A DISTINÇÃO ENTRE OS DONS ESPIRITUAIS E O FRUTO DO ESPÍRITO
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A Palavra de Deus na carta aos Gálatas 19 a 25 assegura que as obras da carne são conhecidas as quais são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro como já, outrora, vos preveni que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.
Mas o Fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivermos no Espírito, andemos também no Espírito. Amados em Cristo, a palavra exorta para que andamos na luz e não tropeçamos nas obras da carne as quais são trevas. Necessário é praticar e viver as obras do Espírito, ser participante do fruto do Espírito. Porque fomos chamados à liberdade, e não podemos usar da liberdade para dar ocasião à carne, mas servir uns aos outros pela caridade. Se vivermos para a carne certamente praticamos as obras que são próprias da carne, fazendo a vontade da carne, isto é viver na prática do pecado que habita na carne. Porque se já morremos com Cristo, cremos que também com Ele viveremos; sabendo que, havendo Cristo ressuscitado dos mortos, morremos para o pecado; mas, vivemos para Deus. E não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado, mas apresentai-vos a Deus, como instrumentos de justiça. Mas, agora, libertados do pecado e feitos servos de Deus, tendes o vosso fruto para santificação, e por fim a vida eterna. Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor. A Palavra de Deus nos exorta a vigiar para que o pecado não venha habitar em nós, porque o pecado é próprio da carne, e a carne inclina-se para o pecado, mas o espírito anseia pelas obras do Espírito, então há um conflito constante entre a carne e o espírito, relatado no capítulo 7 da carta aos Romanos, vejamos: Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero, esse faço. Ora, se eu faço o que não quero já o não faço eu, mas o pecado que habita em mim. Acho então, que quando quero fazer o bem, o mal está comigo. Porque, segundo o homem interior, tenho prazer na lei de Deus, mas vejo nos meus membros outra lei que batalha contra a lei do meu entendimento e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros. Dou graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. Assim que eu mesmo, com o entendimento, sirvo à lei de Deus, mas, com a carne, à lei do pecado. NÃO HÁ CONDENAÇÃO PARA OS QUE ESTÃO EM CRISTO Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito. Porque Jesus me livrou da lei do pecado e da morte. Porque Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, e pelo pecado, condenou o pecado na carne, para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porquanto os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; é inimizade contra Deus, mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus, e, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. A PALAVRA NOS ACONSELHA IMITAR A CRISTO Portanto, se já ressuscitastes com Cristo, buscai as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. Pensai nas coisas que são de cima e não nas que são da terra; e quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, também vós vos manifestareis com Ele em glória. Mortificai, pois, os vossos membros que estão sobre a terra: a prostituição, a impureza, o apetite desordenado, a vil concupiscência e a avareza, que é idolatria; pelas quais coisas vêm a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Andar em amor, como também Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Porque o fruto da justiça semeia-se na paz, para os que exercitam a paz. E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual estais selados para o Dia da Redenção. Sede, pois, imitadores de Deus, como filhos amados; e andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave. Porque bem sabeis isto que nenhum impuro, tem herança no Reino de Cristo e de Deus. E Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência. Porquanto, noutro tempo, éreis trevas, mas, agora, sois luz no Senhor; andai como filhos da luz, porque o fruto do Espírito está em toda bondade, e justiça, e verdade aprovando o que é agradável ao Senhor. E Não erreis Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. O que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção, mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. O homem de Deus exemplifica sobre o compromissar que precisamos ter com o Senhor, dizendo: Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim (Gl 2:20). OS DONS DO ESPÍRITO No capítulo 12 de 1ª aos Coríntios, Paulo descreve a Igreja como Corpo de Cristo, e afirma ser os crentes membros desse Corpo, com diferentes Dons, concedidos por Deus, através do Seu Santo Espírito: "Acerca dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes. Vós bem sabeis que éreis gentios, levados aos ídolos mudos, conforme éreis guiados. Portanto, vos quero fazer compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus diz: Jesus é anátema! E ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo. Ora, há diversidade de dons, mas o Espírito é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos. Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para o que for útil. Porque a um, pelo Espírito, é dada a palavra da sabedoria; e a outro, pelo mesmo Espírito, a palavra da ciência; e a outro, pelo mesmo Espírito, a fé; e a outro, pelo mesmo Espírito, os dons de curar; e a outro, a operação de maravilhas; e a outro, a profecia; e a outro, o dom de discernir os espíritos; e a outro, a variedade de línguas; e a outro, a interpretação das línguas. Mas um só e o mesmo Espírito opera todas essas coisas, repartindo particularmente a cada um como quer. Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também. Pois todos nós fomos batizados em um Espírito, formando um corpo, quer judeus, quer gregos, quer servos, quer livres, e todos temos bebido de um Espírito. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos. Se o pé disser: Porque não sou mão, não sou do corpo; não será por isso do corpo? E, se a orelha disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; não será por isso do corpo? Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde estaria o olfato? “Mas, agora, Deus colocou os membros no corpo, cada um deles como quis.” (1Co 12:1-18). Estes Dons, são os meios pelos quais os servos do Senhor Jesus, membros do Seu Corpo são habilitados e equipados para desempenharem ministérios gloriosos na Sua Obra. Sem os Dons do Espírito, a Igreja não seria o organismo vivo que é, sem os Dons do Espírito, a Igreja não passaria de uma mera organização humana e religiosa, ou seja: um segmento a mais da sociedade. Estamos vivendo os últimos dias da Igreja na terra e, pela comunhão que desfrutamos com Cristo, cremos que preste está o dia da Sua volta a este mundo para arrebatá-la, e a medida em que esse dia vai se aproximando, os Dons do Espírito vai também se intensificando, evidenciando a iminente volta do Salvador "E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos." (Atos 2:17; Joel 2:28-32). Os nove Dons descritos nas Sagradas Escrituras, são assim classificados: I - DONS DE REVELAÇÃO: 1. Palavra da sabedoria 2. Palavra do conhecimento 3. Discernimento de espíritos II - DONS DE PODER: 1. Fé 2. Curar (Dons de) 3. Operação de milagres III - DONS DE ELOCUÇÃO: 1. Profecia 2. Variedade de línguas 3. Interpretação de línguas Esta forma de classificar os Dons altera a ordem em que os coloca o autor da Carta aos Coríntios, mas, é uma forma coerente, que visa destacar a similaridade existente entre os eles nos respectivos grupos. FRUTO DO ESPÍRITO Em contraste com as obras da carne, exaradas na Carta de Paulo aos Gálatas 5:19-21 "Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus", temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama de "O Fruto do Espírito". Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito Santo dirija e influencie sua vida que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, em especial, as obras da carne, e viva em comunhão com Deus, conforme Romanos 8:5-14 "Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito, para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça. E, se o Espírito daquele que dos mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dos mortos ressuscitou a Cristo também vivificará o vosso corpo mortal, pelo seu Espírito que em vós habita. De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne, porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus." Outras referências alusivas, encontramos nas seguintes passagens Bíblicas: (2 Co 6; 6; Ef 4:2-3; Cl 3:12-15; 2ª Pe 1:4-9). OS ASPECTOS DO FRUTO SÃO: Caridade, Gozo, Paz, Longanimidade, Benignidade, Bondade, Fé, Mansidão, e Temperança. • CARIDADE (gr. ágape), Refere-se ao interesse e a busca do bem maior de outra pessoa, sem nada querer em troca (Rm 5:5) "E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado". Também em (Ef 5:2) "E andai em amor, como também Cristo vos amou e se entregou a si mesmo por nós, em oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave". Ainda em (Cl 3:14) "E, sobre tudo isto, revesti-vos de caridade, que é o vínculo da perfeição". • GOZO (gr. chara) Significa na vida do crente a sensação de alegria baseada no amor (ágape), na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo. (Sl 119:16) "Alegrar-me-ei nos teus estatutos; não me esquecerei da tua palavra". (2 Co 6:10) "como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo e possuindo tudo". (2 Co 12:9) "E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo". (1 Pe 1:8) "ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso". • PAZ (gr. eirene) É a quietude de coração e mente baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial. Paz não significa meramente uma camiseta branca com algumas inscrições alusivas. Não é também uma simples pombinha branca. Paz é sossego em Cristo. Paz é ter Cristo no coração. Paz, é ter a certeza de que passará a eternidade com Jesus. Paz é criar os filhos na presença do Senhor e saber que quando o filho ficar velho não desviará da presença de Deus. Paz é não andar inquieto como fazem os incrédulos. Ter paz é saber que quando a segurança da terra falhar temos a de Deus que nunca falhará. (Rm 15:33) "E o Deus de paz seja