo. Outra é satanás, que vem do lado de fora com suas setas. A Palavra também nos mostra que nós tomamos decisões para onde inclinamos nossa mente, em Efésios 2:3: “entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como também os demais." Com tudo isto, concluímos que a nossa mente, além de ser a morada de nossa alma, é também o campo de batalha. Lembre-se que, se você é de Cristo, o inimigo não pode tocar seu espírito então ele tenta tocar no seu corpo físico e na sua mente. Outra grande pergunta fica no ar: como então evitar que estas setas atinjam nossa mente? Em primeiro lugar, o inimigo não vai se cansar de lançar setas contra nós, que somos de Cristo. A posição da Igreja é e deve sempre ser oferecer resistência a satanás e seus demônios (Tg 4:7). Mas para isto deve haver sujeição a Deus, inclusive na nossa mente. Tudo começa em Romanos 12:2: “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus." Portanto, renovarmos nossa mente é preciso. A Palavra nos diz muito claramente em Marcos 12:30 que a nossa mente também deve amar a Deus: "Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de todas as tuas forças." O grande erro é que a maioria das pessoas acham que, ao se converterem a Cristo, suas mentes são imediatamente mudadas e nada mais precisa ser feito. Obviamente não é assim. Renovar a mente é um processo que pode durar muito ou pouco, dependendo de cada um. O Espírito Santo sempre nos ensinará a sujeição de nossa mente a Deus desde o momento em que somos feitos novas criaturas em Cristo. Só que muitos de nós simplesmente não aprendem, não enxergam ou não aceitam os ensinamentos do Espírito Santo e insistem em continuar a pensando, se comportando como antes. A mente ainda inclina para as coisas da carne. O que ocorre muitas vezes é a passividade da mente. A pessoa se converte e acha que a mente agora não é mais do controle dela, mas de Deus. Querem ver um erro muito constante? A pessoa lê o que está em Romanos 8:37: "Mas em todas estas coisas somos mais que vencedores, por aquele que nos amou." E então ela diz: Já sou mais que vencedor, não preciso fazer mais nada agora. É um erro porque alguém já viu vitória sem antes a luta? Alguém só é vencedor de algo que lutou e venceu. O versículo não afirma que não precisamos mais lutar, mas que precisamos lutar, porque em Cristo, certamente a vitória será nossa. Rm 12:2 não nos diz para esvaziar ou pôr nossa mente em passividade, mas nos instrui a renová-la enchendo-a de Cristo! Em outras palavras, domínio próprio é pré-requisito para renovar nossa mente e alinhá-la com a mente de Cristo (1 Co 2:16). Outra chave bíblica está em 2 Coríntios 10:3-5: "Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne, pois as armas da nossa milícia não são carnais, mas poderosas em Deus, para demolição de fortalezas; derribando raciocínios e todo baluarte que se ergue contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência a Cristo." Aqui, Deus nos dá a instrução clara para libertar nossa mente do inimigo e prendê-la a Cristo. Nossas armas espirituais derrubam fortalezas inimigas, que são as muralhas em volta de nosso raciocínio. Que armas são estas? A Palavra de Deus, da qual deriva outras armas, como a oração e o louvor. Daqui concluímos que, quanto mais lemos e conhecemos a Palavra de Deus, mais oraremos e louvaremos com mais edificação e traremos o raciocínio (a mente) alinhada com a mente de Cristo. A iniciativa parte de nós, como parte de nossa obediência ao Senhor. Deus nos quer por completo, e isto inclui nossa mente também. Um dia, o Senhor me pediu para consagrar toda minha mente, meu raciocínio a Ele e assim o fiz. Se você quer tomar a atitude de consagrar sua mente ao Senhor, para alinhar sua mente com a mente de Cristo, ore em voz alta o seguinte: "Pai querido, em nome de Jesus venho na Tua presença. Senhor, sei que minha mente está sob o meu controle e quero Te pedir perdão pelas vezes que inclinei minha mente para as coisas da carne, mesmo sabendo dos Teus ensinamentos, os quais eu não atentei. O meu sincero desejo, Pai, é inclinar a minha mente para as coisas do Espírito. Então, quero agora consagrar toda minha mente e meus raciocínios a Ti, para que eu fique atento aos ensinamentos do Teu Santo Espírito e para que eu aja, não com passividade em minha mente, mas conforme meu livre arbítrio, de modo a alinhar minha mente com a mente de Cristo. Ajuda-me e ensina-me Senhor, a pensar do mesmo jeito que Jesus pensa e que isto reflita imediatamente no meu agir. Te peço e Te agradeço, em nome de Jesus Cristo." Quando a mente entra em conflito. (Rm 3.23) "pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus." Aqui, o Espírito Santo de Deus nos alerta que a nossa natureza é pecaminosa. Em outras palavras, todos nós já nascemos no pecado. Resumidamente dizendo, desde que Adão e Eva pecaram em Gênesis 3, desobedecendo a Deus, deram legalidade ao diabo para que ele ingressasse livremente à terra com seus demônios. Adão e Eva literalmente entregaram este mundo nas mãos do dele. O próprio diabo ousadamente disse isto a Jesus em Lucas 4:5-6: "O diabo o levou a um lugar alto e mostrou-lhe num relance todos os reinos do mundo. E lhe disse: Eu te darei toda a autoridade e esplendor deles, porque me foram dados e posso dá-los a quem quiser." Foi para isto que veio Jesus, para destruir as obras do diabo (1 Jo 3:8). A natureza pecaminosa do homem era o teor da conversa que Jesus teve com Nicodemos, em Jo 3:3-6: "Respondeu-lhe