Conforto para o Tentado
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"Não vos sobreveio tentação que não fosse humana, mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação dará também o meio de saída, para que a possais suportar " (I Coríntios 10.13)
(Ao dizer “tentação que não fosse humana” o apóstolo não está se referindo à fonte da tentação, pois sabemos que há tentações que são originadas do diabo, mas à nossa capacidade de suportá-las humanamente se falando; ou seja, por exemplo, não são tentações cuja natureza somente os anjos poderiam suportar – nota do tradutor)
Os filhos de Deus estão sujeitos à tentação, alguns deles são tentados mais do que outros. Se alguém pudesse ter escapado, certamente teria sido "o primogênito entre muitos irmãos", mas você vai se lembrar como Jesus foi guiado pelo Espírito, diretamente das águas do batismo, ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E o apóstolo Paulo nos informa que Ele "em tudo foi tentado como nós somos, mas sem pecado." Verdadeiramente, o Senhor Jesus pode dizer para nós que somos Seus seguidores: "Se eu, vosso Mestre e Senhor, tenho sido tentado, você não deve esperar escapar à tentação, porque o discípulo não está acima do seu mestre, nem o servo acima do seu Senhor."
O fato de que somos tentados deveria humilhar-nos, pois é a triste evidência de que há pecado ainda permanecendo em nós.
O homem que acredita que é perfeito nunca pode orar a Oração do Senhor - ele deve oferecer uma de sua própria criação, pois nunca estará disposto a dizer: "Não nos deixeis cair em tentação." Mas, amados, porque o diabo acha que valeria a pena tentar-nos, podemos concluir que há algo em nós que é sujeito à tentação - que o pecado ainda habita lá, apesar de que a Graça de Deus tenha renovado os nossos corações.
A razão para a apresentação da petição: "Não nos deixeis cair em tentação." deve ser porque nós somos muito fracos e frágeis. Pedimos para que não possamos ser sobrecarregados, para que a nossa carga não seja forte, e rogamos que não tenhamos o pecado colocado diante de nós, em quaisquer de suas formas atraentes, pois, muitas vezes, a carne empresta força do mundo e até mesmo do diabo! E essas potências aliadas seriam demais para nós, a menos que a Onipotência de Deus, seja exercida em nosso nome para nos segurar para não cairmos.
Alguns filhos de Deus, a quem eu conheço, ficam muito perturbados, porque eles são tentados. Eles acham que poderiam suportar a provação se ela fosse dissociada do pecado, embora eu não vejo como possamos, como regra geral, ter a provação separada da tentação, porque cada provação que vem a nós tem em si algum tipo de tentação.
Nós somos tentados pelas nossas misericórdias e somos tentados pela nossa miséria, isto é, tentado no sentido de sermos provados por elas, mas, para o filho de Deus, a coisa mais grave é que, às vezes, ele é tentado a fazer ou dizer coisas que ele absolutamente odeia.
Sim, até mesmo quando você está em oração, pode ter pensamentos que sejam exatamente o oposto do que é devocional, vindo misturados em seu cérebro.
Essas tentações são terrivelmente dolorosas para um filho de Deus. Ele não pode suportar o sopro envenenado do pecado e quando ele descobre que o pecado está batendo à sua porta, gritando sob a sua janela, perturbando-o dia e noite, então ele fica extrema e gravemente perturbado.
Uma pessoa deve se lembrar que não há pecado em ser tentado. O pecado é do tentador, não do tentado.
Você não é, evidentemente, condenável por pensamentos que lhe entristecem - eles podem provar que o pecado ainda permanece em você, mas não há nenhum pecado em ser tentado. O pecado está em você ceder à tentação, mas será bem-aventurado se você pode levantar-se contra ele. Se você pode vencê-lo, se o seu espírito não se rende a ele, você deve mesmo ser abençoado através deste processo! "Bem-aventurado o homem que suporta a provação". Há uma bem-aventurança, mesmo na tentação e embora por enquanto não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza, no entanto, mais tarde, produz fruto abençoado para aqueles que são exercitados.
Além disso, há coisas piores no mundo do que ser tentado com tentações dolorosas. É muito pior ser tentado com uma agradável tentação e ser sugado para dentro da boca do destruidor - ser conduzido ao longo da corrente suave, e depois ser arremessado sobre a catarata.
Isso é terrível, mas lutar contra a tentação, isso é bom. Digo mais uma vez que há muitas coisas piores do que ser provado com uma tentação que desperta toda a indignação de seu espírito.
A força para vencer a tentação vem de Deus, sozinho, e o nome do vencedor é o nome de Jesus Cristo! Portanto, vá em frente nessa força e nesse nome contra todas as suas tentações.
