"Dez Grandes Sinais da Volta de Jesus"
Escatologia - "Dez Grandes Sinais da Volta de Jesus"Quando são mencionados os sinais da volta de Jesus, algumas pessoas respondem mais ou menos assim: “Terremotos, fome e violência sempre existiram.” É verdade, muitas dessas mazelas sempre existiram, desde que Adão e Eva foram expulsos do paraíso após desobedecerem a Deus. Ao que tudo indica, terremotos são efeitos secundários do dilúvio, que causou a fragmentação da crosta terrestre em grandes placas mais ou menos instáveis. O que muitos não estão se dando conta é da intensidade e ocorrência simultânea de todos os sinais numa mesma época. É como as dores do parto que vão se tornando mais intensas e sentidas a intervalos cada vez menores à medida que vai chegando o momento de dar à luz. Jesus breve voltará para dar fim à história de pecado e para enxugar dos olhos toda a lágrima (Ap 21:4).
1. O sinal dos “escarnecedores” (2Pe 3:3, 4). Pedro anunciou que as condições prevalecentes nos “últimos dias” seriam de descrença a respeito dos sinais da vinda de Cristo. Sem dúvida, isso é verdade hoje. Cada escarnecedor moderno é um sinal que fala e se move. O cristão pode dizer ao escarnecedor: “Amigo, Pedro fez uma predição a seu respeito. Você é um dos últimos sinais que estou vendo!”
2. O sinal da “guerra” (Mt 24:6, 7). O século 20 testemunhou as duas maiores guerras da história (1914-1918; 1939-1945). No total, mais de 70 milhões de pessoas morreram, ficaram feridas ou desapareceram). O século 20 foi o mais sangrento já registrado. [E as guerras continuam...]
3. O sinal da “fome” (Mt 24:7). Os últimos cem anos testemunharam quatro das maiores fomes de toda a história (Rússia 1921, 1933; China 1928-1930; Bangladesh 1943-1944. Estima-se que cerca de 20 milhões de pessoas morreram).
4. O sinal da “pestilência” (Mt 24:7). O século passado testemunhou também uma das maiores pestilências de toda a sua história (“Gripe Espanhola” de 1918. Estima-se 21 milhões de vítimas). [Isso sem contar o iminente risco da superbactéria.]
5. O sinal dos “terremotos” (Mt 24:7). O último século ainda testemunhou dois dos maiores terremotos da história (China, 1920, 180 mil mortos; Japão, 1923. Total de feridos 1,5 milhão, dos quais 200 mil morreram). O terremoto no Japão foi descrito na ocasião como a “maior catástrofe desde o dilúvio”. [Faltou mencionar os terríveis terremotos do Haiti, no ano passado, e o quarto maior terremoto da história, ocorrido neste mês, no Japão, com intensidade máxima de 9 graus na escala Richter.]
6. O sinal dos “tempos difíceis” (2Tm 3:1-3). A despeito dos equipamentos mais engenhosos e caros para combater o crime, a violência, assassinato, roubo e estupro, estes estão aumentando em proporções alarmantes. Os governos podem restringir, mas não eliminar esses problemas.
7. O sinal do “temor” (Lc 21:25-26). Desde o advento da bomba nuclear, nosso sonho de paz e segurança se transformou em terrível pesadelo, quando o grande conhecimento que os seres humanos adquiriram deveria lhes garantir segurança. [O terrorismo crescente também gera medo.]
8. Sinal dos “Dias de Noé” (Mt 24:37-39). Nos dias de Noé, o avanço e grande conhecimento da civilização foram ofuscados pela violência desenfreada e pela escandalosa imoralidade. O mesmo ocorre hoje. [Mundo torto.]
9. O sinal do “evangelho” (Mt 24:14). Durante os últimos anos, por meio da página impressa, da internet, rádio e televisão, a pregação do evangelho em escala mundial se tornou uma possibilidade real. Um único homem pode atingir uma audiência de dezenas e mesmo centenas de milhões de pessoas! A Bíblia está traduzida em mais de 1.300 línguas e é distribuída a uma média de 100 milhões de cópias por ano.
10. O sinal “estas coisas” (Lc 21:28-32). Quando confrontadas com a impressiva relação de sinais, algumas pessoas argumentam: “Mas crimes, guerras, terremotos e pestilências sempre ocorreram. Não há nada de anormal nisso; portanto, como tratá-las como sinais? Além do mais, pessoas sinceras no passado esperaram a volta do Senhor em seus dias e foram desapontadas. Elas interpretaram mal os sinais. Não poderíamos estar cometendo o mesmo equívoco?” Aqueles que levantam essa objeção deixam de considerar uma diferença muitíssimo significativa entre a nossa geração e as gerações passadas: hoje, pela primeira vez, desde que Jesus ascendeu ao Céu, todos os principais sinais preditos para o tempo do fim estão sincronizados! Um ou mais desses sinais podem ter ocorrido nas gerações passadas, mas nunca todos eles ocorreram simultaneamente, como vemos hoje!
Conclusão 1. Jesus nunca nos pediu que crêssemos na proximidade de Sua vinda com base apenas em um sinal. Um floco de neve não provoca uma avalanche. Mas quando todos os sinais rapidamente se multiplicam, dando assim seu testemunho acumulado, se transformam em uma avalanche de irresistível poder. Portanto, inequivocamente esses sinais da vinda de Cristo não deixam margem para que pessoas inteligentes deixem de reconhecê-los. São tão claros como se Deus estivesse falando por intermédio dos trovões ou se estivesse escrevendo em letras gigantescas no céu!
2. Por que você imagina que Deus nos deu a oportunidade de ouvir essas maravilhosas boas-novas? Para que pudéssemos “discernir os sinais dos tempos” e estar prontos para receber Jesus com avidez e alegria.
3. Lucas 21:28: “Ora, quando estas coisas começarem a acontecer, olhai para cima e levantai a vossa cabeça; porque a vossa redenção está próxima.
Estudo Bíblico – Escatologia
95 Perguntas Sobre Escatologia
1. É possível saber o dia da Segunda Vinda de Cristo?
Absolutamente não. Jesus disse que ninguém sabe. Mt 24.36.
2. Mas Jesus disse que nem o Filho sabia. Como podemos entender isto?
Quando Jesus declarou NEM O FILHO SABE. Ele o fez para mostrar Sua perfeita humanidade. Para ser homem perfeito, Jesus teve de abrir mão temporariamente de Seus atributos ONI. Logo depois da Sua Ressurreição Ele retomou esses atributos. Desde então, ele sabe com exatidão o tempo de Sua volta.
3. Existe algum versículo que fale simultaneamente sobre as duas vindas de Cristo a este mundo?
Sim. Um exemplo clássico é Hebreus 9.27.
4. De onde vem a palavra MILÊNIO?
Esta palavra se origina de dois vocábulos latinos mille (mil) e annum (ano). Ela significa literalmente um período de mil anos.
5. No período milenial, qual será a situação da sociedade?
O quinto nome ou título de Jesus em Is 9.6 é: PRÍNCIPE DA PAZ. No período milenial o Mundo experimentará o governo de Jesus, cuja principal característica será a paz. Haverá longevidade e a terra conhecerá a santidade e sossegará completamente. Leia Is 35:5,6,8, Zc 14.20,21
6. Qual o principal trabalho de Jesus no Céu, atualmente?
O de Sumo Sacerdote, Hb 4.14; 10.12,13; 9.26;
7. Que expressões bíblicas podem ser interpretadas como sinônimas do MILÊNIO?
O Milênio será a plenitude do reino dos céus na terra, Mt 5.10; Será a regeneração em sentido final, Mt 19.28; será o tempo da restauração de todas as coisas, At 3.19. será o mundo do futuro, Hb 2.5.
8. Qual será o próximo grande acontecimento para o Povo de Deus na Terra?
Sem dúvida alguma será o ARREBATAMENTO.
9. Para a Igreja, que acontecimento se seguirá ao Arrebatamento?
O Tribunal de Cristo.
10. É realmente bíblica a doutrina do Tribunal de Cristo?
Todos os crentes em Jesus devem estar conscientes de que algum dia, após o Arrebatamento da Igreja, o Senhor Jesus Se reunirá com a Igreja a fim de promover o que as Escrituras chamam de TRIBUNAL DE CRISTO: um encontro para julgamento das nossas obras, praticadas aqui na Terra, e a conseqüente entrega dos galardões.
11. Qual a palavra grega usada por Paulo quando se referiu ao Tribunal de Cristo?
BEMA.
12. Alguém será condenado no Tribunal de Cristo?
Não, absolutamente. Será um Tribunal para recompensa.
13. O Tribunal de Cristo será para recebermos a recompensa de nossa salvação?
Nosso direito de entrar no Céu foi obtido mediante o derramamento do sangue de Jesus na cruz do Calvário. Nosso galardão será alcançado mediante o resultado de nosso trabalho. A salvação é pela fé, Ef 2.8. O galardão, pelas obras, Ap 22.10.
14. O Tribunal de Cristo será a mesma coisa que o Grande Trono Branco?
Não devemos confundir o Tribunal de Cristo com o Grande Trono Branco. Este será para os inconversos. Aquele, para os salvos. Este será depois do Milênio, aquele será após o Arrebatamento da Igreja.Em ambos o Juiz será Jesus, porque ele foi constituído pelo Pai Juiz dos vivos e dos mortos.
15. Quantos livros do AT contém essencialmente mensagens proféticas?
17.
16. Qual o significado da profecia de Balaão – um cetro subirá de Israel - ?
Primeiramente se cumpriu em Davi e de forma final, em Jesus.
17. Quais os principais textos que falam do ARREBATAMENTO da Igreja?
I Co 15.51 e I Ts 4.16-18. Mas nos Evangelhos e em Isaias também existem referências expressivas.
18. A trombeta de I Co 15.52 é a mesma sétima trombeta do Apocalipse?
Certamente, não. Paulo fala da trombeta do arrebatamento, relacionada com a glória da Igreja. João se refere a uma trombeta de juízo, destinado aos ímpios.