com todos vós. Amém"! (Fp 4:7) "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus". (1 Ts 5:23) "E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo". (Hb 13:20) "Ora, o Deus de paz, que pelo sangue do concerto eterno tornou a trazer dos mortos a nosso Senhor Jesus Cristo, grande Pastor das ovelhas." Em certo sentido, a paz é tríplice em seus aspectos, exemplo: Paz com Deus, paz com nós mesmos, e paz com os nossos semelhantes. • LONGANIMIDADE (gr. makrothumia) O que traduz perseverança, paciência, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero. (Ef 4:2) "com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor". (2ª Tm 3:10) "Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, caridade, paciência." (Hb 12:1) "Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo embaraço e o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta." • BENIGNIDADE (gr. chrestotes) Denota não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor. Até mesmo porque benignidade é exatamente antônimo de malignidade. (Ef 4:32) "Antes, sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo". (Cl 3:12) "Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade". (1ª Pe 2:3) "se é que já provastes que o Senhor é benigno". • BONDADE (gr. agathosune) Define zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa o mal; pode ser expressa em ato de bondade (Lc 7:37-50) "E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento. E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o ungüento. Quando isso viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora. E, respondendo, Jesus disse-lhe: Simão, uma coisa tenho a dizer-te. E ele disse: Dize-a, Mestre. Certo credor tinha dois devedores; um devia-lhe quinhentos dinheiros, e outro, cinqüenta. E, não tendo eles com que pagar, perdoou-lhes a ambos. Dize, pois: qual deles o amará mais? E Simão, respondendo, disse: Tenho para mim que é aquele a quem mais perdoou. E ele lhe disse: Julgaste bem. E, voltando-se para a mulher, disse a Simão: Vês tu esta mulher? Entrei em tua casa, e não me deste água para os pés; mas esta regou-me os pés com lágrimas e mos enxugou com os seus cabelos. Não me deste ósculo, mas esta, desde que entrou, não tem cessado de me beijar os pés. Não me ungiu a cabeça com óleo, mas esta me ungiu os pés com ungüento. Por isso, te digo que os seus muitos pecados lhe são perdoados, porque muito amou; mas aquele a quem pouco é perdoado pouco ama. E disse a ela: Os teus pecados te são perdoados. E os que estavam à mesa começaram a dizer entre si: Quem é este, que até perdoa pecados? E disse à mulher: A tua fé te salvou; vai-te em paz" Isso é a expressão da bondade. Ou na repressão e na correção do mal ( Mt 21:12-13) "E entrou Jesus no templo de Deus, e expulsou todos os que vendiam e compravam no templo, e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E disse-lhes: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração. Mas vós a tendes convertido em covil de ladrões". • FÉ (gr. pistis) O que significa, lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23:23) "Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! Pois que dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais o mais importante da lei, o juízo, a misericórdia e a fé; deveis, porém, fazer essas coisas e não omitir aquelas". (Rm 3:3) "Pois quê? Se alguns foram incrédulos, a sua incredulidade aniquilará a fidelidade de Deus"? (2 Tm 6:12) "Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado, tendo já feito boa confissão diante de muitas testemunhas". (2ª Tm 2:2; 4:7) "E o que de mim, entre muitas testemunhas, ouviste, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para também ensinarem os outros. Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé". (Tt 2:10) "não defraudando; antes, mostrando toda a boa lealdade, para que, em tudo, sejam ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador". • MANSIDÃO (gr. prautes) Este termo exprime moderação, associação à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2 Tm 2:25) "instruindo com mansidão os que resistem, a ver se, porventura, Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade". (1 Pe 2:15) "antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós. " Para a mansidão de Jesus: (Mt 11:29) "Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração, e encontrareis descanso para a vossa alma". (Mc 3:5) "E, olhando para eles em redor com indignação, condoendo-se da dureza do seu coração, disse ao homem: Estende a mão. “E ele a estendeu, e foi-lhe restituída a mão, sã como a outra”. Outras referências: (2ª Co 10:1; 10:4-6; Gl 1:9, Nm 12:3; ÊX 32:19-20). • TEMPERANÇA (gr. egkrateia) É o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1ª Co 7:9) "Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se". (Tito 1:8) "mas dado à hospitalidade, amigo do bem, moderado, justo, santo, temperante". (Tt 2:5) " (Tt 2:5) "a serem moderadas, castas, boas donas de casa, sujeitas a seu marido, a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada". O ensino final de Paulo sobre o Fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode, e realmente deve praticar essas virtudes continuamente, nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos. OS DONS E O FRUTO SÃO NOVE EM SEUS ASPECTOS Aqui não se trata de uma mera coincidência, "Nove e Nônuplo" Mas, de uma necessidade, tudo isso para existir equilíbrio, Deus disse que deveria ser uma romã e uma campainha. Vejamos o que nos diz a Palavra de Deus em (Êx 28.33-35) "E nas suas bordas farás romãs de pano azul, e de púrpura, e de carmesim, ao redor das suas bordas; e campainhas de ouro no meio delas ao redor. “Uma campainha de ouro e uma romã, outra campainha de ouro e outra romã haverá nas bordas do manto ao redor, e estará sobre Arão quando ministrar, para que se ouça o seu sonido, quando entrar no santuário diante do SENHOR e quando sair, para que não morra". Por baixo do éfode, o sumo sacerdote usava um manto, de uma só peça, bordado de azul. Em toda orla, havia desenhos de romãs, tecidos em púrpura e escarlate. Entre as romãs, pequenas campainhas de ouro estavam presas. A cada passo que o sacerdote dava, soava as campainhas. Então o povo sabia que o sumo sacerdote não tinha morrido na presença do Senhor. Isto também nos ensina a solenidade da presença de Deus, o Todo Poderoso. As campainhas falam de testemunho e as romãs falam da fertilidade. Se caminharmos segundo a vontade de Deus, como na Sua presença, o povo não pode deixar de reconhecer que pertencemos a Cristo. Se habitarmos em Cristo, temos de produzir abundante Fruto (Gl 5:22-23). Se fosse só romã sem a presença da campainha, ou vice-versa, não haveria equilíbrio. Nesse caso, uma coisa não substitui a outra, mas, uma depende da outra. Da mesma forma deve ser os Dons e o Fruto do Espírito na vida dos crentes em Cristo, para que haja equilíbrio; principalmente nas vidas dos que ministram na Casa de Deus. DISTINÇÃO ENTRE OS DONS E O FRUTO 1. Os dons são dados - O fruto é gerado. 2. Os dons vêm após o batismo no Espírito Santo - O fruto é na conversão. 3. Os dons são de fora para dentro - O fruto vem do interior. 4. Os dons já vêm completos - O fruto requer tempo para crescer. 5. Os dons são dotação de poder para o crente - O fruto expressa o seu caráter. 6. Os dons vêm pelo Espírito - O fruto vem por Jesus. 7. Os dons são distintos - O fruto é indivisível. 8. Os dons conferem poder - O fruto confere autoridade. 9. Os dons comunicam espiritualidade - O fruto inrepreensão.BR> 10. Os dons identificam o que fazemos - O fruto mostra o que somos. 11. O mais interessante é que os dons podem ser imitados - Porém o fruto nunca o será. Toda finalidade de Deus em nossa vida é para glorificar Jesus, ser cheio do Espírito Santo é a tarefa que cabe a todo homem que em seu coração deseja ter o caráter de Cristo em crescimento constante. Temos a vida Cristã que desejamos, ou seja, podemos ser crentes espirituais ou crentes carnais. Existe uma escolha a ser feita, pois o que Deus pede de nós é simplesmente disposição. Na verdade Deus não quer massacrar-nos, ele quer ver o que se passa dentro de nós, a vida abundante que Ele tem para nós não é de maneira alguma isenta de lutas. e a maior luta que todo homem que converte-se enfrenta é a luta interior, pois ele vem com o Egito dentro dele. Sabemos que a verdadeira libertação é de dentro para fora, existe todo um processo para as mudanças acontecerem e é necessária uma disposição interior do homem para que a obra não seja interrompida. É preciso abrir o coração para que Deus através de seu Espírito Santo trabalhe em um processo que estará continuamente em andamento na vida do crente. Deus só valoriza o que vem de dentro para fora e não o que vem de fora para dentro, precisamos cooperar para que Ele trabalhe em nós, logo seremos livres da carnalidade, na verdade é um esforço que precisa-se fazer, pois existe a vontade da carne que é natural do próprio homem e essa luta é constante contra o Espírito. Sabemos que o Espírito Santo que nos guia a toda verdade quando entra no homem, Ele tem a capacidade de desnudá-lo, assim o homem que deixa o Espírito Santo trabalhar em seu interior, será quebrantado e o fruto do Espírito vai surgir combatendo as obras da carne. Estar cheio do Espírito nos chama tanto para o caráter quanto para a atividade carismática. O fruto do Espírito Santo deve crescer em nossas vidas da mesma forma que seus dons devem ser mostrados através de nós. O fruto do Espírito é uma obra espontânea do Espírito Santo dentro de nós. O Espírito produz certos traços de caráter que são encontrados na natureza de Cristo. São os subprodutos do seu controle sobre a nossa vida - não conseguiremos obtê-los se tentarmos alcançá-los sem sua ajuda. Se quisermos que o fruto do Espírito cresça em nós, devemos unir nossa vida à dele (Jo 15:4,5). Devemos conhecê-lo, amá-lo, lembrá-lo e imitá-lo. Que Deus nos abençoe e nos guarde no seu grandioso amor, em nome de Jesus. Amém! |
quinta-feira, 5 de janeiro de 2017
A DISTINÇÃO ENTRE OS DONS ESPIRITUAIS E O FRUTO DO ESPÍRITO
O FRUTO DO ESPÍRITO: AMOR
O FRUTO DO ESPÍRITO: AMOR
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Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. Gálatas 5:22-23.
