segunda-feira, 9 de abril de 2018

Os três diferentes tipos de filhos de DEUS?

Os três diferentes tipos de filhos de DEUS? 

Quem são os filhos de Deus? O nascimento espiritual faz com que uma pessoa seja um filho de Deus. A Bíblia diz em João 1:12-13 “Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus.”

Deus nos oferece a oportunidade de sermos Seus Filhos. A Bíblia diz em 1 João 3:1 “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus; e nós o somos. Por isso o mundo não nos conhece; porque não conheceu a ele.”
Os Cristãos são adotados e fazem parte da família de Deus.

A Bíblia diz em Romanos 8:16 “O Espírito mesmo testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.” Gálatas 4:4-5 “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo de lei, para resgatar os que estavam debaixo de lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.”

Quem nunca ouviu alguém dizer,"Eu mereço ser feliz ,porque também sou filho de DEUS!". Agora será que realmente todos nós podemos dizer que somos filhos de DEUS ?

E o que a Bíblia, que é a palavra do PAI CELESTIAL nos diz? As Escrituras Sagradas realmente falam a respeito da paternidade universal de DEUS, mas não da forma que muitos alegam.

Na Bíblia vemos três formas de filiação divina,vejamos:

1. Criação: A primeira forma de filiação divina é a criação, exemplo disso são todos os seres humanos, por serem criados conforme a imagem e semelhança de DEUS PAI veja At:17-22,31, e os anjos apesar de não serem criados conforme a imagem e semelhança de DEUS, também são chamados de seus filhos devido o ato da criação, como descrito no livro de Jó capítulo: 1 e verso 6, e capítulo 2 e verso 1 do mesmo livro.
Somos todos filhos de DEUS no sentido de termos a nossa origem em DEUS.

2. Eleição: No que se refere a filiação divina não podemos perder de vista a eleição,ato soberano de DEUS.O povo de Israel é o maior exemplo de eleição divina, pois foi o povo adquirido por DEUS, nação eleita, veja Is:14-1,Is:41-8 e Rm: 9-1,33

3. Adoção: Nesta terceira forma de filiação divina se encontra a mais bela expressão de amor de um DEUS riquíssimo em misericórdia, que nos amou,mesmo estando mortos em ofensas e pecados deu-nos a oportunidade, chance e opção de escolhermos sermos feitos seus filhos por meio da fé em seu Único Filho, que morreu por todos nós na cruz do calvário, Jo:1-12,13 "Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem em seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de DEUS, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de DEUS...".

Neste texto vemos claramente a obra do SENHOR através do seu Espírito em todos os que crêem em JESUS, pois este novo nascimento na qual nos tornamos filhos de DEUS, não é por meio de um processo natural que traz pessoas ao mundo, não do sangue (literalmente sangues), sugerindo a mescla das correntes sanguíneas paterna e materna na procriação, e nem da vontade da carne, que sugere o desejo natural e humano de se ter filhos, muito menos da vontade do varão (palavra usada para marido ou homem), que sugere o desejo especial de se ter descendência que continue o nome da família, mas sim do próprio DEUS na qual nos deu o seu ESPÍRITO SANTO pelo qual clamamos Aba Pai,conforme escrito em Rm:8-15,16..

,b>"Porque não recebestes o espírito de escravidão,para outra vez estardes em temor,mas recebestes o Espírito de adoção de filhos,pelo qual clamamos: Aba Pai!O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de DEUS..."

A adoção divina não se trata de reencarnação ou outras crenças contrárias a palavra de DEUS como dizem alguns por aí,e muito menos é alcançada por méritos humanos,e sim pela fé em JESUS,tratasse de conversão,abandono de velhas práticas pagãs e uma nova vida seguindo e obedecendo á Cristo,é despir-se do velho homem,deixar que ele morra e nasça dentro de si uma nova criatura,veja:2ªCo:5-17 e Ef:4-17,24.

Não basta apenas ter um conhecimento teórico das coisas de DEUS e da sua palavra,e dizermos "eu também sou filho de DEUS",é preciso nascer de novo,foi o que o próprio JESUS disse a Nicodemos,mestre da lei em Israel.(Jo:3-3,7)..."JESUS respondeu,e disse-lhe:Na verdade,na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o reino de DEUS.

Disse-lhe Nicodemos: Como pode um homem nascer, sendo velho? Porventura pode tornar a entrar no ventre de sua mãe e nascer? JESUS respondeu:Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de DEUS. O que é nascido da carne,é carne, e o que é nascido do Espírito, é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo... "Para termos o direito de sermos feitos filhos de DEUS precisamos nascer do alto, de cima.

A água pode se referir a ênfase de João Batista dada ao arrependimento e purificação do pecado como antecedente necessário, pode-se referir também a Palavra de DEUS, 1ªPe:1-23..."Sendo de novo gerados, não de semente corruptível, mas da incorruptível, pela Palavra de DEUS, viva, e que permanece para sempre..."

O Espírito se refere ao ESPÍRITO SANTO DE DEUS, agente regenerador e transformador, que nos convence do pecado, da justiça e do juízo, Jo:16-8, mostrando-nos a necessidade de mudança e salvação dada somente por JESUS, nosso único mediador entre DEUS e os homens,1ªTm:2-5..."Porque há um só DEUS e um só mediador entre DEUS e os homens, JESUS CRISTO homem..."

"Todo aquele que crê que JESUS é o Cristo, é nascido de DEUS..."1 Jo:5-1, e então será que realmente você pode dizer que é um filho de DEUS, se a resposta for não está mais do que na hora de ser feito filho de DEUS, creia em JESUS e confesse-o como o seu SENHOR, e único e suficiente Salvador desfrutando assim de um relacionamento íntimo com o PAI CELESTIAL, podendo dizer realmente: "eu sou filho de DEUS"...

Deus é Criador de tudo quanto existe. Logo, todos somos e todas as coisas são, criação de Deus. Mas, filho de Deus só é aquele que é gerado pela semente de Deus. Considere comigo: Para que surja um filho, é necessária a união da semente do homem ao óvulo da mulher... a vida de tudo quanto é vivo e que se reproduz está em sua semente...

Na semente de uma laranja está uma laranjeira... na semente de um abacate, está um abacateiro... na semente de um gato, está outro gato... na semente de um homem pecador (porque é isto que somos), está outro pecador!

Deus também tem semente, ela se chama "Palavra de Deus" - lemos isto em Lc 8.11 na Parábola do Semeador: "Este é o significado da parábola: A semente é a palavra de Deus".

Esta semente, a Palavra de Deus, veio ao mundo na forma de homem... logo, a semente de Deus é uma pessoa, ela se chama Jesus, em hebraico é Yehoshua = O Senhor é Salvação!

Então, as palavras de Deus são sementes... nelas está o poder da vida - é por isso que Jesus declarou certa ocasião: "...As palavras que eu lhes disse são espírito e vida" (Jo 6.63).
Mas para que a vida, que está na semente, venha à luz, outro elemento se faz necessário.

As sementes de plantas precisam da terra... as sementes dos animais precisam da fêmea... a semente do homem precisa do óvulo materno... a semente de Deus precisa do Espírito de Deus.

A Bíblia mostra que na criação, Deus falava a palavra no caos e o Espírito cobria a Sua palavra... pois da união entre a Palavra de Deus e o Espírito Santo, tudo veio à luz.

Esse é o método de Deus: da união entre a Palavra e o Espírito, a vida é gerada.

Quando chegou o momento de Jesus vir ao mundo, Deus usou esse método.
Ele enviou Sua palavra a Maria... o arcanjo Gabriel foi portador dessa palavra, ele falou pra Maria: "Darás a luz um Filho... o Santo que de ti há de nascer será chamado Filho de Deus".

Por quê? Porque a semente que o geraria era de Deus, e não do homem... mas como poderia a semente germinar?

O arcanjo explicou pra Maria: "Descerá sobre ti o Espírito Santo e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a Sua sombra" (Lc 1.35).

Foi assim: da união entre a Palavra de Deus e o Espírito Santo, o Filho de Deus foi gerado.

Jesus mesmo declarou: "Porque Deus tanto amou o mundo que deu o seu Filho Unigênito (único), para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3.16).

Agora, Deus passou a ter um filho na terra... mas o plano de Deus é gerar outros filhos.
Por isso, Jesus veio na forma de homem e morreu na cruz... Ele tomou tudo quanto pertence ao homem pecador: nosso pecado, nossa doença, nossa maldição, condenação e morte. Levou tudo com Ele para a cruz.

Na cruz de Jesus, portanto, estava crucificado com Ele, toda a nossa natureza pecaminosa... o nosso castigo caiu sobre Ele... Jesus sofreu o nosso sofrimento, morreu a nossa morte....

E, foi sepultado, porém, daí a três dias, pelo poder do Espírito Santo, Jesus foi ressuscitado, Ele tornou a viver novamente!

E então, algo incrível aconteceu: Depois da ressurreição de Jesus, Ele não é mais chamado unigênito (único), mas primogênito (isto é, primeiro - Hb 1.6).
Porque agora Ele se tornou cabeça de uma nova raça: os filhos de Deus!

Jesus é a semente de Deus... Ele tem a vida de Deus!

E desde que Jesus Se encontrou com os discípulos, após a ressurreição, e soprou sobre eles o Espírito Santo, Jesus o Filho de Deus - tem se reproduzido em outros filhos para Deus. Aleluia!

Por isso, hoje, a questão mais importante para a vida é esta: Você já é um deles? ...você pode afirmar com certeza que é um filho de Deus?
Porque não é suficiente que você responda: "Bem, meus pais são cristãos, eles são crentes desde que eu nasci... então, eu sou cristão...". Não!

Não é suficiente que você responda: "Eu pertenço a uma igreja... eu evangelizo... dou o dízimo... então, suponho que sou um filho de Deus!" Não!

A Bíblia mostra quais são os sinais, quais são as características das pessoas que se tornaram filhas de Deus. Você gostaria de conhecer as características de alguém que se tornou filho de Deus?

Utilizando a Primeira Carta de João, posso mostrar pra você, quais são as marcas características dos que são filhos de Deus.

A. O FILHO DE DEUS É ALGUÉM QUE NÃO COMETE O PECADO COMO UM HÁBITO

(Jo 5.18): "Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não está no pecado...". ..outra versão da Bíblia traz: "Sabemos que os filhos de Deus não continuam pecando...".

A pessoa que se tornou filha de Deus, ela não comete o pecado como um hábito... ela não peca mais com o seu coração, ela não peca mais com a sua vontade, como fazem as pessoas que ainda não foram transformadas em filhos de Deus.

Havia um tempo na vida dessa pessoa em que ela não se preocupava se suas atitudes eram pecaminosas ou não... se eram más ou não... havia um tempo em que ela não se entristecia depois de fazer o mal, depois de cometer o pecado... porque ela e o mal, ela e o pecado, eram amigos!

Mas agora, porque se tornou filho de Deus, essa pessoa odeia o pecado, ela foge do pecado, ela luta contra o pecado... pra ela, o pecado passou a ser uma praga, e ela se entristece na presença do pecado, e lamenta quando comete pecado, e por causa disso tudo, o que ela mais deseja é se libertar do pecado.

Resumindo, para alguém que se tornou filho de Deus, o pecado não causa mais nenhum prazer, nenhuma satisfação.

O pecado, para o filho de Deus, se tornou uma coisa detestável... ele não pode evitar a presença do pecado, mas pode afirmar com sinceridade que odeia o pecado e que o grande desejo da sua vida é não pecar mais, é não pecar de maneira alguma.

Esta é a característica daquele que se tornou filho de Deus... O que acabei de mostrar, aplica-se à sua vida? Você é filho de Deus?

B. O FILHO DE DEUS É ALGUÉM QUE CRÊ QUE JESUS É O ÚNICO SALVADOR

Em Jo 5.1, lemos isto: "Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo é nascido de Deus...".
Uma pessoa nascida de novo, ou seja, que passou pela experiência de se tornar filha de Deus, ela crê que Jesus Cristo é o bendito Filho de Deus, enviado ao mundo para salvar e que, além dEle, não existe outro Salvador para a sua alma.

Isso significa que o que se tornou filho de Deus, é uma pessoa que não vê nada em si mesmo, exceto indignidade, ela se vê injusta para com Deus, se vê impura, imunda em seus pecados...

Mas ela crê que, por causa da morte de Jesus na cruz, está considerada justa aos olhos de Deus e que pode aguardar a morte e o juízo final sem ficar alarmada, sem ficar amedrontada.