19. Qual o homem nas Escrituras que emprestou o seu nome para Jesus?
Davi. Embora Jesus seja chamado por Paulo de último Adão, na verdade Ele é chamado de "meu servo Davi": Ez 37.24; Is 55.3,4; Jr 30.9; Os 3.5.
20. A Bíblia relaciona a volta de Jesus com um "piscar de olhos". Quanto tempo dura um piscar de olhos?
Segundo os engenheiros da GE, demora onze centésimos de segundo.
21. Algum tempo os judeus pregarão o Evangelho?
Alguns eruditos crêem que durante o período da Grande Tribulação 144.000 judeus andarão por várias partes do mundo pregando o Evangelho do reino, Ap 7.4-8; Mateus 24:14.
22. Qual será a condição dos crentes durante o período milenial?
Nós seremos naquela época iguais aos anjos, hoje. E faremos o trabalho que eles atualmente fazem, de assessoria espiritual a Jesus.
23. Onde está escrito que Jesus um dia reinará na casa de Jacó?
Em Lc 1.32,33: "O Senhor Deus lhe dará o trono de Davi seu pai. E reinará eternamente na casa de Jacó, e o seu reino não terá fim".
24. Temos o direito de esperar algum grande Avivamento antes do Arrebatamento da Igreja? Certamente, sim. Primeiro, porque o profeta Joel e o apóstolo Pedro se referiram ao derramamento do Espírito Santo nos últimos dias. Também porque a Igreja na época do Arrebatamento deverá ser muito mais poderosa que em qualquer época da História. E, finalmente, a Bíblia declara que enquanto houver a Laodicéia, também haverá a de Filadélfia.
25. Que acontecerá com as mães grávidas no dia do Arrebatamento?
Muitos temem que será uma tortura para elas, por causa da profecia de Mt 24. Aquela profecia ("ai das grávidas") já teve seu cumprimento. Jesus referia-se às mulheres que foram mortalmente feridas pelos soldados romanos, que sob a ordem do general Tito as esquartejavam, quando da destruição de Jerusalém no ano 70 D.C., certamente as mulheres crentes grávidas que forem achadas fiéias subirão com seus respectivos fetos. Deus nunca defendeu o aborto. Quem sabe naquele dia acontecerá a aplicação final das palavras de Jesus: "Deixai vir a Mim as criancinhas...". Lc 18.6. Além disto, leia cuidadosamente Rm 5.19
26. Existem mais versículos que falam de Jesus como futuro rei?
Sim, leia Sl 72.7,8; Sl 2.8; Zc 14.9; Ap 11.15; Is 32.1.
27. Quais as crianças que estão cobertas pela provis!ao redentora do sangue de Jesus?
Aquelas que estão no estágio da inocência. Deus nunca mistura inocentes com culpados. Não existe uma data padrão para definir o dia que termina o período da inocência. À luz de Is 7.15 é o momento em que a criança começa a distinguir o bem do mal.
28. Existe algum sentido escatológico na vida de Enoque?
Sim. Ele é um tipo da Igreja, que será arrebatada. Assim como Enoque foi trasladado antes do Dilúvio, a Igreja subirá pelo Arrebatamento, antes da Grande Tribulação.
29. Que relação existe entre a vida de Noé e a Escatologia?
Noé, que foi salvo do Dilúvio através da Arca, lembra a Igreja que tem sida salva do Mundo por Jesus Cristo. Jesus identificou os dias que precedem Sua Segunda Vinda como os dias de Noé. Leia Gn 7.23; 8.1,4,16,19; I Pe 3.20,21; Mt 24.37,39.
30. Existe algum texto em Gênesis que aponte para o reino Messiânico de Jesus?
Leia Gn 49.10.
31. Onde se encontram alusões ao reino Messiânico, em Levítico?
26.5,10.
32. Podemos encontrar algum texto em Deuteronômio que diga respeito à Grande Tribulação? Leia Dt 32.22,41,43.
33. Jó cria na ressurreição?
Sim, de acordo com Jó 19.25.
34. Existe alguma alusão nos salmos à Primeira ressurreição?
Leia Sl 17.15.
35. Que acontecerá depois do Tribunal de Cristo?
As Bodas do Cordeiro.
36. Quem participará das Bodas do Cordeiro?
A Igreja, na condição de NOIVA DE CRISTO
37. Existe alguma alusão nos Salmos à Grande Tribulação?
Leia Sl 75.8,10; 83.13,17.
38. Existe algum versículo em Cantares de Salomão que pode ser aplicado às Bodas do Cordeiro?
Leia Ct 2.10; 1.4; 6.10,12.
39. Que texto bíblico fala explicitamente da Igreja como NOIVA de Cristo?
II aos Corintios 11.2.
40. Em quais livros proféticos encontramos alusões à primeira ressurreição?
Is 26.19; 25.8; Ez 37.12,14; Dn 12.2a; 12.13; Os 6.1; 13.14;
41. Quais os únicos livros do NT que não apresentam mensagens escatológicas?
Gálatas, Filemon, II e III João.
42. Onde Jesus é mencionado expressamente como NOIVO da Igreja?
Efésios 5.22-33.
43. Que acontecerá depois das Bodas do Cordeiro?
Jesus Cristo descerá em glória COM os santos.
44. Que significa a expressão DIA DO SENHOR?
O período compreendido a partir do arrebatamento da Igreja.
45. Alguns dizem que a vinda de Cristo é a conversão de uma pessoa a Cristo. Isto é verdade?
Absolutamente, não. A conversão é a IDA A CRISTO. A volta de Cristo é a VINDA de Cristo.
46. Alguns afirmam que a vinda de Cristo é a morte física do crente. Que versículos poderíamos usar para combater tal teoria?
Hb 9.27,28; I Co 15.51; I Ts 4.16,17; Jo11.23; Fp 3.20, etc.
47. É verdade que a vinda de Jesus se dará em duas fases?
Sim. A primeira fase será a ocasião do arrebatamento da Igreja; a segunda será a revelação pessoal de Cristo. Na primeira fase Ele recebe a Igreja; na segunda, ele desce com a Igreja.
48. Em que parte do mundo Jesus descerá por ocasião de Sua revelação Pessoal?
No Monte das Oliveiras, em Jerusalém, Zc 14.4
49. Que significa Anticristo?
A Bíblia chama de Anticristo uma pessoa que receberá o poder de Satanás para ser um governante mundial durante a segunda metade dos 7 anos da grande tribulação.
50. Qual será o fim do Anticristo?
Jesus o destruirá, em Sua revelação, II Ts 2.8
51. Existe algum método ou estratégia estabelecido por Satanás referente à aparição do Anticristo?
Sim. Será em 3 fases: a) o espírito do anticristo; b) os precursores do anticristo; 3: a manifestação pessoal do anticristo. Você pode se dar conta de que o diabo copiou isto do plano de deus para com Seu filho Jesus.
52. Que significa a GRANDE TRIBULAÇÃO?
Um período de catástrofes e inigualável sofrimento que ocorrerá após o arrebatamento da Igreja. Será o "dia da vingança do Senhor", o dia do sofrimento maior de Israel.
53. Qual o profeta do AT que se referiu primariamente à Grande Tribulação?
Daniel. Veja Dn 9.26,27. Confira com Ap 7.14.
54. Algum dia Satanás será destruído?
Não. A destruição de Satanás seria uma grande vitória para ele, que assim pararia de sofrer. Ele será preso durante o milênio (Ap 20.2) e depois será solto por um período para finalmente ser lançado no lago de fogo e enxofre, para todo o sempre.
55. Quem será o futuro JUIZ do Mundo?
Jesus Cristo. Sl 96.12; Is 2.4; Mt 16.27; 25.31,46; Jo 5.22,23,27,30; At 10.42.
56. Paulo se referiu alguma vez a Jesus como sendo o Juiz Universal?
Sim. Leia Rm 2.16; I Co 4.5; II co 5.10; II Tm 4.1,8, etc.
57. Que tipo de esperança é a que temos com respeito à volta de Cristo?
Uma esperança bem-aventurada (Tt 2.13) e viva (I Pe 1.3)
58. Em quantas etapas se consuma a nossa salvação?
Em 3: Justificação, Santificação e Redenção.
59. Qual das três etapas acima se enquadra na Escatologia?
A Redenção.
60. Qual o mais completo texto sobre o Tribunal de Cristo?
I Co 3.11-15.
61. Qual o significado espiritual do ouro, como elemento de julgamento, no Tribunal de Cristo?
O ouro representa tudo que se relaciona com o Pai: a Pessoa, a Glória, o Poder, a Palavra e a realeza de Deus. Leia I Pe 4.10,11; Sl 19.10; Pv 8.10,19; Ml 3; Jó 22.23,25.
62. Que simboliza a prata?
A prata simboliza tudo aquilo que se relaciona com o Filho, especialmente o seu sacrifício. No AT prata é o metal da redenção. Leia I Co1.23; 3.11; Ex 30.11,16; Lv 23.34.
63. Que simbolizam as pedras preciosas?
As pedras preciosas simbolizam o que se relaciona com o Espírito Santo: operações, dons e fruto. Leia Cl 1.29; Rm 15.18; Ez 16.13; Gn 24.53; I Co 12.4,6.
64. Que simboliza a madeira?
Madeira é, ao longo das Escrituras, um símbolo da fragilidade da natureza humana. Gl 6.3; Lc 6.32,34.
65. Que simboliza o feno (capim)?
Isto fala das coisas secas, coisas que não se renovam, Jr 23.28; Is 15.16.
66. Que simboliza a palha?
Palha representa tudo aquilo que não possui estabilidade. Fala também da escravidão espiritual, Is 5.24; Na 1.10; Ex 5.7; Ef 4.14. é um material que lembra a fragilidade, a vaidade e a incapacidade humanas.
67. Que fogo é aquele mencionado no texto de I Co 3, relacionado com o Tribunal de Cristo?
O fogo tem muitos significados e aplicações na Escritura. Aquele fogo de I Co 3 significa a glória pessoal do rosto de Cristo, como visto por João em Ap 1. Ao contemplar as nossas obras, em Sua presença, o fogo consumirá ou projetará o mérito da referida obra.