Jesus: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Perguntou-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe, e nascer? Jesus respondeu: Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito." Jesus sabia muito bem da natureza pecaminosa do homem e alertou a Nicodemos que, para que pudéssemos voltar ao reino de Deus, teríamos que nascer no Espírito. Ou seja, Jesus disse a Nicodemos que aquele que não nasce de novo terá sempre a tendência a agir na carne e nunca no Espírito, porque esta será sua natureza. A nossa mente natural age na carne e terá sempre esta tendência. Faz-se necessário então mudarmos esta característica cujo primeiro passo é nascer de novo, aceitando Jesus como Senhor e Salvador (Jo 1:12). Somente assim, o Espírito Santo de Deus começará a agir em nós sempre no sentido de igualar nosso caráter ao caráter de Cristo, alinhando nossa mente com a de Cristo. Foi exatamente isto que Paulo escreveu em 1 Co 2:14-16: "Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Mas o que é espiritual discerne bem tudo, enquanto ele por ninguém é discernido. Pois, quem jamais conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo." Os passos seguintes são de nossa responsabilidade da aliança com Deus, em Jesus Cristo. Por mais que o Espírito Santo de Deus nos ajude a transformar nossa mente, nós temos livre arbítrio e nós somos os responsáveis por aceitar este aprendizado ou não. Se não aceitamos e somos teimosos, mesmo aceitando a Jesus em nossas vidas, não somos realmente transformados. Por isto vemos muitos irmãos em Cristo que alegam que nada mudou. A mudança começa em nossa mente! Paulo, por exemplo, era um dos maiores perseguidores dos cristãos. Ao se converter, passou a amar e seguir a Cristo em espírito e em verdade. Ele assim expressou acerca de seu caráter antes da conversão em Gálatas 4:29: "Mas, como naquele tempo o que nasceu segundo a carne perseguia ao que nasceu segundo o Espírito, assim é também agora." Será que foi num "passe de mágica" que Paulo se transformou em sua mente? Claro que não. Ele passou por todo um processo de transformação. E a maioria das pessoas não entendem que um processo demora tempo. Querem soluções imediatistas e quando não vêem resultados a curto prazo, se decepcionam e abandonam a igreja ou mesmo o evangelho. Toda aliança é um acordo entre duas partes. Na aliança com Deus em Jesus Cristo não é diferente. Deus sempre faz a parte Dele, mas nós também temos que fazer a nossa. Tomar iniciativa de mudar nossa mente, nosso caráter é a nossa parte da aliança. É neste ponto que falhamos muitas vezes: ao cumprir com a nossa parte da aliança. Este é o ponto em que quero chegar: neste processo de renovação da nossa mente, muitas vezes teremos conflitos. Você com certeza brigará com seu "EU" muitas vezes, exatamente porque sua mente carnal tenderá para pensar conforme a carne e não conforme o Espírito. É aí que muitos param e desistem. Ora, Deus procura homens e mulheres segundo Seu coração, como foi o caso de Davi. Davi errou muito. Ele matou, cometeu adultério. Veja que ele não foi nenhum super-herói e nem perfeito. Era como nós. Mas a diferença é que Davi jamais desistiu e continuou buscando a Deus, pedindo constantemente perdão a Ele, se arrependendo verdadeiramente do que fez e se submetendo novamente aos ensinamentos do Pai. E Deus jamais deixou de considerar Davi um homem segundo Seu coração (At 13:22). Vemos isto claramente em muitos de seus salmos. Deus espera esta atitude de nós, ou seja, que nos submetamos a Ele e aceitemos mudar conforme os Seus ensinamentos, para chegarmos o mais próximo possível do caráter de Cristo. O conflito na mente é uma batalha seriíssima e inevitavelmente nos veremos dentro dela mais cedo ou mais tarde. Como então podemos nos preparar para vencer esta batalha? Uma das chaves de vitória é a nossa fé, conforme está em 1 João 5:4-5: "O que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé. Quem é que vence o mundo? Somente aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus." Para começar a vencer o mundo (a tendência de pensarmos na carne) é necessária uma fé inabalável. A fé inabalável é aquela que, mesmo quando caímos , não desanimamos e levantamos novamente para continuarmos nossa caminhada. É importante comentar aqui que existirão momentos em que temos que reconhecer onde erramos. Muitas vezes, enxergamos o diabo em tudo, como uma válvula de escape para não assumirmos que o erro é nosso, vem do nosso "EU", que é o responsável por determinados comportamentos pecaminosos. Se isto acontecer, seja humilde, reconheça isto diante de Deus e exponha a ferida para que Ele a cure. Mas existem situações que realmente são ataques do exército de Satanás. O conflito na mente tende a escravizar alguém se nenhuma medida for tomada. Os versículos abaixo nos alertam disto: • (Pv 5:22) "Quanto ao ímpio, as suas próprias iniqüidades o prenderão, e pelas cordas do seu pecado será detido." • (Gl 5:1) "Para a liberdade Cristo nos libertou; permanecei, pois, firmes e não vos dobreis novamente a um jogo de escravidão." • (Jo 8:32-34) "e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Responderam-lhe: Somos descendentes de Abraão, e nunca fomos escravos de ninguém; como dizes tu: Sereis livres? Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é escravo do pecado." Alguns homens da Bíblia também passaram por situações de conflito na mente. Citarei três deles que nos ensinarão três lições importantes para vencermos o conflito na mente. • Josué No capítulo 7 do livro de Josué, Josué e seu exército já haviam tomado a cidade de Jericó e se preparavam para atacar a próxima cidade Ai, seguindo estritamente as instruções de Deus. Eles atacaram Ai e foram derrotados pelos habitantes daquela cidade. Josué imediatamente entrou em conflito em sua mente, conforme Josué 7:7-9: "E disse Josué: Ah, Senhor Deus! por que fizeste a este povo atravessar o Jordão, para nos entregares nas mãos dos amorreus, para nos fazeres perecer? Oxalá nos tivéssemos contentado em morarmos além do Jordão. Ah, Senhor! que direi, depois que Israel virou as costas diante dos seus inimigos? Pois os cananeus e todos os moradores da terra o ouvirão e, cercando-nos, exterminarão da terra o nosso nome; e então, que farás pelo teu grande nome?" Josué fez a coisa certa: pediu discernimento a Deus do que estava acontecendo. Esta é a lição de Josué. Deus imediatamente respondeu a Josué em Josué 7:10-11: "Respondeu o Senhor a Josué: Levanta-te! por que estás assim prostrado com o rosto em terra? Israel pecou; eles transgrediram o meu pacto que lhes tinha ordenado; tomaram do anátema, furtaram-no e, dissimulando, esconderam-no entre a sua bagagem." Deus revelou que havia uma brecha pela qual o inimigo entrou. No caso, era uma capa babilônica que Acã havia roubado, desrespeitando as ordens de Deus. Peça discernimento a Deus do que pode estar acontecendo com você! O Espírito Santo de Deus lhe mostrará mais cedo ou mais tarde a causa de seu conflito. • Jó Jó foi uma pessoa reta diante de Deus (Jó 1:1). Mesmo assim Satanás pediu permissão a Deus para atacá-lo e Deus a concedeu. Na primeira provação que Jó passou (perda dos filhos e dos bens), ele permaneceu firme (Jó 1:20-22): "Então Jó se levantou, rasgou o seu manto, rapou a sua cabeça e, lançando-se em terra, adorou; e disse: Nu saí do ventre de minha mãe, e nu tornarei para lá. O Senhor deu, e o Senhor tirou; bendito seja o nome do Senhor. Em tudo isso Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma." Em sua segunda provação (úlceras), ele também permaneceu firme, mas perceba um detalhe: a própria esposa de Jó começou a lhe falar bobagens ao ouvido (Jó 2:9-11): "Então sua mulher lhe disse: Ainda reténs a tua integridade? Blasfema de Deus, e morre. Mas ele lhe disse: Como fala qualquer doida, assim falas tu; receberemos de Deus o bem, e não receberemos o mal? Em tudo isso não pecou Jó com os seus lábios." Vejam os supostos amigos de Jó (Elifaz, Zofar e Bildade) que tiveram dois comportamentos nada amistosos: 1. Ficaram sete dias apenas olhando para Jó sem dizer uma palavra: isto obviamente incomodou muito a Jó, que ficou impaciente e começou a se amaldiçoar e murmurar, a partir do capítulo 3 2. Literalmente diziam a Jó que sua situação ocorreu porque ele pecou contra Deus: uma grande mentira, pois Jó era reto diante de Deus (Jó 1:1). Estes "amigos" foram usados por Satanás para falarem mais bobagens ao ouvido de Jó, confundindo-o. O livro de Jó transcorre, a partir daí, dentro deste mesmo cenário. Jó acaba por dar ouvidos a tanta bobagem dita a ele e continua a se amaldiçoar. Até que Deus se revela em Jó 41 e o conforta. Mesmo diante de situações de conflito na mente, não dê ouvidos a bobagens! Isto é arma do inimigo para tentar vencer a batalha espiritual na nossa mente. Deus repreendeu os amigos de Jó em Jó 42:7 e restaurou tudo em dobro a Jó. Veja que a razão de tanta reclamação de Jó não foi em si a situação que ele passou, mas as bobagens que ele escutou ao longo de seu conflito. • Paulo Paulo também passou por conflitos na mente. ele lutava contra si mesmo para vencer a tendência da sua mente na carne. Está em Romanos 7:18-23: "Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; com efeito, o querer o bem está em mim, mas o efetuá-lo não está. Pois não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse pratico. Ora, se eu faço o que não quero já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então esta lei em mim, que, mesmo querendo eu fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo nos meus membros outra lei guerreando contra a lei do meu entendimento, e me levando cativo à lei do pecado, que está nos meus membros." A guerra espiritual na mente não era exclusividade nossa. Paulo também tinha esta guerra. O que Paulo nos passa de lição é termos domínio próprio, isto é, termos a iniciativa de lutar e vencer pensamentos e tendências pecaminosas. Volto a dizer que é um processo que pode demorar tempo. A guerra pode não terminar logo, mas nunca podemos desistir. Jesus jamais nos deixou sós nesta luta. Ele mesmo disse o seguinte em João 8:36: "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." Deixe o Espírito Santo falar com você e lhe ensinar! Não seja resistente ao Espírito! Aceite a transformação na sua mente que ele quer propor a você. Um discípulo de Jesus tem que ter o mesmo caráter Dele! Judas Iscariotes não tinha este caráter e todos sabem o que aconteceu com ele! Que o Espírito Santo ajude você a libertar sua mente de conflitos e vencer sua batalha! • 2 Co 3.17 "Ora, o Senhor é o Espírito; e onde está o Espírito do Senhor aí há liberdade." Somente o Espírito de Deus pode converter alguém numa pessoa espiritual, e sua mente natural na mente de Jesus Cristo, Amém! |
UMA PROFECIA PARA OS NOSSOS DIAS
UMA PROFECIA PARA OS NOSSOS DIAS
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“Eis que eu sou contra os profetas, diz o SENHOR, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu próximo” (Jeremias 23:30).