Essa pessoa, que se tornou filha de Deus, ela pode ter suas dúvidas e temores, mas se você perguntar pra ela se suas esperanças de viver no céu após a morte, estão baseadas em sua própria bondade, em suas realizações, em suas orações, em sua igreja... observe o que ela irá responder.

Pergunte à alguém que se tornou filho de Deus, se ele irá abandonar Jesus e colocar a sua confiança em santos como Pedro, João, Maria ou anjos como Gabriel, Miguel...

Essa pessoa responderá que, embora esteja realmente se sentindo fraca e má, ela não desistirá de Jesus em troca de todo este mundo... ela dirá que em Jesus tem encontrado preciosidade e doçura para sua alma, uma preciosidade e doçura que não pode ser encontrada em nenhuma outra pessoa, e que, portanto, ela tem é que se apegar mesmo somente a Jesus.

Apresentei para você esta segunda característica de alguém que é filho de Deus.
O que o apóstolo João falou aplica-se à sua vida? ...você é filho de Deus?

C. O FILHO DE DEUS É ALGUÉM QUE VIVE EM SANTIDADE

Lemos sobre isto em 1Jo 2.29: "Já que vocês sabem que Cristo sempre fez o que é certo, devem saber também que quem faz o que é certo é filho de Deus".
A pessoa nascida de novo, ou seja, que passou pela experiência de se tornar filha de Deus, é alguém que vive em santidade... é alguém que se esforça em viver de acordo com a vontade de Deus... é alguém que se esforça em praticar aquilo que agrada a Deus e que faz tudo para evitar aquilo que Deus não gosta.

Aquele que se tornou filho de Deus deseja estar continuamente olhando para Jesus, tomando-O como seu exemplo, e demonstra ser amigo dEle, fazendo aquilo que Ele manda.

Aliás, Jesus mesmo declarou aos discípulos (Jo 15.14): "Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando".

Sem dúvida, neste mundo, a pessoa que se tornou filha de Deus, ela não é perfeita... ela mesma dirá isso, mais rápido do que qualquer outra pessoa.
Ela olha para o seu íntimo e encontra o mau que constantemente luta contra ela, procurando afastá-la da presença de Deus.

Mas essa pessoa, porque se tornou um filho de Deus, ela não concorda com o mau... e embora não possa evitar sua presença, ela luta contra ele...

Então, apesar de todas as suas falhas, conforme lemos aqui, o que ela quer é a santidade... ela quer a vida pura, a vida santa... fazer aquilo que é certo.

Embora, muitas vezes, aquele que é filho de Deus, se sinta abatido por causa de sua natureza má, ele sempre será capaz de afirmar como John Newton, no passado: "Não sou o que deveria ser; não sou o que espero ser no mundo por vir, mas, apesar disso, não sou mais o que costumava ser e, pela graça de Deus, sou o que sou".

Apresentei esta terceira característica do filho de Deus. O que o apóstolo João falou aplica-se à sua vida? Você é filho de Deus?

D. O FILHO DE DEUS É ALGUÉM QUE TEM UM AMOR ESPECIAL POR TODOS OS QUE TAMBÉM OBEDECEM À JESUS

Isto o apóstolo João escreveu em 1Jo 3.14: "Sabemos que já passamos da morte para a vida porque amamos nossos irmãos".
A pessoa nascida de novo, ou seja, que passou pela experiência de se tornar filha de Deus, ela tem um amor especial por todos os discípulos de Jesus.

Assim como o seu Pai que está no céu, essa pessoa ama todos os outros com um grande amor geral, mas ela possui um amor especial por aqueles que experimentaram o mesmo que ela.

A maior sensação dos filhos de Deus é estarem juntos, adorando a Deus juntos, ceando juntos, congregando juntos...

Ela percebe que tais pessoas, assim como ela, são membros da mesma família... soldados do mesmo exército... companheiros da mesma jornada...

Talvez, sejam diferentes em vários aspectos: nacionalidade, posição social e bens... mas ela diz: "O que importa? Somos o povo do Senhor Jesus Cristo. Somos filhos e filhas de Deus!"

Portanto, aquele que é filho de Deus não pode deixar de amar tais pessoas num nível especial.

Eis aí, apresentei esta característica daquele que se tornou filho de Deus.
O que o apóstolo João falou aplica-se à sua vida? Você é filho de Deus?

E. O FILHO DE DEUS É ALGUÉM QUE NÃO FAZ DA OPINIÃO DO MUNDO O SEU PADRÃO DO QUE É CERTO OU ERRADO

O apóstolo João escreveu em 1Jo 5.4: "O que é nascido de Deus vence o mundo...".

Uma pessoa nascida de Deus, ou seja, que passou pela experiência de se tornar filha de Deus, ela não torna a opinião do mundo seu padrão do que é certo ou errado... ela não se preocupa em andar na direção contrária às opiniões e costumes do mundo.
O apóstolo João escreveu: O filho de Deus vence o mundo... O mundo pode zombar dele, mas ele não se abala... o mundo pode caçoar dele, porém, ele não desanima.

Agradar o mundo é a coisa menos importante para a pessoa nascida de Deus... ela não faz o que todo mundo faz... ela não se tatua, não se embriaga nem se empanturra como o mundo... o seu grande objetivo é agradar a Deus.

Eis aí, mais esta característica do filho de Deus.
O que apóstolo João falou aplica-se à sua vida? Você é filho de Deus?

F. O FILHO DE DEUS É ALGUÉM QUE É MUITO CUIDADOSO A RESPEITO DE SUA PRÓPRIA ALMA

Está escrito em 1Jo 5.18: "...o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo".
Uma pessoa nascida de Deus, ou seja, que passou pela experiência de se tornar filha de Deus, é muito cuidadosa a respeito de sua própria alma...

Ela se esforça não somente para manter-se limpa do pecado, mas também de tudo que possa induzi-la a praticar o pecado - nesse v.18 também lemos: "Sabemos que os filhos de Deus não continuam pecando...".

Aquele que é filho de Deus é cuidadoso a respeito de suas companhias... é alguém que sente que as más conversas corrompem o coração e que é mais fácil apegar-se ao mal do que ao bem.

Por isso, a pessoa que se tornou filha de Deus é cuidadosa a respeito das de suas companhias... Para ela, não basta que as pessoas sejam bondosas, amáveis e moderadas... tudo isso é bom, mas tais pessoas abençoarão a sua alma?

O apóstolo João escreveu: "...o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo".
A pessoa que se tornou filha de Deus é cuidadosa a respeito de seus hábitos e de seu comportamento...

Ela procura estar lembrada de que o coração é enganoso, que o mundo é mau e que o diabo se esforça em dar-lhe uma rasteira...

Então, ela se mantém vigilante, ela se mantém atenta... faz oração, lê a Bíblia... zela por sua própria alma.

Eis aí, apresentei pra você esta característica daquele que é filho de Deus.
O que o apóstolo João falou aplica-se à sua vida? ...você é filho de Deus?

O apóstolo João escreveu essa carta da Bíblia, para mostrar como é uma pessoa nascida de Deus:

Ela não vive na prática do pecado

Ela crê que Jesus é o Salvador

Ela pratica a justiça

Ela ama seus irmãos

Ela vence o mundo, e

Ela conserva-se pura.

Agora, o que vamos dizer diante destas coisas?

Eu posso chegar somente a uma conclusão: somente são filhos de Deus as pessoas que manifestam essas seis características.

Se você ainda não é filho de Deus entregue a tua vida nas mãos do Senhor e Ele irá te receber e adotá-lo como seu filho e assim você será um herdeiro dos céus para todo o sempre, em nome de Jesus, amém!

Os 4 diferentes tipos de amor

Os 4 diferentes tipos de amor 
Meus amados e queridos irmãos a Paz do Senhor Jesus! O seguimento gay apoiado pela mídia e os senhores do mundo estão tentando confundir nós os evangélicos; para tanto estão usando a própria Bíblia visando atingir tal objetivo.

Esta tática é muito antiga e remonto o período do Jardim do Éden; Satanás usou a Palavra de Deus para tentar ao nosso Senhor Jesus Cristo (Mt 4.1-11) precisamos estar ligados e discernindo as intenções dos adversários. Acompanhe comigo a matéria que encontrei postado no portal Gospel prime:

“Homossexuais fazem protesto no Twitter contra evangélicos #amaivosunsaosoutros Como estava programado, nesta terça-feira ativistas gays lançaram o tuitaço com a hashtag #amaivosunsaosoutros para tentar lembrar aos cristãos um dos mandamentos de Jesus.

Desde o começo do dia 3 de agosto milhares de mensagens com essas palavras começaram a surgir, em sua maioria pessoas pedindo aceitação, amor e respeito aos opositores das relações homo afetivas.

“#Amai-vos Uns Aos Outros não estamos justificando. Apenas pedindo amor e respeito. Algo que Jesus deixou como mandamento”, disse um tuiteiro sobre a campanha virtual.

Eles usam como base o evangelho de João 15:12 que diz: “O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.”

Com esse versículo os ativistas fazem diversas interpretações. “Quando disserem para você, LGBT, que Deus te condena, questione: “quem é você pra me dirigir tal inverdade?”, pois Deus é #amai vos uns aos outros”, escreveu um usuário do Twitter.

“Os que se dizem “cristãos”, mas não praticam o #amaivosunsaosoutros com TODOS, por preconceito, não sabem de que Cristo estão falando…”, comentou uma jovem.

Como não poderia deixar de ser muitos cristãos também comentavam a respeito da interpretação que deram ao texto bíblico. ” #amaivosunsaosoutros Deus ama o pecador,mas abomina o pecado, ou seja Deus ama os gay, lésbicas, travestis… mas abomina os pecados deles.” arriscou dizer uma cristã.

Outro usuário mostrou indignação com o uso das palavras de Jesus para defender o tema. “O pessoal apela muito. Quem diria que essa tag nos TTs #amaivosunsaosoutros é em referência aos homos? Perderam o respeito às frases de Deus”.

A intenção dos organizadores é fazer com que essas palavras fiquem entre os assuntos mais comentados até a sexta-feira, completando três dias de campanha pedindo respeito os religiosos em relação à opção sexual”. Fonte: Gospel Prime

Veja agora o texto bíblico:

O Mandamento: Amar-nos Uns aos Outros

“O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” ( Jo 15:12)

Quando falamos sobre mandamentos logo pensamos em “não matar”, “não adulterar”, “não roubar”. No entanto, Jesus está falando de algo muito mais profundo do que simplesmente não fazer isso ou aquilo. Ele fala do que está na base do coração do ser humano: o ódio ou o amor. Por que as pessoas matam, roubam, adulteram, desonram seus pais, buscam outros deuses para adorar, ou cobiçam o que é dos outros? Porque a semente de ódio ainda está em seus corações.

Mas, quando uma nova semente é plantada no interior, a semente do Amor de Deus, então, seus atos serão diferentes porque o coração será diferente. O mandamento requerido, portanto, é “amai-vos uns aos outros”, porque quem ama não rouba, nem adultera, nem fala mal do próximo; e assim, cumpriremos a lei de Deus.

a) Alegria Completa – “Tenho-vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo.” (Jo 15:11 RA)

É impossível alguém desfrutar a verdadeira alegria tendo o coração endurecido em relação a alguém. A verdadeira alegria é fruto de um coração perdoador e amável.

Vamos acompanhar agora os 4 tipos de amor na Bíblia

Vamos entender melhor o significado da palavra “amor” na Bíblia, e compará-la com seu uso habitual. Temos basicamente 4 palavras gregas para se traduzir como amor. São elas: Eros (físico, sexual), Storge (familiar), Philos (amizade) e Ágape (amor incondicional).

1. EROS (físico, sexual):

Eros é um amor que toma.

Expressões que caracterizam o amor Eros:

• Você me faz bem;

• Você é meu/minha;

• Você é lindo (a);

• Você me pertence;

• Teu corpo é perfeito;

• Eu amo você porque você me faz feliz.

• “O amor é cego”

Por exemplo, Eros está representado no livro de Cantares (onde Salomão deleitava-se com a beleza de sua amada) e na tradução de Provérbios 7:18, onde uma prostituta faz o seguinte apelo: “Vem,embriaguemo-nos com as delícias do amor, até pela manhã”.

Nesse versículo, “amor” é uma representação para Eros.

A primeira palavra grega é Eros. Aparece com freqüência na literatura grega secular, mas não na Bíblia. Eros é o amor totalmente humano, carnal, voltado para o sexo. Daí a nossa palavra ERÓTICO.

Esse tipo de amor pode até incluir algum sentimento verdadeiro, mas é, basicamente, atração física, desejo sexual e expectativa de satisfação pessoal. O Eros apresenta-se como amor pelo outro, mas é amor por si próprio.