68. Devemos ter medo de comparecer no Tribunal de Cristo?
Não. Se servirmos a Deus com sinceridade e fidelidade, teremos confiança de estarmos diante dEle, I Jo 2.28.
69. A Primeira Ressurreição será um fato único?
Não. Será um fato dividido em 3 fases: A ressurreição de Cristo, as primícias, com as pessoas mencionadas em Mt 27.52,53; a Igreja; os poucos salvos que triunfarem na GT.
70. Quais os principais propósitos da volta de Cristo?
1) Ressuscitar os que morreram em Cristo, I Ts 4.15;
2) Transformar e arrebatar os salvos que estiverem vivos, I Ts 4.16,17;
3) Galardoar os servos fiéis, Ap 22.12;
4) Tomar vingança contra os Seus inimigos, II Ts 1.7,10; Ap 19.21,22.
5) Julgar as nações vivas, Mt 25.31,46; Sl 67.4; 98.9.
6) Libertar a terra da maldição, At 3.20,21; Rm 8.21.
7) Restabelecer o trono de Davi, Is 9.6,7; Jr 30.7,11.
71. Onde está escrito que Jesus voltará PESSOALMENTE a esta Terra?
At 1.11; I Ts 4.16; Zc 14.3, etc.
72. Onde se lê que Jesus voltará REPENTINAMENTE ao Mundo?
Mc 13.36; I Co 15.52, etc.
73. Quando Jesus voltar, todos O estarão esperando?
Leia Mt 25.13; 24.44; Ap 16.15; I Ts 5.2.
74. Na fase de Sua revelação realmente Jesus descerá VISIVELMENTE?
Ap 1.7 e Mt 24.30
75. Nós nos reconheceremos, na Eternidade?
Sim, em todos os assuntos espirituais. Não teremos lembrança das coisas materiais, que não eram intrinsecamente parte do REINO DE DEUS. Leia cuidadosamente a história da transfiguração de Jesus.
76. Por que devemos crer na volta de Cristo?
Porque é uma doutrina fundamental nas Escrituras; porque Deus não mente; porque está mui próxima.
77. É lícito orar pela volta de Cristo?
Leia Mt 6.10; Ap 22.20; I Pe 4.7.
78. Quais os principais grupos de sinais da volta de Cristo?
Sociais, naturais, políticos, religiosos, morais, científicos e eclesiológicos.
79. Como se pode chamar a série de acontecimentos em Israel, que precedem a volta de Cristo?
Jesus os chamou de sinal da figueira.
80. Israel algum dia será destruído?
JAMAIS. Deus tem um compromisso feito com Abraão e renovado a Moisés e a Davi. Israel viverá para sempre.
81. A Bíblia nos exorta estarmos despertados para a volta de Cristo. Que significa a palavra despertar?
A palavra despertar vem do hebraico yakats (despertar de um estado de embriaguez ou torpor) e do grego egeiro (despertar do sono).
82. Quais as 3 palavras que melhor descrevem o arrebatamento dos salvos no dia da volta de Cristo?
Arrebatamento, rapto e trasladação.
83. Quem será arrebatado no Dia da volta de Cristo?
Os salvos, santos, fiéis, pacientes e vigilantes.I Ts 3.12,13; Hb 12.14; I Jo 3.2,3; Hb 10.25; Tg 5.8; Lc 21.36, etc.
84. Que significa a expressão GRANDE TRONO BRANCO?
Refere-se ao ultimo julgamento da História, quando todos os mortos, grandes e pequenos, de todos os séculos da História se postarão diante do Senhor para serem julgados.
85. Os salvos em Cristo serão julgados no Grande Trono Branco?
Não, porquanto por sua salvação foram libertos de condenação (Rm 8.1) e já foram submetidos ao Tribunal de Cristo.
86. Quais as 5 principais surpresas do Arrebatamento?
Rapidez, Ocasião, Seleção, Separação e Iminência.
87. Por que Ló é um tipo do Arrebatamento?
Porque foi tirado de Sodoma antes de sua destruição, Gn 19.22,24.
88. Qual a posição de Jerusalém durante o Milênio?
Será a capital do Mundo.
89. O Céu é um Lugar ou um estado de vida?
A Bíblia menciona exaustivamente que o Céu é um lugar. Um lugar santo, espiritual, perfeito, divino e eterno. Você deve estar pronto para viver lá com Cristo.
90. Quais as coroas mencionadas nas Escrituras, destinadas aos crentes vencedores?
Da vida, da justiça, de glória e a incorruptível, Tg 1.12; II Tm 4.8; I Pe 5.2,4; I Co 9.25,27.
91. Quem dominará a Terra durante a Grande Tribulação?
A Trindade Satânica, composta de Dragão, Besta e Falso Profeta.
92. Que outro nome tem a besta, nas Escrituras?
Anticristo.
93. Qual a principal característica do Céu?
PERFEIÇÃO e SANTIDADE.
94. Que Igreja morará no Céu?
A Noiva do Cordeiro, a Igreja e fiel e vencedora, fundada por Jesus e que a Ele se conservou fiel durante todo o tempo.
95. A última pergunta somente você poderá responder:
Está você preparado para a volta de Cristo, e pronto para morar no Céu com Ele?
O que a Bíblia fala sobre o futuro
Mateus 24.6 - 14 - Esses versículos falam de “guerras e rumores de guerras” (v. 6); “fomes e terremotos”(v. 7); tribulação, martírio, traição, ódio, falsos profetas e corrupção (vv. 9-12).
Apesar daquilo que alguns ensinam atualmente, os versículos de 4 a 14 só podem ser escatológicos e, por vários motivos, só podem estar se referindo aos acontecimentos da primeira metade da Tribulação.
Apesar daquilo que alguns ensinam atualmente, os versículos de 4 a 14 só podem ser escatológicos e, por vários motivos, só podem estar se referindo aos acontecimentos da primeira metade da Tribulação.
As Condições
As condições descritas precisam ser entendidas como julgamentos divinos e não como desastres“naturais”, seguindo o padrão de revelação estabelecido no Velho Testamento. Jesus disse que “…tudo isto é o princípio das dores [literalmente, “dores de parto”] (v. 8). No Velho Testamento a palavra hebraica para “dores de parto” é usada pelos profetas para simbolizar as terríveis calamidades associadas ao Dia do Senhor (Is 21.3; Is 26.17-18; Is 66.7; Jr 4.31; Mq 4.10), particularmente ao “tempo da angústia de Jacó” (Jr 30.6-7), ao qual Jesus faz referência em Mateus 24.21, quando descreve a Grande Tribulação.
Muitos judeus, nos dias do Segundo Templo, esperavam um tempo de sofrimentos imediatamente antes do fim. A seita judaica de Qumran (os essênios – N.R.) atribuía a essa angústia“dores, como de parto”.
Igualmente, o judaísmo rabínico cita as “dores de parto (em hebraico, chavalim) [relacionadas à vinda] do Messias” como uma série de convulsões globais que anteciparão a Era Messiânica. No Talmude, a lista dessas condições desastrosas (espirituais, morais, políticas, sociais e ecológicas – que caracterizam “a geração em que virá o Filho de Davi”, Sanhedrin 97a) em muito se assemelha à lista de Mateus 24.4-14.
Como o Novo Testamento indica que a Igreja não enfrentará o juízo preparado por Deus para o Dia do Senhor (1 Ts 5.9; Ap 3.10), os versículos de Mateus não podem estar descrevendo acontecimentos da Era da Igreja.
A Seqüência
Em segundo lugar, Jesus declarou que esses acontecimentos não seriam “o final” do juízo, mas apenas “o princípio” (v. 8). As dores iniciais serão seguidas de dores mais intensas, no clímax do parto. Como a Tribulação não virá imediatamente após o Arrebatamento da Igreja, pois seu início está previsto para o começo da 70ª Semana de Daniel (Dn 9.27), os versículos de Mateus não podem estar descrevendo acontecimentos da Era da Igreja.

O maior argumento de que esses versículos se referem ao contexto da Tribulação surge na comparação dos mesmos (vv. 4-14) com os cinco primeiros selos de juízo em Apocalipse 6 (confira o Quadro 1).
Essas condições paralelas demonstram que, assim como os selos de Apocalipse 6 são seguidos pelo juízo mais intenso das trombetas e das taças, o “princípio das dores” descrito em Mateus 24.4-14 vem seguido das “dores de parto finais”, mais intensas, descritas em Mateus 24.15-26, que culminarão na vinda do Messias (vv. 27-31).
Além disso, o próprio Senhor Jesus fez referência à profecia da 70ª Semana de Daniel:
Além disso, o próprio Senhor Jesus fez referência à profecia da 70ª Semana de Daniel:
“Quando, pois, virdes o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo (quem lê, entenda), então, os que estiverem na Judéia fujam para os montes” (Mt 24.15-16).
Tanto Mateus quanto Marcos (Mc 13.14) apontam o texto de Daniel para esclarecimento da profecia feita no Monte das Oliveiras. Conclui-se que Jesus usa aprofecia da 70ª Semana de Daniel como patamar para os eventos cronológicos apresentados em resposta às perguntas dos discípulos. Isso também acontece na seção de juízos do livro do Apocalipse (capítulos 4-19), onde Jesus, o Autor da visão recebida pelo apóstolo João (Ap 1.1), concede-a com divisões estruturalmente semelhantes à 70ª Semana de Daniel.
Colocando os textos lado a lado (veja o Quadro 2), descobrimos que o “princípio das dores” de Mateus 24.4-14 se ajusta ao juízo dos selos de Apocalipse 4-6, aonde ambos (1) focalizam eventos terrenos; (2) cabem na primeira metade da 70ª Semana de Daniel (Dn 9.27a); e (3) culminam na profanação do Templo (o “abominável da desolação”) tanto em Mateus 24.15 quanto em Marcos 13.14, o ponto central da 70ª Semana de Daniel (Dn 9.27b).