Oh, o que palavra abençoada é esta: "Deus é fiel!" Portanto, Ele é fiel à sua promessa. Uma das promessas de Deus é: "Eu nunca te deixarei, nem te desampararei." "Deus é fiel", assim ele vai cumprir a promessa! Aqui está uma das promessas de Cristo, e Cristo é de Deus. "As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem, e eu lhes dou a vida eterna, e nunca hão de perecer, nem qualquer homem as arrancará da minha mão." "Deus é fiel", porque a promessa será cumprida! Você tem ouvido muitas vezes essa promessa, "como os teus dias, assim será a tua força." Você acredita nisso, ou você vai fazer de Deus um mentiroso? Se você acredita, então expulse de sua mente todos os pressentimentos sombrios com esta pequena frase abençoada, "Deus é fiel".
Observe, a seguir, que Deus não é somente fiel, mas Ele é o dono da situação, de modo que possa manter sua promessa. Observe o que diz o texto. "não permitirá que sejais tentados além das vossas forças." Então você não poderia ter sido tentado se Deus não tivesse permitido que isso acontecesse com você. Deus é infinitamente muito mais poderoso do que Satanás. O diabo não pode tocar Jó, exceto com permissão divina, nem pode tentá-lo, exceto com o que Deus lhe permite. Ele deve ter uma autorização do Rei dos reis, antes que ele possa tentar um único santo!
E sem a permissão de Deus, o cão do inferno não pode sequer abrir a boca para latir para um filho de Deus, e muito menos que ele possa vir e se lançar sobre qualquer das ovelhas que o Senhor chamou pela sua graça em Seu aprisco! Assim, então, Amado, você tem uma grande causa para conforto no fato de que a tentação que lhe tenta ainda está sob o controle do fiel Criador "que não permitirá que seja tentado além do que você é capaz de suportar."
Há também grande bondade da parte de Deus na continuidade de uma provação. Se algumas das nossas aflições durassem muito mais tempo, elas seriam muito pesadas para nós suportarmos.
Um outro conforto que encontramos no nosso texto relaciona-se com a ajuda que o Senhor dá ao tentado "Deus é fiel, que ... com a tentação dará também o meio de escapar."
O original grego diz, “que com a tentação dará também o meio de escapar", pois há mais de vinte maneiras impróprias para escapar e ai do homem que faz uso de alguma delas! Mas só há uma maneira correta de escapar de uma tentação e esse é o caminho reto, o caminho que Deus fez para Seu povo viajar. Deus fez através de todos as tentações o caminho pelo qual Seus servos possam justamente sair delas.
Quando os jovens judeus foram julgados por Nabucodonosor, havia um caminho pelo qual eles poderiam ter se mantido fora da fornalha de fogo ardente. Eles tinham apenas que curvar os joelhos diante da grande imagem. Essa maneira de escapar nunca teria sido uma solução, pois não era o caminho certo! O caminho para eles era serem jogados na fornalha e lá tiveram o Filho de Deus, que passeava com eles no meio do fogo que não poderia queimá-los! Da mesma maneira, quando você está exposto a qualquer tentação, vigie para que você não tente fugir dela de uma maneira errada.
Observe especialmente que o caminho certo é sempre o de Deus e, portanto, qualquer um de vocês que agora estão expostos à tentação ou tribulação não tentem criar a sua própria maneira de escapar delas. Deus, e somente Deus, tem que fazer isso para você, então não tente fazê-lo por si mesmo.
"Fique parado, e vede o livramento do Senhor."
Mantenha-se afastado do pecado, da tentação e você não precisa temer o sofrimento da tentação.
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domingo, 2 de outubro de 2016
Conforto para o Tentado
SETE VERDADES SOBRE A TENTAÇÃO
SETE VERDADES SOBRE A TENTAÇÃO
Base Bíblica: Tg 1.13-15
“Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta.”
“Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta.”
Vamos estudar Tiago 1, do versículo 13 ao 15, que trata a respeito da tentação. É importante observar, porém, o versículo 12, que enfatiza a necessidade de perseverar na provação para ser aprovado. Nesse versículo, a palavra grega que é traduzida em algumas versões como “provação” tem a mesma raiz da palavra “tentação” do versículo 13. Aqui, podemos dizer que provação e tentação têm o mesmo significado. A diferença entre as duas está no fato de que a origem e o objetivo de cada uma são diferentes. A provação vinda de Deus terá sempre o objetivo de nos fortalecer e fazer crescer. Já a tentação tem origem na cobiça e pode ser induzida pelo diabo; o objetivo dela é o de nos fazer cair e pecar. Conforme João 10.10, o diabo vem somente para roubar, matar e destruir. Por isso, é importante conhecer o que é tentação.