Sua melhor declaração é “Eu amo você porque você me faz feliz”. Ou “Eu me sinto fortemente atraído por sua amabilidade (você me amará), por seu temperamento alegre (você me diverte), por sua beleza e sensualidade (você me dará prazer), por seu talento (eu me orgulho de você)!” Porém, quando uma ou mais destas características desaparecem, o amor morre.

Esse tipo de amor só quer receber. O pouco que ele dá, é com o intuito de receber algo em troca.

Infelizmente, muitos jovens escolhem o namorado ou a namorada, que poderá ser o companheiro ou companheira para toda a vida, com base apenas no Eros. As relações físicas são antecipadas; a intensidade do Eros prejudica o amor genuíno. Os namorados, mesmo não sabendo quase nada um do outro, pensam que esse tipo de amor os manterá juntos. Mas isto geralmente não acontece. Seu amor não é o verdadeiro amor.

A ênfase exagerada no Eros é alimentada por uma filosofia playboy. Esta filosofia estimula em extremo a sensualidade, tanto da mulher como do homem; a mulher desnuda-se e exibe-se pelo prazer da sedução e do sexo; o homem cobiça e apropria-se pelo prazer do machismo e do sexo; a mulher é mero objeto sexual, um brinquedo (perigoso) para o homem (criança) egoísta. Nessa filosofia, relação sexual é sinônimo de “fazer amor”.

Casamentos construídos apenas sobre bases físicas e eróticas não duram muito... Antes do pleno envolvimento físico, os pretendentes precisam se conhecer nas áreas mais importantes da alma e do espírito. Para tanto, têm que namorar e noivar, por algum tempo, antes de se entregarem um ao outro, definitivamente, no casamento. O relacionamento sexual após o casamento será a coroação de um relacionamento

• consolidado,

• comprometido e

• crescente.

Se você cometeu o erro de se casar (formal ou informalmente) na base do Eros, apenas, aqui está uma boa notícia para você: O AMOR PODE CRESCER. Não crescerá automaticamente, mas na medida em que você o cultivar. Portanto, a única esperança para o seu casamento é ascensão aos níveis mais altos do amor.

2. PHILOS (amizade):

Relacionam-se com a alma, mais do que com o corpo. Lida com a personalidade humana – o intelecto, as emoções e a vontade. Envolve compartilhamento mútuo. Em português, a palavra mais próxima é amizade. A forma nominal é usada apenas uma vez no Novo Testamento (Tg 4.4), mas o verbo “amar”, no sentido de “gostar”, e o adjetivo “amável” são usados muitas vezes.

Este é o grau de afeição que Pedro disse ter por Jesus quando este lhe perguntou, “Simão, filho de João, tu me amas?”. O pescador respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que te amo”. No original grego, o sentido é: “Sim, Senhor, tu sabes que gosto de ti, que sou teu amigo” (Jo 21. 15,16).

Neste nível, o amor é menos egoísta, mas ainda contempla o prazer, a realização e os interesses pessoais. Não deveria, mas... Normalmente, desenvolvemos amizades com pessoas cujas características nos agradam, cujos interesses intelectuais e gostos compartilhamos. Desejamos e esperamos que estes relacionamentos sejam agradáveis e nos beneficiem de algum modo. Damos, sim, amizade, atenção e ajuda, mas com alguma motivação egoísta. Mesmo assim, philos é um nível de amor mais elevado do que Eros. Nesse nível, “nossa” felicidade é mais importante do que “minha” felicidade.

Muitos casamentos comparativamente felizes são construídos nesse nível. É muito bom quando marido e mulher são amigos. Alguns maridos e esposas dizem que se amam, mas, no dia a dia, nem amigos eles são. Prova disto é que não têm sequer prazer e empolgação com a companhia, os interesses e assuntos um do outro.

Um casamento não pode sobreviver a menos que cresça pelo menos até ao nível do philos. Se você é jovem e está pensando em se casar, você deve tomar tempo para verificar se gosta realmente da pessoa com quem você pretende se unir para o resto da vida. Seguramente, essa pessoa tem defeitos, características e hábitos que poderão irritá-lo ou mesmo exasperá-lo no dia a dia da vida conjugal. Você vê mais virtudes do que defeitos e gosta dessa pessoa o bastante para perdoá-la, ajudá-la e fazê-la feliz?

Provavelmente você já ouviu esta frase romântica: “O amor é cego!” Cuidado! O único amor cego é o Eros. Esse tipo de amor realmente fecha os olhos para as faltas, ri dos defeitos e racionaliza os problemas potenciais (a menos que a pessoa amada não seja interessante em seu aspecto físico). Philos, por outro lado, honestamente encara os defeitos e decide se eles podem ser superados pelas virtudes.

Philos é o meio caminho do amor verdadeiro Philos é um amor que troca.


É um “amor” um tanto quanto egoísta. O amor do tipo Philos não é um amor que doa; sempre espera algo em troca.

Expressões que caracterizam o amor philos:

• metade da laranja;

• ele/ela me completa;

• ele/ela pensa como eu;

• ele/ela me ajuda em casa;

• ele/ela me dá presentes;

• Gostamos das mesmas coisas;

• Fazemos muitas coisas juntos;

3. STORGE (familiar):

Chamaremos esse amor de “amor da tia Maria”. Amamos tia Maria e tentamos ajudá-la, não com base na atração física (Eros) dela, mas porque ela é a nossa tia Maria. Ela pode ficar velha, surda e meio-cega, mas ainda é a nossa tia Maria.

Um excelente exemplo desse tipo de lealdade encontra-se em 2 Sm21:10 e 11, onde “Rispa montou guarda ao lado dos corpos de seus dois filhos e outros parentes, espantando dali aves de dia e animais do campo à noite”.

É o amor mais relacionado à família ( Rm 12.10) Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. O desaparecimento desse amor é mencionado em Rm 1.31 – insensatos, pérfidos, sem afeição natural e sem misericórdia e 2 Tm 3.3 – sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons.

O AMOR FAMILIAR – num certo sentido todos somos filhos de Adão, porém nem todos somos filhos de DEUS, somente os nascidos de novo, regenerados pelo poder da Palavra de DEUS, assim a família de DEUS só é formada por salvos em CRISTO.

A família moderna estrutura-se basicamente em torno do casamento, e nesse sentido, é uma família conjugal – sei que há a “família pós-moderna” e seus novos arranjos sociais, aos quais não vou tecer considerações nesse momento (pais separados, casais homoafetivos, adoção pelos avós e outros).

A relação familiar é algo extremamente COMPLEXA e DINÂMICA. Daí o amor se constituir em um desafio de escolha à cada dia: escolher amar o outro apesar das diferenças e do desgaste que muitas vezes a relação apresenta diante do fator tempo.

Você pode estar pensando que isso não é fácil, mas com a sua escolha adicionada à graça de Deus torna-se possível. Porque família é projeto de Deus em primeiro lugar; Ele é o maior interessado. Mas família também tem que ser projeto de homens e mulheres; ou seja, É PRECISO IMPLICAÇÃO DE CADA MEMBRO FAMILIAR.

4. ÁGAPE (Amor Incondicional):

Chamaremos, portanto, o amor ágape de “amor chuva-sobre-justos-e-injustos”. Deus não isola pequenas áreas onde estão as pessoas boas e faz chover somente ali. Ele deixa a chuva cair sobre os maus também. A ilustração clássica desse tipo de amor encontra-se na história do bom samaritano (Lc 10:29–37), que é contada para ilustrar o amor (ágape) ao próximo (v. 27).

Quando o samaritano olhou para o homem ferido e sangrando, não houve atração física (Eros). O homem que havia sido açoitado não era um ente ou conhecido querido; os judeus e os samaritanos se odiavam (não tinham amor storge).

O homem deixado à beira da estrada não era um amigo; ele não tinha nada para oferecer; não havia possibilidade de ação recíproca (philos). Qual seria a única motivação possível para o viajante ajudá-lo? Ele era semelhante, um ser humano e o bom samaritano disse, em outras palavras: “Por isso eu vou ajudá-lo”. Isto é amor ágape.

Esse tipo de amor não espera nada em troca.

Há quem diga: “Mas isto não é possível, não é humano!” Tem razão. Ninguém pode amar desse jeito... a menos que Deus lhe dê esse tipo de amor. Ágape é amor divino! Jesus e os apóstolos usaram este substantivo (e o verbo correspondente) quando se referiram ao amor de Deus.

(Jo 3.13; Rm 5.8; I Jo 4.8-10). O Novo Testamento nos ensina também que quando nós nos arrependemos dos nossos pecados e cremos em Cristo, recebendo-o como nosso Salvador e Senhor, Deus derrama seu amor em nosso coração (Rm 5.5).

A partir daí, espera-se que o amor de Deus se manifeste através de nós, nos nossos relacionamentos, principalmente com o cônjuge. (Ef 5.25 e Tt 2.3-4).

Isto não é fácil... Todos queremos ser amados... Fazemos de tudo para conseguir um pouco de amor... E o que acontece? Nossos esforços neste sentido acabam dificultando ainda mais as coisas; talvez até afastem de nós a pessoa cujo amor tanto almejamos. A duras provas descobrimos que é preciso amar primeiro com amor ágape!

Em I Jo 4, há várias referências ao amor de Deus por nós e recomendações para nos amarmos também uns aos outros. Nesse contexto, o apóstolo explica porque ou como isto é possível: “Nós amamos porque Deus nos amou primeiro” ( I Jo 4.19). O amor de Deus por nós ensina-nos a amar ou gera amor em nosso coração.

Deus nos ama como somos, a despeito da nossa pecaminosidade, das nossas atitudes e atos egoístas. Refletindo sobre isto, observando e agradecendo as manifestações diárias do seu amor, aprenderemos a amar de verdade. Além disso, o Espírito Santo faz alguma coisa sobrenatural em nosso coração... “O fruto do Espírito é amor...” (Gl 5.22). Só assim, seremos capazes de amar, no sentido mais elevado e nobre do termo.

Note que esse amor não é um esforço que fazemos porque é a única maneira de conseguirmos que certa pessoa nos ame.

Esse Amor, o Amor de verdade:

• É ordenado por Deus para nos induzir.

• É exemplificado por Deus para nos ensinar.

• É produzido por Deus para nos capacitar.

O marido ou esposa que ama assim não tenta mudar o cônjuge, não cobra dele o amor desejado. Simplesmente ama, sem cobrar nada em troca. Entretanto, assim como “nós amamos porque Deus nos amou primeiro”, o cônjuge amado, mais cedo ou mais tarde, responderá com amor. O princípio é simples: amor gera amor! Outras passagens ensinam esta mesma verdade ( Lc 6.38; Gl 6.7).

Ágape é o Amor que dá, de graça; dá tudo e não espera nada em troca.

Frases típicas:

• Eu te amo (sem um por que).

• Você precisa ficar internado algum tempo, porque eu te amo (numa clínica de drogas, ou até mesmo preso) – chamados por uns de “amor firme”;

• Eu te amo e por isso você precisa de correção ( Hb 12:6);

• “Vai doer mais em mim do que em você” – sem o sentido pejorativo.

Agora eu lhe pergunto, qual desses quatro tipos de amor se refere os gays?

Por certo que o primeiro, ou seja, ao erótico.

Se nós o povo de Deus não estivermos unidos os reais objetivos de Satanás haverá de se cumprir integralmente que é “pessoas pedindo aceitação, amor e respeito aos opositores das relações homo afetivas”.

Eles pedem e exigem muito respeito, mas não demonstra nenhum em relação à Palavra de Deus e ao povo que se chama pelo seu nome (povo de Deus).

Se nós nos calarmos as pedras haverão de clamar em nosso lugar. Compete a cada um de nós nos manifestarmos publicamente inda às ruas promovendo passeatas. Pois se eles podem assim fazer nós então temos o mesmo direito.

Podemos usar a internet Como a o portal Webservos tem feito disponibilizando de seus espaços para impedir que as portas do inferno venham prevalecer contra a Igreja (Mt 16.18)

Temos no Congresso Nacional, diversos Parlamentares evangélicos que poderão mobilizar a bancada evangélica no sentido de não aceitar tais aberrações.

Não sejamos enganados; sejamos sóbrios contra as portas do inferno.

Que Deus tenha misericórdia dessas pessoas, pois estão ultimamente sendo joguete nas mãos da mídia dos senhores do mundo e de satanás. Amém

O silêncio de Deus

O silêncio de Deus 

Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio (Lm 3.26)

Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus a Paz do Senhor.