Em seguida, os eventos intensificam-se e conduzem às dores de parto finais de Mateus 24.16-26, que (1) identificam-se com Apocalipse 7-19, (2) enfocam a dimensão celestial, e (3) culminam no surgimento do “sinal”celestial, que anuncia a vinda do Messias para julgar o mundo (Mt 24.27-31; Ap 19). Esses acontecimentos cabem na segunda metade da 70ª Semana de Daniel (Dn 9.27b), que termina na destruição do desolador do Templo (“o príncipe, que há de vir”, o Anticristo, Dn 9.26).
Se os versículos de Mateus 24.4-14 predizem sinais da futura Tribulação e tratam principalmente do povo judeu nesse período, seu cumprimento não pode estar no passado, especificamente, na queda de Jerusalém em 70 d.C. Ao comparar os eventos descritos nos versículos torna-se evidente que eles não se identificam com fatos históricos do primeiro século.
A passagem descreve guerras entre diferentes nações e reinos, não apenas entre uma única nação (Roma) e Israel, como aconteceu na Primeira Revolta do povo judeu contra Roma (66-74 d.C.).
As Escrituras também dizem que muitos se levantarão dizendo ser o Cristo (Messias). Mas não existe evidência histórica de alguém que se declarasse messias no primeiro século, até Simão Bar-Kokhba (135 d.C.), um único indivíduo.
Esses sinais também não devem ser usados pela Igreja “como sinais dos tempos”, apontando a aproximação da volta do Senhor. Muitos cristãos têm usado o aparente aumento de terremotos, apostasia na Igreja, e o declínio moral generalizado da sociedade como indicadores de estarmos rapidamente nos aproximando do Arrebatamento e dos últimos dias. Contudo, o Arrebatamento não será precedido por sinais; e como as dores de parto somente começarão quando Israel entrar no“tempo da angústia de Jacó” (e não sabemos quanto tempo isso levará depois do Arrebatamento), devemos usar de cautela ao tentar prever a aproximação de eventos escatológicos, baseando-nos na presença dessas condições na era presente.
Na Era da Igreja, essas condições gerais (apresentadas em 1 Tm 4.1-3; 2 Tm 3.1-9; 1 Jo 2.18; 1 Jo 4.1-3) servem de alerta quanto a estarmos “nos últimos dias”. Mas durante a Tribulação, as condições dos versículos 4-14 serão sinais específicos dos tempos finais, e os judeus convertidos poderão localizar-se dentro da 70ª Semana e perseverar até o final da Tribulação: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” – literalmente liberto do cárcere, quando da vinda do Messias (v. 13).


Serão esses sinais – especialmente o acontecimento descrito no versículo 15, “o abominável da desolação” – que permitirão aos santos da Tribulação perseverarem física e espiritualmente enquanto esperam a libertação prometida para o final da 70ª Semana de Daniel.
Autor: Randall Pric
AS SETE CARTAS DO APOCALIPSE
Estudo Sobre As sete Igrejas do Apocalipse
I – Introdução
O Estudo a qual você vai estar estudando é uma das matérias da Teologia Sistemática a qual se chama “Escatologia”, que do grego é formada por dois vocábulos, “escathos” = últimas coisas + “logia” = discurso racional, ou seja, é o estudo Sistemático e lógico das doutrinas concernentes às últimas coisas.
O estudo a qual será relatado é sobre As Setes Igrejas da Ásia do Apocalipse.
Apocalipse: Significa “revelação”, “desvendo”.
Apocalipse vem de duas palavras originais: a preposição “apo”, com o sentido de afastado, distante, e o substantivo “kakupsis” significando remoção, retirada, revelação, descobrimento.
“O que vai ser desvendado”?
Cap. 1 v.1 : Deus em sua “Onipotência” = lat amreipotencia, poder absoluto e infinito, sabendo de todos as coisas e acerca do fim de todos os tempos, entregou nas mãos de seu filho toda a revelação do apocalipse. Para que revelasse aos seus “servos” – lat servos: criado e do grego; DULOS, (a melhor tradução é diakoniaforos= administrador), sujeito ao serviço. As coisas que brevemente deveriam acontecer; e pelo seu “anjo”, gr = angelos = mensageiro. Os enviou e os notificou, ou seja, dEU conhecimento ao seu servo João.
V.2: O apostolo João foi um grande servo e realizou grandes obras, ele testificou, ou seja, declarou a Palavra de Deus em sua época aos povos e a sua igreja ao qual pastoreava em Éfeso. Não somente testificava da Palavra de Deus como também acerca da vida de Jesus Cristo aqui na Terra, e também de todos os milagres que Jesus fez por intermédio deles.
V.3: “Bem - aventurado” – vem do gr = makaridro ou makario , sig, feliz , bendito. Aquele que lê, e os que ouvem as palavras desta “profecia” lat: prophetia = revelação inspirada, sobrenatural e único do conhecimento e da vontade de Deus. Feliz será a pessoa que guarda essa revelação em seu coração; Porque o tempo da vinda de Cristo esta próxima. Ler – 14:13, 16:15, 19:9, 20:6, 22:7, 14.
V.4: Ásia; era á província romana que abrangia a parte ocidental da península da Ásia menor, a qual Éfeso, era a capital.
“PAZ” = hb: shalon; gr eirene; lat pacem é a serenidade, ou seja, a tranqüilidade que o Espírito Santo nos enfunda no coração, mediante a fé que depositamos na providencia divina . (filipenses 4:7).
Essas saudações eram constantes pelos apóstolos aos seus irmãos em Cristo, pois eles estavam desejando as virtudes de Deus para os seus destinatários que assim recebiam suas cartas.
João quando enviou as saudações para as igrejas da Ásia disse que a Graça e a Paz estava indo daquele “que é,” (Jeová = é o Deus que se revela a si mesmo o nome tem sua origem no verbo “ser”. Eu manifestei, me manifesto, e me manifestarei), e “que será” e “que há de vir”, e da dos sete espíritos que estão diante do seu trono.
“que é” = ou seja, daquele que trabalha
“que “era”= que eles tinham ouvido e conhecido fisicamente”.
“que há de vir” = ou seja, voltará para reinar.
Os setes espíritos talvez, são sete anjos ou as “operações do E-S de Isaias 11:2.”
V.5: Fiel testemunha em sua pessoa em sua obra, da promessa feita outrora a Davi: sal89 , Isaias 55:3 e que se realizou nele a palavra eficaz. Por sua “ressurreição” ele foi constituído Primogênito col 1:18, Rom: 1:4.
Príncipes dos reis da terra = depois da destruição dos seus inimigos receber a admiração universal, 1cor 15:28 v.6 “Reis” = Reinaram sobre todos os povos apoc. 2:26, 5:10, 20:6, 22:5, “Sacerdotes Êxodo 19:6.
V.7: Esse versículo relata a sua vinda para o Reino milenial ao qual os Judeus se lamentarão por ter rejeitado a Jesus. Mat. 24:30 – ver = Mat. 25:31. “Sim” = “ gr Nai” “ Amém hb = amen = assim seja”.
Isto indica que Jesus vira para o Gentio e o Judeu.
V.8: “Alfa” – 1ª letra do alfabeto grego sig. = o principio fundamental de todas as coisas.
“Ômega” última letra do alfabeto grego sig: finalidade da revelação e realidade.
V.9: João estava preso nesta ilha, devido a sua fidelidade para com o evangelho.
V.10: Ele foi “arrebatado” gr. Horpagêsometha” lat rapio, arrebatado= retirada brusca e sobrenatural da terra para receber as revelações.
V.13: Vestido até os pés de um vestido comprido, e ungido pelos lombos com um cinto de ouro. Isso esta simbolizando a sua pessoa como um juiz e suas funções e seus tributos são apresentados por meio de símbolo : “Túnica longa: sacerdócio “ Exo 28:4, 29:5 “cinto de ouro” = realeza, justica Isai11:5.
V.14: “cabelos brancos” = eternidade Dan 7:9, “olhos de fogo” onisciência 2:23 v.15 “pés de bronze” = estabilidade 2:31 “brilho da perna” = sua majestade é brilhante, “voz de muitas águas” potência, autoridade.
V.16: Ele tem o controle de tudo. “boca” seus juízos mortais, “espada afiada” - contra os cristãos infiéis He.4:12, “o sol brilhante” – sua majestade.
V.18: Que possui e cuida como coisa própria João 1:4, 3:15, 5:21, “chaves” – fala de domínio, controle, autoridade, João. 5:26
V.20: “candeeiro”: São feitos para iluminar. A igreja foi levantada e edificada por Cristo para ser luz no mundo . “estrelas” : são astros que brilham no céu.
Obs: a carta foi enviada para o pastor e para a igreja
CARTA À IGREJA DE ÉFESO
Éfeso: sig. “desejável”, era metrópole política (cidade principal ou capital de divisão territorial de um país) e comercial da província da Ásia. Era cidade marítima, seu porto era o mais importante da Ásia, por esse motivo estava sempre em contato direto com as pessoas e culturas de várias partes do mundo. Estava exposta também, a influência do mundo por parte dos visitantes que recebia de vários lugares. Havia aí , numerosos cultos pagãos, entre os quais de “Ártemis” Atos 19:24,40. Ela foi bem instruída e estabelecida na doutrina bíblica. Paulo ensinou durante três anos “ atos. 19:10; 20:31; 20:27” toda a mensagem de Deus , todo seu plano, todo seu propósito.
V.1: Isto diz aquele que tem na sua destra as sete estrelas, e que anda no meio dos sete castiçais de ouro. Isso significa que o pastor estava nas mãos de Jesus dizendo que ele tinha o poder sobre os Pastores e sobre toda igreja e que ele é quem trabalha e opera dentro de sua igreja.
V.2: Eu sei as tuas “Obras gr. Ergon”: Trabalho, ocupação, ação moral: Jesus conhece todos as coisas, e aqui ele elogia o pastor pelo seu trabalho, pela sua paciência, ou seja a virtude que ele tinha de suportar os males e não aceitava os “maus – gr. Kakós” = malvados “lat male” = o que é contra o bem. E colocou a “prova gr. Dokimé” = caráter provado de cada um que se dizia ser apóstolo, mensageiro e não eram, esses q se diziam ser apóstolos ensinavam com a “mentira” – lat mentita” = comunicação premeditada de algo com o intuito de enganar as pessoas de dentro da igreja a viverem uma vida errada a participarem dos cultos pagãos. “Atos” 19:24-40.