1. Verdades sobre a natureza da tentaçăo (Tg 1.13-14)
1.1 Inevitável
As principais versões da Bíblia em língua portuguesa indicam que todos passarão por tentações (Tg 1.13). A questão não é “se”, mas “quando” vamos ser tentados. Nem uma tradução portuguesa cogita como possibilidade, elas afirmam “quando for tentado”. O nosso primeiro desafio em relação à tentação é entender que estamos sujeitos a ela a todo momento. Precisamos prestar atenção continuamente. Ninguém pode dizer que não passa por tentação, pois é naturalmente humana. “Não vos sobreveio tentação que não fosse humana” (cf. 1Co 10.13). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (cf. 1Co 10.12).
1.2 Maligna
A afirmação de que Deus não pode ser tentado pelo mal salienta o caráter bondoso de Deus. A natureza santa de Deus é solidificada no bem, e o mal é incapaz de seduzi-Lo. Habacuque 1.13 revela que a bondade de Deus é inabalável, a ponto de Ele sequer poder olhar o mal. Tiago afirma no versículo 13 que “Deus não pode ser tentado pelo mal”.
Entendamos que, ainda que o diabo tente uma pessoa, ela só cairá se ceder. A tentação surge da cobiça, e isso é inviável para Deus. Ele é o Dono de tudo (cf. Sl 24.1), de forma que não há o que cobiçar. Além disso, o décimo mandamento de Deus diz: “Não cobiçarás” (Êx 20.17), e Deus não pode negar a Si mesmo (cf. 2Tm 2.13). A tentação, sendo o caminho do mal, é totalmente contrária à natureza de Deus.
1.3 Humana
Deus não é o responsável pela tentação; Ele não tenta ninguém (Tg 1.13). A tentação tem por objetivo fazer pecar, induzir ao erro. Não lemos na palavra que Deus é o tentador, mas o diabo é assim chamado (cf. Mt 4.3 e 1Ts 3.5). Esse papel é do diabo, não de Deus. Imaginar que Deus nos induz ao mal é contrariar a natureza divina Dele. Deus é bom (cf. Sl 136.1).
No nosso desejo de nos livrar da culpa do pecado, acabamos cometendo outro erro: atribuir ao diabo todas as nossas culpas. Porém, embora o diabo seja chamado de tentador, a Bíblia atribui o problema à cobiça humana e não à tentação diabólica (Tg 1.14). Nenhum efeito teria a tentação diabólica se não houvesse a cobiça humana, pois, como vimos antes, não nos vem tentação que não seja humana e cada um é tentado pela própria cobiça.
1.4 Identificável
Embora o nome de “tentador” seja atribuído ao diabo, vimos que o maior problema da tentação não é o diabo, e sim os nossos desejos. Conforme Douglas J. Moo, em seu comentário sobre o livro de Tiago, a ideia de “atrair e seduzir” é “caçar e pescar”. É preciso atrair o animal para a armadilha, seduzir o peixe com a isca. Lembremo-nos de que o animal vai até a armadilha, e o peixe vai até o anzol atraído por uma necessidade legítima de se alimentar. Assim também, alguns desejos nossos têm fundamentos legítimos como o desejo de comer, beber, descansar, mas que podem se tornar pecaminosos se nos atraírem e nos seduzirem.
Moo ainda mostra que a palavra “cobiça”, traduzida algumas vezes como concupiscência, vem do grego epithymia e pode algumas vezes significar um desejo legítimo como em Lucas 22.15 e Filipenses 1.23. Por isso, é importante exercitar o fruto do Espírito (Gl 5.23), que inclui o domínio próprio. Lembre-se de que as piores tentações são aquelas que estão ligadas às necessidades legítimas.
Quais áreas da sua vida você acredita serem inofensivas? Até mesmo as vontades do dia a dia podem ser ciladas para o pecado: namorar; divertir-se; ter dinheiro, amigos; sair; passear; viajar; ser popular. Na maioria das vezes, nós armamos essas ciladas para nós mesmos. Você sabe qual é a natureza de seus desejos, portanto, esteja alerta! Não subestime uma tentação!
2. Verdades sobre o caminho da tentaçăo (Tg 1.15)
2.1 Escala: pecado
A tentação se encarrega de anunciar, propagar, oferecer, estimular a prática do pecado. A cobiça é a mãe do pecado, ela o concebe e o dá à luz. Muitos alimentam a cobiça pensando que podem suportar a tentação. Assim, acabam por cair na armadilha da cobiça.