Nesta Matéria estaremos enfocando a vida de dois personagens bíblicos que se submeteram ao silêncio de Deus, que foram Jó e Habacuque, mas, que finalmente Deus lhes deu a vitória. Vamos acompanhar.

Quando alguém se silencia é porque alguma coisa aconteceu, será que Deus pode ficar em silêncio será que o silêncio de Deus não quer dizer algo para nós?

1. Quando você tem orado muito - e não tem uma resposta isso é silêncio de Deus ( Note bem o silêncio não é sintoma de que Ele não está vendo 2 Cr 16.9 , Pv 15.3 , Hb 4.13 )
Às vezes derramamos nossa vida em pranto e Ele se cala A resposta não chega.

2. Quando você é provado - na moinha é duro de entender o silenciar de Deus, sofrimento, desespero, lutas que parece não ter fim e Deus em silêncio, você pergunta Ele não responde faz SILÊNCIO

Seu Silêncio dói

Seu Silêncio prova

Seu Silêncio machuca

Seu Silêncio traz angústia

Seu Silêncio fere

Mas então o que fazer?

1. Entender que até no silêncio Ele está trabalhando ( Is 64.4 )

2. Ter confiança e fé que Ele está em silêncio, mas está do teu lado ( Mt 28.20 ) e jamais vai deixar você perecer

3. Descansar no silêncio - I Pe 5.7

Para tudo tem um fim

Para tudo tem um novo começo

Para tudo há solução

Para tudo tem um tempo

Entenda uma coisa as vezes é no silêncio que se chegamos mais a Deus.

Ás vezes as palavras só atrapalham. A Bíblia diz em Jó 2:13 “E ficaram sentados com ele na terra sete dias e sete noites; e nenhum deles lhe dizia palavra alguma, pois viam que a dor era muito grande.” 

Em silêncio podemos mostrar respeito a Deus. A Bíblia diz em Sl 46:10 “Aquietai-vos, e sabei que eu sou Deus; sou exaltado entre as nações, sou exaltado na terra.” O silêncio é parte da reverência. A Bíblia diz em Hb 2:20 “Mas o Senhor está no seu santo templo; cale-se diante dele toda a terra; cale-se diante dele toda a terra.”

Deus passeava pelo jardim à tardinha. Era possível ouvir sua voz. Ele gostava de conversar com o homem e com a mulher. Mas hoje é distância, é separação, hoje impera o silêncio.

Nunca mais Deus se comunicou com tanta liberdade assim com as pessoas. Talvez Moisés seja quem mais chegou perto do que Adão e Eva experimentaram. Ele ouvia diretamente a voz de Deus e até viu sua canela uma vez.

Os profetas no Antigo Testamento ouviram de Deus apenas as revelações e direções para a vida do povo hebreu. Já não era um bate-papo de amizade.

Com o Pentecostes — e todo o movimento pentecostal dos nossos dias — as pessoas podem experimentar ouvir a voz de Deus, às vezes no seu interior por meio do Espírito Santo, às vezes em “voz audível” como relatam alguns cristãos. Eu não duvido de nada, até porque eu sei bem do que eu já vivi.

Mas por que será que nunca mais foi como no Éden? Por que se instalou o silêncio de Deus?

Misteriosa coisa é o silêncio de Deus.
Por vezes tantas estranhamos os motivos pelos quais Deus não reage à fúria dos violentos, à arrogância dos opressores, à ganância dos corruptos.

Até quando - indagamos perplexos - os ímpios, do alto da sua soberba, continuarão a zombar os fracos, a ridicularizar a justiça e a alardear aos quatro cantos: "nada me abalará, desgraça alguma me atingirá, nem a mim nem aos meus descendentes"?
Por que Deus permanece em silêncio? Por que não responde à oração dos aflitos?


O salmista fêz a si mesmo perguntas idênticas. E só encontrou uma resposta: é preciso continuar confiando no Amor e na Justiça de Deus, ainda que não se manifestem quando queremos ou esperamos. Continuar confiando que o Senhor não se esquece dos necessitados ouve a súplica dos oprimidos, reanima e atende aqueles que clamam por justiça.

A resposta divina virá. Nenhum opressor permanecerá seguro em sua torre. Porque a mão de Deus é mais forte e poderoso do que qualquer fortaleza humana.
Melhor é, pois, buscarmos refúgio na fortaleza divina.

Ah Deus. Mais uma vez eu venho diante de Ti. Deus, o Senhor sabe há quanto tempo tenho esperado respostas que venham de Ti.

O Senhor sabe que tenho confiado e aguardado por Ti. Mas Deus, porque o Senhor continua em silêncio? Porque o Senhor não me responde? Eu preciso tanto de respostas e o Senhor insiste em continuar em silêncio. Por quê?

Você já deve ter feito uma oração assim a Deus, talvez não exatamente a mesma, mas pelo menos uma parecida. A nossa tendência, como humanos é questionar a Deus.
Questionar a Sua sabedoria, o Seu tempo e o Seu silêncio.

Em meio à lágrimas, dores, inquietações, angústia, clamamos a Deus por resposta. Mas Ele permanece em silêncio.

Eu sei de alguém que fez essa oração. Alguém que não agüentava mais o silêncio de Deus. Alguém que não entendia o porquê de tanto sofrimento, de tanta dor, de tanta angústia.

I. Deus fica em silêncio com o Patriarca Jó.

"Eu ainda estou revoltado e me queixo de Deus; não posso parar de gemer. Gostaria de saber onde encontrá-lo; gostaria de ir até o lugar onde ele está para levar a ele a minha causa e apresentar todas as razões que tenho a meu favor." Jó 23:1 e 2

Muitas vezes, nos sentimos como Jó. Revoltados. Cansados. Achando que não merecemos passar pelo que estamos passando. Somos "bons" demais para tal situação. E queremos levar uma lista de queixas diante de Deus. Gostaríamos de perguntar-Lhe o porquê dessa situação? Por quê?

E ai vem duas grandes lições. Primeiro, a resposta do amigo de Jó:

“Mas eu lhe digo que você não tem razão, pois Deus é maior do que as criaturas humanas. Por que você acusa Deus, afirmando que ele não dá atenção às nossas queixas? Deus fala de várias maneiras, porém nós não lhe damos atenção.” Jó 33:12-14

E como fala! Ele fala de várias maneiras! Deus usa a Palavra dEle para falar com você. De diversas formas. Ele usa pessoas ao seu redor para falar com você. Ele usa seu pastor, seus líderes, Ele usa músicas, sua família e se tudo isso não bastar, Ele sempre vai achar uma forma de falar ao seu coração.

"Antigamente, por meio dos profetas, Deus falou muitas vezes e de muitas maneiras aos nossos antepassados, mas, nestes últimos tempos ele nos falou por meio do seu Filho. Foi ele quem Deus escolheu para possuir todas as coisas e foi por meio dele que Deus criou o Universo." (Hb 1.1 , 2)

- Deus sempre fala, mas muitas vezes somos nós que não queremos ouvir. Não Lhe damos atenção, como diz o versículo. Sabe por quê? Porque Ele não nos dá a resposta que queremos ouvir, e continuamos achando que Ele não fala.

- Deus fala mesmo no silêncio. Quando você acha que Deus não te ouve; você já cansou de chegar até Ele e parece que Ele está tão distante. Ele está falando.

E no silêncio de Deus, Ele pode estar te falando duas coisas: -Espere, aguarde, confie, descansem Mim. Ou - Você pode estar em algum pecado. E Ele até ta te mostrando isso, mas você finge que não vê. Ele está esperando que você corra até Ele para pedir perdão e verdadeiramente se arrepender.
O que aconteceu com Jó então?

"O Senhor disse-lhe: Notaste o meu servo Jó? Não há ninguém igual a ele na terra: íntegro, reto, temente a Deus, afastado do mal." Jó 1: 8
"Jó não cometeu pecado algum..." Jó 1:22
Notamos pelo contexto, que ele não estava em pecado nenhum. E as desgraças sobre a sua vida já começam a acontecer no capítulo 1. Então porque o silêncio de Deus? Deus só responde a Jó 37 capítulos depois. No capítulo 38. E é aqui que tiramos a nossa segunda lição.

Quando Deus, em meio a uma tempestade responde a Jó, sabe o que Ele responde? Deus não responde assim: - Olha Jó, isso aconteceu com você porque… por causa disso e disso.
Não.

“As suas palavras só mostram a sua ignorância; quem é você para pôr em dúvida a minha sabedoria? Mostre agora que é valente e responda às perguntas que lhe vou fazer. Onde é que você estava quando criei o mundo? Se você é tão inteligente, explique isso.

Você sabe quem resolveu qual seria o tamanho do mundo e quem foi que fez as medições? Em cima de que estão firmadas as colunas que sustentam a terra? Quem foi que assentou a pedra principal do alicerce do mundo?

Na manhã da criação, as estrelas cantavam em coro, e os servidores celestiais soltavam gritos de alegria. Quando o Mar jorrou do ventre da terra, quem foi que fechou os portões para segurá-lo? Fui eu que cobri o Mar com as nuvens e o envolvi com a escuridão.

Marquei os seus limites e fechei com trancas as suas portas. E eu lhe disse: "Você chegará até este ponto e daqui não passará. As suas altas ondas pararão aqui." Jó, alguma vez na sua vida você ordenou que viesse a madrugada e assim começasse um novo dia? Jó 38: 2-12 (E sugiro a leitura do restante do capítulo, que só nos mostra o maravilhoso poder de Deus.)

Não temos o direito de questionar a Deus. Não temos o direito de questionar a Sua sabedoria, o Seu poder e o Seu tempo. Não temos o direito de questionar sobre a forma como Ele age. Apenas temos o dever de ficar quietos.

E no fim de tudo isso, Jó aprendeu a sua lição. E nos deixa uma das declarações mais lindas de toda a Bíblia.
Declaração esta, que deveria ser a de todo cristão.

"Antes eu Te conhecia só por ouvir falar, mas agora eu te vejo com os meus próprios olhos." Jó 42:5

II. Habacuque fica à espera de respostas

"Por-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza, e vigiarei para ver o que Deus me dirá, e que resposta eu terei à minha queixa " (Hb 2.1)
Habacuque foi um homem de muitas perguntas. Fez muito mais perguntas do que obteve respostas.

E mais: ele viveu num tempo no qual questões eram realidades que floresciam na alma humana como a erva no campo depois de uma noite de chuva. Isso porque no tempo da perplexidade a alma produz mais perguntas do que respostas.

Pergunta é uma incontrolável coceira que dá na alma em tempo de agonias sem solução. A coceira da pergunta é comichão incontrolável que se nega a parar de coçar enquanto o nervo mais sensível da alma ainda não está exposto. Habacuque estava com essa comichão existencial.

O Deus que não responde as orações
Primeiramente Habacuque queria saber o "por que" de suas orações não estarem sendo respondidas. Ele orava pelo país e buscava em Deus uma solução para a situação de calamidade na qual a nação se encontrava, mas Deus não lhe dizia nada:

"Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei; violência! e não salvarás?"

Poucas coisas são mais angustiantes do que orações não respondidas. Às vezes a gente chega a pensar que é melhor deixar de orar do que orar correndo o risco de não ser respondido.

Orar é profundamente comprometedor pelo simples fato de que coloca em cheque nossa fé em Deus. Isso porque quando Deus não responde nos vemos obrigados a arranjar uma resposta para o silêncio de Deus. Dessa forma, para muitos ao invés da opção pela oração é melhor qualquer outra opção na qual nem eles nem Deus sejam checados diante do silêncio divino.

Assim eles evitam terem que achar uma resposta ao silêncio de Deus e evitam a tentação de raiva de Deus. Esta é também a razão por que os cristãos que desistem de esperar em Deus, decidem que eles mesmos são, através de seus atos políticos, as respostas do homem ao silêncio de Deus na história.

Saber disso deveria nos levar a uma avaliação do projeto político da maioria dos cristãos em volta de nós, a fim de sabermos se a resposta política deles à realidade que os circunda, é um ato de revolta diante da demora de Deus ou uma sadia expressão de fé no Deus da história. Qualquer das duas situações é possível.

Em minha maneira de ver, a maioria daqueles que estimulam A Igreja à ação política como prioridade sobre as outras dimensões da vida, são pessoas que não oram e não esperam mais em Deus na perspectiva da mais profunda expressão de MARANATA: Ora vem Senhor Jesus. Digo isso porque observo atônito a morte da fé no Deus que age na história independentemente das "mediações políticas humanas".

Verifico tal realidade através do desaparecimento quase total do desejo de orar na vida da maioria daqueles que vivem a política como expressão máxima do poder humano de fazer história. Quando a oração não está presente é porque de fato já não cremos no Deus que intervém; cremos apenas nas intervenções do homem.