V.3: E sofrestes, e tens paciência; e trabalhaste pelo meu nome, e não te cansaste. Devido toda aquela influência ele não se deixou levar por isso. Pois essa era a sua obrigação não aceitar o pecado entrar na igreja e muito menos as heresias, mas tinha um problema , a sua influência foi tanta que deixou o principal que era ajudar ao seu próximo. Deixou o amor do seu ser mar.12:28, luc. 10:25.
V.4: deixo o primeiro “Amor” ; grego: Ágape. É o amor em que não se preocupa em receber, mas em dar. O seu esforço era tão grande contra os falsos apóstolos e o partido dentro da igreja que queriam implantar a lei da sucessão apostólica ou a substituição de um para o outro.
V.5: A sua preocupação era tanta que nem se lembrava mais do grande amor Ágape. “ atos 2:41, 4:32”
“ Tirarei do seu lugar o teu castiçal” = poderia perder sua posição de metrópole religiosa.
V.7: Ao que vencer o mal e o seu egoísmo terá vida eterna.
Arrepender gr= metanoia mudança de mente e comportamento.
Ler sobre amor 1cor. 13:1-13= paciente , benigno, não arde em ciúme, interesse, ensoberbece, irrita, não se alegra com injustiça, tudo sofre, crê, espera, suporta. Atos 2:41-47, 4:32,35.
CARTA Á IGREJA DE ESMIRNA
“Smirna:sig: Amargura.” Era uma cidade tão fortemente dominada pelo culto ao imperador Romano que todo o cidadão tinha obrigação de reverenciar e queimar incenso “voluntariamente” a César. A conseqüência imediata por se deixar de cumprir esse mandamento era a morte. Era uma Igreja perseguida. E os crentes encontravam – se em intensa pressão por não aderir aos costumes pagãos que reinava em sua sociedade. Ela representava o período dos anos 100 a 312 d.C. A partir daí o imperador Constantino aboliu as perseguições aos Cristãos.
V.8: inicio e o fim, permanece vivo.
V.9: Jesus sempre começa falando de sua “ Onisciência” e Jesus estava vendo o que se passava com os seus servos e suas condutas para com a obra.
O pastor estava passando em uma grande dificuldade, devido a grande pressão dos romanos e eles estavam sofrendo por isso, e até mesmo os grandes Imperadores começaram a “retirar os seus bens materiais para q assim eles viessem a aderir os seus cultos idolatras. Pois essa igreja era perseguida devido sua conduta e bom exemplo e fidelidade para com Deus. Eles estavam em uma tremenda pobreza material, mas no sentido espiritual estavam ricos, pois o E.S estava entre eles os ajudando. “Tiago 2:5”.
E uns dos outros problemas que acontecia era a grande “blasfêmia”, gr = “blasfhêmia” = ofensa ou calunia verbal á Deus, daqueles que se diziam ser judeus ou povo escolhido e não eram e com isso queriam transtornar a fé do pastor, com os seus ensinamentos torcidos e suas orações demoníacas, e sempre se reuniam para tentarem destruir a igreja de Deus e levantarem a sua grande “sinagoga” gr = sinagoge = assembléia de homens, reunião ou casa de reunião para leitura, oração e explicação da escritura e correção de vida. Precisavam – se de ao menos “dez” homens para fundar uma sinagoga.
Mas o interessante é que era a sinagoga de “Satanás” Hb = Satan = adversário de todo o bem, inimigo da raça humana sua função é tríplice, matar , roubar, destruir. A intenção daqueles homens era destruir a fé do anjo da igreja, pois sendo assim venceriam.
V.10: Jesus então dá animo para o seu servo dizendo: não tenha medo das coisas que há de “sofrer” gr = patein = “suportar”, “tolerar”, “mat.10:22”. Eis que o “Diabo” gr: dialobos= caluniador, difamação por meio de acusação conscientemente falsos. “lançará” alguns de vós na prisão. “Lançará” gr. Ekbállo = expulso, fora, com pressa e urgência e com força. “prisão” gr= psilaké = lugar em que alguém esta preso ou que é destinado a prisão. O diabo a qual se refere o texto não é o diabo da qual conhecemos, mas, sim os imperadores romanos que viviam naquela época ou seja do ano 64 – 305 d.C ao quais 10 imperadores romanos reinaram naquela época. Mais precisamente o último imperador de Roma chamado Diocleciano perseguiu o povo “por 10 anos” e tentando os fiéis para que eles viessem a se corromper e negar a sua fé, e fidelidade para com Deus, “Tentação e provação” é o mesmo no gr. “peiramós” = “pepeipasmai” aflijo para experimentar o caráter ou provar a fé e paciência (usado de Deus), E Jesus sabendo de todos essas coisas exortou ao seu servo que permanecesse “fiel” gr= pistós= firme até que tenha que dar a vida. “até” = o fim, pois sua recompensa seria a “coroa” gr = stépsanos, “lat. Corona” = marca de nobreza ou realeza ou galardão, dado ao vencedor nos jogos atléticos gregos, poder, dignidade,. Da “vida” = gr. “dzao” plenitude absoluta de vida abençoada e eterna no Reino de Deus.
V.11: Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz as igrejas gr: “os ekei ata akoúeto ina pneuma logon to ekklesia”
Entendam o que eu estou dizendo.
E aquele que vencer usando a fé, que era a única forma de vencer, e era isso que o diabo queria destruir,.Eles não receberiam o dano da segunda morte.
CARTA À IGREJA DE PÉRGAMO
Pérgamo: parece sig. “casamento” É a igreja mundana = representa a igreja dos anos 313 à 600 d.C quando se deu a união da igreja com o Estado. Era o centro intelectual de sua época por ter sido a “cidade a construir um templo ao imperador de Roma”. Era também considerada uma cidade progressiva. O acervo de sua biblioteca com mais de “duzentos milhões” de volumes, perdia apenas para a gigantesca biblioteca de Alexandria. E isso a deixava “orgulhosa”. E também o fato de abrigar a famosa estátua de “Zeus”. O protetor da cidade. Por ser o centro de culto pagão e a capital administrativa da província romana da Ásia, grandes multidões de pessoas participavam dos eventos pagãos realizados nos templos e regalavam – se com as iguarias oferecidas aos ídolos. Um dos pontos altos dessas festividades era a promiscuidade sexual. “A igreja sofria fortes pressões para transgredir as leis de Deus”, e aderir á adoração aos deuses romanos e gregos. Ela era acidade mais idolatra de toda província da Ásia. Era também famosa por sua escola de medicina, o deus da saúde – “Esculápio” sib: por sua serpente era adorado aí.
V.12: Esse versículo começa já anunciando os juízos mortais contra os cristãos infiéis, ou seja, a “espada aguda de dois fios” = Jer 47:6 eze. 21:9
Heb. 4:12. Isso se refere a sua própria palavra viva e eficaz.
V.13: Jesus de sua Onisciência, sobre as obras e o seu lugar e também onde está o trono – Gr. “thronos” e Lat. “throni” = primeira categoria ele estava se destacando nessa época e reinava sobre todos, ou seja, isso é a influência de Satanás, sobre os imperadores romanos. Mas o anjo da igreja foi “fiel Gr. Pistós = firme digno de confiança”e conservou firme, “retendo, segurar, guardar em seu poder, guardar com cuidado”, ou seja não abriu mão de negar o nome de Jesus e nem negar a “fé Gr. Pistis = absoluta confiança e dependência do seu “poder , bondade, sabedoria.” Heb 12:2 = “minha fé” é de jesus Diante de todos os problemas naquela época, o pastor não se abalou diante da morte de seu amigo ao qual era a fiel “testemunha” Gr. Marturéo testifica o que viu e ouviu que foi entre eles mortos pelos imperadores romanos.
V.14: A única coisa que Jesus não estava se agradando era os que seguiam os ensinamentos de “Balão” Hb = “devorador”, o qual ensinava “Balaque Hb = devastador” a lançar tropeços diante dos filhos de Israel, para que comessem dos sacrifícios da idolatria, e se prostituíssem. Dois males citados da parte de Balão o “caminho 2pedro1:5” “e o erro de Judas 11”. O “caminho está em Nm22 á 24. Ele queria ganhar o premio oferecido pelo rei Balaque e ao mesmo tempo agradar o Senhor Mat 6:24 Nm 31:15:16. “ Erro de Balão” = raciocinando do ponto de vista humano via um mal em Israel, e achava que Deus sendo Santo devia amaldiçoa – lo. Hoje é o mal do “racionalismo” humano dentro da igreja é querer interpretar a sua palavra pela razão, sua doutrina somente pelo seu raciocínio. A palavra Hb. “Balão” é equivalente a “Nicolau” em grego o que era “obra dos nicolaitas em 2:6” – Tornou – se “doutrina” em 2:15.
O que ocorria em Pérgamo é que o pastor não tomava providência e deixava aqueles ensinamentos fluírem dentro da igreja e isso ia contaminando a todos.
V.16: Jesus pois deu chance para q ele viesse a se “arrepender” – gr. “metánoia” = mudança da mente, do homem interior, radical e profunda da mente, de ter deixado aquilo acontecer, agora era hora de ele mudar todas as coisas, pois se isso não acontecesse, Jesus viria a ele por intermédio de uma guerra pela sua vontade e destruiria a ele e as pessoas que estavam contaminadas por tudo aquilo. “a espada da minha boca” = fala de juízo, e justiça “salmo 45:5.”
V.17: Esse versículo já se refere, quem ainda não se contaminou, ouça o que o E.S diz a igreja. E as promessas ao que “vencer”, ou seja, toda aquela heresia e pecado, Jesus daria do “mana” = hb = manhu, que é isto? É o alimento do reino celeste e só poderia vencer pela “fé” = I João 5:4
Pedra branca = 1ª - nos tribunais, os juizes tinham “pedrinhas brancas” e pretas. Se o acusado recebia uma pedrinha preta, estava condenado; se branca estava livre ou perdoado.