Sinônimo de “conceber”, neste contexto, é “consentir”, “permitir”. A partir do momento em que a pessoa consente ou permite a cobiça, estará naturalmente permitindo a entrada do pecado. E o pecado pode ser muito sutil. Se nos entregarmos aos prazeres da comida, poderemos nos tornar glutões; se consentirmos com a bebida alcoólica, poderemos ser dominados por ela; se nos deixarmos levar pelo descanso, poderemos nos tornar preguiçosos.
2.2 Destino: morte
O objetivo e a consequência final do pecado é sempre a morte. Foi assim desde o início com a serpente no jardim do Éden. Antes mesmo da consumação do pecado, a morte havia sido dada como sentença condenatória de Deus sobre o pecado (cf. Gn 2.17). No dia em que pecaram, Adão e Eva morreram espiritualmente (cf. Rm 5.12), pois foram separados da intimidade com Deus, que é a fonte da vida. A morte física veio depois para confirmar o que já havia ocorrido espiritualmente no ser humano. Pela falta de disciplina (obediência a Deus), ocorre a morte (Pv 5.22-23).
2.3 Alternativa: fuga
Precisamos resistir ao diabo, mas devemos fugir das nossas paixões (cf. Tg 4.7; 1Co 6.18; 2Tm 2.22). É muito difícil vencermos sozinhos o nosso próprio instinto. Paulo sentiu isso na pele. Por mais que ele quisesse fazer o bem, realizá-lo estava além de sua capacidade como ser humano (cf. Rm 7.15-25). A razão é que nossa natureza humana foi corrompida pelo pecado, e somente por meio do sacrifício de Jesus podemos ser purificados e deixar de ser escravos do pecado (cf. Rm 6.20,22).
Com Jesus, somos capazes de evitar o pecado, e a melhor forma de fazer isso diante de nossa própria cobiça é fugirmos. A cobiça só tem dois fins: ou é saciada, ou é abandonada. A melhor forma de abandonar a cobiça é afastar-se daquilo que é cobiçado. Ninguém nunca disse que tal atitude seria fácil. Jesus nos diz que existem dois caminhos a seguir: um que leva à vida; outro que leva à morte. O caminho da vida é apertado e difícil de entrar (cf. Mt 7.13-14); para o trilharmos, temos que estar dispostos a negar a nós mesmos (cf. Mt 16.24). Essa é a única rota de fuga da tentação.
O que você tem perdido por causa do pecado: sonhos, amigos, oportunidades, família, ministério? Quantas dessas coisas poderiam ter sido salvas se você abrisse mão de alguns desejos egoístas e buscado seguir o que Jesus nos ensinou? O momento certo para se arrepender e sair de um abismo é antes de cair nele. Antes que seja tarde demais.
Conclusão
A tentação é um problema provocado por nós e não por Deus. O diabo é o tentador, mas está em nós cair na tentação e pecar. O desafio é reconhecer nossa vulnerabilidade, nossa fraqueza, e vencê-la. Não temos condições de enfrentar a tentação, pois somos fracos diante de nossos próprios desejos. Portanto, a única forma de vencer a tentação é fugir dela.
Mas fugir do que nos atrai exige força espiritual. Por isso precisamos buscar forças no único que foi tentado, mas nunca pecou: Jesus Cristo (cf. Hb 4.15). Alimentemo-nos da palavra de Deus e cuidemos (cf. 1Tm.4.16), pois o mal que o tentador sugerir só terá efeito se nos deixarmos levar por ele!
O PECADO NÃO TERÁ DOMÍNIO SOBRE VÓS!
O PECADO NÃO TERÁ DOMÍNIO SOBRE VÓS!
Romanos 6:14 “Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça.”
Muitos me escrevem e perguntam qual é o papel do pecado na teologia da genuína Graça de Deus?
Uma outra pergunta muito comum é: Se um crente, nascido de novo, peca e não se arrepende, e se Jesus, nesse ínterim, vem, ele fica ou vai?
Há ainda uma terceira: O pecado pode separar um cristão de Jesus Cristo?
Há uma pergunta muito constante: Pode uma pessoa pecar e pecar e pecar e pecar e ficar tudo bem, como se diz na gíria, numa boa?
Queria mostrar o que a Bíblia diz. Não gosto de pensamentos humanos, de raciocínios falazes, de tradições. A tradição erra. O próprio Cristo não pôde fazer muitos milagres por causa da tradição. A tradição anula a Palavra. Vamos ver o que diz a Palavra “Porque o pecado não terá domínio sobre vós;…”. Aqui está a primeira resposta: o pecado não terá domínio sobre nós.