Habacuque não partiu para a ação que prescinde da oração: Habacuque correu o risco de ter como resposta à sua oração o ensurdecedor silêncio de Deus. Mas tal situação pode fazer o intercessor cair em profunda agonia de alma caso Deus não responda logo.

O Deus que não intervém

Esse sentimento de se sentir um intercessor mal-sucedido levou Habacuque a perguntar a Deus qual era o propósito que Ele tinha em mente quando revelava a tremenda contradição existente entre o Seu caráter santo e a pecaminosidade da sociedade (1.3,4).

Isso porque a revelação de Deus parecia não corresponder à intervenção de Deus na história concreta. Em outras palavras: Habacuque diz que havia muita Palavra de Deus e pouca ação de Deus na história.

"Por que me mostras a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Pois a destruição e a violência estão diante de mim: há contenda, e o litígio se suscita. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta: porque o perverso cerca o justo, a justiça é torcida." (3, 4.)

A pergunta - resposta-acusação do profeta parece indicar que ele queria um Deus que "revelasse" menos e "agisse" mais. Ou pelo menos que ele queria uma teologia mais horizontal, mais concreta, mais prática em seus resultados.

A tentação de Habacuque era agir em nome de Deus na certeza de que quando Deus não fala é a vez do homem falar, e quando Deus não age é a vez do homem agir. Mas isso parece bastante diferente da afirmação de Moisés quando disse que se Deus não fosse com ele e com o povo, que ele preferia não sair do lugar.

Moisés valorizava mais a presença de Deus do que ações em nome de Deus. Moisés sabia que não há ações de Deus que sejam sempre as mesmas. Dessa forma, a presença de Deus é que é indispensável, a fim de evidenciar ao povo de Deus se este conta ou não com a parceria divina na caminhada.

Uma olhada simples no cenário evangélico que nos circunda me leva a afirmar que muito do nosso ativismo profético-político não tem quase nada de preocupação relacionada se Deus está junto ou não na ação feita por nós em Seu nome.

Afinal, nem os mais esclarecidos e ilustrados cristãos estão livres do terrível equívoco de pensar que tudo que eles falam em nome de Deus tem li chancela de Deus. Esse era também o equívoco dos falsos profetas.

Eles falavam em nome de Deus e por isso pensavam que aquela teologia que eles tinham "produzido", era a própria Palavra de Deus. Mas Deus não fala sempre que falamos em nome d’Ele.

E nem se revela sempre que produzimos teologias. E não há nenhuma causa que seja sempre a causa de Deus. Eu nunca tenho a garantia de que estou falando em nome de Deus apenas porque a causa que eu estou defendendo hoje foi um dia a causa que Deus defendeu.

O Deus que nem sempre defende as mesmas causas

Deus nem sempre defende as mesmas causas. No Egito Deus estava interessado em libertar um povo; Israel. Mas na campanha militar de Josué em Canaã não há dúvida de que Deus estava agindo na perspectiva de eliminar alguns povos: os jubuseus, os herzeus.

Qualquer leitura despreconceituosa da Bíblia nos põe cara a cara com essa terrível e repugnante verdade: Deus nem sempre defende as mesmas causas.

Nunca vemos Deus a priori comprometido com uma causa. Deus nem sempre é visto fazendo justiça de acordo com nossos padrões de direito.

Ele é sempre visto realizando justiça de acordo com Sua santidade. E isso é totalmente estranho ao nosso senso de justiça na modernidade, porque nosso senso de justiça não se baseia no caráter do Deus santo, mas fundamenta-se na declaração dos direitos humanos.

Para nós, hoje em dia, a coisa mais preciosa na existência é a vida humana. Já a leitura do Decálogo nos mostra que o referencia! De julgamento divino tem duas dimensões: horizontal e vertical.

Na perspectiva vertical se diz que Deus requer ser visto como o Único Deus, o que implica em que a idolatria não é admitida e em que Deus tem que ser o único objeto do nosso culto. Esta última é a idéia implícita no mandamento do sábado.

Na perspectiva horizontal. Deus estabelece o respeito pelos direitos do homem também como expressão do Seu mais profundo desejo para a vida: honrar pai e mãe, não matar, não adulterar, não roubar, não dar falso testemunho, não cobiçar o que é do próximo.

Por causa dessa dupla dimensão (vertical e horizontal) da justiça de Deus que temos que entender que a vida humana não é um fim em si mesma.

O ser humano foi criado para Deus e para ser o reflexo da santidade e da graça do Criador. Assim a finalidade do ser humano não é a liberdade e nem a libertação. A finalidade humano é ser em e para Deus à medida que vive também em amor e respeito para com seu próximo.

Ora, tudo que estamos dizendo tem ainda relação com minha afirmação de que Deus nem sempre defende as mesmas causas na história. E como eu não estou certo de ter sido compreendido, vou tentar dar mais um exemplo.

Quando Jeremias disse aos profetas nacionalistas de Israel que não profetizassem libertação para o povo (conceito esse amplamente defendido pelos profetas em outras ocasiões) - ele entendia que o opressor poderia ser um instrumento de Deus para trazer juízo -, os falsos profetas consideraram-no um traidor do povo, vendido ao opressor e inimigo do sonho de libertação de Israel.

Mas Jeremias sabia que conquanto Israel estivesse sendo oprimido pelos babilônios, Deus não estava apenas preocupado com a realidade de Israel como povo oprimido. Deus também estava preocupado com a realidade de Israel como povo id6latra.

E parece, a julgar pela hist6ria, que Deus estava mais interessado em curar Israel do estado de idolatria, a poupar Israel de ser oprimido. Foi o exílio que curou a doença idolátrica de Israel.

Tudo isso serve para nos mostrar que nós vivemos num mundo ainda mais ambíguo do que imaginamos. Isso porque além das naturais ambigüidades da vida. Ainda há aquelas relacionadas à vontade de Deus.

Deus têm planos e projetos que extrapolam todas as nossas certezas políticas e que, muitas vezes, transcendem nosso bom senso e normas de conduta. Apenas para tornar o que estou dizendo um pouco mais claro.

Pense o seguinte; se fôssemos julgar a situação de Jeremias hoje, sem sabermos que Jeremias era Jeremias e os falsos profetas os falsos profetas, quem seriam, em sua opinião, os que estariam falando a Palavra de Deus? Obviamente que julgarmos pela nossa tendência sempre nacionalista e poética de certas perspectivas libertacionistas que se tornaram sagradamente inquestionáveis em nosso meio, que Jeremias seria julgado como traidor e os falsos profetas seriam os homens de Deus comprometidos com as causas populares daqueles dias.

Esse exemplo entre inúmeros outros na Escritura, serve para nos mostrar que não há regras ou fórmulas teológicas para serem aplicadas ao silêncio de Deus. Quando Deus não me falou o melhor que faço é estar calado.

Ou então ter coragem de falar apenas em meu próprio nome. No silêncio de Deus é melhor falar como ateu sensato do que como um profeta devoto que põe na boca de Deus lindas palavras que Ele não disse.

No silêncio de Deus o homem tem total direito à palavra. Mas tal direito deve ser exercido em nome do homem. Correndo tal pessoa o risco de ser julgada pela história como homem. O problema é quando no silêncio de Deus falamos em nome d‘Ele, ainda que digamos o melhor das nossas sistematizações teológicas.

Nossas generalidades de sabedoria teológica não podem ser aplicadas em nome de Deus, da Bíblia, da Igreja ou da fé à especificidades de situações totalmente novas. Em tais casos o melhor a fazer é falar apenas como homem que sonha e ousa ter opinião.

Deixando de lado todos os possíveis elementos de vinculação entre aquilo que digo e Deus. Mesmo as nossas melhores exegeses da Bíblia não nos ajudam quando nos defrontamos com tais situações. Como discernir, por exemplo, em nome de Deus e da Bíblia, em quem votar nas eleições presidenciais? Eu realmente não sei.

Sei como fazer isso em nome do homem, mas tenho muita dificuldade de sugerir qualquer coisa em nome de Deus, da Igreja ou da fé neste particular. Isso porque a Palavra de Deus é tão dinâmica como são as mudanças reais na sociedade em volta de nós.

O que Deus disse a um profeta ontem pode não ser o que Deus diria hoje a mim, apesar de as circunstâncias parecerem idênticas. É por isso que toda ação política em nome de Deus - seja de direita, esquerda ou centro - corre sempre o risco de ser o resultado de ações proféticas sem a Palavra de Deus.

Desse ponto em diante, Habacuque passa a confrontar as "incoerências de Deus". E a aflição filosófica básica que o assola é a mesma que o leva a perguntar como um Deus santo pode conviver tão "pacientemente" com o pecado:

"Não és tu desde a eternidade, Ó Senhor meu Deus, o meu Santo?.. Por que... tolera os que procedem perfidamente, e te calas quando o perverso devora aquele que é mais justo do que ele?" (1.12,13.)

Mais uma vez o silêncio de Deus conduz Habacuque a exigir de Deus respostas práticas na história.

Afinal, Deus tem que servir para alguma coisa. Desde sempre que se tem em mente a idéia de que a fé tem que ter implicações práticas na história. Eu creio que a Bíblia nos autoriza a crer nisto.

No entanto, o problema básico é que nem sempre nós estamos dispostos a aceitar as imprevisíveis ações e instrumentos de Deus na história. Nós estamos quase sempre condicionados ideologicamente quando tentamos ler nos horizontes da história os sinais da ação de Deus. Por isso só aceitamos um tipo de sinal de Deus.

O sinal que tem congruência com a ideologia que nós a priori abraçamos. É por isso que mesmo é ideologicamente julgado por nós quando Ele responde. Então, se a resposta divina não "bate" com nossa opção ideológica nó preferimos continuar pensando que Deus ainda não respondeu.

Ele respondeu, mas Sua resposta foi ideologicamente censurada por nós. Este é o caso de Habacuque. Ele faz uma pergunta a Deus. Deus responde. Mas a resposta de Deus era inaceitável do ponto de vista ideológico. Se não, vejamos:

"Pois eis que suscito os caldeus (o opressor como instrumento de cura e libertação do pecado e idolatria) nação amarga e impetuosa, que marcha pela largura da terra, para apoderar-se de moradas não suas (imperialismo expansionista).

Ela é pavorosa e terrível, cria ela mesma o seu direito e a sua dignidade... (super-potência auto-colocada acima da ética).

"Eles todos vêm para fazer violência (agressor e invasor); os seus rastos suspiram por seguir avante {expansionismo}; eles reúnem os cativos como areia (exploradores}.

"Eles escarnecem dos reis, os príncipes são objeto do seu riso; riem-se de todas as fortalezas, porque, amontoando terra, as tomam." (1.5-10.)

Ora, é verdade que Deus sempre julga o opressor como prometera a Habacuque: "Fazem-se culpados esses, cujo poder é seu deus." (1.11).

No entanto, Deus estava respondendo à oração de Habacuque e o profeta não estava conseguindo enxergar os sinais da ação-resposta de Deus na história, pelo fato de que ele estava ideologicamente condicionado a ver no seu povo oprimido sempre uma vítima do domínio dos caldeus.

Deus é realmente Deus?

Neste momento de conflito Habacuque passa do questionamento que pergunta a Deus a razão de Sua divina passividade e começa a pensar que o problema de Deus não é passividade, mas atividade impensada, o que em Deus seria perversidade, já que alguém que seja Deus não é capaz do impensado. O impensado é perverso em Deus:

"Por que fazem os homens como os peixes do mar, como os répteis que não têm quem os governe?" (1.14.)

A conclusão a que Habacuque estava chegando era que o mal social e o estado de desgoverno do país eram da inteira responsabilidade divina.

A final fora Ele aquele que fizera os seres humanos como os peixes e os répteis: sem ter quem os governe. A revolta contra Deus começa a ficar mais explícita. A queixa do profeta torna-se mais objetiva. Cada vez mais ele intima os céus a dar urna resposta.

Até esse ponto parece que o que se observa é um emaranhado gradual de Habacuque num cipoal de questões sem resposta e que cada vez mais o dirigem para um questionamento radical da Realidade de Deus.

Em outras palavras: Habacuque parece estar na iminência de perguntar se Deus é realmente o Deus que ele pensara que Deus fosse.

O profeta parecia estar na iminência de fazer mais uma pergunta a Deus. Mas é justamente ai que somos enganados completamente pela reação da alma diante dos grandes dilemas filosóficos.