2ª Nos jogos públicos os vencedores recebiam pedrinhas brancas com seus nomes gravados nelas, isso dava – lhes direito a auxilio do governo pelo resto da vida.
3ª pedrinhas eram fornecidos a certas pessoas para livre transito em certas regiões, situações e reuniões. Era o passe, a “entrada livre”, nesses casos especiais “novo nome” = exprime a renovação interior que torna digno dele.
CARTA À IGREJA DE TIATIRA
Tiatira: quem sacrifica sempre, ficava na estrada que de pergamo vai a Sardes . Era a cidade de “lídia Atos 16”, gaba – se das habilidades de seus artesões as quais formavam as grandes associações comerciais dessa cidade. O poder desses profissionais devia a sua aptidão em moldar belíssimos e também pelo fato de seus produtos monopolizarem o mercado. Os trabalhos desses artesãos era usados ainda como ornamento centrais na maioria dos cultos aos ídolos nos templos pagãos. Em função do domínio exercidos por essas associações, o sucesso de qualquer artifício dependia de fazer ou não parte desse grupo. Pelo fato de lucrarem muito com a venda de seus artigos para os templos. Esses profissionais tinham uma participação extremamente ativa nos cultos aos ídolos, por grande parte dos seu sustento depende o culto pagão, os componentes das associações, para proteger sua estabilidade financeira, exerciam forte pressão sobre os crentes de “Tiatira”, na tentativa de leva – los á idolatria e a uma vida cômoda. Ela representa a igreja dos anos 60 à 1517 d.C, quando aconteceu a reforma.
V.18: Isto diz o “filho de Deus” – Hb= “ben elohin” em gr: “ Huiós Tou Theou”, titulo conferido a Jesus quem identifica como a segunda pessoa da trindade, indica ainda, possuir Ele os mesmos atributos naturais e morais encontrado em Deus Pai.
Como filho de Deus, o Senhor Jesus é destacado em toda a Escritura. Pois sua vinda ao mundo para executar o Plano da salvação, deu – se por intermédio de uma geração sobrenatural e divina conduzida pelo Espírito Santo. A palavra profética é mais que clara em “Salmo” 2:7 e “Lucas” 1:35.
Para os Judeus do V.T identificar – se como filho de Deus equivalia colocar – se em pé de igualdade com o próprio Deus. Aquele que tem a onisciência, e purifica todas as coisas e os seus juízos são firmes e brilhantes.
V.19: novamente ele dizendo de sua onisciência conhecedor de todas as coisas, ou seja, das obras, do amor, do serviço e a fé e paciência e que as última obras foram mais do que as primeiras. Jesus ele aqui estava elogiando o seu trabalho e suas ações etc... Mas isso tudo não era suficiente não adiantaria ter um grande esforço para com a obra de Jesus e se esquecer das ovelhas que estão dentro da igreja e tolerar os ensinos absurdos.
V.20: Jesus não estava aceitando a forma do Pastor “tolerar” = permitir que a pseuda profetiza, ensinasse a sua teologia diabólica. Pois esta “profetiza” Hb = “nabi”; Gr = “prophetes” = porta voz oficial da divindade, sua missão é preservar o conhecimento divino e manifestar a vontade do Único e verdadeiro Deus. O profeta jamais poderá modificar artigos de fé, alterar doutrinas ou trazer novas revelações “I cor 14:26” e era isso tudo q a profetiza “Jezabel” => Hb = “casta” = raça ( qualidade filha de Etbaal = Hb. Com Baal (I reis 16:31) reis dos “sidônios”oprimiram Israel “Juizes 10:12”, Em volta de sua mesa reunia a ela 450 profetas de Baal e 400 sacerdotes de matarote I reis 18:19) fazia dentro da igreja reunindo seus servos para contaminar a igreja, “enganando” – gr = “ápatao” = iludir seduzir ao erro os servos para se “prostituírem” gr = “pornéia” – corromper, desmoralizar e comerem dos “Sacrifícios” – gr “tisia” - Lat = “sacrificium” oferenda de frutos e produtos da terra, da “idolatria” = adoração. Então vejamos bem, no primeiro versículo Jesus deixa bem claro que ele é o filho de Deus, e não existe outra pessoa em seu lugar, o que estava ocorrendo é que “Jezabel” se dizia ser Deus, e o povo acreditava devido a sua “inteligência”, mas o povo não sabia o que estava por trás disso tudo, pelo fato do povo dar ouvido aos seus ensinamentos, estavam todos cauterizados e contaminados, e o pastor ficou até mesmo preocupado como resolver o problema. Ma não tomava nenhuma decisão e nisso ia se agravando mais e mais; se nós formos analisar a vida de “Jezabel” do antigo testamento nós veremos a sua conduta 2 reis 9:22, e vida. Ela era a mais perversa rainha de Israel e planejava a morte dos profetas “I reis 19:2” e o que estava acontecendo e que essa mulher que tinha os mesmo traços de caráter procurava uma forma de destruir o pastor e a igreja usando as pobres ovelhas inocentes.
V.21: Nós temos o relato do Amor de Cristo, pela sua ovelha que se transformou num lobo. Jesus deu tempo, ou seja, não somente tempo mas palavras e correções para que ela viesse a se “arrepender” = gr = “metanoia”, “mudança da mente, radical e profunda”. E se tornar novamente uma ovelha. Mas ela não deu ouvido a voz do Senhor e não se arrependeu de suas prostituições, ou seja, a sua idolatria e loucura.
V.22: Pelo fato da falsa profetiza não se arrepender de seus pecados que é uma coisa inevitável, ser bem sucedido sem se arrepender, ele decretou sua sentença, e a conseqüência seria ela ficar inutilizada de suas funções físicas e até mesmo espirituais. E a conseqüência dos que “adulteravam” = Gr: “ moikheuo”, adultero = com ela seria um grande sofrimento – ou “ tribulação” Hb = sara; Gr Thilipsis; Lat tribulationes = aflição, sofrimento, provação moral e adversidade se não se arrependessem de suas obras.
V.23: Veja bem se Jesus já sentenciara a falsa profetiza e prometeu sentenciar os que não tivessem arrependido, ele diz no versículo “23” que feriria de morte a “seus filho”, veja bem, a quem se refere esses filhos, seria os homens que seguiam a sua doutrina considerada como filhos, ou seja, os filhos dos que adulteraram com ela.
Pois aqui nós temos duas interpretações, vejamos, sobre a palavra “tribulação” que Jesus falou sobre aqueles que tinham se contaminado com ela, existe algum sofrimento maior em ver os seus próprios filhos morrendo, pois aquela mulher não fazia caso, pois se fizesse caso teria se arrependido de suas ações. E essa tribulação que viria se não se arrependessem seria propagado a desgraça, em todas as igrejas daquela época. Então dizemos que os “filhos” daqueles que adulteravam com ela, pois esse seria o maior sofrimento para um pai.
No mesmo versículo Jesus fala sobre a artimanha da profetiza, que se passava como uma reveladora enganando a todos e atraindo – os as suas idolatrias, dizendo que conhecia o desejo de cada coração, e Jesus afirmou que ele é o “Eu sou “ aquele que “sonda” ou “prova” gr = kimádzo”, prova, examina, prova os “rins” = A sede das emoções, e os “corações” gr= “kardia”, Hb = “leb” e Lat “cordis” = mente, personalidade, caráter, vida intima. Também temos a palavra no grego = “ kardiognóstes”, conhecedor do coração da vida intima ( caráter). Continuando o versiculo 23 Jesus relata que daria a cada um uma punição segundo as suas ações mediante a todos os problemas o qual encontrava na igreja .
V.24: No versículo “24” nos encontramos algumas pessoas que não se contaminaram com aqueles ensinamentos e nem fizeram caso e nem procuram se introduzir naquele meio, ou seja, não “conheceram”, mas sabiam que aquilo era a “profundeza”= grandeza, intensidade extraordinária de Satanás, ou seja, era em tudo isso que o adversário se vangloriava, em ver as pessoas se corrompendo e perdendo a sua fé e Santidade diante de Deus. Jesus não deu mais nenhuma responsabilidade para os seus servos enquanto eles não resolvessem esses problemas, pois o Senhor é sábio.
V.25: No que diz aqui, que o que eles tinham deviam “reter” , ou seja, guardar em seu poder, o que será que eles tinham e teriam que guardar? Era a sua própria fé, e essa fé teriam que guardar até que Jesus mandasse a sua providencia; e outra coisa. Essa frase: “ até que eu venha” não se refere ao arrebatamento, mas sim em uma providencia divina, pois a carta as igrejas , não se referem ao nosso tempo, mas no período em que João estava vivendo, e a perseguição contra os cristãos era dura.
V.26: O maior problema não é o problema, mas sim em resolve – lo , a expressão ao que “vencer”, seria o caso de a pessoa rejeitar todas aquelas coisas e se preservar fiel na presença do Senhor, e como fazer isso? Guardando a palavra do Senhor até o fim, e as suas obras, q eram as mais importantes na vida de um homem, e a recompensa seria que no “milênio” de Cristo ele lhes daria “poder” gr = dínamis força física, força idiomática. Temos que tomar cuidado com a palavra “poder” pois ela se refere tanto a um “substantivo” como um “verbo”, no caso do “substantivo” nós teríamos, “vigor”, potencia, autoridade, que é esse o caso da palavra ao qual nós temos aqui e a outra forma seria o “verbo” no sentido de ter força para fazer algo. Sabemos que no “milênio”, estaremos nós salvos com um corpo glorificado e Jesus nos dará poder ou seja autoridade, e não força para fazer algo, força no sentido de capacidade.