Na lei, o pecado tinha domínio e escravizava, tanto que era necessário, uma vez por ano, o sacerdote entrar no santuário, no Santo dos santos, para aspergir sangue sobre a arca pedindo perdão dos pecados. Mas na Graça, o que Jesus veio fazer? Ele pegou os nossos pecados, a maldição, a doença, o castigo e os encravou na cruz do Calvário.
Isso é um grande privilégio, mas é também uma grande responsabilidade.
Um dos primeiros pensamentos que surge quando se conhece essa verdade é que, já que é assim, podemos pecar à vontade. Só que esse é o raciocínio humano, carnal, é a lógica de quem não conhece a Bíblia. Essa mesma afirmação foi feita quando Paulo ensinou o que agora eu transmito. E ele respondeu em Romanos 6:1-2 “Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?”
Então, vamos continuar pecando para que a Graça seja abundante? Vejamos o que Paulo responde: “…de modo nenhum.”
Muitas pessoas, por não conhecerem a Bíblia, pensam que vão poder continuar pecando só porque são predestinadas e não perdem a salvação. Que tipo de pensamento é esse, senão diabólico?
No momento em que Jesus chega à vida de uma pessoa, que é eleita, que é escolhida, que é predestinada, aquelas influências do príncipe das potestades do ar, aquela natureza da ira e aquela velha natureza têm que morrer. Cristo passa a estar em primeiro lugar, passa a ser o primaz na sua vida. E o pecado? O pecado não pode ter mais domínio sobre a sua vida.
Agora, a mentalidade religiosa, quando ouve dizer que o pecado não tem mais domínio, pensa logo em poder pecar. Vou dizer uma coisa: toda pessoa que pensa dessa forma nunca foi crente.
Quando uma pessoa não conhece a Bíblia e se mete no Velho Testamento, em Crônicas, em Reis, no Pentateuco, sem conhecer as 14 Epístolas de Paulo, sem ser cortado pela Graça, sem conhecer o que é carne e o que é espírito, pode incorrer nesse erro.
O Velho Pacto era para a carne. O Novo Pacto é para o espírito. Romanos 6:12 “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões;”.
A nossa verdadeira identidade é espírito, e no espírito o inimigo não pode tocar. Onde ele pode lançar dardos? Na carne, na mente, nos pensamentos. E atitude carnal não pode invalidar o que Jesus fez, eternamente, no espírito. Se isso fosse possível, o Sangue de Jesus seria igual ao de bodes, de touros ou de galinhas. O inimigo não pode tocar mais na nossa verdadeira identidade, que é espiritual. A carne não pode invalidar o espiritual. Fomos livres da maldição. Lê Gálatas 3:13.
Estamos mortos ao pecado. 1 Pedro 2:24 “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados.”
Não entendo o porquê de uma pessoa, que saiu das garras de Satanás para a luz, ainda ter na mente a idéia de pecado. Ou a pessoa nasceu de novo ou não nasceu! Agora, precisamos nos ver como justos, pois tudo o que fazia parte da nossa vida antes de confessarmos Jesus ficou para trás. Diz Colossenses 1:13-14 “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, no qual temos a redenção, a remissão dos pecados.”
Ele não nos libertará se merecermos. Não é assim! Ele já nos libertou!
A pessoa que não tem nenhum compromisso com Deus, é louca: bebe, fuma, baila, cheira, injeta e adultera. Mas no momento em que Jesus Cristo, o Senhor, passa a governar a sua vida, ela sai do império das trevas.
O mundo tradicional não gosta disso porque o que mais um pregador, que não conhece a Graça de Deus, gosta de fazer, é manipular as pessoas com a possibilidade delas morrerem e irem para o inferno.
Paulo disse em Colossenses 3:5-7 “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]. Ora, nessas mesmas coisas andastes vós também, noutro tempo, quando vivíeis nelas.”
Noutro tempo, andávamos! E no tempo de hoje? Não andamos mais. Por causa da nossa postura de homens e mulheres de Deus, não podemos ser iguais aos ímpios. Precisamos fazer morrer a nossa natureza terrena. Essa é a nossa responsabilidade!
Andamos no mundo, e ele é cheio de perversidade. Por isso, se deixamos o mundo entrar na nossa cabeça, damo-nos mal. É nossa responsabilidade dizer não.
Diz em 1 João 5:18 “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o Maligno não lhe toca.”
Pode um nascido de Deus mentir? Não, não pode. A nossa mente é outra. O nosso coração foi circuncidado. A mente é a de Cristo. Tanto é verdade que, se a pessoa foi possuída por Satanás no passado, hoje, ela é possuída por Cristo. É propriedade exclusiva de Deus.