Vamos à leitura bíblica do texto:
“Quanto aos profetas, já o meu coração está quebrantado dentro de mim; todos os meus ossos estremecem; sou como um homem embriagado, e como um homem vencido de vinho, por causa do Senhor, e por causa das suas santas palavras.
Porque a terra está cheia de adúlteros, e a terra chora por causa da maldição; os pastos do deserto se secam; porque a sua carreira é má, e a sua força não é reta.
Porque tanto o profeta, como o sacerdote, estão contaminados; até na minha casa achei a sua maldade, diz o Senhor.
Portanto o seu caminho lhes será como lugares escorregadios na escuridão; serão empurrados, e cairão nele; porque trarei sobre eles mal, no ano da sua visitação, diz o Senhor.
Nos profetas de Samaria bem vi loucura; profetizavam da parte de Baal, e faziam errar o meu povo Israel.
Mas nos profetas de Jerusalém vejo uma coisa horrenda: cometem adultérios, e andam com falsidade, e fortalecem as mãos dos malfeitores, para que não se convertam da sua maldade; eles têm-se tornado para mim como Sodoma, e os seus moradores como Gomorra.
Portanto assim diz o Senhor dos Exércitos acerca dos profetas: Eis que lhes darei a comer losna, e lhes farei beber águas de fel; porque dos profetas de Jerusalém saiu a contaminação sobre toda a terra.
Assim diz o Senhor dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas, que entre vós profetizam; fazem-vos desvanecer; falam da visão do seu coração, não da boca do Senhor.
Dizem continuamente aos que me desprezam: O Senhor disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo a dureza do seu coração, dizem: Não virá mal sobre vós.Porque, quem esteve no conselho do Senhor, e viu, e ouviu a sua palavra? Quem esteve atento à sua palavra, e ouviu?
Eis que saiu com indignação a tempestade do Senhor; e uma tempestade penosa cairá cruelmente sobre a cabeça dos ímpios.
Não se desviará a ira do Senhor, até que execute e cumpra os desígnios do seu coração; nos últimos dias entendereis isso claramente.
Não mandei esses profetas, contudo eles foram correndo; não lhes falei, contudo eles profetizaram.
Mas, se estivessem estado no meu conselho, então teriam feito o meu povo ouvir as minhas palavras, e o teriam feito voltar do seu mau caminho, e da maldade das suas ações. Porventura sou eu Deus de perto, diz o Senhor, e não também Deus de longe?
Esconder-se-ia alguém em esconderijos, de modo que eu não o veja? diz o Senhor. Porventura não encho eu os céus e a terra? diz o Senhor.
Tenho ouvido o que dizem aqueles profetas, profetizando mentiras em meu nome, dizendo: Sonhei, sonhei.
Até quando sucederá isso no coração dos profetas que profetizam mentiras, e que só profetizam do engano do seu coração?
Os quais cuidam fazer com que o meu povo se esqueça do meu nome pelos seus sonhos que cada um conta ao seu próximo, assim como seus pais se esqueceram do meu nome por causa de Baal.
O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? diz o Senhor.
Porventura a minha palavra não é como o fogo, diz o Senhor, e como um martelo que esmiúça a pedra?
Portanto, eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que furtam as minhas palavras, cada um ao seu próximo.
Eis que eu sou contra os profetas, diz o Senhor, que usam de sua própria linguagem, e dizem: Ele disse.
"Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o Senhor" (Jeremias 23:9-32) (grifos meus).
O principal objetivo de quem foi chamado por DEUS para ser sacerdote ou profeta, ou qualquer outra liderança espiritual que se nomeie, é o de viver corretamente e falar a Verdade ao seu próximo. Falar a Verdade corresponde: 1) a não interpretar, por visão humana, o que é dito ou lido nas Sagradas Escrituras; 2) a não agradar o próprio interesse ou o interesse alheio, buscando sempre a justiça e a verdade da situação.