O que é esse amor divino? Deus! Tudo emana Dele para cada pessoa que creu em sua inclusão no corpo de Cristo e morreram e ressuscitaram com Ele. Jamais podemos definir o amor de Deus, pois Ele é infinito e este amor jamais acaba. Deus nos ama incondicionalmente e amar incondicionalmente significa o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca. Jeremias 31:3 De longe se me deixou ver o SENHOR, dizendo: Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí.
Nunca podemos duvidar deste grande amor de Deus por nós. O amor de Deus por cada um de nós é mais do que palavras. Deus deu prova do Seu amor por nós quando enviou Seu filho Jesus Cristo para morrer na cruz por nós. Romanos 5:8 Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores.
Os gregos tinham quatro palavras para diferentes tipos de amor: “Storge”, que significa afeição natural ou amor de família; “Eros”, que significa atração sexual ou amor romântico; “Phileo”, que significa afeição emotiva ou amizade e “Ágape”, que significa amor incondicional, altruísta ou sacrificial. Quando a Bíblia fala do amor de Deus por nós e do tipo de amor que devemos ter por Ele e pelas outras pessoas, a palavra é sempre ágape. 1 João 4:7-8 Amados, amemo-nos uns aos outros, porque o amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor.
Amor é provavelmente a palavra mais mal compreendida do mundo. Parte do problema é que a usamos para uma porção de coisas. Diluímos o seu significado por excesso de utilização: “amo meu país”, “eu te amo”, “amo minha igreja”, “eu amaria você, se você esfregasse minhas costas”. Utilizamos a palavra amor de maneiras muito diferentes até que perdeu o seu significado literal. É difícil dar e receber amor quando nem mesmo se compreende o que é. A maioria das pessoas que dizem que nos ama, são fingimentos. Nascemos de novo para amar nossos irmãos sem hipocrisia. O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem.Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. Romanos 12:9-10
Você acha que é impossível amar alguém de quem você não goste? Pois é exatamente aqui que entra o amor ágape. Este amor incondicional de Deus foi derramado em nosso coração pelo Espírito Santo quando cremos em nossa identificação com Cristo em sua morte e ressurreição. O amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado. Romanos 5:5b.
Tendo o Seu amor em nossos corações, o próprio Deus vai nos ensinar a exercitar o Seu amor. Como Deus faz isto? Ele vai colocar perto de nós pessoas que não são amáveis. É fácil amar pessoas gentis e amáveis, mas para Deus nos ensinar a amar, vai colocar algumas pessoas difíceis de amar em nossa vida. O fato é que nossa vida está cheia de pessoas das quais não gostamos. Não gostamos do jeito que algumas pessoas falam. Não gostamos da maneira que agem. Não gostamos de como se vestem. Mas a maioria de nós tem a inclinação de não gostar de pessoas que não gostam de nós. Por que muitas pessoas não conseguem amar? Pelo simples fato de que nunca foram amadas de verdade. E quando são amadas podem amar com o mesmo amor que foram amadas. Leiamos 1 João 4:19 Nós amamos porque ele nos amou primeiro.
Por que você nasceu de novo? Não foi porque você quis nascer de novo, mas porque Deus quis que você nascesse de novo. Deus te quis e te fez querer sem que você quisesse, você acabou querendo. Deus nos queria tanto que acabamos querendo um pouco. E por Ele nos querer demais, nós acabamos querendo um pouco mais. Pois o querer de Deus faz com que o nosso querer o queira. Nós acabamos te querendo, quando Tu mais nos queres. Isso se chama amor e é uma chama irresistível. Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade, para que fôssemos como que primícias das suas criaturas. Tiago 1:18.
As pessoas não amadas são geralmente nada amáveis. Quando não sentimos genuinamente amados, não temos a capacidade de amar a ninguém. Por isso, primeiro precisamos experimentar o amor de Deus em nós mesmos. Deus se deleita em mim e em você não porque somos amáveis, ou por aquilo que fazemos de bom, mas simplesmente porque somos Dele em Cristo. O Seu grande amor nos atraiu a Si, por isso fomos constrangidos pelo Amor. Pois o amor de Cristo nos constrange, julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram. 2 Coríntios 5:14.
Deus em Seu amor não nos ensinou a perdoar, mas nos perdoou plenamente e também nos capacitou a perdoar aqueles que nos ferem. Muitas pessoas sofrem e estão doentes em suas almas porque não liberam perdão. As pessoas do seu passado não podem continuar magoando você hoje a não ser que você lhes permita, guardando ressentimento contra elas. Sempre que tem algum ressentimento contra alguém, você lhe dá um pedaço do seu coração. Você lhe dá um pedaço de sua atenção, um pedaço de sua mente. Você quer que essa pessoa tenha esse pedaço? Não. Portanto, tome-o de volta, perdoando. Perdoe àqueles que o magoaram. Em vez de relembrar esse sofrimento constantemente, livre-se dele. Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou. Efésios 4:32.
Infelizmente o fato da vida é que pessoas que sofrem machucam os outros. Se alguém está agindo maldosamente com você, está agindo assim porque está sofrendo. O que precisamos fazer é olhar além das falhas das pessoas e ver as necessidades delas. Então aprendemos a amar. Você já descobriu que as pessoas mais desagradáveis e as menos amáveis são as que precisam mais de amor? Se uma pessoa não consegue obter amor, ela luta para chamar a atenção. E se não conseguir chamar e receber atenção positiva, vai tentar atrair atenção negativa. Inconscientemente, está dizendo: “Eu vou ser notada, de um jeito ou de outro”. É por isso que Deus colocou em nós o Seu amor, para amarmos uns aos outros. Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros. 1 João 4:11.
O fruto do Espírito vem da vida do Espírito e a vida do Espírito vem do Espírito de Deus, vivendo em nosso espírito. O fruto do Espírito são as características do Pai, passadas para Seus filhos. A mais importante parte deste fruto é o Seu amor. Amor sumariza a lei como um todo. Amor é o poder doador que visualiza outros como o alvo e não como meio. Amor é facilmente satisfeito porque não demanda coisa alguma. Amor é derramado nos nossos corações na ocasião do nosso novo nascimento. Sem o novo nascimento e seu resultado em amor, nunca permaneceríamos fieis a Deus. O abandonaríamos concentraríamos solenemente em nós mesmos. Este amor nos salva de nós mesmos e se permitirmos que cresça como um fruto em nossa vida, muitos poderão comer deste fruto e serem abençoados. Então a ordem do Senhor para a igreja é que todas as nossas atitudes sejam feitas em amor: Todos os vossos atos sejam feitos com amor. 1 Coríntios 16:14. Amém.