Ao invés de dizer "chega de Deus", Habacuque diz: "Eu quero Deus." Então ele afirma:

"Por-me-ei na minha torre de vigia, colocar-me-ei sobre a fortaleza, e vigiarei para ver o que Deus me dirá, e que resposta eu terei à minha queixa. " (2.1.)
Fé - A Descoberta Revolucionária

Essa é a diferença essencial entre o ateu revoltado e o crente perplexo e confuso. O ateu declara seu ódio a Deus pela negação que o faz auto-excluir-se de Deus.

Já o crente perplexo se queixa de Deus a Deus. Ou seja, quando ele se queixa de Deus a Deus ele está, ainda assim, "confessando" a Deus como existente. Ele confessa que o Deus do qual ele se quebra é também o Deus ao qual ele se queixa.

É por isso que na alma daquele que um dia provou Deus como realidade-realidade e não como realidade-conceito, a angústia, ao invés de emudecer, faz orar. E isso nos remete outra vez para o tema da oração.

É minha particular convicção que só estão aptos para o enfrentamento da realidade de dor que rodeia a vida humana aqueles que mesmo desejando blasfemar vêem-se surpreendidos pela resposta da alma, que no caminho da queixa-blasfêmia faz da queixa uma prece e da blasfêmia uma declaração de fé no Deus que ouve.

Habacuque então vai para a torre da oração e da perplexidade espera por Deus. Não se diz de quanto tempo foi o "atraso" divino. De repente Deus falou. O profeta então diz:

"O Senhor me respondeu, e disse: o justo viverá pela fé." (2.4.)

Do ponto de vista filosófico nada podia ser mais frustrante do que essa encenação de Deus para no fim dar uma resposta tão simplista. Hoje em dia tal resposta seria idiota Dir-se-ia: "Tal resposta é evasiva.

Não gera as condições de enfrentamento das forças opressoras da história. Cria uma esperança histórica. Não passa necessariamente pelo inexorável caminho da opção política. “É, portanto, ingênua demais para fazer frente às complexidades sociais, políticas e econômicas da história”.

Deus disse: "Escreve a visão... grava em tábuas... a visão está para cumprir se... não falhará. ... "Aí então vem a resposta: "O justo viverá pela fé..”.

No entanto, essa foi a "descoberta" mais revolucionária da história!

Desse ponto em diante aprende-se que Deus não existe para o ser humano. É o ser humano que existe para Deus. E, sendo assim, Deus reserva para si o direito de ser Deus, cabendo a nós o direito de crer n‘Ele.

Habacuque nos ensina que nossa fé em Deus é fé para nada, é apenas fé para viver. Não é fé para conseguir. É fé para ser.

A fé adulta e que nos faz viver não é aquela que se baseia em argumentos muito bem fundamentados sobre quem é Deus, mas é a fé daqueles que conhecem a Deus e que estão dispostos a servi-lo em troca de nada.

É a fé daqueles cuja recompensa na vida está em que lhes foi dado crer.

Essa fé não ajudou Abraão a entender quais eram as razões de Deus quando o ordenou que imolasse seu filho Isaque sobre o altar.

Mas foi essa fé que o levou a levantar-se de madrugada, a pegar o menino, o cutelo, a lenha e o fogo e a partir para Moriá.

Tal fé serve a Deus por nada. Serve a Deus apenas por Deus. E é essa fé que se constitui na maior resposta quando o nosso mundo está como o mundo de Habacuque: caótico e idiota.

Essa fé faz o justo. Essa fé justifica o justo. Essa fé crê apesar do apesar mais pesaroso.

Desse ponto em diante Habacuque estava liberto do cipoal de perplexidades no qual se enrolara. As certezas sobre a justiça de Deus voltaram à sua mente, ainda que sem qualquer agenda detalhada respeito dos acontecimentos.

No entanto, não havia mais qualquer dúvida de que os caldeus receberiam de Deus a sua própria medida de julgamento (2.6-20).

Mas na atual conjuntura Habacuque via-se pronto para esperar a chegada de tal dia sem nenhum sentimento semelhante àqueles que anteriormente o haviam possuído.

Habacuque decidira que em qualquer situação ele serviria Deus por nada. E mais: a declaração final de Habacuque nos ensina que conquanto a fé tenha um poder literário em si mesmo, ela deve ser fé para além da própria finalidade histórico-libertacionista.

Ela tem de ser fé que mesmo quando opera mudanças na história está fazendo isso por nada, pelo simples fato de que a fé bíblica não é nunca um fato histórico. Ela está sempre em algo além.

Ela sempre se relaciona com o invisível ou com o futuro. É por isso que a verdadeira fé sempre serve a Deus por nada. Nem no futuro da história o homem de fé encontrará sua recompensa. O futuro da fé nunca chega porque a fé é sempre futuro.

‘"Ainda que a figueira não floresça, nem há fruto na vide: o produto da oliveira mente, e os campos não produzem mantimento: as ovelhas foram arrebatadas do aprisco e nos currais não há gado, todavia eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação”.

Como Cristão não estamos imunes de enfrentar adversidades e dias difíceis; mas podemos estar certos que se buscarmos ao Senhor, e confiarmos em Sua Palavra, Ele nos dará forças e condições de vencermos os dias maus e as adversidades.

Que Deus nos abençoe e nos guarde no seu grandioso amor, em nome de Jesus. Amém!

AQUELE, POIS, QUE SABE FAZER O BEM E NÃO O FAZ, COMETE PECADO - Tg 4.17

AQUELE, POIS, QUE SABE FAZER O BEM E NÃO O FAZ, COMETE PECADO - Tg 4.17 
*
POR FAVOR! Antes de fazer um pré-julgamento sobre o assunto a ser tratado, considere isto: Os versículos abaixo são princípios de cunho ETERNOS e UNIVERSAIS extraídos da Santa Palavra de Deus.

Portanto, não os desprezem.

CONSIDERE, POIS, O SEGUINTE:

- "Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme" - Pv 29.2

- "O que disser ao ímpio: Justo és, os povos o amaldiçoarão, as nações o detestarão." - Pv 24.24

- "Tira o ímpio da presença do rei, e o seu trono se firmará na justiça. - Pv 25.5

- "Quando os ímpios se elevam, os homens andam se escondendo, mas quando eles perecem, os justos se multiplicam." - Pv 12.28

- “Tomai homens sábios, inteligentes e experimentados, segundo as vossas tribos (irmãos em Cristo) para que os ponhais por vossos cabeças.” - Dt 1.13.

- E o PRINCÍPIO MAIOR ensinado pelo próprio Cristo VÁLIDO PARA TODOS OS TEMPOS:

"Disse-lhes então (Jesus): Dai, pois, a CÉSAR (governo) O QUE É DE CÉSAR, e a DEUS O QUE É DE DEUS" - Lc 20.25

Baseamo-nos na Palavra de Deus para dizermos a todos os que nÊle creêm, que estamos em um momento decisivo para a história de nosso país e da Igreja do Senhor Jesus Cristo.

Estamos já alguns dias das eleições e cabe, principalmente a nós cristãos, revermos alguns conceitos, que ao longo dos anos tem nos levado a decepções e injustiças.

Leia o exposto e deixe Deus falar no seu coração.

Em primeiro lugar fomos “ensinados” a ver as eleições como uma competição em que o importante é simplesmente votar com a maioria e ganhar. Votamos em candidatos apenas porque os parentes estão votando, porque um amigo pediu, porque um político mais antigo disse que é o/a melhor; mas em momento algum olhamos para sua história, seus projetos, naquilo que acreditam e defendem.

Uma eleição não é apenas uma disputa, é o momento em que determinamos nosso futuro, nossa liberdade de cidadão livre. Não vote apenas para ganhar a eleição, vote para ter um Brasil melhor, mais justo, mais comprometido com o povo.

Talvez você diga: e se meu candidato não ganhar? Você terá a consciência tranqüila com Deus e consigo mesmo, por ter feito o melhor, por ter feito o certo! Isto porque, seu voto é livre mas você pertence a Deus; você é livre, mas é dEle a sua consciência.

Como está escrito: "E vos conformeis com este mundo, mas transformaivos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a BOA, AGRADÁVEL, e PERFEITA vontade DE DEUS" - Rm12.2.

Ore, pois, a Deus e peça a Sua direção. Lembrando que Ele NUNCA vai orientá-lo(a) a votar CONTRA Sua Palavra e Seus princípios. Deus tem o melhor para esta nação e nós, ATRAVÉS DO VOTO consciente, podemos tornar isso realidade.

Por isso é necessário o seu voto com PRINCÍPIOS DÍGNOS!!! 

Conheça então, o que está preparado para ser votado no ano que vem em Brasília e que irá transformar-se em LEI neste país.


• PL 122 – trata de questões como: A UNIÃO CIVIL DE HOMOSSEXUAIS; tornando CRIME emitir qualquer opinião contrária ao tema (taxando de homofobia qualquer posição diferente);

obriga a retirada de todo e qualquer livro que fale contra o homossexualismo. (Lembrando que a Bíblia em várias passagens trata e condena esta prática – e aí sua publicação poderá ser proibida).

• LEI DA MORDAÇA – Proíbe e/ou limita o tempo de programas evangélicos na Televisão, rádios, etc.

• Lei do Aborto – Declara que não é mais crime a realização de aborto até o 9º mês de gravidez (declaram que esta é uma questão de "saúde pública" e não de moral) – O Governo Federal do PT, assinou junto com outros países, em junho passado, um documento em que se compromete a lutar pela aprovação da DISCRIMINIZAÇÃO do aborto.

• PROJETO DE DIRETRIZES NACIONAIS DOS DIREITOS HUMANOS– Entre outras coisas propõe que a partir de 2012, os livros escolares infantis (para crianças até 7 anos) traga COMO MODELO de família a constituída por um casal heterossexual e também a formada por um par de HOMOSSEXUAIS masculinos ou femininos.

Imagine VOCÊ explicando para seu filho (a), neto (a) ou sobrinho que o “papai e a mamãe” do coleguinha dele são DOIS HOMENS ou DUAS MULHERES e que isso é normal.

E isto apenas o começo. Só Deus sabe o que poderá vir depois...

São leis que ignorarão completamente o que diz a Palavra de Deus:

"Ai daqueles que, nas suas camas, intentam a iniqüidade e maquinam o mal; à luz da alva o praticam, porque está no poder da sua mão!" (Mq 2.1)

Sabemos que há no Brasil um Partido Político comprometido com tudo o que está determinado nestas leis, e todos sabem que é o PT.

O voto é livre, mas nós, cristãos, vivemos pelos Princípios Maiores e Eternos da Palavra de Deus. DEFINAMOS NOSSO VOTO POR ELES!

É dever cristão lutar pelos pricípios divinos. Todo verdadeiro cristão pensa assim.

JESUS nunca se omitiu na defesa do evangelho. Ele, certa feita, enviou um recado a Herodes, governador da Judéia, dizendo:

"Ide, e dizei a aquela RAPOSA (espertalhão): Eis que eu expulso demônios, e efetuo curas, hoje e amanhã, e no terceiro dia sou consumado" - Lc 13.32.

OS DISCÍPULOS não se omitiram e levantaram-se em defesa do Evangelho dizendo às autoridades da época:

"Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus;
Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido." -
 At 4.19,20.

PAULO defende-se das injustiças com que foi tratado:

"Então Paulo lhe disse: Deus te ferirá, parede branqueada; tu estás aqui assentado para julgar-me conforme a lei, e contra a lei me mandas ferir?" - At 23.3

O Princípio da Verdade de Deus é: "
"AQUELE, POIS, QUE SABE FAZER O BEM E NÃO O FAZ, COMETE PECADO" - Tg 4.17

E nós, servos do Senhor, nos acovardaremos...nos calaremos...?

PENSE E AJA!!! - Dia 31, NAS URNAS: Por Cristo e para Cristo!!!

Ai dos que decretam leis injustas (Um aviso às autoridades constituídas)

Ai dos que decretam leis injustas (Um aviso às autoridades constituídas) 


"Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão, para negarem justiça aos pobres, para arrebatarem o direito aos aflitos do meu povo, a fim de despojarem as viúvas e roubarem os órfãos!" ISAÍAS 10

A política partidária no Brasil e dos brasileiros é um assunto de paixão pessoal, que sustenta coisas como o mal fadado dito popular "rouba mais faz" e isto dá lugar a corrupção e a urgente necessidade de uma reforma política, não nos moldes do que tem sido proposto pelo congresso nacional de viciados em poder.

" A Construção da Ordem Formaram-se as duas agremiações que caracterizaram o Segundo Reinado, a dos Conservadores (saquaremas) e a dos Liberais (luzias).