Ora, quem foge a essas duas regrinhas básicas e indispensáveis, não está exercendo a plenitude da Verdade, mas utilizando-se da “meia-verdade” ou da inverdade total, o que já despertaria a tristeza no Espírito Santo.
VIVER E FALAR A VERDADE. Esses são os dois requisitos essenciais de todo aquele que se propõe ser filho ou filha de DEUS. Ainda que um líder ou uma “ovelha” não esteja com a vida coerente com a Verdade, não pode jamais ignorar, desprezar ou tentar adulterar essa Verdade, a qual tem que confrontá-lo. Assim, fica mais fácil de haver uma transformação, uma mudança em seu viver, do que preferir caminhos de máscara, de mentira, de adaptações hipócritas.
A Verdade diz que qualquer homem ou mulher que repudiar o seu cônjuge primeiro e se unir sexualmente a uma nova pessoa estará cometendo adultério, tornar-se-á adúltero, tanto ele com a nova pessoa, além de expor a sua legítima esposa ou marido também ao adultério. Adulterar significa “falsificar, corromper, alterar, modificar”; e pode ser extensiva a dois tipos básicos: o adultério físico, sexual, o olhar impuro de alguém casado em relação a outro indivíduo (“Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela”. Mateus 5:28) e o adultério espiritual, quando se deixa de viver a doutrina de CRISTO para seguir conselhos puramente humanos. Essas são características de quem não anda na Verdade, de quem não tem compromisso com o Reino de DEUS.
A Lei antiga dizia que tanto o adúltero como a adúltera deveriam ser mortos por apedrejamento (Levítico 20:10). Até hoje essa Lei é praticada em alguns países. À época da Graça, ou seja, de JESUS, a consequência do adultério recebe nova feição. Se algum adúltero ou adúltera se arrepender, confessar e abandonar o pecado, receberá o perdão de DEUS e as misericórdias do PAI. A Bíblia ilustra o diálogo de JESUS com uma mulher que foi pega em flagrante adultério e levada à presença do Filho de DEUS para ser apedrejada pelos doutores da Lei. JESUS fez que eles se enxergassem também impuros, cheios de pecado. Assim, a mulher não foi apedrejada e morta, e, o melhor, ainda recebeu o perdão e as misericórdias de DEUS nas seguintes palavras: “(...) Vá e não peques mais” (João 8:11).
O adultério, nos tempos de hoje, esconde-se por trás da máscara do recasamento (nem tanto do divórcio em si, pois se houver apenas o divórcio sem o desejo de nova união sexual, não constitui necessariamente adultério). O diabo, pela ignorância e desejo de pecar das pessoas, viu, na questão da concupiscência carnal, desde os primeiros tempos, uma porta escancarada para enganar e aprisionar uma multidão, inclusive, dentro dos templos religiosos (o adultério mais preocupante não está no mundo, mas aquele que se esconde por trás da máscara da hipocrisia religiosa, pois leva a pessoa a acreditar que está na presença de DEUS sem está).
A destruição do primeiro mundo, a época de Noé, se deu por causa dos pecados sexuais (adultério e fornicação). As cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas também por causa dos mesmos pecados sexuais. Paulo chamou atenção das igrejas primitivas ao aparecimento dos pecados sexuais (basta lermos Romanos 1:18-32 e 1 Coríntios 6:9-11), em quase todas as suas Epístolas. O mundo hoje não difere nada das épocas passadas. É comum namorados, dentro dos templos, praticarem fornicação (sexo antes do casamento), como é, tristemente comum também, pessoas se amasiarem, morarem juntas, como se fossem casadas. É triste, mas é verdade, que os templos religiosos estão contaminados de pessoas em adultério, ou segundo, terceiro ou mais casamentos, com a convivência das falsas autoridades; e, pior, fazendo a obra. Enfim, o desejo pelos pecados sexuais continua, nos dias de hoje, a ser a principal causa que afastam as pessoas de DEUS e as impede de serem salvas. As pessoas andam e militam nos desejos carnais. Tais desejos ocupam mais de 90% da mente e do coração das pessoas, ainda que elas não percebam. Não há salvação para quem vive escravo de qualquer pecado, e não abre mão dele de maneira nenhuma.
Infelizmente, são raríssimos os jovens que se casam virgens e guardam os seus corpos para o casamento. Como são raríssimos os casais casados em primeiro casamento...
Por essa razão, não acredito, de maneira nenhuma, na salvação dessas pessoas, dessa geração. ESSA GERAÇÃO VAI SE PERDER E SUCUMBIR NOS PECADOS SEXUAIS E NA HIPOCRISIA RELIGIOSA. Não acredito, segundo a Palavra de DEUS, que a Graça de DEUS dê a salvação a uma pessoa que não quer consertar a vida, renunciar aos prazeres carnais, ter um coração puro e perdoador: “Que diremos pois? Permaneceremos no pecado para que a graça abunde? De modo nenhum. Nós que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?” (Romanos 6:1-2).
De sorte que, todo aquele que um dia almeja ser morador da glória de DEUS precisa, urgentemente, desprender-se do jugo, da escravidão do pecado, ainda que doa, ainda que sofra, ainda que tenha que perder algum membro do corpo. Não há salvação sem santificação, sem renúncia.
