12 características das seitas
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Vivemos em uma época em que o interesse por novidades crescem continuamente. O ser humano não se contenta com o que já existe e sente a necessidade de criar algo novo. Com isso, permeamos entre várias verdades. Religiões místicas como a Nova Era têm atraído muitas pessoas para seus falsos ensinamentos. Mas as que mais preocupam são as religiões pseudo-cristãs. São grupos religiosos que aparentemente são “evangélicas”. Quem nunca ouviu alguém se confundir pensando as Testemunhas de Jeová serem crentes? O que dizer da Renovação Carismática? Afora esses segmentos, outras denominações se confundem em meio a tantas visões. Paulo já advertia ao jovem obreiro Timóteo acerca dessas falsas doutrinas e encoraja-o a rejeitar essas fábulas profanas e exercitar-se em piedade (1 Tm 4:1,2,7). Normalmente esses segmentos sectários possuem algumas características comuns entre si. A seguir, estão ordenadas pelo menos 12 características das seitas, baseadas no livro “conheça as marcas das seitas” de Dave Breese (Editora Fiel, 2001). O objetivo não é esgotar o assunto, para isso deveria ser escrito um livro, mas serão abordados exemplos práticos, a fim de uma aplicabilidade melhor. 1. Revelações extra-bíblicas – Para os segmentos que defendem essa idéia, a Bíblia é uma parcela da revelação de Deus. É como se Ele continuasse a inspirar as pessoas de hoje para novas revelações. A Igreja da Unificação é um exemplo disso. Os escritos de seu líder, o Rev. Moon, são superiores à Bíblia em muitos aspectos e, quando não o são, complementam a revelação bíblica, como ensinam. Os adventistas do sétimo dia também levam a sério os escritos de Ellen Gold White, tendo-os por equivalente às Escrituras. César Castellanos, narra sua experiência extrabíblica acerca da revelação a colheita do século XXI em seu livro Sonhas e Ganharás o mundo. Há alguns meses, certa “pastora” indagou em defesa dessa revelação questionando se Deus não continua falando conosco. Minha resposta foi clara: o cânon bíblico já fechou. Por isso qualquer revelação extrabíblica deve ser anatematizada como disse Paulo às igrejas da Galácia (Gl 1:2,8,9). Nem mesmo o conselho de Paulo serviu a Joseph Smith, que recebendo uma revelação extrabíblica de um anjo fundou o mormonismo, ou a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. 2. Falsa base de salvação – A pergunta do carcereiro “o que devo fazer para ser salvo?” em At 16:30 ilustra bem a dúvida das pessoas sobre a salvação. Os gálatas estavam enfrentando isso nos dias de Paulo. Um grupo de judeus recém-convertidos ao cristianismo pregava que a justificação era feita através da obediência à Lei, mas o Apóstolo dos Gentios combateu essa heresia (Gl 2:16,21). Os Mórmons afirmam crer no sacrifício expiatório de Jesus, mas sem o cumprimento das leis estipuladas pela igreja não haverá salvação. Outro requisito foi exposto pelo profeta Brigham Young, que disse: Nenhum homem ou mulher nesta dispensação entrará no reino celestial de Deus sem o consentimento de Joseph Smith. As Testemunhas de Jeová ensinam que a redenção de Cristo oferece apenas a oportunidade para alguém alcançar sua própria salvação por meio das obras. Jesus simplesmente abriu o caminho. O restante é com o homem. Uma de sua obras diz: Trabalhamos arduamente com o fim de obter nossa própria salvação. Os adventistas crêem que a vida eterna só será concedida aos que guardarem a lei. A guarda obrigatória do Sábado é essencial para a salvação. A Bíblia é clara, somos salvos não pelas obras, mas pela Graça, mediante a fé no sacrifício de Jesus (Ef 2:8,9). 3. Esperança enganosa – Os católicos adicionaram para seus adeptos uma esperança que não é bíblica, o purgatório, enganando assim a esperança de seus membros. Outro exemplo são as Testemunhas de Jeová as quais crêem que não haverá céu, mas que apenas 144.000 gozarão desse privilégio, estando os demais nesta mesma terra. O que dizer dos espíritas que praticam boas obras para voltarem em melhores condições na “próxima encarnação”. Cabe ao homem morrer uma só vez, vindo após o juízo (Hb 9:27). 4. Lideranças messiânicas presunçosas – Muitos líderes têm trazido sobre si títulos que pertencem somente a Cristo. O Rev. Moon intitulou-se “senhor do segundo advento”, a segunda vinda personalizada de Jesus. O Papa é chamado de vigário de Cristo, Supremo Pontífice e até mesmo Patriarca do Ocidente. Joseph Smith (mórmons) declarou que João Batista lhe outorgou o sacerdócio de Arão, não bastasse isso, afirmou mais tarde ter recebido das mãos de Pedro o sacerdócio de Melquisedeque. DESROCHE ensina que há um tipo de fenômeno messiânico chamado “messias pretendido”, no qual o líder não reivindica diretamente para si o título de messias. Este título é atribuído pelos seus discípulos que podem chegar a mitificar essa pessoa (DESROCHE, H. Dicionário de messianismos e milenarismos. São Bernardo do Campo: UMESP, 2000, p 32-37). O Papa João Paulo II acabou de ser beatificado há alguns dias. Mas o mais perigoso desse messianismo pretendido, não é nem o líder ser chamado de messias, mas o de ser idolatrado por seus discípulos. No M-12 o Renê Terra Nova vem ganhando títulos e mais títulos, o que dizer da unção patriarcal? Vai discordar de alguma coisa desses líderes gedozistas, seus fãs caem em cima, cuidado com a idolatria! 5. Ambigüidades doutrinárias – Uma das mais notáveis características das seitas são as mudanças doutrinárias que sofrem. Algumas vezes optam pela dúbia posição, dizem uma coisa em público, enquanto que internamente acreditam em algo completamente distinto (diferente). Quantos padres dizem para não adorar imagens, mas no final levam o povo a pedir pela intercessão dos santos? Harold Camping, por exemplo, previu o retorno de Jesus Cristo aconteceria para 1994, tendo, inclusive, publicado um livro chamado “1994?”, que foi muito bem vendido na época; Como Jesus não voltou publicou outro, “O Retorno de Cristo acontecerá em 21 de Maio de 2011”; Na primeira edição do Manual do Encontro, havia um item na ministração da Cura Interior em que a pessoa era orientada a perdoar a Deus. 6. Descobertas especiais – A maioria das seitas inicia-se desta premissa. O líder e fundador pensa ter redescoberto a roda. Na manhã da Páscoa de 1936, estando em profunda oração no topo de uma montanha, Jesus apareceu-lhe e, revelando o propósito e o curso de sua vida, pediu ao joven Sun Myung Moon (Igreja da Unificação) que completasse a sua missão, tornada incompleta por sua morte na cruz, realizando o Reino de Deus na Terra e trazendo a paz para a humanidade. Segundo Moon, através de extremos esforços, em um curso de 9 anos de sofrimento e perseverança, pôde entrar em contato com seu deus, e com santos e sábios no mundo espiritual, para encontrar a resposta última às profundas questões que, ao longo dos séculos, tem afligido a humanidade: Qual é a origem do homem? Qual é a finalidade de sua vida? Qual é a relação entre Deus e o homem? O que são o bem e o mal? Qual é a origem do sofrimento humano? Outro exemplo é o do MCI – Missão Carismática Internacional, liderada por César Castellanos, veja sua descoberta: “Em 1991, sentimos que se aproximava um maior crescimento, mas algo impedia que o mesmo ocorresse em todas as dimensões. Estando em um dos meus prolongados períodos de oração, pedindo direção de Deus para algumas decisões, clamando por uma estratégia que ajudasse a frutificação das setenta células que tínhamos até então, recebi a extraordinária revelação do modelo dos doze. Deus me tirou o véu. Foi então que tive a clareza do modelo que agora revoluciona o mundo quanto ao conceito mais eficaz para a multiplicação da igreja: os doze. Nesta ocasião, escutei ao Senhor dizendo-me: Vais reproduzir a visão que tenho te dado em doze homens, e estes devem fazê-lo em outros doze, e estes, por sua vez, em outros! Quando Deus me mostrou a projeção de crescimento, maravilhei-me " (pp. 59-60 do livro SONHA e Ganharás o Mundo – grifos meus)”. 7. Cristologia defeituosa – A Maçonaria vê Jesus simplesmente como mais um fundador de religião, ao lado de personalidades mitológicas, ocultistas ou religiosas, tais como, Orfeu, Hermes, Trimegisto, Krishna, (o deus do Hinduísmo), Maomé (profeta do Islamismo), entre outros. Se negarmos o sacrifício de Jesus Cristo e sua vida, estaremos negando também o Antigo Testamento, que o mencionava como Messias. Ou cremos integralmente na Palavra de Deus como revelação completa e, portanto, nas implicações salvíficas que há em Jesus Cristo, ou a rejeitamos integralmente. Não há meio termo. A Legião da Boa Vontade (LBV) subtrai a natureza humana de Jesus, dizendo que Jesus possui apenas um corpo aparente ou fluídico, além de negar sua divindade, dizendo que ele jamais afirmou que fosse Deus. Outros grupos também subtraem a divindade de Jesus: as Testemunha de Jeová dizem que ele é um anjo, a primeira criação de Jeová. Os Kardecistas ensinam que Jesus foi apenas um médium de Deus etc. Outra ramificação dessas heresias encontra-se na pessoa do Espírito Santo. Os TJ’s por exemplo acreditam que o Espírito não é uma pessoa e que é uma energia, o poder de Deus. 8. Atenção bíblica segmentada – Consiste em focar não na Bíblia como um todo, mas em versículos isolados a fim de salientar suas doutrinas controvertidas. A exemplo disso, os TJ’s com seus incansáveis 144.000. A “visão” celular que enxerga 12 até onde não existe (acredita que arrumaram 12 discípulos até para Moisés?). Os Adventistas do sétimo dia para o Sábado. Os adeptos da Teologia da prosperidade que conseguem ver riqueza onde não existe. 