É daí que surgem as nossas origens partidárias, não podemos em nome do que quer que seja negar o fato real, de que não existe no meio dos quase duzentos partidos existentes no Brasil, um só que tenha cem anos de existência, mais não é só isto, os muitos paridos que existem no nosso país de muitas supostas ideologias na maioria das vezes são servos de uma organização criminosa, chamada burguesia econômico- social, que detém a maior parte das riquezas do pais.

A questão de uma nova reforma política não visa neste instante favorecer o povo e aos trabalhadores, visa sim garantir a continuidade do círculo vicioso dos que mamam nas tetas do poder e como ratazanas esfaimadas roubam a coisa publica, reforma política no Brasil tem de passar inevitavelmente por uma reforma educacional, que dê ao povo informações validas a cerca de seus direitos e deveres em relação ao erário publico.

Verdadeiras são as palavras do Profeta Miquéias 6 -10 Ainda há na casa do ímpio, tesouros da impiedade, e medida escassa, que é detestável?

11 Seria eu limpo com balanças falsas, e com uma bolsa de pesos enganosos?

12 Porque os seus ricos estão cheios de violência, e os seus habitantes falam mentiras e a sua língua é enganosa na sua boca. Precisamos, eu, o senhor, a senhora, o moço, a moçam etc, fazer valer os nossos direitos, ética na política, significa votar com consciência de quem não vendeu seu voto, que não trocou por uma cesta básica ou lata d´agua ou carro pipa.

Seu voto é o que mantém toda esta estrutura de roubalhões, mentirosos corruptos e enganadores da boa fé popular, não estou falando de pessoas ou grupos específicos e nem citando lugares específicos, mais se o quisesse fazer, poderia, a mídia ta cheia de fatos e lugares e nomes, então, sigamos enfrente, outro fator acerca da reforma política é o fim dos partidos de legenda vendida, uma desgraça para o povo que vota num candidato, aí o cara vai e se vende a uma bancada maior, já falei disto em outro texto num dos volumes da série ( pense nisto), mais deixe-me relembrar-lhes.

O falecido Presidente Itamar Franco não foi o melhor dos presidentes, também não foi o pior, é fato que foi no governo dele que se começou a luta pela queda da inflação acelerada, que tínhamos herdado como resultado de marajás.

As questões que ainda se avizinha de nossa frágil e suposta democracia, negras e escabrosas como bem denunciava da tribuna do senado federal o operoso senador Piauiense, Mão Santa”: Querem dominar tudo e todos com a força das leis injustas” o Versículo que inicia este texto é muito claro, portanto, você que tem vida pública, seja em que esfera for, não deixa de ser pecador, portanto arrependa-se e suplique já o perdão de Deus, caso contrário nem todo o dinheiro do mundo o livrará da Ira de Deus.

Veja este documento escrito pelo Pastor Wagner Cipriano:

“ONU, a "Nova Luz do Mundo"?
A Suprema Corte Inglesa considera cristãos anormais À medida que o movimento gay ganha apoio de autoridades aqui e ali, surgem por toda parte as conseqüências funestas dessas mudanças catastróficas. Os benefícios concedidos ao movimento gay estão gerando violações aos direitos do cidadão comum.

O apoio dado a essas novas leis, pretensamente anti-homofóbicas, segue desestabilizando as bases do direito e, por conseqüência, suas regras e definições legais construídas por estudos, debates e discussões, através de décadas de aperfeiçoamento jurisprudencial. Veja, por exemplo, a decisão absurda e histórica da Suprema Corte da Inglaterra, que chama de anormais os cidadãos cristãos ingleses, desqualificando-os para cuidar, criar ou educar crianças adotivas ou adotadas, baseados em seu novo enfoque sobre a questão homossexual. Explica-se:

O novo Estatuto do Direito da Criança promulgado pela ONU Para os menos avisados, o novo Estatuto do Direito da Criança inclui liberdade de acesso à pornografia consensual e prostituição.

O novo enfoque jurídico global segue a orientação da ONU

A Suprema Corte inglesa, acolhendo o parecer do Conselho de Direitos Humanos da ONU, em processo de adoção movido por uma família cristã inglesa, decidiu que os cristãos em geral não são referência para que o tribunais decidam os processos de adoção que tramitam no Reino Unido. E explicam: eles (cristãos) vão transmitir suas crenças cristãs para qualquer criança adotiva ou que vierem a adotar.

Foi assim, pasmem, que a família John perdeu o direito de adotar uma nova criança, como também o direito sobre os já adotados. A decisão se estenderá a todos os cristãos ingleses que, desde já, são considerados inaptos em processos de adoção e inadequados para continuarem sendo pais adotivos no Reino Unido.

Tudo porque prevaleceu a tese de que os cristãos são homofóbicos, que sua cultura mostra aversão aos homossexuais e que criariam tais crianças sob a ótica da Bíblia Sagrada. Em suma, a cultura cristã bíblica fere os conceitos estabelecidos unilateralmente no novo Estatuto da ONU para Crianças e Adolescentes, pelo qual está assegurado às crianças até mesmo o direito de acesso à pornografia consensual, entre outras garantias.

A Bíblia e a fé cristã em xeque?

A ONU está lançando suas metas mundo afora, reconstruindo, sob sua ótica particular, os conceitos tradicionais, jurídicos e culturais sobre temas importantes como homossexualidade e liberdade de expressão, entre outras coisas.

Batendo frontalmente contra os direitos de liberdade de expressão, promulgando leis onde o justo é punido pelos tribunais pelo simples fato de tentar educar e moralizar o mundo ao seu redor.

Fica claro o cumprimento profético da Palavra que mostra a injustiça imperando no fim dos dias: Vi mais debaixo do sol que no lugar do juízo havia impiedade, e no lugar da justiça havia iniqüidade. Eclesiastes 3:16

A desconstrução da legislação brasileira em 2011

As novas gerações de juízes, legisladores e pensadores querem implodir o sistema legal vigente no mundo e também, agora em 2011, na Justiça Brasileira, que sempre primou em preservar o equilíbrio, a ordem, a moral e os bons costumes na legislação pátria. Se alcançarem o intento, levarão a sociedade à decadência e o direito jurisprudencial aos mais baixos patamares da injustiça e da insanidade, algo diabólico mesmo, mas que as Escrituras profetizam e já estamos vendo se cumprir.

A ONU cria privilégios legais à classe gay

Querendo estabelecer novos conceitos ao sistema jurídico pela ótica gay, a ONU está criando privilégios legais e desqualificando outras classes sociais. Tudo simplesmente porque resolveram achar que as leis vigentes, de proteção à pessoa, não são mais suficientes e boas o bastante para proteção dos homossexuais.

Eles querem algo mais específico para eles. Em breve teremos outras classes brigando por direitos personalizados. Com isso, estão elitizando a homossexualidade, concedendo a eles um benefício legal extraordinário, ao passo em que retiram o direito de outras classes, principalmente no que tange ao direito da liberdade de expressão.

Malefícios causados pelas novas metas da ONU
Como resultado desses escarros mentais, teremos:

- a proliferação da promiscuidade e da imoralidade e níveis alarmantes;

- o aumento da pedofilia (já que os país terão que se calar quando seus filhos forem abordados por homossexuais);

- a degeneração do caráter do ser humano se agravará ainda mais;

- a violação e a perda dos direitos do cidadão normal que, até aqui, estavam disciplinadas por leis imparciais;

- a desconstrução do sistema judiciário nacional;
O normal agora é ser anormal

Daqui pra frente, segundo a nova mentalidade predominante em alguns setores jurisprudenciais (da Suprema Corte Inglesa), os cidadãos normais não serão mais considerados aptos para cuidar, criar e educar crianças adotivas ou adotadas.

Além disso, o cidadão normal está por perder o direito de manifestar opinião contra tudo isso, simplesmente porque seus direitos de liberdade de expressão também estão sendo cassados pelos Tribunais da Inglaterra, orientados pela ONU.

A ONU e seus princípios anticristãos

A ONU conquistou, através de sua Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, a primeira decisão de um Supremo Tribunal no qual ficam claros dois pontos contra os cristãos:

1. Que os cristãos não são referência para criação de crianças normais. Mas casais gays agora serão referência na Inglaterra- para adoção e formação do caráter das crianças, pois estes vivem em um ambiente exemplar aos olhos da Suprema Corte inglesa.

2. Que a Bíblia Sagrada, que é a principal responsável pela cultura cristã de moralidade, é a fonte de toda perturbação da moral, da ordem e dos bons costumes, segundo o entendimento da Corte Suprema da Inglaterra. Com tudo isso, a ONU torna-se o principal órgão anticristão no mundo e, através de sua maligna Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, está criando a Nova Ordem Mundial de Apoio à Imoralidade, à Desordem e aos Maus Costumes.

Deus deverá mudar de opinião e se dobrar diante dos juízes, legisladores e pensadores do presente século. Mas quem obrigará Deus a se calar diante dessas novas leis? E quem ousará aplicá-las contra o próprio Criador? Tudo que Deus previu para acontecer no fim dos tempos já está acontecendo.

Só nos resta aguardar o Arrebatamento da Igreja de Jesus Cristo e assistir, do céu, o caos que se abaterá sobre esse mundo rebelde, que é o único responsável pela ira de Deus que se abaterá sobre essa geração incrédula e perversa.

3. A Igreja Cristã, segundo o entendimento da Suprema Corte inglesa, se resume a um bando de pessoas ignorantes e sem nenhum esclarecimento, e que não podem servir de referência alguma para a formação do caráter das novas gerações.

A Igreja de Jesus Cristo não é mais a Luz do Mundo?

Ao rejeitar a cultura cristã como referência de padrão moral e de conduta, os membros do Conselho de Direitos Humanos da ONU desqualificaram a fé bíblica, rejeitaram a Bíblia Sagrada como autoridade máxima de fé, moral e conduta, e taxaram a classe cristã de homofobia e desqualificada para qualquer tipo de adoção no Reino Unido. Agora, a Nova Luz do Mundo é a ONU e sua Comissão de Direitos Humanos.

A Luz que Deus concedeu à Sua Igreja foi também cassada pela ONU: Vós sois a luz do mundo; não se pode esconder uma cidade edificada sobre um monte; Mateus 5:14 Para que sejais irrepreensíveis e sinceros, filhos de Deus inculpáveis, no meio de uma geração corrompida e perversa, entre a qual resplandeceis como astros no mundo; Filipenses 2:15

Sentenças divinas

O Duplo Ministério de Cristo
Sabemos que Cristo cumpriu na Cruz seu ministério de proclamar o Evangelho a todas as nações, começando por Israel - João 16:33. Na Cruz Ele consumou a obra de Deus no tocante ao Evangelho, anunciando o perdão divino e as promessas de vida eterna aos pecadores arrependidos e transformados pela Palavra de Deus. E, quando clamou "está tudo consumado", realmente seu primeiro ministério estava cumprido na íntegra. Jesus tinha sido enviado somente às ovelhas perdidas da casa de Israel.-Mateus 15:24

Em seguida, diz a Palavra que o ministério findo de Cristo seria continuado pela sua Igreja, que foi encarregada de levar o Evangelho às nações restantes:

Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. - Atos 1:8

O segundo Ministério de Cristo
Consumado seu primeiro Ministério e garantido seu seguimento através dos seus discípulos, Jesus ascendeu aos céu: E, quando dizia isto, vendo-o eles, foi elevado às alturas, e uma nuvem o recebeu, ocultando-o a seus olhos. Atos 1:9

Era o início de seu segundo Ministério, que estava reservado para após sua ascensão ao Reino.

O Livro selado
Isso nos é contado pelo apóstolo João, no Livro de Apocalipse. João, em visões de Deus, viu no céu um livro selado para o qual ninguém, absolutamente ninguém, podia abrir e sequer olhar para ele -Apocalipse 5:3. Esse livro, selado com sete selos, continha algo terrível.

Seu conteúdo era, nada mais, nada menos, do que a sentença divina contra o mundo pecador. João chorava muito, porque ninguém era digno de abrir aquele livro e sequer de olhar para ele.

Sua abertura estava reservada apenas para aquele que vencesse o mundo - João 16:33. A santidade total era a chave para a abertura dos selos do Livro. Agora Jesus Cristo, ascendendo vitorioso aos céus, havia conquistado esse direito.

Afinal, pelo seu sangue anunciou a redenção, pagou o preço exigido para remissão dos pecados e abriu-nos a oportunidade para se viver uma nova vida na presença e nos ensinamentos de Deus, longe da imundície do pecado.