Hoje, a maior vergonha, os maiores escândalos estão dentro dos templos religiosos. O que se almeja? Abrir templos e multiplicá-los, elaborar cultos bonitos e bem planejados, enchê-los e enriquecer as contas bancárias das empresas religiosas, dos falsos líderes, com os dízimos e ofertas alçadas. A riqueza, a avareza enferrujam a alma do homem, cauterizam a sua mente e o tiram da presença de DEUS. Com a mente cauterizada, nenhum líder jamais conseguirá enxergar essa Verdade.
Os sacerdotes e os profetas do tempo de Jeremias também não enxergavam. Eles são os mesmos de hoje. DEUS confirmou para mim por esses dias: “São os mesmos!!”
Se lermos atentamente o texto, veremos que todos os pormenores se repetem nos dias de hoje. Há profetas e há sacerdotes altamente contaminados pelo pecado do adultério, impregnados de maldição, dentro daquela que era a Casa do SENHOR, fazendo a obra. Não só são adúlteros como incentivam os outros também a sê-los como se fosse algo normal, de DEUS. Usam, da mesma maneira que fazem hoje, o Nome de DEUS e desejam a Paz. Leiam mais uma vez o versículo 17 e procure entendê-lo: “Dizem continuamente aos que me desprezam: O Senhor disse: Paz tereis; e a qualquer que anda segundo a dureza do seu coração, dizem: Não virá mal sobre vós". Eles falam continuamente aos que desprezam a DEUS, a Palavra do SENHOR e andam na dureza dos seus corações: “O Senhor diz que vocês terão Paz e que nenhum mal virá sobre vocês”. Afinal, hoje também não é assim? Maridos e esposas repudiam seus cônjuges por outras pessoas e depois vão com elas aos templos. Quando abrem a verdade, ouvem da liderança o seguinte conselho: “Fiquem em Paz! DEUS já os perdoou. Nenhum mal lhes sucederá...”.
O triste é quando o SENHOR compara os profetas de Jerusalém com os profetas de Samaria. Estes profetizam por Baal e fazem o povo de Israel errar o caminho (parece que isso é normal para a condição espiritual incrédula e ignorante deles). Os outros, que se dizem de DEUS, da linhagem de Jerusalém, fazem coisas piores: “cometem adultérios e andam com falsidade” (releia os versículos 13 e 14). Andar com falsidade é viver com máscara, fugir da Verdade plena. O versículo 14 diz que esses profetas têm se tornado, para DEUS, como Sodoma e, seus seguidores, como os moradores de Gomorra. Quem segue os falsos líderes recebem a mesma feição que eles. E se são iguais aos daquelas cidades pecaminosas, terão o mesmo fim: fogo e enxofre.
No meio de tanto pecado, de tanta abominação, DEUS exalta a Soberania DELE: “Acham que vão me enganar? Acham que não contemplo tudo o que fazem? Acham, acaso, que podem se esconder de mim? Eu encho os céus e as terras” (releia o versículo 24).
Eles vivem assim e incentivam os outros a também permanecerem nos mesmos pecados que defendem, porque não quiseram ouvir os conselhos do SENHOR e atentarem para a Sua Palavra (versículo 18). Por fim, DEUS diz: “Eis que eu sou contra os que profetizam sonhos mentirosos, diz o Senhor, e os contam, e fazem errar o meu povo com as suas mentiras e com as suas leviandades; pois eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito algum a este povo, diz o Senhor” (versículos 31-32).
Se DEUS é contra a esse tipo de pessoa, nós, cristãos, também devemos ser. Não podemos ser coniventes nem expectadores de líderes carnais, que só ministram aquilo que é favorável aos seus umbigos.
O texto de Jeremias é uma profecia para os nossos dias. Ele é bem atual e verdadeiro em tudo.
Se eu, como pastor, bato sempre na tecla dos pecados sexuais, é porque o SENHOR, pela misericórdia DELE, me levantou como uma voz, ainda que solitária e no deserto, para servir de testemunha àqueles rebeldes e desobedientes. Volto a dizer e ainda que tenha que repetir isso por um milhão de vezes: SEGUNDO CASAMENTO DE PESSOA DIVORCIADA É ADULTÉRIO. ADULTÉRIO É UM PECADO SEXUAL, QUE AFASTA OS ADÚLTEROS DA PRESENÇA DE DEUS E OS ROUBA A SALVAÇÃO DA ALMA.
Ainda há tempo de arrependimento e abandono do pecado. Quem quiser ser santo, chamado Filho de DEUS, justificado pelo Sangue de JESUS, precisa viver e andar como ELE andou. Há lugar para você. Se esta Palavra falou profundamente ao seu coração, chore aos pés do SENHOR, abandone o adultério, peça perdão a sua esposa e marido, humilhe-se, e volte para casa. Não há outro caminho para você, se quiser, um dia, ser morador do reino de DEUS
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ADULTÉRIO ESPIRITUAL
ADULTÉRIO ESPIRITUAL
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Perguntaram-lhe, pois, os judeus: Que sinal nos mostras, para fazeres estas coisas? Jesus lhes respondeu: Destruí este santuário, e em três dias o reconstruirei. Replicaram os judeus: Em quarenta e seis anos foi edificado este santuário, e tu, em três dias, o levantarás? Ele, porém, se referia ao santuário do seu corpo. Quando, pois, Jesus ressuscitou dentre os mortos, lembraram-se os seus discípulos de que ele dissera isto; e creram na Escritura e na palavra de Jesus. João 2:18-22.