9. Estrutura Organizacional escravizadora – As seitas reduzem seus seguidores a uma forma de servidão espiritual e psicológica. Nessa categoria, mecanismos de pressão e submissão cega são utilizados para prender as pessoas à denominação. Muitos “pastores” dizem que se a pessoa sair de tal denominação passará por períodos de maldição fora de lá, a fim de amedrontar seus adeptos. Com isso a pessoa não sai por medo. Outros casos são o de serem excluídos socialmente quando saem de lá. No livro “M-12 o Modelo de Jesus” de Renê Terra Nova, ele compara um membro que desiste da visão ou do grupo com Judas e esse dissidente passa a ser um traidor realmente (experiência própria). O mesmo é praticado pelos TJ’s, a pessoa é tratada como um bandido. O Apóstolo Pedro diz aos anciãos (pastores): “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, não por força, mas espontaneamente segundo a vontade de Deus; nem por torpe ganância, mas de boa vontade” (1 Pe 5:2). 10. Exploração financeira – O Apóstolo Pedro disse que apareceriam falsos mestres e fariam de nós negócio (2 Pe 2:1-3), isto é, aproveitariam das ovelhas e as sugariam através do comércio da fé. É um absurdo o que vemos hoje na chamada Teologia da Prosperidade. Pessoas barganham a fé descaradamente e fazem leilão dentro das igrejas. O que dizer das campanhas da IURD? O que dizer do trízimo da IMPD? São 10% para o Pai, 10% para o Filho e 10% para o Espírito Santo. Já no M-12 a moda que pegou é a oferta de primícias. Segundo o Terra Nova são 3% do seu salário. A pessoa que não dá não prospera, para mais detalhes leia o livro “Código da Honra” do referido “apóstolo”. Muitas pessoas estão é querendo ficar de asinhas abanando, querem trabalho fácil e dinheiro das custas dos outros para satisfazer suas vidas luxuosas enquanto as ovelhas estão vivendo dificuldade. É a constante visão do líder que anda com seu carro bonito e novo enquanto as ovelhas mal têm uma bicicleta. Exagero? Morris Cerullo possui uma mansão com mais de 1000 m2, uma “limusine aérea” [avião particular], um Gulstream G4, avaliada em torno de U$50 milhões de dólares, além de dois pilotos de tempo integral. Uma de suas aeromoças disse em recente depoimento que o avião tem o interior banhado a ouro. Quem quiser defender essa laia que defenda, mas não é isso que a Bíblia nos ensina. 11. Exclusivismo religioso – É um caso típico das seitas. Sua grande maioria declara ser a única solução. As demais igrejas se apostataram e apenas essa denominação está certa. As Testemunhas de Jeová são um caso clássico. Além deles, temos os adventistas do sétimo dia, bem como a Congregação Cristã do Brasil, que chegam a rebatizar pessoas que vieram de outras denominações evangélicas. Por exemplo, se alguém sai da Batista ou da Assembléia de Deus e vai para essas denominações, seu batismo é desconsiderado e serão rebatizados. São várias as denominações que tem agido dessa forma. Até mesmo o criador do G-12, César Castellanos chegou a dizer que “A frutificação neste milênio será tão incalculável, que a colheita só poderá ser alcançada por aquelas igrejas que tenham entrado na visão celular. Não há alternativa: a igreja celular é a igreja do século XXI” (Castellanos, César, Sonha e Ganharás o Mundo, p. 143 – grifo meu). 12. Sincretismo religioso – A mistura do paganismo e principalmente o judaísmo são as principais formas de sincretismo religioso em meio às seitas pseudo-cristãs. Do paganismo vemos as mais variadas heresias concernentes ao fetichismo. Os objetos passam a ter certo poder, como amuletos, pulseiras, rosas ungidas, saquinho com o sopro ungido, sal grosso, água benta, até mesmo o óleo ficou banalizado. Então as pessoas transferem sua fé àquele objeto em detrimento do autor e consumador da nossa fé. O cristianismo judaizante tão combatido por Paulo é a sensação, o modismo de hoje. Muitos ministérios idolatram a terra santa, Tocar de costas para a congregação, por considerar os ministros de musica “levitas de Deus”, usam o Shofar, para liberar unção ou invocar a presença divina, guardam o sábado fazendo dele o dia do Senhor, observam TODAS as festas Judaicas, usam o Kipá e o Talit, que são as vestimentas que os judeus praticantes usam para ir a sinagoga, usam excessivamente símbolos judaicos tais como, a bandeira de Israel, o Minorah ou a Estrela de Davi dentre tantos outros mais, constroem protótipos da Arca da Aliança a fim de simbolizar entre os cristãos a presença de Deus, mudam os nomes e as nomenclaturas bíblicas judaizando tudo, a ponto de chamar Paulo de Rabino. Até mesmo no modelo dos 12 de Manaus vemos o sincretismo jadaico. Paulo afirmou: “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber ou por causa de dias de festa, ou de lua nova, ou de sábados. Estas são sombras das coisas futuras; a realidade, porém, encontra-se em Cristo” (Colossenses 2.16-17). Para encerrar esse artigo, reitero as palavras de Paulo aos gálatas: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema. Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema” (Gl 1:8,9). Acima de qualquer modelo, acima de qualquer revelação, acima de qualquer ideologia humana, filosofia eclesiológica está a Palavra do Deus Vivo. Crente no Senhor Jesus, leia as Sagradas Escrituras, não seja enganado, “pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras” (2 Co 11:13-15). Como disse o Senhor através do profeta Oséias, “o meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Os 4:6). Seja um crente bereano, não um crítico de carteirinha que não vê nada de bom na igreja, que não está satisfeito com nada, mas alguém que examina a Palavra com avidez, que a preza, que a guarda e que a pratica. Se você é um pastor, incentive sua igreja a essa prática, para que não pereçam pelo conhecimento, não faça cara feia se sua ovelha perguntar acerca da pregação, seja humilde para admitir seus erros, não é porque somos pastores que não podemos errar, somos falhos, humanos. Mas podemos ser humildes e reconhecermos falhas, que história é essa que pastor não pode pedir perdão? Seja humilde e o Senhor vai exaltá-lo. Caso esteja ensinando heresias, volte ao ensino da sã doutrina e abandone as práticas heréticas. Se esfriou no primeiro amor, volte onde deixou cair. Não negocie a Palavra de Deus. |
segunda-feira, 22 de maio de 2017
12 características das seitas
Aprendendo a agir segundo a vontade de Deus
Aprendendo a agir segundo a vontade de Deus
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Texto: Êxodo 2.11-25 Introdução: Em nossa vida sempre enfrentaremos situações muito difíceis de si lidar. Podemos ate questionar com Deus; Porque tantas situações difíceis Deus nos permitem passar. Na verdade Deus permite esses tipos de situação para nos fazer entender que as vitórias de nossas vidas nós só teremos agindo segundo a vontade de Deus.E se muitas vezes estamos na igreja, mas, temos sofrido frustração, é unicamente porque tentamos fazer a nosso modo, da nossa forma, com nossas forças etc. Deus quer nos ensinar através das situações da vida a dependermos unicamente dele. Vejamos o exemplo de Moisés, e veremos a forma que Deus quer agir em nossas vidas nesse dia: I - A situação de Israel? EX. 1 a) Estavam em terra estranha ? V.5 ? Nunca ficamos a vontade. b) Um povo que era invejado ? v.7?9 ? Sempre mal visto por todos. c) Por isso sofria perseguição ? v.11-12 ? Incomodando muitos. d) Os inimigos tinham como alvo principal as famílias ? v.15-16 ? A estrutura de uma boa sociedade. e) Mas o Temor a Deus sempre sustenta as famílias salvas das garras e astúcias diabólica ? v17?21 ? Deus sempre preferiu as coisas desprezíveis para confundir as que são. f) O inimigo nunca desiste de lutar contra o povo de Deus ? v.22 ? No mundo tereis aflições. II - Moisés a pessoa certa no memento errado 1 - Primeira fase de Moisés- 40 anos na corte - vv 1-10 a) Tentando ajudar seu Povo ? v.11-12 - Viu o sofrimento do povo e tentou livrá-los. Tentando de sua própria forma, (sem saber a de Deus). b) Ágil com a sua própria força - c) Foi mal interpretado por seus familiares ? v.14 - d) Não foi forte o suficiente para suportar a conseqüência ? v.14-15 e) Frustrou-se a ponto de fugir ? v.15 ? 2 - Segunda fase de Moisés ? 40 anos no deserto ? Ex. 3 ? Sl 119. 67 e 71 a) Deus aparece para Moisés ? v.2 ? No Momento certo b) Quando Moisés voltou-se para a sarça, Deus então começa a muda a sua historia ? v3- 4 - Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós. c) Interesse em ouvir o que Deus tem a dizer ? v4 - Tem que estar dispostos (Desejar) a ouvir Deus. d) Convidado a tomar uma posição de servo ? v5-6 ? Muitas vazes se esquecemos que somos servos e que Deus É que dar as ordens. Is 45.9 e) Convidado a tirar as sandálias de seus pés ? v5 ? Moisés é convidado por Deus a fazer tudo da sua maneira daqui a diante ? citar Josué f) A observar a santidade de Deus ? v5 ? Muitos não estão preocupados em servir a Deus em santidade ? Se esquece que Deus é Santo e nos convida a sermos também ? Lv 11.45 g) Primeiro Moisés foi sem a autorização de Deus - v.10-12 - h) Moisés estava com receio de o povo não lhe dar credito como na primeira tentativa ? v.13-14 e 18 ? Cap. 4 1-9 ? Mas os sinais seguirão aqueles que crerem ? EM MEU NOME i) Moises foi um homem que partiu para cumprir a palavra com Deus ? v18 ? Muitos tem fugido dos propósitos de Deus como fez o profeta Jonas 3 - Moisés entra então em sua terceira fase ? A de contemplar as maravilhas de "El Shadai", o "Todo Poderoso" Conclusão: Se em todos os momentos de nossa vida, quer sejam bons ou ruins, andarmos segundo a vontade de Deus; Ele sempre nos dará vitória e nunca seremos frustrados. |
G12 Fui ao Encontro, Tremendo Engano!
G12 Fui ao Encontro, Tremendo Engano!