Não temos mais espírito de escravidão na nossa vida. Ele diz que o diabo não pode nos tocar. Não pode!
Diz em 1 João 3:8-10 “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio. Para isto se manifestou o Filho de Deus: para destruir as obras do diabo. Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus. Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama a seu irmão.”
O que o filho de Deus veio fazer? Tirar a maldição, o pecado, o castigo, destruir as obra do diabo. Por isso, um crente espiritual, maduro, não pode viver na prática do pecado. O fruto do Espírito é amor, bondade, misericórdia, mansidão, domínio próprio, contra essas coisas não há lei.
Diz 1 Coríntios 6:9-11 “Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.”
Quer dizer que Deus odeia o pecado do homossexualismo. E se uma pessoa, que está nessa prática, vier à igreja e se converter? Nasceu de novo. Pode voltar a essa prática? Não. E se voltar? Ou nunca foi convertido, ou está indo contra a Palavra de Deus, sujeita à disciplina, correção e açoite, que pode ser uma morte prematura.
Agora, se alguém crente, não se arrepende e Jesus volta. Como fica o caso dessa pessoa? Amado, vou falar sobre arrependimento. Porque esta é outra coisa que vejo sempre: as mesmas pessoas nos apelos.
Devemos nos sentir livres do pecado do passado, do presente e do futuro. Há pastores que não sabem que o pecado não tem mais domínio sobre eles, uma vez que estão debaixo da Graça e não da lei.Hebreus 10:14 “Porque, com uma única oferta, aperfeiçoou para sempre quantos estão sendo santificados.” Em Cristo, estamos perfeitos.
Quando essa perfeição começa a se manifestar? 2 Coríntos 7:9-11 “agora, me alegro não porque fostes contristados, mas porque fostes contristados para arrependimento; pois fostes contristados segundo Deus, para que, de nossa parte, nenhum dano sofrêsseis. Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar; mas a tristeza do mundo produz morte. Porque quanto cuidado não produziu isto mesmo em vós que, segundo Deus, fostes contristados! Que defesa, que indignação, que temor, que saudades, que zelo, que vindita! Em tudo destes prova de estardes inocentes neste assunto.”
Existe uma tristeza que gera arrependimento, que é Deus quem dá. Quando uma pessoa é ovelha e está ai fora, e vive aqui e ali, há uma hora que lhe dá uma tristeza, uma agonia, um mal estar para arrependimento, que só se dá uma única vez. Então, para a salvação, arrependemo-nos uma vez e para sempre. No dia em que nos arrependemos, recebemos o Espírito Santo, fomos selados, batizados, ungidos, ficamos cheios de Deus, transbordamos do Espírito, embriagamo-nos do Espírito. E, quando alguém se arrepende, fica inocente diante de Deus. Mas se pecar, já como inocente, vem tristeza de morte! Portanto, não precisa o salvo se arrepender todos os domingos para a salvação. E por que isso acontece? Porque as pessoas têm pouca certeza da salvação. Porque não estão vivendo o Novo Pacto. Agora, quando uma pessoa não conhece essas verdades, fica como diz Efésios 4:14 “para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro.”
De Cristo, nem o diabo, nem Deus podem nos tirar. Por quê? Porque os dons e a chamada são irrevogáveis. O que falta à igreja de Jesus é conhecer a verdade bíblica. Lê Oséias 4:6.
Se fosse possível voltarmos ao lugar que estávamos antes de confessarmos Jesus como Senhor e Salvador, a ressurreição de Cristo seria destruída, Jesus teria que voltar, teria quer ir para o túmulo e ressuscitar.
Foi Deus quem mandou Paulo ensinar em Romanos 8:38-39 “Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.” Incluindo os pregadores.
Quem faz mal ao povo são os pregadores. Os que não têm o temor de Deus. Quem é que nos pode separar de Jesus? Ninguém!
Muitas pessoas vivem como salvos, mas ainda estão com a sua carne forte. Estão sempre debaixo de disciplina, de correção, de açoite, e, muitas vezes, até com morte prematura.
Diz Romanos 8:33 “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica.”
Todos somos suscetíveis a altos e baixos, lutas e adversidades, questões e dúvidas. Todavia, gostaria que tivesses a convicção do que estou ensinando.
Diz Hebreus 6:4-6 “É impossível, pois, que aqueles que uma vez foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro, e caíram, sim, é impossível outra vez renová-los para arrependimento, visto que, de novo, estão crucificando para si mesmos o Filho de Deus e expondo-o à ignomínia.”