Nesta passagem, vemos o primeiro confronto real entre nosso Senhor e os líderes religiosos da nação judaica. Até então, eles se limitaram a observar passivamente, mas nesse momento decidiram começar a questionar Jesus. Nos Evangelhos, muito espaço foi dedicado a relatar as argumentações e discussões que foram travadas entre nosso Senhor e os líderes religiosos, como fariseus, escribas e outros. Portanto, sob todos os prismas, este é um dos mais importantes incidentes ao qual devemos considerar juntos, e gostaria de mostrar-lhe que esta é uma das mensagens mais prementes a ser dada à Igreja de Deus de nossos dias. Primeiramente, vamos deixar bem claro o cenário. Aqui, vemos o relato da reação dos líderes judeus com respeito ao que Jesus fez no templo. Sem dúvida alguma, entre os que O questionaram estavam algumas das pessoas que Ele expulsou. Eles pediram um sinal para Cristo, mas por que será que nosso Senhor se recusou a atender a solicitação dos religiosos judeus? Por que será que Ele os condenou? Aqui estão a resposta: Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas. Mateus 12:39. Esta é a descrição da mentalidade daqueles que pedem por sinais da maneira errada. Agora, a palavra “má” significa uma atitude completamente errada, antagônica, que é oposta ao sentido de santo. Resumindo, ela significa o estado da alma de quem sustenta um relacionamento errado com Deus. Essa falta de percepção espiritual fica patente quando nosso Senhor contava uma parábola. Raramente, os fariseus e escribas conseguiam enxergar o ponto central. Tudo era reduzido ao nível deste mundo material. No capítulo 3 do Evangelho de João, vemos o grande Nicodemos cometer esse mesmo erro. Jesus lhe disse em João 3:3: A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. Veja a resposta de Nicodemos no verso 4: Como pode um homem nascer, sendo velho? Pode, porventura, voltar ao ventre materno e nascer segunda vez? João 3:4. Percebam como ele perde, completamente, o aspecto espiritual. Ele interpreta as palavras do Senhor em termos físicos. Nosso Senhor tem de dizer para nicodemos que estava falando de coisas espirituais, que não pertencem à carne. O apóstolo Paulo resumiu essa atitude materialista, uma vez e para sempre, em 1 Coríntios 2:14: Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Porque lhes falta essa compreensão e entendimento espirituais, as pessoas se inclinam para as coisas tangíveis e visíveis. Essa é a característica de uma “geração má e adúltera”. Todos aqueles que precisam de sinais para crer em Cristo são adúlteros espirituais e nunca podem ser verdadeiramente resgatados, porque sua fé não se apoiou na Palavra, mas em evidências. Estando ele em Jerusalém, durante a Festa da Páscoa, muitos, vendo os sinais que ele fazia, creram no seu nome; mas o próprio Jesus não se confiava a eles, porque os conhecia a todos. João 2:23-24. Essa mentalidade adúltera é controlada pela curiosidade. Começa por olhar em redor, em direções que não deveria. A mentalidade adúltera não permite que os olhos permaneçam fixos sobre o Senhor, Seus mandamentos e Seu caminho, começando a ser controlada pela curiosidade maligna. Essas pessoas tendem a se interessar por sinais, por fenômenos e feitos espetaculares, como um fim, afastando-se de seus verdadeiros propósitos. Outra característica dessa mentalidade adúltera é o desejo ardente que apresenta, ou seja, possui uma inclinação pela sensação, pelo fantástico, pelo que é excitante e novo. Esta não é a característica de uma pessoa adúltera? “Ah! Aqui está muito parado! Nós desejamos algo novo e excitante!” Esta é a descrição que nosso Senhor faz de uma geração de pessoas que sempre está à procura de sinais. São muito parecidos com os religiosos de Atenas que não buscavam outra coisa senão as últimas novidades. Pois todos os de Atenas e os estrangeiros residentes de outra coisa não cuidavam senão dizer ou ouvir as últimas novidades. Atos 17:21. Isso também leva a outras conseqüências. Incentivadas, movidas e controladas por tal espírito, as pessoas adúlteras, com o tempo, tomam o controle da vida nas mãos, decidindo o que fazer. Elas não podem se sentir entediadas. Tornam-se impacientes e tomam atitudes muito estranhas. Assumem o controle de cada situação, fazem exigências e dizem: “O que desejo, eu consigo”. Um espírito adúltero resulta em desejo que devem ser satisfeitos a qualquer custo. Pode envolver infidelidade, quebra de juramentos, sair do caminho normal, não importa o que seja necessário. Esse espírito leva a pessoa a dizer: “Eu tenho de satisfazer os meus desejos”. É dessa forma que o Senhor descreva a aparência e a mentalidade daqueles que sempre estão à procura de sinais. O Senhor Jesus sempre se recusa a atender essas exigências por sinais. E se você pensa que é Ele quem as atende, está equivocado. Há alguém que pode falsificar tais ações. O pai das exigências é o diabo. Vocês se lembram que o diabo colocou a mesma