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O que é o G12 É preciso que, antes que entremos nos meandros desta “nova visão”, venhamos a nos deter a tarefa de refletir sobre este questionamento: o que é o G12? Seus defensores se apressam em esclarecer que o G12 é, além de um método, uma tentativa de retorno ao cristianismo primitivo. Rejeitam a idéia de que a visão seja uma “nova doutrina” e fogem de questionamentos mais aprofundados que coloquem em dúvida os seus conceitos. Passei a conhecer o G12 a cerca de dois anos quando fui um dos primeiros membros da minha igreja a ser convidado para o Encontro. De início, me sentir muito feliz, pois notava naqueles que já haviam participado deste retiro uma mudança de comportamento visível a olho nu, mudança esta que infelizmente não se confirmou e que mais tarde ficou evidenciada como apenas um momento de empolgação, aonde as emoções vieram à tona. O Encontro O Encontro começou para nós com o chamado “pré-encontro”, uma série de longas palestras onde se repassavam os princípios básicos da fé cristã: O Plano de Salvação, Justificação, Santificação, etc. Até aí tudo bem, afinal nada melhor do que estudar novamente estes princípios, uma vez que muitos cristãos dos nossos dias não são íntimos de nenhum deles. Partimos então para o retiro que aconteceu em Pojuca-BA, próximo a Salvador. É importante frisar que todo o trabalho de preparação psicológica começou com um misterioso segredo sobre onde se daria o Encontro e o que lá iria acontecer, na minha mente e creio nas dos demais participantes esperávamos mais um retiro com momentos de estudo da Palavra e também de lazer. Qual não foi a nossa surpresa, fomos recebidos com as ordens de silêncio absoluto e total obediência aos “encontristas” (irmãos que trabalharam no retiro). Fomos levados à primeira palestra que tinha como tema “Peniel”, palavra hebraica que significa face a face com Deus. Depois de ouvirmos da importância do encontro com o Senhor, nos foi ordenado ir nos espalhar pela área do local do encontro. Fomos orientados a, individualmente, orarmos e confessarmos a Deus as nossas falhas conversando em voz audível somente a nós mesmos. Este momento me lembrou um congresso que fiz quando ainda era católico carismático e nos dias posteriores notei que as semelhanças eram muitas. Durante as palestras ouvíamos ao fundo a música “Tu Mirada” de Marcos Witt, música esta que seria tocada repetidamente durante todo o retiro. A música criava um ambiente propício para o que aconteceria mais tarde. Fomos dormir muito tarde com a obrigação de acordarmos muito cedo, o silêncio continuava a imperar. É bom lembrar que esta cobrança começou a provocar em todos nós sentimentos de repulsa e revolta, sendo que algumas pessoas até chegaram a desejar voltar para casa. No dia seguinte recomeçaram as palestras, algumas até muito boas! Porém, a partir de então surgiram as ministrações de conteúdo duvidoso: maldição hereditária, cura interior, etc. Logo mais falarei sobre maldição hereditária, uma das maiores ênfases da visão, algo para eles imprescindível. Agora quero me referir ao momento de cura interior (muito semelhante à Renovação Carismática Católica). Depois de uma ministração, fomos orientados a nos acomodar ou sentados ou deitados e a fazermos um mergulho no nosso passado numa espécie de processo regressivo. Nos foi dito que deveríamos pensar no encontro do espermatozóide do nosso pai com o óvulo da nossa mãe e depois lembrarmos da nossa infância e adolescência e os momentos em que ofendemos ou pecamos contra alguma pessoa e a pedirmos perdão a Deus por isto. Só uma observação: ora, se devemos lembrar do nosso espermatozóide teremos que recorrer a uma doutrina espírita, a da pré-existência do espírito, algo que afronta a Bíblia que nos ensina que somos gerados no ventre materno em corpo, alma e espírito. Onde está a afronta? No fato de que se lembrarmo-nos do espermatozóide, estaremos nos vendo antes mesmo de sermos formados quando o nosso espírito ainda não existia. Depois disto deveríamos colocar num papel os nosso pecados contra Deus e seguirmos juntos para um espaço ermo e escuro onde nos reunimos em um grande círculo com uma fogueira no centro. Após este momento de “ministração” e oração, desce por um fio amarrado a uma árvore uma chama que ascende a fogueira onde jogaríamos o papel com os nossos pecados e finalmente o “diabo não teria mais do que nos acusar”. Para quem não sabe, esta é uma prática da filosofia oriental Sei-Cho-Noe em suas reuniões. Ao voltarmos para ao local das palestras, sentido-nos “livres”, encontramos um ambiente totalmente diferente. Em vez de uma música suave e introspectiva, tocava-se “Eu Quero é Deus”. A euforia era total entre todos, nossas emoções estavam à flor da pele e comemorávamos como numa conquista de copa do mundo: pulos, abraços, risos e lágrimas de alegria. Afinal, estávamos “limpos e livres”. No último dia as exigências já não eram tantas e assistimos a uma palestra onde nos foi passado o modelo de células do G12. Depois fomos orientados a deitarmos e a fecharmos os nossos olhos, sob pena de que, se fizéssemos o contrário, seríamos considerados desobedientes. Colocavam algo ao nosso lado e falavam até o momento em que nos foi liberado abrir os lhos. Do nosso lado se encontravam um pacote com fotos e correspondências de nossas esposas e familiares. Poucos conseguiram conter a emoção. Pronto! o encontro teria sido tremendo!!! e nada mais que isso poderia ser dito após o nosso retorno. Confesso que não me lembro de todos os detalhes e preferi não expor outras coisas que considero de menos importância. Nota-se claramente o forte apelo emocional do encontro, desde a sua preparação, o seu segredo, a sua chegada com o forte sentimento de opressão que viria mais tarde a contrastar com a sensação de liberdade. Tudo preparado nos mínimos detalhes para uma manipulação emocional e psicológica que viria a parecer algo espiritual, impressão que muitos têm e por isso eles fazem declarações emocionadas, tipo: “finalmente conheci a Jesus”, “agora eu realmente me converti”. A música, o ambiente cheio de recomendações de silêncio, as palestras emotivas, o momento da cruz (ficávamos de braços abertos, olhos fechados, e visualizando a crucificação de Cristo), o correio e no meio disto tudo, o ensino de um método que parece a única solução para a igreja, o único viável, bíblico e cristão. Maldição Hereditária Os defensores desta “doutrina” que não é nova, pois surgiu e foi abominada nos Estados Unidos há muito tempo, se baseiam em alguns textos isolados do Antigo Testamento. Aprendi muito cedo em minha vida cristã que “texto fora do contexto é pretexto para heresia” e por isso me detive a estudar sobre a viabilidade da hereditariedade da maldição. Em primeiro lugar devemos nos deter a conceituar corretamente maldição. Nos povos do A.T. a maldição era vista como um agouro, uma praga geralmente usada por pessoas de menor posição social como defesa ou revide contra pessoas mais poderosas econômica ou politicamente. Muitos hoje vêm maldição como uma entidade de vida própria capaz de se retransmitir de uma para outra geração como um ser poderoso que aprisiona e determina a vida de quem a recebe. Dentro do contexto bíblico a definição que me parece mais viável é a que li num dicionário teológico: “A maldição é a sansão da Lei Divina”. Portanto, a maldição surge como a sentença ou punição para quem infringe algum aspecto da Lei. O texto de Êxodo 20:5 diz o seguinte “Não te encurvarás a elas nem as servirás; pois eu, o Senhor sou Deus zeloso, que visito a maldição dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam”. Fiz questão de sublinhar a frase acima, pois dá ênfase à sobre quem recai a maldição. O texto se refere ao pecado da idolatria e aqueles que deixam de adorar o Deus verdadeiro para se curvarem diante de imagens. Não vejo como enquadrar esta punição a um cristão, pois não consigo compreender a existência de um cristão que odeie ao Senhor e que, sendo cristão verdadeiro, se curve diante de ídolos. Quero deixar bem claro que não questiono a existência de maldição sobre os ímpios (PV 3:33), a própria condição de ímpio é por si só maldita. Porém, para se conceber a existência da maldição sobre os crentes é preciso má fé e um espírito que deve ser provado como manda a Bíblia. A Palavra de Deus enfatiza a responsabilidade individual. O texto completo de Ezequiel 18 mostra esta realidade com clareza. A história de um pai justo que gera um filho injusto com práticas equivalentes a feitiçaria, idolatria e adultério, mas que gera um filho justo que por sua decisão própria pelo caminho correto não sofre as conseqüências dos pecados do pai. Frise-se o versículo 20 de Ezequiel 18: “A alma que pecar, essa morrerá. O filho não levará a maldade do pai, nem o pai a maldade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre ele”. Sabendo que a maldição resulta de uma infração a Lei de Deus e que somos falíveis, como nos livramos dela? O texto de Gálatas 3:13 responde “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós, pois está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro”. Entregando-me a Jesus sou absolvido das sanções da Lei, nenhuma condenação há para mim (Rm 8:1). O próprio Senhor Jesus tratou de desfazer este pensamento no meio dos seus discípulos, basta ler com atenção ao relato de João 9: 1-3 e se chegará a este entendimento. A Realidade Atual A prática de “quebra de maldição” é apenas mais uma das práticas místicas do G12, aliás o misticismo é algo muito presente nas igrejas da “Visão” e surge como fórmula para os líderes manterem a submissão dos seus rebanhos. Pude comprovar isto na igreja da qual fiz parte quando algumas irmãs foram orientadas a colocarem fitas adesivas na boca como “ato profético” contra a maledicência. Em outra igreja da nossa região, irmãos e irmãs rasparam a cabeça como forma de “batalha espiritual” contra aqueles que fazem o mesmo em centros do baixo espiritismo. Há um visível sectarismo nestas denominações onde aqueles que não aceitam o G12 são quase que enxotados para fora, como foi o meu caso. Meu antigo pastor disse-me que seria mais sincero que eu saísse da igreja do que continuar nela sem aceitar a visão. Afora isto tudo, há o ensino do perdão a Deus. Mesmo que em muitos livros, os líderes da visão tenham se apressado em cobrir esta orientação com líquido corretivo, este ensino continua a ser proferido. Tive um dos momentos de maior tristeza quando depois de um dos últimos encontros, uma irmã subiu ao púlpito para testemunhar as “bênçãos” recebidas e disse que a principal delas foi o fato de ter “aprendido a perdoar a Deus”. Como um Deus soberano e infalível pode precisar do perdão de pecadores? A justificativa dada por eles para este ensino é a de que muitas pessoas não aceitam a perda de entes queridos e ficam magoadas com o Senhor. Ora, não seria o mais certo ensinar a estas pessoas sobre a necessidade de ser reconhecer a soberania de Deus em vez de se criar um doutrina baseada em experiência particulares? Afinal, “Deus não é homem para que minta, nem filho do homem para que se arrependa” (Nm 23:19). As igrejas têm se divido, irmãos e até famílias têm sido separadas. Difícil imaginar algo quem venha do Pai e promova separação, se o ensino de Jesus sempre foi o da unidade. Os que defendem o G12 apregoam que este método faz a igreja crescer, mas é necessário lembrar que uma igreja não deve crescer apenas numericamente pois o verdadeiro crescimento requer compromisso com a Palavra, vida de santidade, tudo baseado no Evangelho. O crescimento numérico de uma igreja não deve ser o referencial para dizermos se ela é genuinamente evangélica, pois se assim o fosse teríamos que reconhecer os mórmons, as testemunhas de Jeová, o catolicismo, a renovação carismática católica e outras seitas como movimentos evangélicos. Para Pensar Por que muitos homens experientes caíram? Não sei exatamente a resposta, porém o que salta aos olhos é que aqueles que tinham a presunção, a má ambição e o desejo de serem conhecidos como “grandes líderes” foram presas fáceis para esta armadilha. Soa muito bem aos ouvidos de certos líderes o reconhecimento humano expressado em títulos como “pastor de multidões”, “apóstolo de grandes igrejas”, etc. Pode-se dizer que estes líderes são até bem intencionados na falsa tese de que “os fins justificam os meios”. Porém, como dizem por aí: “de bem intencionados, o inferno está cheio”. Para um cristão verdadeiro um objetivo só é justo se os meios para atingi-lo forem justos e transparentes. Não me parece correto prometer um avivamento e promover manipulação emocional e psicológica, prometer um “Encontro com Deus” e entregar um encontro com Freud. Em nenhum momento me contraponho ao método bíblico (Atos dos Apóstolos 20:20) de igreja em células, algo que surgiu na Coréia e que se comprova na prática um excelente método de crescimento sadio da igreja. Mas é bom frisar que este modelo surgido primeiramente na Ásia nada pouco tem haver com o G12, um conjunto de falsas doutrinas adicionadas a uma série de artimanhas manipuladoras, numa perigosíssima mistura escondida por trás de um belo método O grande perigo das heresias não são as suas mentiras, mas as suas verdades. Primeiro se conta uma verdade, outra verdade e, depois que você é envolvido por estas “verdades”, surgem sorrateiramente as mentiras. Façamos como os crentes de Beréia, que foram chamados de mais nobres porque tinham o zelo de consultar nas Escrituras se aquilo que lhes era passado era verdadeiro (Atos 17:10-11). Gostaria de encerrar provocando algumas reflexões: Que evangelho é este que prioriza os programas em detrimento das vidas? Que evangelho é este que incentiva a competitividade entre os membros que almejam ser um dos “doze” do líder? Que evangelho é este que se baseia em textos isolados e incentiva a crença na teologia da prosperidade? Que evangelho é este que nega a cruz e lança maldição sobre os salvos? Que evangelho é este que manipula emocional e mentalmente as pessoas? Que evangelho é este que confunde avivamento com gritaria? Que evangelho é este onde mulher de pastor é pastora? Que evangelho é este que faz um retorno claro às bases legalistas do judaísmo? Que evangelho é este que faz uso de práticas ocultistas e de ritualismos? Que evangelho é este que fala em santidade e oculta as suas verdadeiras intenções, prometendo o espiritual e dando o meramente emocional? Que evangelho é este que em vez de unidade promove separação? A resposta para estes questionamentos se encontra em Gálatas 1:8 “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos anunciamos, seja anátema”. |
As sete virtudes da mulher sábia
As sete virtudes da mulher sábia
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No livro de Provérbios de Salomão, capítulo 14 versículo 1, a palavra do Senhor diz: Toda mulher sábia edifica a sua casa, mas a tola derruba com as suas próprias mãos.