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O líder e o fruto do Espírito
O líder e o fruto do Espírito
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Jesus disse em Mateus 7:16-20, que é pelo fruto que se conhece a árvore. Uma árvore boa dá bons frutos, uma árvore má, dá maus frutos. Que tipo de árvores somos? Que fruto produzimos? O crente carnal tem fruto da carne (Gálatas 5:19-21), mas o crente espiritual, tem fruto do Espírito. (Gálatas 5:22). Nossas igrejas necessitam de líderes que tenham o fruto do Espírito. Nesse contexto, convém-nos lembrar que FRUTO É MELHOR DO QUE DONS. Encontramos muitos líderes cheios de dons e de aptidões, porém, são pessoas nervosas, egoístas, que odeiam os outros, tristes e sem amor pela obra. É muito bom um líder repleto de dons, porém, é muito melhor um líder que tenha o fruto do Espírito. Fruto do Espírito: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e domínio próprio (temperança).” (Gálatas 5:22) 1) AMOR Amor é um mandamento (Marcos 12:30-31). Jesus disse em João 13:35 que somos conhecidos como discípulos dele se “amarmos uns aos outros”. No Novo Testamento, que foi escrito em grego, encontramos a palavra “agape” que é traduzida para nós como amor ou, em algumas traduções, caridade. Ágape quer dizer um amor não apenas em palavras ou sentimentos e sim um amor acompanhado de atitude. Ágape é um amor traduzido por comportamento e não apenas sentimento de amor. O líder deve, acima de tudo, amar. Amar a obra do Senhor, amar a Deus sobre todas as coisas, amar seu próximo como a si mesmo, amar aquele que não merece. Isto é o amor ágape: amar e ter uma atitude em favor daquele que não merece perdão, não merece respeito, não merece outra chance. É o amor com o qual o Senhor Jesus nos perdoou e nos reconciliou com Deus, mesmo nós não merecendo. “Meus filhinhos, não amemos de palavra e nem de língua, mas por obra e em verdade.” (I João 3:18) 1.1 Deus provou o seu amor por nós: (Romanos 5:8; João 3:16) 1.2 Devemos amar a Deus, não só de palavras, mas também devemos provar este amor: (João 14:21). Quem ama a Deus, guarda os seus mandamentos. 1.3 Devemos amar o nosso irmão não com palavras e sim, com atitudes. - I João 4:7-8 e 11. - O amor ágape busca satisfação dos outros, amar os que erram, amar aos que não merecem amor, amar os inimigos. (Mateus 5:43) Leitura: I Coríntios 13:1-8 O crente em Jesus produz o fruto do amor, amor ágape, amor que não se reduz em emoções, mas sim, com ações. 2) ALEGRIA Nós temos a alegria do Espírito Santo. Alegria esta que não está condicionada às coisas que temos e sim, às que somos. Não somos alegres por Termos dinheiro, casa e carro, nossa alegria está no Senhor que nos dá tudo isso e muito mais. Como é bom ser liderado por uma pessoa alegre, motivada, que não se entristece diante das situações difíceis. Os membros da igreja sentirão mais segurança e confiança no líder que tem a alegria de Deus em sua vida. 2.1 Nossa alegria não está baseada nas coisas da terra, simplesmente. - I Coríntios 15:19 2.2 Nossa alegria não está baseada nas coisas que temos ou momentos que passamos, e sim, na confiança da vitória em Jesus Cristo. (Filipenses 4:11-13) Somos alegres porque somos filhos de Deus, salvos em Jesus, somos novas criaturas (II Coríntios 5:17) 3) PAZ Quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem, na presença de Deus. Nós temos a paz de Cristo, não é a falsa paz do mundo, mas, a verdadeira paz que só Deus pode dar. “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14:27) POR QUE SAUDAMOS OS IRMÃOS COM: “PAZ SEJA CONTIGO” E NÃO “PAZ DO SENHOR”? Resposta: As duas saudações estão certas, porém, Jesus já nos deu a paz, então podemos dizer “paz seja contigo”, porque a paz é nossa também! Jesus nos deu! “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou. Não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (João 14:27) “Quando entrardes numa casa, dizei primeiro: Paz seja nesta casa. Se houver ali algum filho da paz, repousará sobre ele a vossa paz; se não, voltará para vós.” (João 10:5-6) 4) LONGANIMIDADE Perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero. Você já ouviu alguém falar: “Eu tenho o pavio curto!”? Pois é, o líder que produz o fruto do Espírito tem pavio longo, não se ira tão depressa ou por qualquer coisa. O líder deve manter-se calmo e longânime diante das pessoas e das situações adversas. As pessoas sentirão mais tranqüilidade em trabalhar com alguém com essa virtude. É muito difícil trabalhar com medo do líder, medo da sua cara feia, medo de levar bronca, etc. Jesus confortava seus liderados com sua longanimidade. Ele chamava seus liderados de amigos e não de servos, pois, tinha em mente, que o líder estava ali para servir e não ser servido. É assim que devemos ser também com os nossos liderados, transmitir-lhes paz, longanimidade e segurança. “não te apresses no teu espírito a irar-te, pois a ira abriga-se no seio dos tolos.” (Eclesiástes 7:9) 5) BENIGNIDADE Não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor. (Ler Romanos 12:14-21) A palavra de um líder é muito influenciadora, por isso, é importante que este fale com cuidado com seus liderados, respeitando as individualidades, aprendendo a se relacionar com os diferentes tipos de personalidades que estão sob sua liderança. O líder deve saber que nem todos aceitarão a forma que ele tratará de um assunto, nem todos entenderão da mesma forma ou com a mesma velocidade. Cabe então a este líder, o cuidado de como tratar essas pessoas. Uns são mais emotivos, outros mais idealistas, outros são mais práticos, em fim, a liderança cristã precisa exercer o fruto do Espírito para se relacionar bem: BENEGNIDADE. “Antes sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” (Efésios 4:32) 6) BONDADE Zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lucas 7:37-50; Romanos 12:21) Jesus nos ensina a termos zelo das coisas do templo. O líder deve saber que nem sempre será compreendido, mas a nossa tarefa é cuidar das coisas do Senhor. A liderança deve proporcionar para os seus liderados aquilo que eles necessitam e não somente o que querem. Líder bondoso não é aquele que faz tudo que os outros querem e sim, faz de tudo para que o grupo tenha o suprimento de suas necessidades. Nem sempre as pessoas verão essa tarefa como atos de bondade, mas, cabe ao servo do Senhor buscar equilíbrio diante destes fatos. 7) FÉ Esta palavra está no sentido de FIDELIDADE. Lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso e honestidade. Lealdade em todas as áreas: negócios, casamento, amizade, ministério, igreja, para com os pais, com a sociedade, etc. A liderança Cristã deve caracterizar-se também em sua fidelidade. O líder deve cumprir o que prometeu, deve tratar as pessoas sem acepção, deve cumprir com suas responsabilidades. Lembremos também que o bom estudo das Escrituras faz parte deste ponto, pois devemos pregar ou ensinar a palavra não contaminada, mas, o sentido fiel, da meneira que o próprio Espírito Santo inspirou seus escritores. “não defraudando, antes mostrando perfeita lealdade, para que em tudo sejam ornamento da doutrina de Deus, nosso Salvador.” (Tito 2:10) 8) MANSIDÃO Moderação. Para o mundo, mansa é uma pessoa boba e medrosa, para Jesus, manso é bem-aventurado e herdará o céu. “Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra” (Mateus 5:5) O líder manso é aquele que, mesmo com a razão, tem a paciência de ouvir seus acusadores e defraudadores sem perder sua posição de cristão. Jesus nos ensinou isso na cruz, quando estava sendo acusado injustamente, mas, como ovelha muda levada ao matadouro, não abriu sua boca. Muitas vezes, Satanás quer armar suas armadilhas, preparando ocasiões para que o líder cristão perca sua calma e sua convicção. Devemos aprender com Estevão, sendo apedrejado, não deu motivos para perder sua autoridade e abençoou aqueles que estavam lhe prejudicando. Não nos esqueçamos, Jesus tem uma herança para os mansos de coração. 9) DOMÍNIO PRÓPRIO (Temperança) Controle e domínio sobre os desejos e paixões. “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço” (Romanos 7:19) "Porque a carne cobiça contra o Espírito, e o Espírito contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis" (Gálatas 5:17) Realmente vivemos uma verdadeira luta diariamente. De um lado a carne que deseja o pecado e de outro, o Espírito, que deseja servir a Deus. E nós, onde ficamos? Bem, ficamos na responsabilidade de alimentar os desejos de um ou de outro. Paulo diz aos Romanos no capítulo oito que, a inclinação para a carne gera a morte, porém a inclinação para o Espírito, gerará vida e paz. Portanto, somos nós quem escolhe a quem vamos nos entregar. Quando Abel e Caim trouxeram suas ofertas ao Senhor, a oferta de Caim não fora aceita e este se enfureceu muito e descaiu-lhe o semblante. Deus, que é conhecedor de todas as coisas disse a Caim que deveria controlar seus desejos para que não abrisse uma porta para o pecado e o mal. Caim não quis ouvir a voz de Deus e satisfazendo seu desejo de matar seu próprio irmão, colheu a conseqüência amarga de viver marcado por essa tragédia. O líder cristão deve ouvir a voz de Deus e buscar dominar seus maus desejos, seja eles quais forem. “E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante? Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar” (Gn. 4:6-7) CONCLUSÃO Voltemos ao nosso ponto inicial: Que frutos estamos produzindo? Deus quer e espera de nós, líderes da obra do Senhor, que venhamos a produzir o fruto do Espírito para sermos bem-aventurados em nosso trabalho no reino de Deus. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade. (Mateus 7:16-23) |
A PAZ COMO FRUTO DO ESPÍRITO
A PAZ COMO FRUTO DO ESPÍRITO
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Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade,mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. Gálatas 5:22-23.
A ideia de paz predomina na Bíblia. Na verdade, podemos traçar o curso da história bíblica pelo tema da paz. O pecado do homem interrompeu a paz no Jardim. Na cruz, Cristo se tornou nossa paz, e por Ele ter concedido paz, ela pode existir no coração do homem ou da mulher que chega a conhecê-lO. Uma pessoa terá paz eterna quando crê em sua morte e ressurreição com Cristo. A falta de paz é procedência de um coração não regenerado. A Bíblia diz que o coração do homem é enganoso e perverso e com isso ele não tem paz. Isaías 57:20-21 Mas os perversos são como o mar agitado, que não se pode aquietar, cujas águas lançam de si lama e lodo.Para os perversos, diz o meu Deus, não há paz.