V.27: O interessante é que “regeremos” : ( ter o supremo poder sobre; governar, reinar) com “ vara” aqui não se trata no sentido literal, mas figurativo, a palavra “vara” é conhecida como cajado e significa “comando” Juizes 5:14 , I cor 4:21 ou seja, nós teremos o comando em nossas mãos para fazer isso, que privilégio! E o comando será com “dureza” devido a expressão do “ferro” que é um metal duro, pois as nações do milênio terão muitos povos a serem provados para estarem com Cristo nos céus, e para isso é necessário ter um coração quebrantado, como o vaso de oleiro, que quebra, quando não está da forma que ele quer. Quando Jesus disse: como também eu recebi de meu pai, ele se referia a sua “autoridade e poder” também pois ele será o grande rei no milênio e regerá as nações com seu “cetro” que era um bastão de comando que antigamente designava autoridade Real “Éster 4:11” apoc. 12:5 , 19:15” em sentido figurativo refere – se a sua autoridade Real.
V.28: Que mistério será esse? Dar a estrela da manhã!
A estrela da manhã da qual se refere o versículo, é o Sol, e agora, como será esse mistério de dar o sol! Isso não é um sentido literal, mas sim figurativo o “sol é a estrela que governa o dia” em “Gên 1:16” fala sobre ele. Mas em “malaquias” 4:2 falanos sobre o “Sol” é a estrela da “justiça” – Gr. Dikaosíne, retidão, integridade, Hb = “ tsadik”; Lat = justitia, atributo moral e básico de Deus, manifestado pela fidelidade com que o Supremo ser trata seus propósitos e decretos. Então analisamos que o v.28 fala sobre a justiça que será dada aos vencedores para governarem no milênio, ou seja, julgarão e governarão com a justiça divina. Nós temos também sobre a “resplandecente estrela da manhã”, isso significa que Jesus é o juiz e que julga a todos de uma forma extraordinária que excede a todos os juizes desse mundo e suas justiças. Então esse versículo 28, falanos sobre as formas que eles regerão as nações com a justiça divina, ao qual lhes fora dado, e não julgarão conforme as suas maneiras quando viviam em suas vidas corruptíveis, pois agora já tem um corpo glorificado e uma vida plena e cheia de glória.
V.29: Encerrando todos as cartas aparece esse versículo aqui dizendo: Quem quer vencer ouça isso que o E.S está dizendo, ou seja, entenda a verdade e se liberte do pecado para ter vitória.
CARTA À IGREJA DE SARDE
Sarde ou Sardes: os que escapam, remanescente. Era a principal cidade da lídia, cidade situada no vale de rochedos íngremes, quase intransponíveis, entre o cruzamento das estradas imperiais que ligavam Éfeso, Pérgamo e Esmirna, com o interior da Ásia menor. Os sacerdotes, podia – se avistar, a uma distância de cerca de 10 Km, a necrópole, um famoso cemitério em toda a região. Sardes não era uma cidade famosa apenas por suas prósperas industria de tingimentos de tecidos e de lã, mas também por sua artes e artesanatos. Talvez pelo fato de pactalo, um riacho que a cortava de uma ponta a outra, ser uma fonte natural de ouro, Sardes tornou – se a primeira cidade a ganhar sua próprias moedas em ouro e em prata. Sua prosperidade inicial tornou – se um epíteto = (apelido) para sua opulência = ( magnificência) .
Embora Sardes fosse uma cidade bem protegida contra invasões, pelas suas cercas foi conquistada em 546 a.C, por exércitos que escalaram os rochedos. A mesma tática levou a uma segunda queda em 214 a.C. A cidade não havia aprendido com sua experiência passada, a ser vigilante.
É a igreja morta, representa a igreja no período 1517 á 1750 d.C em 1750 teve inicio a intensa fase contemporânea de evangelizações e missões.
V.1: Jesus com sua introdução, relata sobre a sua soberania sobre todos as coisas anunciando sobre aquele que tem “autoridade” sobre os anjos no céu e sobre os pastores nesta terra.
Agora podemos ver sobre um dos seus atributos que é “onisciência”, no fato de ele dizer que conhece as nossas obras.
O mais interessante é sobre essa frase:
“ nome de que vives, e estas morto”, ou seja, o pastor ou a igreja só tinha aparência exterior mas o seu interior estava corrompido, ou seja, deixou as coisas espirituais e se preocupou com as coisas terrenas e esse foi o grande perigo. Os anjos falam de luz e as estrelas também, só tinha um problema ele já não tinha mais essa luz, era necessário reacender novamente para ser feliz.
V.2: Jesus tendo o seu imenso “amor” para com todos, ele agora pede para que seu servo seja “”vigilante” ou seja cauteloso, com o que! Com a sua própria vida, e também para com o rebanho. A expressão, “confirma” ou certifica significa – verifique, averigúe, torna ciente o restante das ovelhas que estavam para corromperem.
O maior problema é que Jesus “não” achou as suas obras ou ações “perfeitas” gr. = “artios” adequada, completa, ou seja, não achou adaptado e pronto para toda a responsabilidade que surgiu em seu ministério, o qual Deus lhe conferia; devido a sua preocupação com as coisas do mundo do que as de Deus.
V.3: Tanto é que nem mais se lembravam do que tinha recebido, o que ele tinha recebido? Em primeiro lugar sua salvação, a fé o amor e a sua grande responsabilidade que era a “palavra de Deus” e o “rebanho”, tanto é que ele tinha ouvido sobre tudo isso, mas não guardou nada. Então Jesus pede para que ele se arrependa e cumpra todas essas coisas, pois se ele não guardar, ou seja, vigiar, que é estar atento, protegendo ou defendendo por si ou por alguém, Jesus viria sobre ele como um “ladrão” e ele não saberia que hora seria isso, e perderia a sua benção e talvez até a vida.
V,4: Nem todas as pessoas são infiéis, ainda restou algumas pessoas que não tinham se “contaminado”. Corrompidos, quem é o mesmo que “perverter”, ou seja, passar moralmente do bem para o mal, o que ocorria é que se o pastor ou a igreja estava corrompida existia as ovelhas fiéis , para lhe ajudar. E essas ovelhas seriam privilegiadas em passar deste mundo para um mundo melhor, pois a palavra “andar” sig. = passar de um lugar para o outro, essa era a promessa que Jesus fez para os fiéis, e ainda mais a expressão de “branco” sig: na simbologia bíblica, fala sobre pureza, alegria, poder, o que isso significa? Significa que isso ocorreria com as transformações em um corpo de glória que é a maior pureza e o poder e a operação do E.S sobre isso e iriam gozar a alegria eterna com Cristo, pois eram digna, ou seja, merecedoras disso.
V.5: O relato do V.5 fala sobre aqueles que teriam de vencer todos aqueles problemas que dificultou as suas vidas espirituais, assim sendo, eles teriam novamente o perdão de seus pecados que é “ vestir de vestes brancas” a promessa da vida eterna que é ter o seu nome no livro da vida e ser apresentado diante de Deus e dos anjos como filho amado e Santo.
V.6: Quem quer ser vencedor e ir para o céu, ouça isso que o E.S está dizendo, pois é ele quem opera e convence o homem do pecado.
CARTA À IGREJA DE FILADÉLFIA
Filadélfia: Amor fraternal, uma cidade da lídia, estava a 45 Km de Sardís – chama – se “alesehir” um porto importante da Turquia. Antes o lugar onde fora fundada a cidade de Filadélfia não passava de uma área de plantação de videiras e produção de vinho, um centro de culto a Dionísio, o deus do vinho e da fertilidade. Festivais religiosos e jogos faziam parte integral da cultura dessa região, que se localizava em uma colina ampla e baixa, fácil de se defender, mas extremamente sujeito a muitas calamidades naturais. Uma dessas calamidades, foi o grande terremoto de 17 d.C que a destruiu completamente. Ela é a igreja avivada e missionária. Representa a igreja Cristã na sua fase avivada a partir de 1750.
V.7: Jesus em sua introdução relata sobre três de suas características. A primeira dizendo que é “Santo”; Hb = kadosh ; Gr = hagios = que se diz separado. Separado do que? Do povo, do mundo dos animais. Não, ele está separado do pecado, ou seja, Jesus não tem parte com o “pecado” – e sim com o pecador. A sua segunda características é a “verdade” ou “verdadeiro” – lat. = vero, e veritatem e do Gr. Haletés e haléteia, ou seja, ele que é sincero e que matem a verdade e fala a verdade, em Jesus não existe o oposto que é a mentira e engano e o terceiro e último é a “chave de Davi”, o porque ele se referiu dessa forma?
Em primeiro lugar nós temos que saber o que ele queria dizer, mas para nós entendermos isso vamos a história da chave. Em alguns reinos ou palácio, existiam algumas pessoas que ficavam encarregadas das chaves do palácio, e ele tinha acesso a todos as portas, só ele podia abrir e fechar e ninguém mais, nós temos um caso semelhante na passagem de Isaias 22:22 quem nos fala sobre esta referência. O fato de Jesus dizer que tinha a chave de Davi ele estava dizendo que tinha poder e autoridade de Rei, pois Davi era um rei. Ele fazia o que queria, pois todo o poder lhe foi dado no céu e na terra, ou seja, está em suas mãos, glória a Deus por isso!
V.8: Encontramos neste versículo como nos outros a grandeza de Jesus sendo revelada sobre a sua onisciência. Jesus declara para o anjo da igreja q ele tinha colocado diante dele uma “porta”; gr. Pilon, aberta, que porta seria essa? A porta do céu, da igreja, da impresa, que porta seria? Seria a formidável “palavra” de Deus, tanto é que o apostolo Paulo fala isso para o povo de Corinto
( I cor 16:9) e essa porta ninguém pode fechar ou destruir, sabemos que existe muitas seitas e muitos pagãos, como na época da igreja Filadélfia, que os imperadores queriam destruir o cristianismo com os seus cultos e ensinamentos diabólicos e Jesus declarou que ninguém podia destruir o evangelho pois ele é eterno e vivo, pois Jesus é a própria “palavra”, a “porta”, a “verdade” e a “vida” e ninguém pode a destruir pois ele é Eterno.