Mas em que condições o Senhor reconhece a sabedoria da mulher? Porventura o Senhor está referindo-se a mulher culta de desenvolvimento intelectual que possua formação didática? Certamente não. No livro dos Salmos a palavra afirma que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e com os humildes está à sabedoria. A palavra faz alusão à mulher dotada de humildade espiritual na presença do Altíssimo, como Sara mulher estéril, sendo da idade de noventa anos, e tendo cessado o costume das mulheres, mas cheia de fé e temor a Deus. Não duvidou da promessa do Senhor em lhe abençoar, dando-lhe um filho em sua velhice, colocando-a como mãe das multidões das nações pelo concerto que o Senhor havia feito com o seu marido, o nosso pai na fé, o patriarca Abraão, sendo esse da idade de cem anos. Exemplo também a sabedoria de Rute, que após ter ficado viúva e vendo sua sogra órfã, apegou-se a ela, recusando em voltar para o conforto da casa dos seus pais, terra onde nascera optando em acompanhar e amparar a sua sogra em sua aflição, acompanhando-a um povo que dantes não conhecia, e foi galardoada pelo Senhor pelo seu feito, e pela sua sabedoria. Não poderíamos deixar de sublimar a sabedoria de Ana, quando atribulada, humilhada, e excessivamente irritada pela sua competidora, porque o Senhor lhe havia cerrado a madre, ela, pois, com amargura na alma, orou ao Senhor e chorou abundantemente, e fez um voto dizendo: Senhor dos Exércitos, se benignamente atenderes para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, e a tua serva deres um filho varão, ao Senhor o darei para todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passarás navalha. E aconteceu que na mesma noite, o Senhor se lembrou de Ana, e concebeu, e teve um filho, e chamou o seu nome Samuel. O Senhor honrou a sua fé, a sua humildade, a sua sabedoria em buscar no Senhor, as suas precisões e alívio das suas angústias e tribulações. Precisamos enfatizar também, o delírio de algumas mulheres néscias, que pela insensatez traspassaram a si mesma com muitas dores. Foi o Caso da mulher de Ló, quando o Senhor fez cair fogo e enxofre sobre as cidades de Sodoma, e Gomorra e as cidades circunvizinhas, essa mulher, em seu desvairo e desobediência, olhou para trás e foi convertida numa estátua de sal. Acontecimento semelhante ocorreu com a mulher de Jó, a qual não conhecendo os propósitos do Senhor, acabou por blasfemar contra Ele dizendo a Jó: “Ainda reténs a sua fidelidade? Amaldiçoa o teu Deus e morra”. Jó Porem repreendeu-a porque falava como uma louca. Em tudo isso não pecou Jó, e pelo Senhor foi agraciado. Necessário é referenciar também o delírio de Safira, mulher de Ananias, a qual, em cumplicidade com o seu marido, ambos foram flagrantemente apanhados em mentira ao Espírito Santo de Deus, e morreram, porque os mentirosos não herdarão o Reino de Deus. ALGUMAS DAS VIRTUDES DA MULHER SÁBIA Provérbio de Salomão Capítulo 31, do versículo 10 ao 31: Mulher virtuosa, quem a achará? O seu valor muito excede o de finas jóias. O coração do seu marido confia nela, e não haverá falta de ganho. Ela lhe faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. Busca lã e linho e de bom grado trabalha com as mãos. 1. Sábia: A mulher virtuosa é sábia em todos os seus caminhos, é sábia com sua família, com seu esposo . Miriã foi uma menina que mostrou coragem, foi fiel, temente, vigilante e acima de tudo sábia. Ela teve uma grande virtude também, uma mulher de iniciativa, e por conta disto, sempre se saiu bem em tudo o que iria fazer. I Tm 3:2 e Ap 3:2. Quando não pôde mais esconder seu filho Moisés, Joquebede o colocou em um cesto de juncos e o lançou no rio. Miriã não se conformou com a situação, e prostou - se de longe para ver o que haveria de acontecer. Ela confiou no Deus de seus pais, sabia que ele faria alguma coisa em favor do irmãozinho. Ela foi sábia intervindo junto a princesa quando encontrou o menino: ? Irei chamar uma ama das hebréias para que crie este menino para ti ? E foi o que aconteceu. Devemos orar e pedir a Deus que ilumine nossos corações com palavras sábias. Há na bíblia 246 vezes a palavra sabedoria. O próprio Salomão declara isto. Se ela também não fosse vigilante, não teria opinado sobre o destino de Moisés. 3. Iniciativa: A mulher virtuosa deve ter iniciativa. Miriã nos diversos episódios da bíblia teve iniciativa, e vemos isto claramente onde ela providenciou uma hebréia (sua mãe) para tomar conta do bebê. Assim devemos ser, não medir esforços para resolver uma causa, ter iniciativa nos vários aspectos de nossa vida, seja para ganhar almas, trabalhar na obra, ajudar nas economias da casa, defender os seus. 4. Espírito voluntário: Além disto, a mulher virtuosa deve ter o coração voluntário. Miriã não mediu esforços para ajudar quem dela necessitava, como foi o caso do seu irmãozinho. A mulher virtuosa deve ter o seu espírito voltado para ajudar, para socorrer, auxiliar, não importando-se com quem quer que seja, ou para quem seja. A vida de Miriâ fala muito a nós mulheres. Ela era cheia do espírito, mais isto não a impedia de viver uma vida normal, trabalhava, ajudava os seus, e o seu esforço teve a recompensa ao ver o vaso de bênçãos que seu irmão Moisés se tornou. Já de idade, frente ao amar, do lado as montanhas, atrás Faraó, Deus deu-lhes a vitória ao Moisés tocar nas águas e o mar se abrir. Quando temos a vigilância, a sabedoria e a iniciativa, colheremos os frutos de nossa perseverança como Miriã colheu. Ela dançou e cantou louvando a Deus pela vitória. Isto retrata-nos que não importa a idade para fazermos algo para Deus, e que nem devemos nos abater pelo cansaço, devemos orar e esperar pela vitória embora ela demore a vir. O exemplo dela, nos leva a pensar em quantas vidas precisamos socorrer, tirar das prisões dos ?juncos?, e talvez deveremos começar ?a partir de nosso lar. 4. Comunicativa: Esta deve ser uma das qualidades da mulher virtuosa. Ouvir os seus, saber de seus medos, problemas, dificuldades. Ter um bom diálogo com seus filhos e esposo. 5. Zelosa: A mulher virtuosa deve preocupar-se com sua aparência, procurando sempre estar bem produzida para seu esposo, e com a limpeza e organização de seu lar e de seus filhos. 6. AMOROSA: O amor é o tempero de tudo. Amor para com os seus, para com a obra de Deus, e amor para consigo mesma. A mulher virtuosa deve amar-se. 7. É como o navio mercante: de longe traz o seu pão. É ainda noite, e já se levanta, e dá mantimento à sua casa e a tarefa às suas servas. Ela percebe que o seu ganho é bom; abre a mão ao aflito; e ainda a estende ao necessitado. Não teme a neve, pois todos andam vestidos de lã escarlate. Faz para si cobertas, veste-se de linho fino e de púrpura. Seu marido é estimado entre os juízes, quando se assenta com os anciãos da terra. Ela faz roupas de linho fino, e vende-as, a força e a dignidade são os seus vestidos, e, quanto ao dia de amanhã, não tem preocupações. Fala com sabedoria, e a instrução da bondade está na sua língua. Atende ao bom andamento da sua casa e não come o pão da preguiça. Levantam-se seus filhos e lhe chamam afortunada; seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas dominas. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada. Dai-lhe do fruto das suas mãos, e de público a louvarão as suas obras. OS DEVERES DAS MULHERES CRISTÃS A primeira carta de Paulo a Timóteo 2.9 e 10 diz: Que as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças (penteados mirabolantes), ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, mas (mas como convém às mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras. Confirmado na Carta universal de I Pedro 3.3: O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura de vestes. E na carta a Tito 2.3 ao 5, a palavra exorta: As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém a santas, não caluniadoras, não dadas ao vinho, mestras no bem; para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amarem seus maridos, a amarem seus filhos; A serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seu marido, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada. Romanos 6.12, 13 Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas cobiças; Nem tão pouco apresenteis os membros do seu corpo ao pecado, como instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a Deus, como vivo dentre os mortos, e os vossos membros a Deus, como instrumentos de justiça. Portando, o Senhor exorta a mulher sobre o seu dever e procedimento, e alerta que a sua beleza seja no seu modo de agir, na pureza e santidade do seu coração, simplicidade no exterior do seu corpo, liberta e desprovida de toda vaidade. Que não se apegue à vaidade, e aos costumes mundanos, que não se envolva em contenda, e não ande na loucura das paixões infames. A VAIDADE QUE PODE SER MORTAL Freqüentemente os órgãos de imprensa noticiam morte de mulheres após receberem aplicação de alguns produtos usados no tratamento de cabelo ou de pele, por intoxicação pela ação dos produtos químicos no organismo humano. Conhecemos também uma jovem, empreendedora, executiva de classe média, tendo sido submetida a uma cirurgia de estética para