Mas sua obra total ainda não estava acabada. Sim, ainda faltava algo. Deus já havia promulgado e selado a sentença. Suspendeu-a, porém, até que Cristo viesse ao mundo anunciar a Boa Nova do Evangelho: todo aquele que se arrepender e for batizado, será salvo. E assim a sentença divina ficou lá, selada e guardada nos céus, suspensa até que Jesus revelasse à humanidade a anistia -pelo Evangelho- como alternativa à condenação eterna.

O teor da sentença

Deus já havia decretado uma destruição nos dias de Noé e essa nova sentença previa algo muito pior: não haveria mais destruição por água, mas por fogo! E não somente compreendia a morte física, mas decretava uma segunda morte no lago de fogo. O réu sentenciado era o pecador e a solução para escapar à condenação divina crer no Evangelho: Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.- João 5:24

A abertura da sentença

Agora que o mundo havia recebido o remédio jurídico divino do Evangelho, já podia ser anunciada a sentença ainda selada. Cristo, chegando-se com a autoridade conquistada na Cruz do Calvário e tendo consumado sua obra redentora, tomou o Livro em suas mãos e abriu-lhe os selos.

E, abrindo o livro, liberou os quatro cavaleiros do apocalipse, que, por sentença divina, trazem espada (guerra), fome, pestes, destruição...à humanidade pecadora, que rejeita a anistia divina:

APOCALIPSE 6

1 E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê.

2 E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer.

3 E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem, e vê.

4 E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada

5 E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer ao terceiro animal: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança na mão.

6 E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro; e não danifiques o azeite e o vinho.

7 E, havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem, e vê.

8 E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte; e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada, e com fome, e com peste, e com as feras da terra.

Estava consumado o segundo Ministério de Cristo: proclamar a sentença condenatória divina. Que paciência, que amor Deus nos mostra. Amou-nos de tal maneira que suportou por séculos os erros de uma humanidade insana, cruel, imoral e pecadora. Se deu ao trabalho de nos preparar uma solução, pagar o preço da redenção e dar uma nova oportunidade, uma nova chance... Agora, a sentença estava finalmente revelada ao mundo. Estava completa a obra e o Ministério de Cristo de anunciar o Evangelho e a Sentença Divina.

Nosso destino será fruto de nossa própria escolha

Pelo duplo ministério de Cristo ficamos cientes da anistia decretada e da sentença proclamada. Estamos todos cientes que Deus nos mostrou a solução e o caminho para escapar do pecado e da corrupção do mundo, que conduz à condenação eterna. E acima de tudo podemos reconhecer que Deus colocou diante de todos nós o caminho da vida e da morte:

Os céus e a terra tomo hoje por testemunhas contra vós, de que te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida, para que vivas, tu e a tua descendência, Deuteronômio 30:19

E, assim: Quem crê nEle (Jesus Cristo) não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. João 3:18

E todo aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Apocalipse 20:15

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O que vencer não receberá o dano da segunda morte. Apocalipse 2:11

Seja o céu ou seja o inferno, a sentença é de Deus, mas a escolha foi feita por cada um de nós. Lembre-se que não é o Juiz quem condena o réu, mas sim o réu que condenou-se pelos seus próprios atos. Sim, nós mesmos é que atraímos sobre nós toda a condenação. O que você quer para você? Céu ou inferno, salvação ou condenação? A escolha está em suas mãos, porque todos pecaram e destituídos ficaram da glória de Deus.

Venha para Jesus, que nos livra da ira vindoura:

E esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dentre os mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura. 1 Tessalonicenses 1:10

E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. - João 3:19

Ai dos que justificam ao ímpio, e aos justos negam a justiça! Isaías 5:23

Ai dos que decretam leis injustas, e dos escrivães que prescrevem opressão. Isaías 10:1

E com muitas outras palavras isto testificava, e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa. Atos 2:40

Esconderei o meu rosto deles, verei qual será o seu fim; porque são geração perversa, filhos em quem não há lealdade. Deuteronômio 32:20

Corromperam-se contra ele; não são seus filhos, mas a sua mancha; geração perversa e distorcida é. Deuteronômio 32:5

Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é; Levítico 18:22

E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. Romanos 1:27

A decisão da Corte Inglesa não é caso isolado

As metas de mudanças estabelecidas pela ONU também chegaram ao Brasil e temos como exemplo as modificações estabelecidas pelo Governo Lula para o ensino anti-homofóbico nas escolas brasileiras e as novas leis de mordaça gay que tramitam nas Câmaras esperando aprovação.

O Ministério da Educação e a UNESCO aprovaram, recentemente, o Kit Gay, também chamada de Cartilha Homossexualizante, que serão implantados em toda a rede de ensino brasileira. E sequer fomos consultados pelo Governo Brasileiro sobre tais mudanças. E, por se tratarem de mudanças que mexem profundamente com a sociedade brasileira, pedem, por si só, a aprovação popular.

A lei da mordaça gay também foi ressuscitada às pressas em 2011 e retornou à pauta de votação na Câmara. Tudo orquestrado pela ONU, que estabeleceu tais modificações através de sua Comissão de Direitos Humanos, e recomendou essa meta?a todos os governos mundiais.

E o Brasil segue, assim, executando, como a Suprema Corte Inglesa, a pauta e a agenda estabelecida pela ONU, passando por cima de todos os direitos dos cidadãos normais que, agora, são considerados anormais, porque não concordam com esses absurdos.

A ONU passa por cima do direito estabelecido

Limites!

 
Limites!
Texto básico: Juízes 16: 23-31. 
Então, os príncipes dos filisteus se ajuntaram para oferecer grande sacrifício a seu deus Dagom e para se alegrarem; e diziam: Nosso deus nos entregou nas mãos a Sansão, nosso inimigo. Vendo-o o povo, louvavam ao seu deus, porque diziam: Nosso deus nos entregou nas mãos o nosso inimigo, e o que destruía a nossa terra, e o que multiplicava os nossos mortos. Alegrando-se-lhes o coração, disseram: Mandai vir Sansão, para que nos divirta. Trouxeram Sansão do cárcere, o qual os divertia. Quando o fizeram estar em pé entre as colunas, disse Sansão ao moço que o tinha pela mão: Deixa-me, para que apalpe as colunas em que se sustém a casa, para que me encoste a elas.   Ora, a casa estava cheia de homens e mulheres, e também ali estavam todos os príncipes dos filisteus; e sobre o teto havia uns três mil homens e mulheres, que olhavam enquanto Sansão os divertia.   Sansão clamou ao SENHOR e disse: SENHOR Deus, peço-te que te lembres de mim, e dá-me força só esta vez, ó Deus, para que me vingue dos filisteus, ao menos por um dos meus olhos.   Abraçou-se, pois, Sansão com as duas colunas do meio, em que se sustinha a casa, e fez força sobre elas, com a mão direita em uma e com a esquerda na outra.  E disse: Morra eu com os filisteus. E inclinou-se com força, e a casa caiu sobre os príncipes e sobre todo o povo que nela estava; e foram mais os que matou na sua morte do que os que matara na sua vida.   Então, seus irmãos desceram, e toda a casa de seu pai, tomaram-no, subiram com ele e o sepultaram entre Zorá e Estaol, no sepulcro de Manoá, seu pai. Julgou ele a Israel vinte anos. (Juízes 16: 23-31 RA) 
A sociedade Ocidental vive um momento de grande crise de valores. Desde a Proclamação dos Direitos Humanos, até o presente a nossa sociedade vem passando por várias transformações, muitos paradigmas foram quebrados, muitos padrões sociais foram mudados e com eles também muitos valores éticos e morais. Vivemos numa sociedade que está perdendo os limites. No Brasil, agora estão proibindo que os pais batam em seus filhos, sequer umas palmadas. As crianças e os adolescentes estão resguardados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Não queremos aqui afrontar a lei dos homens, mas tão somente expressar aquilo que a Palavra de Deus nos diz, como diz o apóstolo Pedro no livro de Atos: 
Chamando-os, ordenaram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem em o nome de Jesus.   Mas Pedro e João lhes responderam: Julgai se é justo diante de Deus ouvir-vos antes a vós outros do que a Deus; pois nós não podemos deixar de falar das coisas que vimos e ouvimos. (Atos 4: 18-20 RA) 
Existem vários tipos de limites, entre o físico e o moral. Muitas pessoas têm problemas com o significado da palavra “limites”. Uns acreditam que não devem impor limites aos filhos, pois eles podem crescer traumatizados, por isso, preferem nunca usar a palavra “não”.  Outros acham que estão fora de moda em estabelecer limites, pois os tempos mudaram e os padrões devem se adequar a modernidade, ainda mais quando se trata de limites morais. As pessoas acreditam que devem ser livres para fazer o que bem entendem.
Esse padrão social não deve ser o que controla o verdadeiro cristão. Nós, cristãos temos que permanecer firmes na Palavra de Deus e não nos deixarmos intimidar pelos modismos ditados pela sociedade, não estabelecendo limites para nós e nossos filhos.
A lei de Deus nos diz que devemos disciplinar os nossos filhos e se preciso usar castigos físicos não devemos nos constranger.
Vejamos alguns versículos que nos falam a respeito do assunto: 
Sabe, pois, no teu coração, que, como um homem disciplina a seu filho, assim te disciplina o SENHOR, teu Deus. (Deuteronômio 8: 5 RA)
Filho meu, não rejeites a disciplina do SENHOR, nem te enfades da sua repreensão. (Provérbios 3: 11 RA)
Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida; (Provérbios 6: 23 RA)
O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina.(Provérbios 13: 24 RA)
 A estultícia está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a afastará dela. (Provérbios 22: 15 RA)
Não retires da criança a disciplina, pois, se a fustigares com a vara, não morrerá. (Provérbios 23: 13 RA)
A vara e a disciplina dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe(Provérbios 29: 15 RA)
E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor. (Efésios 6:4 RA)
 e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (1 Timóteo 3:4 RA) 
Na história de Sansão podemos observar como ele ultrapassou os limites estabelecidos por Deus. No início da história, vemos que era um homem grato a Deus com uma força inigualável. Além disso, era um líder do povo de Israel. Todavia, Sansão cometeu um deslize fatal. Ele se esqueceu Deus e deixou-se enveredar pelo caminho da sedução.
Havia uma determinação de Deus para que os Israelitas não tomassem para si com esposas dentre as filhas da terra de Canaã. 
  E meu senhor me fez jurar, dizendo: Não tomarás esposa para meu filho das mulheres dos cananeus, em cuja terra habito; (Genesis 24:37 RA). 
Sansão não respeitou os limites estabelecidos por Deus e teve de arcar com desastrosas consequências .
Ele foi desobediente aos pais ao escolher para se casar uma das filhas dos filisteus. 
Desceu Sansão a Timna; vendo em Timna uma das filhas dos filisteus, subiu, e declarou-o a seu pai e a sua mãe, e disse: Vi uma mulher em Timna, das filhas dos filisteus; tomai-ma, pois, por esposa. Porém seu pai e sua mãe lhe disseram: Não há, porventura, mulher entre as filhas de teus irmãos ou entre todo o meu povo, para que vás tomar esposa dos filisteus, daqueles incircuncisos? Disse Sansão a seu pai: Toma-me esta, porque só desta me agrado. (Juízes 14:1-3 RA) 
A falta de limites nos afasta de Deus. no entanto, é preciso lembrar que não é o limite físico que nos impede de chegar a Deus, mas o limite moral. O desvio de nossa conduta, para longe da vontade divina é uma afronta a santidade de Deus. Quando preferimos obedecer a vontade do homem e não a de Deus, nos afastamos Dele. Todas as vezes que ultrapassamos os limites de Deus para nossa vida, ou seja, quando pecamos, corremos o risco de não mais alcançarmos sua graça.  
A carta aos Hebreus nos esclarece sobre a questão da disciplina. 
  Ora, na vossa luta contra o pecado, ainda não tendes resistido até ao sangue e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado; porque o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe.   É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?   Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos.   Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos; não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos?   Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia; Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade.   Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza; ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça. (Hebreus 12:4-11 RA). 
Quando somos desobediente à Deus e não aceitamos Sua disciplina nos dispomos a viver deliberadamente no pecado, e se assim vivermos sofreremos a consequência de nossos atos. 
Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários. (Hebreus 10: 26-27 RA) 
Apesar da misericórdia de Deus, não podemos brincar com Sua Justiça e Santidade. Por isso, precisamos respeitar os limites estabelecidos por Ele.
Nós, cristãos, não podemos alegar ignorância, pois conhecemos a Palavra. 
Por isso, cingindo o vosso entendimento, sede sóbrios e esperai inteiramente na graça que vos está sendo trazida na revelação de Jesus Cristo. Como filhos da obediência, não vos amoldeis às paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância; (1 Pedro 1:13-14 RA)