O nosso Deus se autodenomina o “Deus da paz”, mas não há paz no mundo. E existem duas razões: a oposição de satanás e a desobediência do homem. A queda de alguns anjos e a queda do homem resultaram em um mundo sem paz. Não é que Deus não queria paz. Deus não está em guerra com o homem, nem com os anjos caídos, mas os anjos caídos e o homem estão em guerra com Deus. É por isso que o mundo tem uma paz não duradoura, mas uma paz que é saudada hoje e que começa a desmoronar amanhã. Se analisarmos seriamente iremos verificar que não temos paz política, econômica, social ou familiar. Não temos paz em lugar algum porque não temos paz no coração. Mas quando uma pessoa crê em Cristo e sua obra consumada no Calvário, o próprio Senhor vem habitar em seu interior trazendo uma grande paz e paz eterna. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade. Efésios 2:14.
Não há paz no mundo pelo fato das pessoas não terem capacidade de conviver bem uns com os outros. Todo relacionamento é frágil. As pessoas sofrem de doenças mentais e emocionais como nunca. Existem dissoluções nas famílias e discórdias nas escolas. Isso parece não ter fim. O homem não tem paz consigo mesmo, por isso, seu mundo, que é uma mera projeção de si mesmo, está mergulhado no caos. Naum 3:19 Não há remédio para a tua ferida; a tua chaga é incurável; todos os que ouvirem a tua fama baterão palmas sobre ti; porque sobre quem não passou continuamente a tua maldade?
O ser humano é um ser esperto, ativo e bastante criativo, pois ele conseguiu dar outro nome a falta de paz, pois hoje, a falta de paz chama-se “estresse”. Muitos de nós se formos honestos com nós mesmos, temos de admitir que experimentamos mais estresse do que paz. O estresse é um fato infeliz da vida em nosso mundo moderno. Todos estão estressados. Todos estão tensos. As estatísticas dizem que o povo brasileiro consume toneladas de barbitúricos e tranquilizantes por dia. A venda de maracujina está em alta o tempo todo. Livros sobre paz de espírito transformam-se em “best-sellers”. Estresse em demasia não é saudável, é o que dizem os médicos. A falta de paz é tanta que às vezes nós ouvimos alguém dizer: “eu preciso sumir”. A única maneira de obter a paz verdadeira é sendo justificado. Todos nós já nascemos culpados e essa culpa nos tira a paz. A nossa culpa será apagada de nossas mentes quando somos justificados. Jesus ao ser crucificado já fez isso por nós quando nos atraiu a Si, com a finalidade de nos levar a morrer. Romanos 6:7 porquanto quem morreu está justificado do pecado.
Irmãos a culpa é o destruidor numero um da paz na vida das pessoas. É somente quando ganhamos a experiência da nossa morte e ressurreição com Cristo é que somos justificados e com isso a paz com Deus é estabelecida. Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo. Romanos 5:1.
Outro roubador da paz é a preocupação. Toda preocupação está ligada a incredulidade, ou seja, todo incrédulo é preocupado e preocupante, devido à falta de paz. Somente aqueles que confiam no Deus que sustenta todas as coisas gozam de uma paz genuína em meio às tempestades da vida. Está escrito em Isaías 26:3 Tu, SENHOR, conservarás em perfeita paz aquele cujo propósito é firme; porque ele confia em ti.
A ordem de Jesus para a igreja é que não venhamos a nos inquietar, porque ela tira a nossa paz. Todo aquele que crê no Senhor, jamais deveria ficar tão ansioso. Normalmente as pessoas que se preocupam estão demonstrando a sua falta de confiança naquilo que Ele disse em Sua Palavra em Filipenses 4:6-7 Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.
Observe a ordem: primeiro oração, depois a paz. Há uma relação de causa e efeito aqui. A oração é a causa; a paz é o efeito. Se você não está orando, provavelmente está se preocupando. Por que a Bíblia insiste tanto, como cristãos renascidos, não nos preocuparmos? Porque nisso resplandece a grandeza de Deus que excede a tudo. O Eterno, o Guardador da nossa vida, é tão poderoso e tão preocupado conosco que realmente não precisamos estar ansiosos por nada. É uma honra para Ele assumir todas as nossas preocupações. Por isso Pedro diz 1 Pedro 5:7 lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.
Algumas pessoas definem paz como a ausência de conflito ou briga. Não existe conflito ou briga em um cemitério, no entanto, não procuramos nele um modelo da paz de Deus. Segundo a visão de Deus, paz é muito mais do que a ausência de algo. É a presença da justiça que produz relacionamentos verdadeiros. A paz não é apenas a suspensão da guerra; a paz é a criação da justiça que reúne inimigos em amor. Romanos 5:10 Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.
O mundo tenta de todas as maneiras um caminho de encontrar a paz, mesmo que seja necessário destruir seus inimigos. Com o nosso Deus foi exatamente o contrário, pois Ele na Pessoa do Senhor Jesus morreu pelos seus inimigos e com isso, através do sangue da sua cruz, Ele fez a paz. Colossenses 1:20 E que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele, reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, quer sobre a terra, quer nos céus.
Quando um judeu diz a outro judeu: “Shalom”, não está querendo dizer: “que você não tenha guerra”. Ele está querendo dizer: “Que você tenha toda justiça e bondade que Deus possa dar”. Há uma grande diferença entre uma trégua e paz. Uma trégua quer dizer apenas que você deixa de atirar por um tempo. A paz vem quando a verdade é conhecida, o problema resolvido e as partes se abraçam. Suspender uma guerra apenas a faz ferver. Chegar à paz desta forma pode desenvolver uma situação bem pior. A paz na Bíblia nunca se esquiva dos problemas. A paz na Bíblia não é uma paz fingida, mas aquela que supera qualquer problema. Portanto, a paz verdadeira que o mundo procura está em Cristo e é o próprio Senhor, mas devido à sua arrogância não querem ir até Ele. Mas para todas os que foram crucificados com Cristo, mesmo diante de todos os problemas tem Cristo e por isso tem paz, paz em todas as circunstancias. Ora, o Senhor da paz, ele mesmo, vos dê continuamente a paz em todas as circunstâncias. O Senhor seja com todos vós. 2 Tessalonicenses 3:16. Amém.
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Liberdade!
Liberdade!
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Texto básico: Gálatas 5:1-6; 16-21.
Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. De novo, testifico a todo homem que se deixa circuncidar que está obrigado a guardar toda a lei. De Cristo vos desligastes, vós que procurais justificar-vos na lei; da graça decaístes. Porque nós, pelo Espírito, aguardamos a esperança da justiça que provém da fé. Porque, em Cristo Jesus, nem a circuncisão, nem a incircuncisão têm valor algum, mas a fé que atua pelo amor. (Gálatas 5:1-6 RA)
Digo, porém: andai no Espírito e jamais satisfareis à concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer. Mas, se sois guiados pelo Espírito, não estais sob a lei. Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro, como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.(Gálatas 5: 16-21 RA)
Apesar de vivermos no século XXI, ainda hoje no mundo se pratica a escravidão, o mundo ainda clama por liberdade. Mas, a pior escravidão que pode existir é a escravidão do pecado, pois essa nos conduz à morte eterna.
Liberdade é algo maravilhoso, mas quando utilizada de forma errada pode se tornar um perigo. A liberdade precisa ter limites, pois se não tiver limites vira libertinagem.
A verdadeira liberdade está em Cristo Jesus, só através Dele podemos nos libertar da escravidão do pecado.
É o próprio Senhor Jesus que nos diz:
Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres? Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: todo o que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. (João 8: 31-36 RA)
Portanto, para ser liberto é preciso conhecer a verdade e a verdade é Jesus Cristo, fora Dele não há liberdade.
A verdadeira liberdade é limitada pelo Amor.
Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade; porém não useis da liberdade para dar ocasião à carne; sede, antes, servos uns dos outros, pelo amor.(Gálatas 5: 13 RA).
A liberdade sem controle pode gerar o caos. Infelizmente é isso que estamos vendo acontecer com a nossa juventude hoje no Brasil.
Em nenhum outro lugar isto é tão evidente como na vida cristã. Os crentes estão livres da maldição da lei, da sua punição e do seu poder de produzir culpa. O medo, a ansiedade e a culpa são substituídos por paz, perdão e liberdade. Quem poderia ser mais livre do que aquele que é livre nas profundezas de sua alma? Mas é aqui que geralmente falhamos. Usamos o luxo da liberdade para vivermos de maneira egoísta, ou revindicamos a posse daquilo que Deus apenas nos confiou.
Caímos em nossos padrões de tolerância para com os mais humildes. Esquecemo-nos d’Aquele que nos libertou.
Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor, (Colossenses 1: 13 RA).
Agora, porém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna; (Romanos 6: 22 RA).
e da parte de Jesus Cristo, a Fiel Testemunha, o Primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, (Apocalipse 1:5 RA).