correção dos seios, alguns dias após, foi sucumbida fatalmente pela ação fulminante de uma bactéria letal, adquirida durante o processo de cirurgia. Constantemente os veículos de comunicação divulgam óbito de mulheres durante o processo de emagrecimento pela anorexia, outras pela ingestão de medicamentos incompatíveis, e uma infinidade de complicações em cirurgias simples de estética, que a mulher acaba perdendo a vida precocemente pela sua vaidade. Você mulher, para ser bela na presença de Deus, não precisa acrescentar e nem deduzir nada no seu corpo. É impossível você dimensionar o seu valor, o amor que o Senhor Deus tem por você. Ele só olha para o seu interior, para a singeleza do seu coração, o que você fizer para ornamentar o seu exterior não tem valor algum para Deus, aliás, Ele abomina toda vaidade. A Palavra do Senhor assegura com clareza que a beleza da mulher não está na moldagem dos seus cabelos pela habilidade do artífice, no fino trato da sua pele ou na extravagância das suas vestes, porque você já tem a luz de Cristo que alumia o seu rosto e faz a diferença entre você e as que não temem a Deus. Mas quando você se dá ao uso de pinturas, maquiagens, jóias para melhorar o seu visual, para apresentar-se bem esteticamente, esses acessórios produzem um efeito contrário, ofuscam a luz que há em você, porque são coisas inúteis e vãs que desagradam ao Senhor, porque o seu corpo é o templo do Espírito Santo, e esse templo tem que ser íntegro, puro, santificado. Deus não olha para a sua beleza exterior. No livro de Eclesiastes a palavra do Senhor diz que toda vaidade é aflição de espírito, mas a mulher que tem compromisso com os mandamentos de Cristo tem paz no coração, e precisa ter consciência disso, precisa saber que a sua beleza não está na aparência física, mas no desprovimento de toda vaidade que muitas de vós estão sujeitas. A sua beleza está na sabedoria de servir a Deus com toda humildade, santidade e na obediência dos mandamentos do Senhor. Precisa se conscientizar da sua fundamental importância no seio familiar, e ter a confiança que pela sua sabedoria, vai trazer um relacionamento harmonioso de paz para dentro da sua casa. I Pedro 3.1: Vós mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra, Romanos 8.20: A criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou. A RECOMPENSA PARA O HOMEM QUE TEME AO SENHOR Salmos 128.3, 4: A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos, como plantas de oliveira, à roda da tua mesa. Eis que assim será abençoado o homem que teme ao Senhor! |
A Biografia da Mulher sunamita
A Biografia da Mulher sunamita
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Falar sobre a mulher Sunamita é um assunto que jamais se esgota; anteriormente nós falamos a respeito dela analisando as suas virtudes, agora. Estaremos traçando o perfil de se biografia. Vamos acompanhar. Esta é biografia de uma mulher cujo nome não sabemos pois o termo “Sunamita” advém de um adjetivo pátrio, ou seja, ela era uma mulher da cidade de Suném, portanto sunamita . A Bíblia nos diz que ela morava em Suném e era uma mulher importante. Para Deus, ela não só era importante, mas era uma mulher de coração dócil e sensível. Ao ver que Eliseu, o profeta de Deus, passava sempre por sua cidade, ela abriu as portas de sua casa e seu coração para acolhê-lo. Esta sua atitude mostrou o quanto ela amava e era sensível aos que estavam precisando dela, o quanto ela era hospitaleira, qualidade difícil de se encontrar, hoje em dia. Veja as suas qualidades: 1- que tem a alma aberta às necessidades daqueles que o Senhor coloca diante dela; 2- que enxerga, de longe, os que estão precisando dela; 3- que ajuda com docilidade, amabilidade aqueles que estão necessitando dela; 4- que mesmo tendo pouco, não mede esforços em dividir o que tem com aqueles que estão precisando dela; 5- que está sempre pronta para ajudar o seu próximo; 6- que sempre tem força e coragem para ajudar os necessitados. DEUS QUERIA QUE A FÉ DA SUNAMITA CRESCESSE. (2 RE 4.16) A. A mulher sunamita estava satisfeita. (2 Re 4.13) 1. Ela não precisava de nada, a não ser um filho. 2. Nos tempos antigos, não ter filhos era tido como amaldiçoado por Deus 3. O marido desta mulher era muito velho, e ela não tinha qualquer esperança de conceber um filho. 4. Ela tinha a sua mente tranqüila e feliz servindo a Deus. B. Isto é, quando Deus quis trazer uma mudança na sua vida 1. Eliseu profetizou que ela daria à luz um filho 2. Provavelmente, duas coisas passaram por sua mente a. Uma alegria enorme. b. Um medo de decepção c. Finalmente ela conseguiu confiar em Deus e no Seu servo Eliseu. Lição para nós: Temos de aprender pela fé a superar e lidar com todos os nossos medos confiando na boa mão de Deus. Estamos todos sujeitos a tornar-se constante e confortável em nossas vidas como ela estava. Mas devemos permitir Deus trazer mudança em nossas vidas para sempre e como Ele quiser. 2. DEUS COLOCA A PROVA A FÉ DA SUNAMITA PARA FORTALECÊ-LA A. De repente, o menino morreu ( 4.18-20) 1. A mulher ficou decepcionada, frustrada e profundamente triste. (2 Re 4.27-28) Ela podia fazer duas coisas. a. Culpar a Deus e o profeta por lhe dar um filho sem pedir b. Buscar a Deus com fé. B. Ela decidiu buscar a Deus com fé 1. Ela acreditava que o Deus que lhe deu um filho, poderia ressuscitá-lo. 2. Deus honrou sua fé e trouxe seu filho de volta a vida. Lição : Deus está interessado no desenvolvimento de nossa fé, de moldar a nossa vida, de ampliar nossa visão e nossos horizontes, através da sua graça, do seu amor, e sua habilidade para satisfazer as nossas necessidades. Não importa o que a vida pode trazer vamos buscá-Lo em cada situação. Veja agora os quatro pontos principais de sua biografia: 1. Ela era de Visão espiritual “E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que passa sempre por nós é um santo homem de Deus.” (2 Re 4.9). Essa Palavra retrata a vida de uma mulher fiel a Deus e seu nome era Sunamita. Ela residia na região de Suném, cidade que ficava localizada perto do monte Gilboa, no vale de Jezreel, local onde acamparam os filisteus antes do combate com o Rei Saul. Sunamita percebeu que um homem passava, algumas vezes, em frente à sua casa, e esse homem era o profeta Eliseu. Certa vez ela disse ao seu marido, que aquele homem é um santo homem de Deus, disse mais ainda ao seu marido: vamos fazer um pequeno quarto para ele, colocaremos uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro, e assim fizeram, e o profeta Eliseu tornou seus hospede. 2. Ela era sábia A mulher sábia há de ter os olhos voltados para a obra do Senhor; v. 9 A mulher sábia há de ter contentamento; v. 13 Em Pv 30:21,23 somos informados que a terra se alvoroça...com uma mulher aborrecida (sem contentamento ! descontente com o que recebemos de Deus) quando se casa." Algumas mulheres não precisam de muita coisa para se aborrecer. Se uma agulha se perde o mundo o ouvirá. Pensemos no descontentamento de algumas mulheres e em como isso afeta seus filhos, e muito mais, seus maridos. Não poderá o marido viver alegre, afinal, quem deveria alegrar-lhe está sempre triste e reclamando. A sunamita era jovem, provavelmente bonita, e, sendo casada com um homem bem mais velho, estava impossibilitada de ter filhos. Para uma mulher daquele tempo isso era um sinal muito triste. Podia ela viver aborrecida? Mas não! Ela está satisfeita. Quando o profeta quis devolver a benfeitoria ela prontamente recusou, alegando: Eu vivo feliz no meio do meu povo? Para ela o simples fato de viver entre as pessoas que a amava e a respeita já era motivo de ser feliz. Seria bom se todos tivessem consciência de quando estão realmente bem. O coração contente não precisa de muito para sentir-se feliz e em paz. Contrário isso é o espírito de descontentamento que paira sobre muitas mulheres. A mulher sábia atrai as bênçãos do Senhor; (v. 14-17) Sim, afinal , Deus não é injusto para se esquecer do vosso trabalho? (Hb 6.10). Os lares mais felizes e abençoados são aqueles onde a mulher edifica um espírito de contentamento e gratidão, pois, mesmo as bênçãos não pedidas e inesperadas chegam como recompensa do temor ao Senhor. Deus tem prazer em contemplar o desejo secreto! Porque, vosso Pai sabe o que vos é necessário antes de vós lho pedirdes? (Mt 6:8). Veja a Sunamita. Mesmo sem pedir, Deus lhe deu um filho. Uma mãe contente é uma mãe que espera em Deus, e é isso que ela deve transmitir aos filhos. A mulher sábia tem a confiança da sua família; v. 18-19 Como é bom ter alguém com quem podemos contar sempre. Veja o desespero desse velho homem quando seu filho ficou doente. Que poderia ele fazer com as dores do seu filho? Mas ele tem uma auxiliadora, e sabe que pode contar com ela. Sua ordem ao servo expressa isso: Leva-o a sua mãe. “E ele o tomou e o levou a sua mãe; e esteve sobre os seus joelhos...”