Da posição de salvo não podemos sair. Se saíssemos, o Sangue de Jesus não teria valor.
Guarda esta palavra: é impossível. É impossível renovar outra vez. Por quê? Porque, quando recebemos a primeira renovação, recebemos a última, a única. Se fosse possível um pecado nosso destruir a obra de Jesus, o cristianismo não existiria.
É impossível renovar outra vez. Por quê? Porque, quando uma pessoa recebe o perdão, recebe-o para sempre. É impossível perder a posição inicial, senão, Cristo teria que morrer outra vez. Quando Ele nos perdoou, foi para sempre.
É impossível renovar outra vez. Por quê? Porque a primeira vez é para sempre.
Diz Hebreus 10:26-27 “Porque, se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados; pelo contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vingador prestes a consumir os adversários.”
Recebemos o pleno conhecimento, somos salvos, estamos na igreja, conhecemos a eleição, a predestinação, temos o selo do Espírito e provamos o poder de Deus. E se pecarmos? O que acontece? Nenhum pecado pode destruir o valor do Sangue de Cristo. O plano de Jesus é perfeito. Ele não veio perder a viagem. Ele não veio morrer, expor-se à ignomínia, à vergonha, sofrer, para perder a viagem. Contudo, se a pessoa, voluntariamente, pecar, sentirá expectação de juízo e fogo.
O que é expectação?
Não sei se todos já passaram por isso, mas a verdade é que, quando um crente salvo peca, deliberadamente, pois há pecado sem dolo, Deus permite que portas comessem a se fechar, a vida não dá certo, não progride.
Ninguém, por si mesmo, pode salvar-se. Jesus veio buscar o que se havia perdido. Quer dizer, então, que, quando uma pessoa peca deliberadamente, não dorme, tem pesadelo, tudo dá errado, fecham-se as portas, o dinheiro não chega, vem doença. Bem! A pessoa está debaixo de expectação. Expectação de juízo e fogo. O crente errou um pouquinho, já vem expectação de juízo e fogo. Porque Deus não quer mau testemunho sobre a Terra. O convertido sabe que, se semear, vai colher. Quem semeia na carne colhe corrupção. Se nos portamos injustamente, se semeamos divisões, se não abominamos o que Deus abomina, se nos contaminamos com outras situações, vamos pagar por isso.
Então, amado, quem é nascido de novo, tem domínio, porque, se não tiver domínio, sabe que Deus disciplina, corrige e açoita. Diz Hebreus 12:7-8 “É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige? Mas, se estais sem correção, de que todos se têm tornado participantes, logo, sois bastardos e não filhos.”
Deus disciplina o filho que ama. Para quê? Para que ele participe da Sua santidade.
Diz João 8:5-11 “E na lei nos mandou Moisés que tais mulheres sejam apedrejadas; tu, pois, que dizes? Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo. Como insistissem na pergunta, Jesus se levantou e lhes disse: Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. E, tornando a inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais.]”
Agora, vou te dar uma receita: o elixir da felicidade, do bem-estar da vida, da paz, da prosperidade, das finanças prósperas. Tu vais amar todo mundo, vais ficar feliz. O que deves fazer? Não pecar mais.
Qual o papel da igreja de Jesus?
Quando o pai briga com o filho, ele corre para a mãe. Com Deus também é assim. Ele disciplina, corrige e açoita, e vamos para a mãe. Quem é a mãe? É a igreja. A igreja faz o papel da mãe. Ela dá cobertura, mas diz que o pai tem razão. Ela não tira a força do pai. O pai tem razão!
Diz o Salmo 89:31:33 “se violarem os meus preceitos e não guardarem os meus mandamentos, então, punirei com vara as suas transgressões e com açoites, a sua iniqüidade. Mas jamais retirarei dele a minha bondade, nem desmentirei a minha fidelidade.”
Portanto, amado, o pecado não tem mais domínio sobre nós. Quem tem domínio é Jesus Cristo. É o Espírito Santo que trabalha em nossa vida. Temos uma Aliança com Deus e ninguém, nem Deus pode destruí-la. O pecado não tem mais domínio sobre nós!
Fugindo da Aparência do Mal
Fugindo da Aparência do Mal
A bíblia diz: Abstende-vos de toda a aparência do mal. (1 Tessalonicenses 5:22)
Paulo ensina a igreja de Tessalônica os responsabilizando, incumbindo e comissionando para que fujam, fiquem fora e se abstenham de toda a aparência do mal. Note que ele diz que nós cristãos devemos nos abster não apenas de algumas ou da maioria, mas de TODA a aparência do mal.