Liberdade na linguagem cristã significa: “a fé que atua pelo amor”.
Para refrearmos a nossa liberdade para as coisas do mundo é preciso entregar as nossas vidas ao comando do Espírito Santo e permitir que Ele as conduza, deixando que Ele faça Sua obra em nós, não dando lugar á carne.
Existe um limite para a nossa liberdade:
Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam. (1 Coríntios 10: 23 RA).
Nossa liberdade não pode ser motivo de escândalo.
Vede, porém, que esta vossa liberdade não venha, de algum modo, a ser tropeço para os fracos. (1 Coríntios 8:9 RA)
A verdadeira liberdade está em agir no Espírito.
Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. (2 Coríntios 3: 17 RA)
Nossa liberdade na deve ser usada para pretexto:
Porque assim é a vontade de Deus, que, pela prática do bem, façais emudecer a ignorância dos insensatos; como livres que sois, não usando, todavia, a liberdade por pretexto da malícia, mas vivendo como servos de Deus. (1 Pedro 2: 15-16 RA)
Maranata! Ora vem Senhor Jesus!
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Conheça as dez dicas para vencer a lascívia
Conheça as dez dicas para vencer a lascívia
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Estamos apresentando nesta oportunidade um magnífico estudo bíblico sobre a santidade. Além de explicar o significado da palavra lascívia você poderá encontrar pelo menos dez dicas para vencê-la. Vamos acompanhar! Ora, as obras da carne são conhecidas e são: Lascívia... (Gl 5:19) Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: ...Paixão lasciva... (Cl 3:5) A lasciva é um pecado que geralmente passa meio que despercebido em meio à igreja, porém é listado como um dos frutos da carne em Gálatas, e, na Epistola aos Colossenses é descrito como, comum à natureza humana. Mas, o que significa? Na prática, onde encontramos a lascívia na igreja? É comum entre os crentes? Primeiro, a definição, segundo o Dicionário Aurélio: Lasciva: Sensualidade; lúbrica; desregrado (Devasso, libertino); libidinagem(Relativo ao prazer sexual, ou que o sugere; voluptuoso, Que procura constantemente e sem pudor satisfações sexuais); Luxúria. Nos dias atuais, o pecado da lascívia tem entrado na vida dos crentes de uma forma muito natural; isto devido à velha natureza pecaminosa que insiste em sobreviver (“Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana têm a sua mente controlada por essa mesma natureza.” Rm 8.5); espaços são abertos e sem a devida vigilância, o diabo, na sua grande astúcia desperta nos corações desejos contrários aos princípios determinados por Deus ao Seu povo. Nasce no íntimo à vontade de agir e ou mostrar-se à semelhança do mundo. Paulo nos passa essa acepção da palavra quando escreve: "Os quais, tendo-se tornado insensíveis, se entregaram à dissolução" (Ef 4:19). São aqueles que perderam a capacidade de "sentir" o grau da gravidade de seu pecado. O pecado deles não os incomoda mais, e pouco lhes importa quem tome conhecimento. A Versão Revista e Atualizada usa a palavra "insensíveis". Examinando o contexto desse texto, podemos observar expressões como: a vaidade dos pensamentos, obscurecidos de entendimento, ignorância, dureza de coração. Claramente, a pessoa não está pensando com clareza. O discernimento entre o certo e o errado ficou escurecido e o pensamento enganoso tomou o comando. Isso no fim resultará na incapacidade de enxergar o erro. Parecerá que está bem, e aceitável ¬ "todo o mundo faz". A palavra carrega a noção de "licença". Ela transmite a idéia de que uma pessoa dissoluta é alguém que crê ter o direito de fazer o que faz. Em Gálatas 5, Paulo levanta a questão da liberdade. "Para a liberdade foi que Cristo nos libertou" (5:1). Mas ele adverte: "Não useis da liberdade para dar ocasião à carne" (5:13). Liberdade não é libertinagem. Liberdade implica policiar-nos ¬ restringindo-nos, controlando-nos. Não há lugar para cavalos em disparada aqui. Propositadamente evitei fazer qualquer aplicação. Agi assim porque quis pintar um quadro o mais abrangente possível do significado dessa palavra. Claro está que sua aplicação encontra-se, sobretudo no âmbito dos pecados sexuais ou sensuais. É conhecida pelos seus companheiros: orgias, bebedices, promiscuidade sexual (Romanos 13:13); impurezas, fornicação (2 Coríntios 12:21); concupiscências (1 Pedro 4:3). Mas não posso deixar de ressaltar que esses textos, assim como Gálatas 5, mostram pecados como contendas, ciúmes, iras, dissensões, facções, maledicências, difamações, arrogâncias, idolatrias. Enfim, estou dizendo que a dissolução é a base de muitos pecados. A dissolução, embora seja um pecado específico, deve ser vista como uma postura que temos para com os nossos pecados ¬ sexuais ou de outra ordem. Pode ser designada como uma postura "não me importa,não quero nem saber". O coração ciumento e a língua difamadora não encontram raízes na cegueira ilimitada no que diz respeito à culpa verdadeira desses pecados? "Se eu fizer, não é fofoca." O que semeia contenda e dissensão não tem a vaidade de pensamentos em que encontram apoio para agir como agem? Não se envergonham desse procedimento desavergonhado. São arrogantes e voluntariosos por causa da dureza de seu entendimento. "O meu caso é justo." O que fomenta a falsa religião nem pensa em redecorar a casa de Deus. O cavalo segue solto, galopando! É impressionante que, na tentativa de se livrarem da culpa e da vergonha, tornam-se escravos da pior espécie. Enganados e seduzidos pelos seus desejos, são como escravos do barco amarrados aos remos de seus desejos ¬ remando em direção às suas concupiscências. Pedro fala dos falsos mestres que "proferindo palavras jactanciosas de vaidade, engodam com paixões carnais, por suas libertinagens . . . prometendo-lhes liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor" (2 Pedro 2:18-19). Que devemos fazer? Seria de grande ajuda fazermos um estudo cuidadoso e refletido de 2 Pedro 2. Esse texto trata desse pecado mais que qualquer outro capítulo da Bíblia. Também precisamos ouvir a Pedro, quando diz que o mundo "estranham que não concorrais com eles ao mesmo excesso de devassidão". Nossas vidas devem ser diferentes. Paulo afirma: "Já é hora de vos despertardes do sono . . . deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz . . . Andemos dignamente . . . e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências" (Rm 13:11-14). Evitar esse pecado não acontecerá por acaso. Requer consciência, esforço concentrado de nossa parte. E, se nos encontrarmos envolvidos nele, devemos saber que podemos ser perdoados. Arrependa-se! (2 Co 12:21) O sexo não é mau. Deus o criou e o abençoou. Deus tornou o sexo agradável e definiu um lugar para ele, a fim de proteger sua beleza e poder — ou seja, o casamento entre um homem e uma mulher. Mas o sexo tornou-se corrompido pela queda do homem no pecado. Portanto, temos de exercer restrição e fazer guerra contra aquilo que pode nos destruir. Posso te dar algumas formas bíblicas de resistir aos pensamentos que podem te levar a situação extremamente degradante sem que você possa perceber: Deus deseja que você Evite — evite, com todas as suas forças e tanto quanto possível e sensato, imagens e situações que despertam desejos impróprios. Eu disse "tanto quanto possível e sensato", porque às vezes a exposição à tentação é inevitável. E usei os termos "desejos impróprios" porque nem todos os desejos por sexo são maus, porém se você não é casado (a) ou não é seu conjugue que está nos seus pensamentos isso é abominável ao Senhor. Conhecemos nossas fraquezas e o que provoca tais desejos. Evitar é uma estratégia bíblica. "Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça" ( 2 Tm 2.22). "Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências" (Rm 13.14). Deus deseja que você diga: Não — diga "não" a todo pensamento lascivo, eu disse todo! Mesmo que para isso você precise analisar seus pensamentos de 5 em 5 segundos. Diga que não é filho (a) das trevas, diga que você não é escravo(a) do pecado e resista a estes pensamentos e diga-o com a autoridade de Jesus Cristo. "Em nome de Jesus: Não!" Você não tem mais do que cinco segundos. Se passar mais do que esse tempo sem opor-se a tal pensamento, ele se alojará em sua mente com tanta força, a ponto de se tornar quase irremovível. Se tiver coragem, diga-o em voz alta. Vergonha não é ser tentado e todos saberem que você faz de tudo para resistir, vergonha é cair em pecado secretamente quando todos acham que você é extremante santificado (a). Como disse John Owen: "Mate o pecado, se não ele matará você". Ataque-o imediatamente, com severidade. "Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós" (Tg 4.7). Deus deseja que você Volte — volte seus pensamentos à força para Cristo, como uma satisfação superior. Dizer "não" será insuficiente. Você tem de mover-se da defesa para o ataque. Combata o fogo com fogo. Ataque as promessas do pecado com as promessas de Cristo. A Bíblia chama a lascívia de "concupiscências do engano" (Ef 4.22). Tais concupiscências mentem. Prometem mais do que podem oferecer. Se você já caiu por causa delas sabe disso, a satisfação prometida nunca foi encontrada por você, somente o desejo de ir a um abismo pior para ver se conseguia receber a satisfação desejada pela sua carne. A Bíblia as chama de"paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância" (1 