. O filho precisa de um colo e o marido de um ombro. Você é uma mulher assim? Seu marido pode contar com você nas horas mais difíceis? É tu um amortecedor dos impactos? Que seja! Faça tudo para ser. Sua família precisa de você. O marido precisa de uma mulher em quem confiar, pois esse é o propósito de Deus para a esposa, ou seja, ser-lhe uma adjuntora. Para que o coração do seu marido está nela confiado (Pv 31:11-12). A mulher sábia não é alvoroçadora; (v. 20-23) 3. Ela era graciosa. A mulher sunamita era casada com um homem muito rico. Este temia a Deus, e ambos Lhe serviam com suas vidas e suas ofertas. Só que havia algo de muito especial naquela mulher que a fazia diferente de todas as outras sunamitas de sua época: ela era uma mulher graciosa. E o que mais chamou a atenção de Deus foi o fato de que se mostrava graciosa para com todos, e não apenas para com os que ela amava. Vendo ela que o profeta Eliseu, homem de Deus, sempre passava por sua cidade, costumava sempre lhe oferecer comida. Porém, um dia, decidiu que podia fazer algo além do que já era de costume. Ela e seu marido resolveram então construir um quarto para que Eliseu pudesse descansar todas as vezes que passasse pela cidade. O profeta ficou surpreso com a sua atitude graciosa, visto que ela não estava recebendo coisa alguma em troca. Sendo assim, ele se sentiu obrigado a abençoá-la de alguma forma. Então, perguntou à mulher o que ela gostaria de receber de Deus. Contudo, aquela sunamita não estava fazendo tudo aquilo em troca de bênçãos ou com a finalidade de receber alguma coisa em troca. Sua atitude era fruto de um desejo sincero de ser graciosa. Ela sabia que o que fizesse para o homem de Deus, estaria fazendo para o próprio Deus. Por isso, não hesitou em gastar o seu dinheiro, o seu tempo e seus esforços para servi-lo. Contudo, o homem de Deus não ficou satisfeito com a sua resposta e decidiu perguntar aos seus servos. Foi então que ele descobriu que ela não tinha filhos. Certamente, ter filhos era o maior sonho daquela mulher. Porém, seu marido já era idoso e ela já havia perdido todas as esperanças. Eliseu, então, não pensou duas vezes antes de abençoá-la com aquilo que ela nunca havia sequer pedido a Deus, mas com o qual sonhara a vida inteira: um filho. ( 2 Ris 4.8-17). Vemos aqui o exemplo de uma mulher que conquistou algo pelo qual jamais lutou, tudo por causa do seu espírito diferente. Ela se diferenciou das mulheres de sua época de tal forma que Deus fez questão de mencionar a sua atitude na Bíblia. Todos os dias, nós mulheres temos a oportunidade de nos destacarmos e fazermos a diferença, mas por que será que apenas pouquíssimas de nós realmente o fazem? As oportunidades vêm todas as vezes que uma idéia vem à nossa mente. O problema é o que fazemos com essas idéias – umas não chegam a ser praticadas; outras são esquecidas ou consideradas como tolice. Se tão-somente colocássemos as nossas idéias em prática, uma a uma, e as considerássemos como uma oportunidade para fazermos a diferença e sermos graciosas! O homem de Deus sempre passava pela cidade daquela mulher sunamita e um dia ela decidiu agarrar a oportunidade de sua vida – embora não tivesse consciência disso. Uma das características mais belas da mulher é a sua capacidade de ser graciosa. Todas nascem com essa habilidade, mas nem todas estão dispostas a usá-la – infelizmente! Muitas mulheres pensam que, sendo indiferentes às necessidades das outras pessoas, estarão evitando problemas para si mesmas. Outras não se importam porque estão mais preocupadas com o que as pessoas vão pensar delas ou, simplesmente, porque estão muito ocupadas com suas próprias vidas. 4. Ela era hospitaleira Eliseu se sentia confortável ao se hospedar no quarto que a Sunamita havia pedido ao marido para construir especialmente para ele. Por causa da generosidade e da hospitalidade desta mulher de Deus é que se tornou um hábito para Eliseu parar na casa dela. Se Jesus deixou a Sua glória para se tornar homem e servir, lavando os pés daqueles que Ele mesmo criou os apóstolos, por que eu não posso deixar o meu conforto e me dispor a ajudar as pessoas que estão precisando de mim? Se a viúva de Sarepta deixou de lado o seu egoísmo e dividiu com o Elias, o profeta do Senhor, o pouco que tinha de farinha e de azeite, por que eu não posso também dividir com quem está precisando a porção que o Senhor me dá, a cada dia? Como Abraão que preparou uma refeição tão suntuosa e ofereceu a três estranhos (Gn 18) que foram até a sua casa. A Bíblia nos diz que o profeta Eliseu recolheu-se ao seu quarto e se deitou. Conversando com o seu servo Geazi, ele pediu que chamasse a mulher Sunamita. Ela veio e, ao chegar junto ao profeta, ela ouviu dele o seguinte: "... A este tempo determinado, daqui a um ano, abraçarás um filho" (2Re 4.16a). A mulher Sunamita, com certeza, gostaria de ter um filho, mas ela estava com medo de que toda aquela promessa fosse apenas um sonho e não uma realidade. Mas a concretização da promessa aconteceu exatamente no tempo determinado, como disse a Palavra de Deus em 2Re 4.17. Gostaria de fazer uma pergunta que poderão medir o nosso grau de mulher hospitaleira: 1- "Você já foi hospitaleira numa ocasião difícil ou inconvenientemente? Ou isso se ajustava as suas necessidades.... Elevemos o nosso coração ao Senhor e peçamos que Ele nos transforme em uma mulher hospitaleira. Que Ele mude o nosso coração e nos transforme em uma mulher sensível às necessidades dos outros.. - este é o passo mais difícil - e que Ele coloque diante de nós oportunidades que possibilitem de cuidarmos de pessoas que estão precisando de nossos cuidados. 5. Ela não aceitou o decreto de morte de seu filho (2 Rs. 4.8-37). Ela era uma mulher bondosa que sempre servia uma refeição ao profeta Eliseu quando ele passava por Suném, sua cidade. Um dia ela falou com o marido para fazerem um quarto para o profeta, com tudo o que ele precisava, cama, cadeira, etc. Eliseu ficou tão agradecido por tanto cuidado e bondade daquela mulher que quis saber o que ela gostaria de ganhar e o servo do profeta, Jeazi, entendeu que seria um filho, já que não ela não tinha filhos. O profeta declarou que em nove meses ela estaria com o filho no colo e ela disse: não minta para tua serva. Mas no tempo determinado ela teve um bebe. Mas, depois de alguns anos, o filho já era um garoto grande, ele teve um problema e morreu. Ela colocou o filho morto no quarto do profeta e foi ao encontro do profeta, no monte Carmelo. Quando o profeta mandou perguntar se ela estava bem, ela respondeu a Geazi: vai tudo bem. E continuou até estar de frente ao homem de Deus. Na presença do profeta ela rasgou o coração, se prostrou e chorou: “Eu não pedi um filho, eu disse para não brincar comigo”. Ela não murmurou, juntou as forças possíveis e foi à presença de Deus. Ela não tinha pedido para ser mãe, mas agora, que era mãe, não poderia perder seu filho. Ela foi ao monte, monte é o lugar da presença de Deus. Ela foi ao homem de Deus. Resultado: Eliseu orou e seu filho reviveu. Ela lutou pela vida do filho! Deus está interessado no desenvolvimento de nossa fé, de moldar a nossa vida, de ampliar nossa visão e nossos horizontes, através da sua graça, do seu amor, e sua habilidade para satisfazer as nossas necessidades. Não importa o que a vida pode trazer vamos buscá-Lo em cada situação. Você se sente satisfeito ou realizado? Ou falta alguma coisa? Então você precisa pedir a Deus para mudar o seu caminho. Você vai permitir que Deus faça uma mudança em sua vida e aumente a sua fé? Como você responde quando Deus coloca a sua fé a prova? Que Deus nos ajude a imitar a fé e sabedoria da mulher Sunamita em nome de Jesus. |
DEVERES BÍBLICOS PARA HOMENS E MULHERES
DEVERES BÍBLICOS PARA HOMENS E MULHERES
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A Bíblia Sagrada está impregnada de conselhos práticos para homens e mulheres. O SENHOR definiu o lugar e a missão de cada um aqui na terra, para que, atentando diligentemente para todos os conselhos, pudessem alcançar o glorioso lugar no Reino de DEUS, a morada celestial eterna.
Desde o tempo da criação, homens e mulheres possuem um lugar definido por DEUS aqui na terra. Quando o SENHOR criou o homem, estabeleceu: “(...) Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; E DOMINE sobre os peixes do mar, e sobre as aves do céu, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra” (Gênesis 1:26) (grifo meu). Desde o princípio, a missão do homem foi a de liderar, dominar, ser cabeça e sacerdote. Ao homem o SENHOR deu ordens: “E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que comeres, certamente morrerás” (Gênesis 2:17).
DEUS confiou ao homem a responsabilidade de definir, ser líder, assumir o seu papel, estar à frente, com amor e sabedoria. Como o SENHOR é o líder maior, o soberano, o dominador, assim o homem deveria imitá-LO, ser essa imagem na Terra.
À mulher, DEUS a fez de uma das costelas do homem. E antes mesmo que a fizesse, revelou a sua missão: “E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só. Far-lhe-ei uma AJUDADORA IDÔNEA para ele” (Gênesis 2:18) (grifo meu). DEUS fez a mulher como complemento à vida do homem. A mulher, para toda a vida, deveria ajudá-lo idoneamente, ou seja, de forma correta, íntegra, honesta, submissa e obediente.
A única missão comum estabelecida por DEUS para homens e mulheres foi a de se unirem em uma só carne (casamento) e gerarem frutos, filhos para a glória do SENHOR.