solicitação a Jesus, durante as tentações no deserto, pois ele solicitou um sinal: Disse-lhe, então, o diabo: Se és o Filho de Deus, manda que esta pedra se transforme em pão. Lucas 4:3. No entanto, Jesus não o atendeu. Ao contrário, recusou-se totalmente a fazê-lo e respondeu ao diabo de forma indireta. Agora, como saber se somos culpados do pecado de adultério espiritual? Bem, nós devemos nos examinar se verdadeiramente estamos firmes na Palavra de Deus e na obra que Cristo realizou naquela cruz em nosso beneficio, quando Ele nos atraiu a Si e nos crucificou, nos fez morrer e juntamente com Ele nos ressuscitou. Porque o diabo fará tudo o que puder para arruinar o testemunho de nosso Senhor Jesus Cristo e nos desviar de Sua gloriosa salvação. O próprio Senhor afirmou que, próximo do fim, satanás realizaria “grandes sinais e prodígios” para enganar se possível os próprios eleitos. Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas operando grandes sinais e prodígios para enganar, se possível, os próprios eleitos. Mateus 24:24. E o apóstolo Paulo escrevendo aos Tessalonicenses os exortou dizendo que eram para eles ter cuidado com os sinais nestes últimos dias. Ora, o aparecimento do iníquo é segundo a eficácia de Satanás, com todo poder, e sinais, e prodígios da mentira, e com todo engano de injustiça aos que perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos. 2 Tessalonicenses 2:9-10. Ao nos examinarmos, o que devemos olhar? Bem, aqui está o teste inicial: Se você encontrar em seu interior qualquer tendência a um descontentamento com relação a Deus e Seus caminhos, tenha cuidado. Se você não apreciar a grande salvação que alcançou, se tende a desprezá-la ou mencioná-la de forma depreciativa, tenha cuidado. Desde o primeiro momento, a vida cristã é miraculosa, incrível e assombrosa, e sempre devemos nos maravilhar com ela. Qualquer tendência, portanto, de diminuir ou depreciar alguma evidência da vida cristã é um perigoso sinal. Existe outro teste ainda mais importante que o mencionado: um espírito inquieto. Essa característica é sempre um sinal de adultério espiritual. Se você perceber-se agitado, desejoso de emoções e novas experiências, se em seu interior há sempre uma ânsia por tais acontecimentos, uma busca incansável, você está em uma condição extremamente perigosa. Quando nascemos de novo somos chamados a descansar na Pessoa de Cristo, e também, o Espírito Santo vai nos trazer o Seu glorioso fruto: Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade. Gálatas 5:22. O cristão não deveria sentir inquietação, descontentamento e desejos incontroláveis. Todas estas são características de um espírito adúltero. Tenha cuidado quando ficar em estado permanente de ansiedade. Não há este tipo de sentimento prolongado na verdadeira experiência do Espírito. Há regozijo, exaltação, alegria, mas são sentimentos completamente diferentes da excitação carnal que é a marca de um espírito adúltero. Porém, repito: se você começar a buscar outras coisas que não a Ele, com certeza se desviará. Uma vez que tenha conseguido desviar você de olhar para o Senhor, o diabo continuará exercendo pressão sobre você. Portanto, mantenha seus olhos fixos no Senhor Jesus Cristo. Expresse-Lhe que deseja ter tudo o que tem reservado a você. Diga-lhe em oração que você deseja conhecê-lo, conhecer o Seu amor. Não quero sentir o êxtase pelo êxtase. Não desejo ver sinal algum. Antes de tudo, desejo conhecer-Te, Senhor. São os nossos desejos de conhecê-lo que o Senhor se agrada. Jeremias 9:24. Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me conhecer e saber que eu sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o SENHOR. Submeta-se total e intimamente a Ele. Isso pode levar o Senhor a mostrar-lhe os sinais mais incríveis. Porém, Ele é quem decide isso, não você. Não tente dar ordens ao Senhor e não se impaciente. Não faça exigências, pois, se agir assim, estará completamente equivocado. Caia aos Seus pés e espere por Ele. Busque, solicite, bata à porta, persista nesse proceder. Não tente apressá-Lo e, tampouco, auxiliá-lo. O Senhor não necessita de sua ajuda. Você estará abrindo a porta para métodos psicológicos se tentar ajudar o Senhor de alguma forma. Continue suplicando, espere Nele somente. Não deposite sua esperança em ninguém mais. E, no devido tempo e de sua própria maneira, talvez Ele lhe conceda tal sinal de assombro e maravilha, uma sensação se Sua gloriosa e santa Pessoa. Sim, Ele pode realizar milagres, pois é capaz de executar toda sorte de coisas maravilhosas, mas Ele deixou bem claro desde o princípio, que somente faz tais coisas no devido tempo e à Sua maneira, para as pessoas que, com sinceridade, buscam conhecê-Lo e a Sua glória, pessoas que tem uma visão e compreensão espirituais. Pessoas que sabem esperar pelo Seu trabalhar. Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera. Isaías 64:4. |
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