Pe 1.14). Somente os tolos cedem a elas. "Num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro" (Pv 7.22). O engano é vencido pela verdade. A ignorância é derrotada pelo conhecimento. E tem de ser uma verdade gloriosa e um conhecimento formoso. Preciso de breves retratos de Cristo para me manter despertado, espiritualmente, para a sublime grandeza do Senhor Jesus. Temos de encher nossa mente com as promessas e os deleites de Jesus. E volvermo-nos imediatamente para tais promessas e deleites, depois de havermos dito "não" aos pensamentos de lascívia. Deus deseja que você Mantenha — mantenha, com firmeza, a promessa e o deleite de Cristo em sua mente, até que expulsem a outra imagem. "Olhando firmemente para... Jesus" (Hb 12.2). Muitos fracassam neste ponto. Eles desistem logo. Dizem: "Tentei expulsar a fantasia, mas não deu certo". Eu pergunto: "Por quanto tempo fizeram isso?" Quanta rigidez exerceram em sua mente? Lembre: a mente é um músculo. Você pode flexioná-la com violência. Tome o reino de Deus por esforço (Mt 11.12). Seja brutal. Mantenha diante de seus olhos a promessa de Cristo. Agarre-a. Agarre-a! Não a deixe ir embora. Continue segurando-a. Por quanto tempo? Quanto for necessário. Lute! Por amor a Cristo, lute até vencer! Se uma porta automática estivesse para esmagar seu filho, você a seguraria com toda a sua força e gritaria por ajuda. E seguraria aquela porta ? Jesus disse que muito mais está em jogo no hábito da lascívia (Mt 5.29). Deus quer te ver Apreciar — aprecie uma satisfação superior. Cultive as capacidades de obter prazer em Cristo. Uma das razões porque a lascívia reina em tantas pessoas é porque Cristo não lhes é muito cativante, não é empolgante seguir e olhar para Cristo. Falhamos e somos enganados porque temos pouco deleite em Cristo. Não diga: "Esta conversa espiritual não é para mim". Que passos você tem dado para despertar sua afeição por Cristo. Você tem lutado por encontrar gozo? Não seja fatalista. Você foi criado para valorizar a Cristo — de todo o coração — mais do que valoriza o sexo, o chocolate ou o açúcar. Se você tem pouco desejo por Cristo, os prazeres rivais triunfarão. Peça a Deus que lhe dê a satisfação que você não tem. "Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias" (Sl 90.14). E olhe para Aquele que é a pessoa mais magnificente do universo, até que você o veja da maneira como Ele realmente é, ao apreciá-lo tudo o que causa nojo nele, como a lascívia, causará também em você. Deus quer que você Mova – mova-se da ociosidade e de outros comportamentos vulneráveis para uma atividade útil. A lascívia cresce rapidamente no jardim da ociosidade. Encontre algo útil para realizar, com todas as suas forças. "No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor" (Rm 12.11); "Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão" (1 Co 15.58). Seja abundante em atividades. Faça alguma coisa: limpe um quarto, pregue uma tábua, escreva uma carta, conserte uma torneira, estude, trabalhe, ame as pessoas, converse, pregue o evangelho, leia a bíblia, cante louvores. E faça tudo por amor a Jesus. Você foi criado para administrar e trabalhar. Cristo morreu para nos tornar zelosos"de boas obras" (Tt 2.14). Substitua as concupiscências e paixões enganosas por boas obras. Infelizmente é comum vermos em algumas igrejas a manifestação deste pecado sem muitas reservas. A lascívia apresenta-se nas pessoas que levadas por sentimentos diversos deixam-se moldar pelos costumes comuns aos ímpios e lançam mão de roupas inadequadas aos servos do Eterno. É a moda que obriga as mulheres a usarem saias curtíssimas; calças justíssimas; fazerem uso de vestidos curtos e decotes que expõe os seios e costas. É a sensualidade que se manifesta com grande intensidade.(“Portanto, usem o seu corpo para a glória dEle.” 1Co 6.20) Qual o objetivo de está na moda e usar roupas que não condiz com os ensinamentos do Senhor Deus? Com certeza, despertar no próximo uma série de sentimentos “carnais” perturbando-o, chamando para si as atenções e fazendo renascer nos corações a velha natureza. O exemplo de Paulo deve ser observado, quando ele afirma: “Mas eu me orgulharei somente da cruz do nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, por meio da cruz, o mundo está morto para mim, e eu estou morto para o mundo.” Gl 6.14 Se o temor a Deus não foi suficiente para coibir o uso de vestimentas inadequadas na igreja, com certeza, no dia-a-dia, na rua, trabalho e nas obrigações sociais a situação torna-se mais grave. Geralmente é preciso apresentar-se bem e quando o Espírito Santo não está no controle (“Não vivam como vivem as pessoas deste mundo, mas deixem que Deus os transforme por meio de uma completa mudança da mente de vocês” Rm 12.2), a carne manifesta-se com toda a sua força. Entra em cena todo um conjunto de roupas e ações sensuais; algumas sentem satisfação em despertar no próximo à cobiça e sentimentos baixos; alegram-se com “cantadas” e insinuações maliciosas feitas por colegas; assemelha-se com os ímpios, impossibilitando visualizar o senhorio de Jesus Cristo na vida (“Mas tenham as qualidades que o Senhor Jesus Cristo tem e não procurem satisfazer os maus desejos da natureza humana de vocês.” Rm 13.14). A lascívia também encontra lugar nos lares, na intimidade dos casais, que levados por desejos incomuns aos servos do Senhor, procuram fazer uso de diversas práticas mundanas que por sua natureza imunda, afasta o Espírito Santo da vida (“Vocês fazem parte do povo de Deus; portanto, qualquer tipo de imoralidade sexual, indecência ou cobiça não pode ser nem mesmo assunto de conversa entre vocês.” Ef 5.3; “Que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus.” 1Ts 4.4,5). É inconcebível que o nosso agir apague o Espírito de Deus em nossa vida, porém, entre as “quatro paredes” muitos têm feito uso de fetiches, tais como: filmes pornôs; revistas de sexo; novelas eróticas; objetos; com o objetivo de despertar e satisfazer o desejo sexual, de forma antinatural. Amados, somos chamados pelo Senhor para sermos Seus seguidores (“Porque nenhum de nós vive para si mesmo,” Rm 14.7), propriedade exclusiva do Pai(“Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus.”1Pe 2:9) e esta condição de vida não nos permite dar lugar aos costumes comuns àqueles que desconhecem os princípios e não obedecem aos preceitos do Senhor (“Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana têm a sua mente controlada por essa mesma natureza.” Rm 8.5). As nossas vestimentas, bem como, todo o nosso agir dever ser equilibrado e santo (“Vocês são filhos queridos de Deus e por isso devem ser como ele.” Ef 5.1). Não é aconselhável à mulher mostrar-se demasiadamente, porém, o uso de roupas extremamente longas desperta no próximo uma rejeição à obra de Deus, portanto, é preciso usar o bom senso e guiados pelo Espírito De Deus, vestir-se de forma adequada e santa. É preciso que olhem para tua vida e não veja uma mulher/homem sensual, sim, que vejam a imagem do Senhor Jesus Cristo (“Assim já não sou eu quem vive, mas Cristo é quem vive em mim. E esta vida que vivo agora, eu a vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e se deu a si mesmo por mim.” Gl 2.20). Lembre-se disso: Que vejam Cristo em nossa vida diariamente. Quanto às práticas intimas; quando há o verdadeiro amor dado por Deus entre os casais o desejo mútuo é normal, dispensando o uso de instrumentos pecaminosos e vergonhosos. “Pelo contrário, sejam santos em tudo o que fizerem, assim como Deus, que os chamou, é santo.” 1Pe 1:15 Assim deve ser o proceder dos verdadeiros servos de Deus, santos no agir; nas conversas; nas amizades; no trabalho; no vestir-se; na intimidade sexual; no namoro e em todos os aspectos da vida. Quando assim nos portamos, louvamos a Deus e o adoramos através de nossos atos. (“Certamente vocês sabem que são o templo de Deus e que o Espírito de Deus vive em vocês.” 1Co 3.16) Que sobre a carne esteja o controle do Espírito Santo de Deus(Vocês, porém, não vivem como manda a natureza humana, mas como o Espírito de Deus quer, se é que o Espírito de Deus vive realmente em vocês. Quem não tem o Espírito de Cristo não pertence a ele. Rm 8.9). Estou pensando em homens e mulheres. Para os homens, isto é óbvio. É urgente a necessidade de lutar contra o bombardeamento de tentações visuais que nos levam a fixar-nos em imagens sexuais. Para as mulheres, isto é menos óbvio, porém tal necessidade se torna maior, se ampliamos o escopo da tentação de alimentar imagens ou fantasias de relacionamentos. Quando uso a palavra “lascívia”, estou me referindo principalmente à esfera dos pensamentos, imaginações e desejos que visualizam as coisas proibidas por Deus e freqüentemente nos levam a conduta sexual errada. Não estou dizendo que o sexo é mau. Deus o criou e o abençoou. Deus tornou o sexo agradável e definiu um lugar para ele, a fim de proteger sua beleza e poder — ou seja, o casamento entre um homem e uma mulher. Mas o sexo tornou-se corrompido pela queda do homem no pecado. Portanto, temos de exercer restrição e fazer guerra contra aquilo que pode nos destruir. Em seguida, apresentamos algumas estratégias para lutar contra desejos errados. Veja agora as Dez formas de vencer a Lascívia. I. Evitar — evite, tanto quanto for possível e sensato, imagens e situações que despertam desejos impróprios. Eu disse “tanto quanto possível e sensato”, porque às vezes a exposição à tentação é inevitável. E usei os termos “desejos impróprios” porque nem todos os desejos por sexo, alimento e família são maus. Sabemos quando tais desejos são impróprios, prejudiciais e estão se tornando escravizantes. Conhecemos nossas fraquezas e o que provoca tais desejos. Evitar é uma estratégia bíblica. “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça” ( 2 Tm 2.22). “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13.14). II. Não — diga “não” a todo pensamento lascivo, no espaço de cinco segundos. E diga-o com a autoridade de Jesus Cristo. “Em nome de Jesus: Não!” Você não tem mais do que cinco segundos. Se passar mais do que esse tempo sem opor-se a tal pensamento, ele se alojará em sua mente com tanta força, a ponto de se tornar quase irremovível. Se tiver coragem, diga-o em voz alta. Seja resoluto e hostil. Como disse John Owen: “Mate o pecado, se não ele matará você”.1 Ataque-o imediatamente, com severidade. “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7). III. Voltar — volte seus pensamentos forçosamente para Cristo, como uma satisfação superior. Dizer “não” será insuficiente. Você tem de mover-se da defesa para o ataque. Combata o fogo com fogo. Ataque as promessas do pecado com as promessas de Cristo. A Bíblia chama a lascívia de “concupiscências do engano” (Ef 4.22). Tais concupiscências mentem. Prometem mais do que podem oferecer. A Bíblia as chama de “paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância” (1 Pe 1.14). Somente os tolos cedem a elas. “Num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro” (Pv 7.22). O engano é vencido pela verdade. A ignorância é derrotada pelo conhecimento. E tem de ser uma verdade gloriosa e um conhecimento formoso. Temos de encher nossa mente com as promessas e os deleites de Jesus. E volvermo-nos imediatamente para tais promessas e deleites, depois de havermos dito “não”. IV. Manter — mantenha, com firmeza, a promessa e o deleite de Cristo em sua mente, até que expulsem a outra imagem. “Olhando firmemente para... Jesus” (Hb 12.2). Muitos fracassam neste ponto. Eles desistem logo. Dizem: “Tentei expulsar a fantasia, mas não deu certo”. Eu lhes pergunto: “Por quanto tempo fizeram isso?” Quanta rigidez exerceram em sua mente? Lembre: a mente é um músculo. Você pode flexioná-la com violência. Tome o reino de Deus por esforço (Mt 11.12). Seja brutal. Mantenha diante de seus olhos a promessa de Cristo. Agarre-a. Agarre-a! Não a deixe ir embora. Continue segurando-a. Por quanto tempo? Quanto for necessário. Lute! Por amor a Cristo, lute até vencer! Se uma porta automática estivesse para esmagar seu filho, você a seguraria com toda a sua força e gritaria por ajuda. E seguraria aquela porta... seguraria... seguraria... Jesus disse que muito mais está em jogo no hábito da lascívia (Mt 5.29). V. Apreciar — aprecie uma satisfação superior. Cultive as capacidades de obter prazer em Cristo. Uma das razões porque a lascívia reina em tantas pessoas é porque Cristo não lhes é muito cativante. Falhamos e somos enganados porque temos pouco deleite em Cristo. Não diga: “Esta conversa espiritual não é para mim”. Que passos você tem dado para despertar sua afeição por Cristo. Você tem lutado por encontrar gozo? Não seja fatalista. Você foi criado para valorizar a Cristo — de todo o coração — mais do que valoriza o sexo, o chocolate ou o açúcar. Se você tem pouco desejo por Cristo, os prazeres rivais triunfarão. Peça a Deus que lhe dê a satisfação que você não tem. “Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias” (Sl 90.14). E olhe... olhe... e continue olhando para Aquele que é a pessoa mais magnificente do universo, até que você o veja da maneira como Ele realmente é. VI. Mover – mova-se da ociosidade e de outros comportamentos vulneráveis para uma atividade útil. A lascívia cresce rapidamente no jardim da ociosidade. Encontre algo útil para realizar, com todas as suas forças. “No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (Rm 12.11); “Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.58). Seja abundante em atividades. Faça alguma coisa: limpe um quarto, pregue uma tábua, escreva uma carta, conserte uma torneira. E faça tudo por amor a Jesus. Você foi criado para administrar e trabalhar. Cristo morreu para nos tornar zelosos “de boas obras” (Tt 2.14). Substitua as concupiscências e paixões enganosas por boas obras. VII. Evitar lugares que inspirem sensualidade. Uma vez livres do legalismo, cada homem ou mulher deve conhecer suas limitações e jamais provar seus limites. Temos que deixar morrer a nossa natureza terrena(Colossenses 3: 5-8); para isso, o salmista escreveu o salmo 1: “Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores”. VIII. Escolher bem as amizades. Evitar aqueles amigos que tentam nos desviar não fazendo caso da Palavra de Deus. IX. Se aconselhar com pessoas crentes e sábias; e não com os ímpios. X. Elevar os nossos pensamentos a Deus. Meditar dia a dia na Sua Palavra (Salmo 1:2). Fazer nosso culto particular a Deus e encher nossos pensamentos com coisas edificantes. Em Filipenses 4:8, Paulo nos ensina em que pensar: “tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento”. Mude alguns hábitos, tais como: a) Dormir cedo, evitando assim os programas televisivos noturnos, que, via de regra, possuem conteúdo sexual; b) não ficar muito tempo sozinho com acesso à internet[5]; b) Ocupar nosso tempo livre (isso não inclui nossa devocional) com atividades esportistas e edificantes; d) não se envolver em qualquer tipo de conversação (Ef 5: 3-7); f . Evitar o acesso a revistas, vídeos, programas televisivos e sites pornográficos. Essas coisas pervertem a nossa mente e gradualmente nos afasta de Deus e dos pensamentos acerca de Deus. g. Estimular o culto doméstico. É sempre bom a família estar unida em torno da Palavra de Deus, isso pode constranger o cristão, pois vai entender que ao pecar, está novamente crucificando o Filho de Deus. Poderíamos colocar aqui muitas outras formas para ajudar a cada um a fugir da pornografia, mas o mais importante de tudo, muito além de se colocar regras e estabelecer limites, é deixar muito claro que a raiz do problema não é nenhum desses fatores externos, mas o próprio coração do homem, que é depravado e descomprometido com Deus, o Criador de todas as coisas; mas o antídoto é a crença no poder do evangelho de Cristo, que pode e muda o nosso caráter, imprimindo em nós uma nova natureza, essa, regenerada e capaz, pela graça de Deus, de dizer não ao pecado. Que todos nós possamos dar ouvidos à voz de Deus e buscar a santidade oferecida no Seu sangue. Para encerrar, deixamos o texto de II Coríntios 7:1 que diz: “tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus”. Que Ele nos ajude a não apenas repudiar, mas, entendendo os perigos que a pornografia nos proporciona, abandonar não apenas o mal, mas até mesmo a aparência do mal. Que Deus nos abençoe e nos guarde no seu grandioso amor, em nome de Jesus, amém! |
Obras da Carne e Fruto do Espírito
Obras da Carne e Fruto do Espírito
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INTRODUÇÃO texto : GÁLATAS 5. 16 a 26 “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade (amor), gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.” Gl 5.19-23 Nenhum trecho da Bíblia apresenta um mais nítido contraste entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito. OBRAS DA CARNE. “Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17). As obras da carne (5.19-21) incluem: (1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição. (2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5). (3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21). (4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5). (5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23). (6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas. (7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3). (8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3). (9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8). (10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17). (11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17). (12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19). (13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos. (14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas. (15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante. (16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes. As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9). O FRUTO DO ESPÍRITO. Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9). O fruto do Espírito inclui: (1) “Caridade” (amor) (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14). (2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14). (3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20). (4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1). (5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3). (6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13). (7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10). (8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20). (9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5). O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos. |
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