Mas aí veio a serpente, a mais astuta de todas as alimárias do campo, e esta se dirigiu à mulher para persuadi-la ao pecado, à desobediência. A serpente era o diabo. E com voz mansa, tentou a mulher contra aquilo que o SENHOR havia estabelecido. O objetivo maior de satanás até os dias de hoje é o de desfazer tudo o que o SENHOR fez e ordenou. Se o SENHOR houvesse dito que a serpente era boa e confiável, ela ficaria contra si mesma, apenas com o intuito de tentar envergonhar o SENHOR. Observamos as primeiras palavras da serpente: “É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?” (Gênesis 3:1). Agora, vejamos as últimas palavras dela: “Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis” (Gênesis 3:4). E para conseguir sucesso no seu intento, viu, na mulher, a possibilidade de êxito naquilo que planejara. A mulher ao invés de não dar ouvidos à serpente, deveria ter ficado presa à submissão ao seu marido. Assim o pecado entrou no mundo e fez a separação do homem com Deus: “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça” (Isaías 59:2). Porque deu ouvidos ao diabo e fez o que DEUS ordenara para não ser feito, a mulher tornou-se impossibilitada de qualquer manifestação frente ao marido, em casa, como na igreja:
“Quero, pois, que os homens orem em todo lugar, levantando as mãos puras, superando todo ódio e ressentimento. Do mesmo modo, quero que as mulheres usem traje honesto, ataviando-se com modéstia e sobriedade. Seus enfeites consistam não em primorosos penteados, ouro, pérolas, vestidos de luxo; e, sim, em boas obras, como convém a mulheres que professam a piedade. A MULHER APRENDA EM SILÊNCIO, COM TODA A SUJEIÇÃO. NÃO PERMITO À MULHER QUE ENSINE NEM USE DE AUTORIDADE SOBRE O HOMEM, MAS QUE ESTEJA EM SILÊNCIO. Pois o primeiro a ser criado foi Adão, depois Eva. E não foi Adão que se deixou iludir, e sim a mulher que, enganada, se tornou culpada de transgressão” (1 Timóteo 2:8-14) (grifo meu).
Em silêncio, de boca fechada, pronta a obedecer. É isso que o SENHOR espera de uma mulher, que se diz cristã, para honrá-la. Mas, vivemos o tempo de conselhos e comportamentos radicalmente diferentes destes, proferidos pelo SENHOR.
Às mulheres da igreja em Éfeso, Paulo escreveu: “Vós, mulheres, SUJEITAI-VOS A VOSSOS MARIDOS, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo Ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos” (Efésios 5:22-24). Aos homens, veio uma ordem mais profunda e estreita: “Vós, maridos, AMAI vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível. Assim devem os maridos AMAR as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo” (Efésios 5:25-28).
Cabe à mulher a sujeição; ao homem, cabe o amor: o amor-entrega, o amor fiel, o amor como sacrifício vivo. O amor do marido pela sua esposa leva-a à santificação irrepreensível. Ser fiel corresponde a entregar o seu corpo apenas a sua esposa, santificando-o. E o marido, no Grande Dia, deverá apresentar a sua esposa ao SENHOR, como ELE apresentará a igreja a Si mesmo. Não é qualquer mulher, fruto de um relacionamento ilícito, mas a sua primeira e legítima esposa, aquela que deixou casa de pai e mãe com ele e o SENHOR testemunhou em casamento. Quem tentar trapacear o SENHOR no Grande Dia, apresentando outra mulher como sendo a esposa, ouvirá DELE: “Nunca vos conheci! Apartai-vos de mim, vós, que praticais a iniquidade” (Mateus 7:23).
O apóstolo Pedro, outro que abordou o assunto, escreveu: “Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, PELO PORTE DE SUAS MULHERES, sejam ganhos SEM PALAVRA. Considerando a vossa vida casta, em temor” (1 Pedro 3:1-2) (grifo meu). Pedro ratifica, em todos os pormenores, aquilo que fora dito pelo apóstolo Paulo a Timóteo, inclusive com a observância dos trajes, das vestimentas femininas: “O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de joias de ouro, na compostura dos vestidos; mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito MANSO E QUIETO, que é precioso diante de Deus, porque assim se adornavam também antigamente as santas mulheres QUE ESPERAVAM EM DEUS, e estavam sujeitas aos seus próprios maridos. Como Sara obedecia a Abraão, chamando-lhe senhor; DA QUAL VÓS SOIS FILHAS, fazendo o bem, e não temendo nenhum espanto” (1 Pedro 3:3-6) (grifo meu).
É profundamente sério tudo o que acabamos de ler. A Bíblia orienta as santas mulheres que o seu foco não esteja no exterior, na vaidade, nas roupas e nos acessórios que usam; mas seja o seu marido encoberto em seus corações, em um espírito manso e quieto, pois, com esse espírito, as mulheres santas antigas adornavam as suas almas. Profundamente lindo, poético e perfeito! Qual mulher tem escondido o seu interesse na submissão ao seu marido, guardando-o em seu coração?
Mas quando comparo o comportamento das mulheres de hoje, que se dizem cristãs, com aquilo que o SENHOR escreveu sobre elas, fico espantado devido ao profundo abismo que as separa dos santos ensinamentos. Meu DEUS santo, santo e santo, embora essas mulheres estejam nos templos religiosos, professando o Seu santo e precioso Nome, caminham para a perdição. Elas não são ensinadas na Palavra pelos seus líderes; não são exortadas a viver uma vida de temor ao SENHOR. Por isso, são rixosas, rebeldes, atrevidas, obstinadas e entregues à dissolução da insubmissão na qual vivem. Aplaudem as suas mulheres-pastoras e ainda dizem: “São mulheres de DEUS”.
Aos maridos, Pedro escreveu: “Igualmente vós, maridos, COABITAI COM ELAS com entendimento, DANDO HONRA À MULHER, como vaso mais fraco, como sendo vós os seus coerdeiros da graça da vida; PARA QUE NÃO SEJAM IMPEDIDAS AS VOSSAS ORAÇÕES” (1 Pedro 3:7) (grifo meu). A primeira ordem diz: COABITAI COM AS SUAS ESPOSAS; ou seja, não as desprezem por nada, não as repudiem, não as abandonem. O segundo afirma: HONREM AS SUAS ESPOSAS, respeitem-nas, as amem como CRISTO AMOU E AMA A IGREJA. Por fim, façam essas coisas para que as vossas orações sejam atendidas por DEUS. Talvez esses conselhos, um dia, sensibilizem o coração de muitos que se dizem “homens de DEUS” e acham que as suas orações são ouvidas por DEUS.
Vivemos tempos amargos, de heresias multiplicadas e feminismo exacerbado e contagioso. À luta pela igualdade social e profissional entre homens e mulheres no mundo, infelizmente, contaminou os que se dizem igreja do SENHOR, mas fogem dos Seus conselhos. Os falsos ministérios pastorais femininos já cauterizaram a mente de muitos, que aceitam e se submetem a esse tipo de heresia. Páginas no Facebook e em outras redes sociais lideradas por mulheres; grupinhos fechados organizados por mulheres insubmissas, que acham que estão no caminho do Céu, mas vivem, dia-a-dia, enganadas pela mesma serpente do Éden. NÃO HÁ SANTIDADE SEM SUBMISSÃO. Da mesma forma, homens desonestos, mentirosos, que se prostraram em um lugar onde DEUS não os colocou. Maridos infiéis as suas esposas, arrogantes, violentos, estúpidos, que não as honram como vasos mais fracos e, por isso, as suas orações não são atendidas pelo SENHOR. Seus testemunhos são mentirosos!
Sempre digo que não haverá igreja de pé espiritualmente diante de DEUS, se não houver pessoas dispostas a cumprirem os deveres que o SENHOR ordenou para cada um. Da mesma forma que nenhum casamento subsistirá sem que maridos e esposas cumpram adequadamente os seus deveres: “E assim cada um ande como Deus lhe repartiu, cada um como o Senhor o chamou. É o que ordeno em todas as igrejas” (1 Coríntios 7:17).
Precisamos hoje abrir mão do nosso EU, de nossas vaidades pessoais, para que o SENHOR reine em nossa vida. Caso contrário, seremos iguais à geração dos murmuradores, hipócritas, israelitas que, embora fosse considerada filhos do SENHOR, morreu prostrada no deserto por causa da desobediência; e não entrou na Canaã prometida...