Note também que ele não está dizendo que devemos nos abster simplesmente do que é mal, mas também de tudo o que APARENTA ser mal. Por vezes, poderá até não ser o mal mas por temor e obediência a Deus e medo de desagradá-lo, nos afastamos até do que aparenta ser mal e não sabemos ao certo (não precisamos checar para nos certificarmos; provarmos se algo é mal ou não).
Note também que ele não está dizendo que devemos nos abster simplesmente do que é mal, mas também de tudo o que APARENTA ser mal. Por vezes, poderá até não ser o mal mas por temor e obediência a Deus e medo de desagradá-lo, nos afastamos até do que aparenta ser mal e não sabemos ao certo (não precisamos checar para nos certificarmos; provarmos se algo é mal ou não).
Outrossim: Jó era um homem que agradava a Deus. Sua vida era uma adoração ao Senhor.
Por ser uma adoração ambulante com seu estilo de vida, Deus também aceitava seus sacrifícios. E foi por exatamnete isso que ele foi provado: porque era um homem bom. A prova é o caminho para as gigantescas bênçãos de Deus.
Os ímpios não são provados. Não precisam, pois nunca degustarão a excelência de Deus em suas vidas.
Os ímpios não são provados. Não precisam, pois nunca degustarão a excelência de Deus em suas vidas.
MAS OBSERVE: A Bíblia diz que Jó "agradava a Deus". Por quê?
“Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e era este homem íntegro, reto e temente a Deus e desviava-se do mal.” (Jó 1:1)
Resposta: Porque ele se desviava do mal!
Ele não apenas procurava não fazer o que é mal aos olhos de Deus, mas ele se antevinha com precaução ao caminho que possuía o mal. Exatamente: ele fugia da aparência do mal.
Desconfie de si mesmo! Nunca diga: “Ah, Eu nunca faria isso. Eu tenho controle!. Eu aguento. Eu sei o que estou fazendo.”
Não confie em si mesmo. Confie no SENHOR.
A Bíblia também diz:
Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor! (Jeremias 17:5)
Esse versículo é normalmente interpretado TOTALMENTE errado. A Bíblia não diz que é pecado confiar em alguém. A Bíblia diz que é pecado depositar a sua confiança EM SI MESMO. “Maldito o homem que confia no (próprio) homem. Que faz da carne o seu braço...”
Portanto, tome cuidado com algumas coisas.
Beber vinho é pecado?
Resposta: A Bíblia não fala sobre isso. Ela condena a embriaguez.
Porém aí entra em cena a qualidade de vida espiritual que você deseja para você mesmo: o que você vai escolher?
“Eu tenho controle!” (Talvez você diga). Que tal se apartar da aparência do que é mal?
Por que precisamos checar o quão perto do precipício conseguimos chegar?
Conhecia um pastor que dizia: o que você precisa para tomar o segundo copo? – Resposta: o primeiro. Verdade! Verdade.
O sábio se aparta da aparência do que é mal. Ele se afasta do mosto. Da cevada levedada também.
Normalmente nessas horas as pessoas gostam de justificar seus erros apoiando-se nos erros dos outros, dizendo: “Se é pecado beber vinho, por que não deixamos também a hipocrisia?” – verdade! Porém um erro não justifica outro. Simples assim.
Existem alimentos e líquidos que causam dependência. Tudo isso deve ser evitado.
A Bíblia é contra a embriaguez, que na verdade, pode ser toda fuga do estado de domínio da consciência. Um bom exemplo disso são as drogas.
Tome cuidado também com o cafezinho. Sabe aquele inofensivo cafezinho que se você não tomar umas 5 xicrinhas por dia ficará com enxaqueca, tremedeira e outras coisas mais? Isso se chama dependência.
Tome cuidado com os remédios alucinógenos. Os tarjas pretas indutores do sono. Muita gente está verdadeiramente presa ao Rivotril e coisas desse tipo. Quer fugir da ansiedade e dos problemas? Por que não criar em sua vida de oração o seu refúgio particular?
Aqui podemos levantar outra pergunta: Por que fugimos do altar da oração? – Porque é difícil orar! Orar necessita de humilhação.
Fujamos também das rodinhas de fofoca. Das conversas da vida alheia na mesa do jantar.
Da risadaria sem limites éticos. “Tudo pode em nome de uma boa risada”; Não senhores!
Quantas pessoas já não ofendemos com certas piadinhas em momentos que não soubemos parar?
Fujamos das brigas. Como gostamos de brigas! Como fazemos tudo para entrar em uma! Como gostamos de ter razão! NÃO ABRA MÃO DA PAZ! ENQUANTO FOR POSSÍVEL!
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