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Lembrai-vos da mulher de Ló
Lembrai-vos da mulher de Ló
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Gênesis 19:26. ?E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.? A Bíblia não menciona o nome da mulher de Ló. Ela ficou conhecida durante o episódio da destruição das pecaminosas cidades de Sodoma e Gomorra, quando olhou para trás, desobedecendo à ordem de Deus, ao que foi transformada numa estátua de sal. A narrativa completa encontra-se no capítulo 19 de Gênesis. Muito tempo depois, Jesus, ao falar da súbita vinda do reino de Deus, proferiu a exortação: ?Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló; comiam, bebiam, plantavam e edificavam. Mas no dia em que Ló saiu de Sodoma, choveu do céu fogo e enxofre, consumindo a todos. Assim será no dia em que o filho do Homem se há de manifestar. LEMBRAI-VOS DA MULHER DE LÓ.? (Lc. 17:28-30;32) Aquela estátua de sal tem muito a nos dizer. 1. BREVE HISTÓRICO DE LÓ. Ló era sobrinho do patriarca Abraão, a quem Deus havia chamado e lhe feito promessas, ordenando-o que saísse do meio de sua parentela e da casa de seu pai indo para uma terra que o Senhor haveria de mostrá-lo. Assim, partiu o obediente Abraão, levando consigo a Ló, filho de seu irmão. A separação entre Abraão e Ló deu-se, mais tarde, por conta da contenda entre os pastores de gado de Abraão e os de Ló por não ter a terra capacidade para abrigar os seus rebanhos que eram em extremo numerosos. Diante do conflito Abraão sugeriu a separação e ofertou a escolha ao seu sobrinho dizendo: ?Não está toda a terra diante de ti? Eia, pois, aparta-te de mim; se escolheres a esquerda, irei para a direita; e, se à direita escolheres, eu irei para a esquerda.? Gn. 13:9). Diante da proposta de Abraão, Ló escolheu ir para a campina do Jordão, ao ver que era toda bem regada e ali armou suas tendas até a cidade de Sodoma. Ló fez uma escolha circunstancial, por vista e não por fé. A terra podia até ser boa, mas veja o que a Bíblia diz acerca dos habitantes: ?Ora, eram maus os varões de Sodoma e grandes pecadores contra o SENHOR? (Gn. 13:13). As conseqüências de sua escolha logo começaram a aparecer; Ló foi levado cativo na guerra de quatro reis contra cinco e foi necessária a intervenção de seu tio Abraão, que comissionou uma milícia de 318 homens e tendo perseguido os raptores, os venceu e trouxe de volta Ló, sua família e sua fazenda. Apesar desta triste experiência, Ló continuou habitando entre os ímpios de Sodoma. Os moradores daquela cidade eram tão maus que agravaram em muito o seu pecado a ponto de o Senhor determinar juízo sobre ela e a vizinha Gomorra. Deus, então, anunciou a Abraão que iria destruir Sodoma e Gomorra. Abraão intercedeu a Deus pelos homens justos que porventura pudessem habitar entre os ímpios,tendo ouvido do Senhor que se porventura em alguma das cidades se achassem dez homens justos, por amor dos dez não as destruiria. Tão pecaminosas eram aquelas cidades que não se tem notícia de que houvesse nenhum justo em Gomorra, visto que Deus não providenciou resgate de ninguém dali. Já com relação à Sodoma, Deus enviou dois anjos para dali retirar Ló e sua família. Os desdobramentos que seguiram à visitação dos anjos trataremos nos tópicos seguintes. 2. O PESO DO JUÍZO E A PRESSA DA MISERICÓRIDA. O juízo de Deus estava agendado para vir sobre as cidades de Sodoma e Gomorra. ?Disse o Senhor: ocultarei eu a Abraão o que faço... porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado e porquanto o seu pecado se tem agravado muito (Gn. 18:17-20) ?Então disseram aqueles varões a Ló: Tens alguém mais aqui? Teu genro, e teus filhos, e tuas filhas, e todos quanto tens nesta cidade, tira-os para fora deste lugar, POIS NÓS VAMOS DESTRUIR ESTE LUGAR, porque o seu clamor tem engrossado diante da face do Senhor e o Senhor nos enviou a destruí-lo? (Gn. 19:12-13) O juízo de Deus tem hora marcada! A Bíblia diz que ao amanhecer os anjos apertaram com Ló dizendo: Levanta-te!!. Ló provavelmente ainda dormia desapercebido de que a chuva de fogo batia às portas da cidade aguardando apenas a ordem de Deus para destruir totalmente os vis moradores daquela cidade. O juízo de Deus é certo sobre este mundo e muitos crentes ainda estão dormindo espiritualmente enquanto a misericórdia de Deus está a avisa-los: Levanta-te!! Deixa o sono da mornidão!!!! Desperta e abandona este proceder hipócrita!! Deixa esta vida dupla!! Para de coxear entre dois pensamentos!!! Tira da tua vida os embaraços deste mundo que tem te prendido!!! Levanta-te de entre os mortos!!!! ?Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos e Cristo ti esclarecerá (Ef. 5:14). O tempo do juízo está próximo: ?Porque está perto o dia, sim, está perto o dia do SENHOR, dia nublado; o tempo dos gentios ele será. (EZ. 30:3) ?E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora, mais perto de nós do que quando aceitamos a fé. (Rm. 13:11). A Bíblia afirma que a misericórdia do Senhor é a causa de não sermos consumidos, posto que se renovam a cada manhã. (Lm. 3:22 e ). A misericórdia do Senhor chegou antes de seu juízo à cidade de Sodoma. Vemos isto na prática, quando dois anjos chegam a Sodoma, enviados por Deus com a missão de retirar Ló e sua família para não serem destruídos com aquela ímpia geração. Percebemos que quanto mais próximo o juízo de Deus, mais a sua misericórdia se apressa para livrar aqueles que têm negócio com o Senhor. Diz o verso 16 que como Ló ainda demorava-se, os anjos lhe pegaram pela mão. E, literalmente, lhe conduziram juntamente com sua família para fora da cidade, sendo-lhe o Senhor misericordioso. O clamor deste mundo pecaminoso que hoje vivemos, tem subido ao céus e o juízo de Deus também já foi direcionado para este mundo. Todavia a misericórdia do Senhor tem chegado antes até nós e a mensagem que ela traz é praticamente a mesma: Levanta-te...separa-te deste mundo pecaminoso para que não pereças na sua injustiça. Escapa-te por tua vida; não olhes para trás e na pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças. 3. REJEITANDO O CONVITE DA MISERICÓRDIA. ?Então saiu Ló, e falou a seus genros, aos que haviam de tomar suas filhas, e disse: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Foi tido, porém, por zombador aos olhos de seus genros. (Gn.19:14) Ló entregou a mensagem do juízo e da misericórdia de Deus aos seus futuros genros, mas estes não receberam a palavra e tiveram Ló por zombador. Eu enxergo nos genro de Ló, duas classes de pessoas: a) As que ouvem a mensagem do evangelho e não aceitam a palavra; b) Os filhos de pais crentes que têm tudo nas mãos para escaparem da condenação eterna, pois convivem com uma família escolhida por Deus; são instruídos nos santos caminhos do Senhor; são evangelizados; contudo, dão as costas para o Senhor Jesus amando mais o presente século e seus manjares. Os futuros genros de Ló ainda não faziam efetivamente parte da família, pois no capítulo 19 versículo 14 a Bíblia registra: ?Então saiu Ló, e falou a seus genros, AOS QUE HAVIAM DE TOMAR SUAS FILHAS, e disse: Levantai-vos, saí deste lugar, porque o Senhor há de destruir a cidade. Foi tido, porém, por zombador aos olhos de seus genros. No verso oito do mesmo capítulo, Ló diz: ?Eis aqui, duas filhas tenho, que ainda não conheceram varão...?. Ora, se as filhas de Ló AINDA NÃO HAVIAM CONHECIDO VARÃO e se os chamados ?genros? de Ló ainda haviam de tomar suas filhas, podemos deduzir que eles eram apenas ?candidatos? a genro e não faziam, ainda, de fato, parte da família. O convite pra escapar da perdição lhes alcançou de forma especial pelo fato do contato que tinham com a família de Ló, todavia desprezaram a oferta de livramento ao dizerem não à palavra de Deus na boca de Ló. Os filhos de pais salvos são apenas candidatos aos céus. Eles têm todas as oportunidades do mundo: Conhecem a Palavra; foram instruídos nos caminhos santos do Senhor; a chamada para aceitar a Jesus como Senhor e Salvador e,, conseqüentemente, escapar da condenação, lhes têm alcançado todos os dias e eles têm zombado do evangelho, desprezado assim, o santo convite. Eu creio que quando o fogo começou a cair sobre Sodoma os genros de Ló lembraram das palavras de Ló e de como agiram mal ao rejeitarem. Da mesma forma, os filhos de pais crentes recordarão os conselhos de seus pais, das pregações alertadoras que ouviram quando eram conduzidos a contragosto para a Igreja e dos hinos que escutaram, como por exemplo o de nº 169 nas suas primeiras estrofes que diz: ?Longe do Senhor andava, no caminho de horror, por Jesus não perguntava e nem queria seu amor. No juízo não pensava e nem na minha perdição e nem minh?alma desejava a eterna salvação.? Tudo isto será reavivado na mente daqueles que mesmo estando tão perto do evangelho, dele fizeram pouco caso. A Bíblia diz que a quem muito é dado, muito é cobrado. Jesus repreendeu duramente a cidade de Cafarnaum por haver ela presenciado muitos prodígios e maravilhas operados por Ele e não haverem se arrependido e crido, afirmando que, no Juízo vindouro haverá menos rigor para os de Sodoma do que para os daquela cidade que tiveram a oportunidade de ouvir a palavra de Jesus e presenciar seus feitos maravilhosos, tendo se mantido impenitente e incrédula pela dureza de seu coração. Concluímos daí, que com certeza haverá rigoroso juízo para aqueles que conhecendo a palavra, a desprezaram. (Mt. 11:23-24) 4. NÃO BASTA ESTÁ FORA DA CIDADE, É PRECISO IR ATÉ O MONTE. ?Como Ló demorava-se, os anjos lhe pegaram pela mão. Assim como também sua esposa e filhas, sendo-lhe o Senhor misericordioso e tiraram-no e puseram-no fora da cidade? (Gn. 19:16). Este trecho fala da misericórdia de Deus que nos toma pela mão e nos tira para fora do mundo. Quando aceitamos a Jesus como Senhor e Salvador já estamos fora da cidade, já nos encontramos fora do alcance do juízo vindouro. Ocorre, porém, que a missão não acaba aí. Ló e sua família já estavam fora da cidade, mas então veio à ordem: ?E aconteceu que, tirando-os fora, disse: Escapa-te por tua vida; não olhes para trás de ti e não pares em toda esta campina; escapa lá para o monte, para que não pereças. (Gn. 19:17). A ordem, uma vez fora da cidade era para NÃO OLHAR PARA TRÁS e não parar durante toda a campina, marchando apressadamente até o monte, sob pena de perecer. Do mesmo modo, o crente na marcha pela campina da vida deve rumar para o monte do escape que simboliza Jesus sem parar na caminhada cristã ou olhar para trás, desviando-se. Jesus disse: ?Ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus.? (Lc. 9:62). Infelizmente a mulher de Ló olhou para trás. Ela já estava fora da cidade e já havia começado a marchar. No entanto, olhou para trás. Eu enxergo na mulher de Ló, aquelas pessoas que já aceitaram a Jesus como Senhor e Salvador (já estão fora da cidade), mas no decorrer da vida cristã se desviam (olham para trás). 5. OLHANDO PARA TRÁS. Ao sair o sol sobre a terra, assim que amanheceu, Ló e sua família entraram na cidade de Zoar. O senhor então fez chover enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. O versículo 26 do capítulo 19 nos conta um triste fato: ? E a mulher de Ló olhou para trás e ficou convertida numa estátua de sal.? Olhou quando já estavam chegando ao destino. Que triste!!!! Na sua segunda epístola, Pedro, inspirado pelo espírito Santo nos revela que a destruição de Sodoma e Gomorra serve para exemplo aos que vivem impiamente (2 Pedro 2:6). O fato da mulher de Ló ter olhado para trás e virado uma estátua de sal ao desobedecer às ordens dos anjos de Deus e olhar para trás, serve de exemplo para quem??? Certamente para os crentes que tendo começado a jornada rumo à Jerusalém celestial, escapando da condenação deste mundo, em um certo ponto da viagem (vida) olham para trás, são vencidos pó Satanás por terem o coração preso às coisas que o mundo oferece. Falando sobre este assunto Pedro diz: ?Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidas nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado. Deste modo, sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio diz: O cão voltou ao seu próprio vômito; a porca lavada, ao espojadouro de lama.? (2 Pedro 2:20-22). Por vislumbrar esta possibilidade na vida de cada crente, o apóstolo Paulo exorta: ? Aquele, pois, que cuida está em pé, olhe que não caia (1 Cor. 10:12). Revela, ainda:? ?Ora, tudo isso lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para AVISO NOSSO , para quem já são chegados os fins dos séculos (1 Cor. 10:11)?. |
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