O que queria dizer Jesus com essa expressão: tendo pouca força? Essa expressão se referia ao pastor e a perseguição ao qual ele estava passando devido a sua fidelidade para com o evangelho de Jesus, e tanto é que, conforme a opressão aumentou, ele já estava fraco, moralmente e até fisicamente, ou seja, a sua preocupação em não abrir a mão do evangelho e ele estava lutando com todos o seus recursos ou seja usando a sua fé, mas nem por isso deixou de “guardar a pureza da palavra e nem deixar Jesus e muito menos blasfemar contra ele”.
V.9: Ao Jesus ter visto a conduta de seu servo e sua obediência. Jesus, ele declara que faria aos da “sinagoga” = sinagogé = assembléia de homens governado por Satanás e aos que se diziam “Judeus” = Hb: yeudi, gr. Ioudaios, originária da nação judaica, ou seguidor do judaísmo, ou seja andavam na lei, mas aqueles homens não eram judeus no sentido de raça mas uns pastores que conheciam a lei, q queriam transformar o cristianismo usando os conceitos da lei, e mentindo a todo o momento para que assim eles viessem obter a vitória, e o pastor viesse a se prostrar e se rebaixar diante deles e dos imperadores, mas foi ao contrario, pois Jesus tomou a providencia de realizar isso tudo. E eles viriam e adorariam, a palavra aqui adorar não é o sentido de prestar culto mas sim no sentido de humilhação, reverência, pois a palavra “adorar” aqui vem do grego a palavra (proskineo) = prostração, e daí Jesus diz que eles se prostrariam aos seus pés e reconheceriam, ou seja, admitiriam que aquele ministério é de Jesus ao qual ele declarava que era verdadeiro. (Isaias 45:14)
V.10: Existe uma grande curiosidade nesse versículo em primeiro lugar vamos analisar a palavra “como” essa palavra é conhecia somo “conjunção” subordinativa e as suas”, ou seja ela é a causa, e para isso existe o efeito. A expressão que Jesus usou, queria dizer assim: visto que guardaste minha palavra de paciência, ou perseverança, vamos entender melhor, Jesus disse assim: persevere, ou tenha “paciência” , gr: “makrotumia” que é virtude que faz suportar os males com renuncia e qualidade daquele que espera tranqüilamente então o efeito devido a obediência seria de ser guardado da “hora” gr = khónias = tempo e da duração da “tentação” que viria sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra, ou seja, o povo pagão ( 2 Pedro 2:9).
V.11: A expressão: Eis que venho sem demora, não se refere ao arrebatamento da igreja, mas sim em sua providencia para o pastor da igreja , mas enquanto Jesus não vinha com a providencia, ele teria que “guardar” gr: psilaké = vigiar, ter cuidado, protegendo e defendendo o que ele tinha, e se não tomasse cuidado em guardar isso perderia a sua “coroa” gr = stéphanos, sib. Poder dignidade, ou seja, o pastor teria que permanecer fiel, em sua fé genuína, pois só com ela poderia passar por todas as dificuldades e mais uma coisa, muitas pessoas estavam interessados em destruí-lo, tanto é que a palavra “ninguém” é chamada de “artigo indefinido” , ou seja, não era somente os Judeus que queriam destruí-lo , “talvez” até mesmo um de seus compatriotas e até o seu melhor amigo.
V.12: Aqui está a promessa aos vencedores de serem “colunas” ou seja de serem as pessoas responsáveis de sustentar a responsabilidade d apalavra e a obra no reino do Senhor, e permanecerem fixos em seus cargos exercendo a obra e testificando sobre o poder criador de Deus a paz eterna e maior e único Salvador.
V.13: Como em todas as cartas aqui esta o E.Santo convocando para se libertar dos perigos e pecados e terem a vida , ou seja, ele estava preocupado com aqueles que não tinham se contaminado e os exortava que entendessem e ajudassem aos outros para que viessem a ter uma mudança de mente.
CARTA À IGREJA DE LAODICÉIA
Laodicéia: que pertence a laodice. Uma cidade sobre o rio lico, famosa pelos amplos muros e , como Roma, edificada sobre sete montes. Chamava – se, antes, diósopolis, cidade de Zeus. Foi ampliada e melhorada por Antíoco II, que lhe pôs o nome de leodicéia, em honra de sua mulher, Laodice. A cidade foi destruída por um terremoto em 62 a.C e reconstruida por seu próprio povo.
Era a principal cidade da província da frigia e por estar situada numa rota comercial muito importante para o mundo de então possuía vários e grandiosos bancos. Era também conhecida por sua industria têxtil que confeccionava belos tecidos para roupas cultivada em seu vale. Possuía também sua escola de medicina, onde era produzido um ungüento para os olhos.
Laodicéia = Tinha necessidade de água, um recurso vital para a vida. A água que recebia vinha canalizada de fontes térmicas muitas distantes, ao Sul, e chegavam morna, depois de passar pelo canos lentos de pedra. Ela era a igreja morna representava a igreja dos dias finais a opinião do povo substituía a palavra de Deus.
V.14: Jesus começa sua introdução dizendo em primeiro lugar: Isto diz o “Amém”, a palavra amém vem do “Hb: amém” que significa “assim seja” e do “grego amén” que significa o fiel, verdadeiro. E realmente ele é todas estas coisas, a segunda palavra é a “testemunha fiel” => gr = “pistós” sig firme, ou seja, ele é aquele que testificou e testemunhou todas as coisas junto ao pai e ao mundo e foi fiel em sua missão até o fim. E também “verdadeira ou verdadeiro” gr: aletés = sincero, em todas os seus caminhos. Essa expressão: “o principio” gr: arkhé = origem, magistrado, primazia, de toda “criação” Gr Ktisis = criatura, ordem de coisas criadas ou seja, ele é a ordenação.
V.15: Não podia faltar o relato sobre sua onisciência, pois esse é um dos tributos que só a trindade possuía, e aqui ele diz que conhecia a obra do anjo ou seja do pastor, mas essa obra não estava lhe agradando, pois Jesus queria uma posição correta de sua parte, pois já não estava fazendo a obra como antigamente e Jesus para relatar sobre essa conduta usou três termos, o primeiro é “frio” = gr: psikhrós ou seja um destituído de calorosa fé cristã e desejo de Santidade, a segunda, era “quente” ou seja é a temperatura elevada é o ponto máximo da fé e santidade, mas o problema é que ele não continuou e nem voltou, mas parou, estava no “morno” gr: khiarós ou seja, pouco quente no (sentido figurativo) falta de “energia”, Jesus queria que ele voltasse a uma das primeiras , mas , permaneceu “morno”.
V.16: Aqui Jesus relata a sentença sobre o seu estado, e a sentença era a “exclusão” pois a palavra “vomitar” sig expelir pela boca a substancia que já estava no estomago, e algo mais interessante é que a igreja é o corpo de Jesus na terra no sentido espiritual.
V.17: Jesus não estava aceitando a sua arrogância devido a sua conduta em dizer que era “rico” gr: “plontéo, tornei-me rico”, ou seja estava enriquecido não tinha falta de nada, esse foi o grande perigo se deixou levar pelas coisas materiais e ficou desprovido das virtudes espirituais e foi o que Jesus lhe revelou que em primeiro lugar ele estava precisando da felicidade, pois ele era um “ desgraçado ou infeliz” = gr: talaiponos e também “miserável” gr alerimós = digno de lastima, dó, pena. Em terceiro “pobre” gr: ptokhó = mendigo, como pode uma pessoa ser rica e ao mesmo tempo pobre, não é!
Não adiantava ganhar o mundo inteiro e perder a sua salvação, pois esse era o seu risco. E um outro fato era sua “cegueira ou cego” = tifláo = ou seja não enxergava mais as riquezas da Graça de Cristo e a ultima coisa. Ele estava “nu” gr. “gimnós” sem cobertura , divina, sem a veste da salvação , sem o E.S. E isso é um grande perigo”
V.18: O que Jesus queria é que ele não tomasse mais conselho dos ímpios, pois essa foi a sua queda “ler salmo 1” de deixar o conselho de Jesus e seguir o conselho dos ímpios, e agora Jesus o aconselha a adquirir novamente as riquezas espirituais, e a 1ª coisa é o “ouro gr khisós, que era um dos metais mais preciosos e isso simbolizava a glória de Deus, vinda do E.S que é simbolizado pelo “fogo” e isso Jesus relatou para que ele viesse a se enriquecer espiritualmente e a 2ª coisa era receber a promessa do “perdão” simbolizado pelas “vestes brancas” ou seja a pureza, para q ninguém viesse ver a grande vergonha de sua vida sem ter Jesus a sua benção, e assim sendo todos.
A ENFERMIDADE NA VIDA DO CRENTE
ENFERMIDADES: CAUSAS, EFEITOS E SOLUÇÕES.
Introdução: Quando falamos de enfermidades; não podemos esquecer a origem das mesmas. Quando o pecado entrou no mundo através do primeiro casal Adão e Eva, a partir de então toda a sua descendência estaria sujeita a toda sorte delas. A enfermidade pode ser de ordem física, pois estamos num corpo corruptível que tem um tempo estabelecido de vida nesta terra. Desta enfermidade física ninguém escapa, pois elas podem surgir subitamente em qualquer parte do corpo. Algumas das várias causas que fazem o corpo enfermar podem vir de ordem congênita; alimentação incorreta ou excessiva; falta de exercícios e muito mais. Outro tipo de enfermidade tem origem na alma, que são chamadas de doenças psicossomáticas, tem um percentual altíssimo de ocorrências. Cerca de oitenta por cento de pessoas são afetadas por isso em todo o mundo. Esses tipos de enfermidade muitos desconhecem. Em vista disso, muitos procuram solução com psicólogos e psiquiatras; outros buscam meios perigosos como as drogas; álcool; antidepressivos e outros mais. Outros buscam no lado místico e quando esse lado pende para as coisas malignas, acabam se afundando mais ainda nos seus problemas de alma. Outros buscam nas igrejas a solução para os seus problemas. No entanto nem todas as igrejas contam com pastores preparados na área psicológica e teológica para tratar desse tipo de problema; com isso acabam prejudicando consideravelmente essas vidas e para piorar; tem muitos que ainda tiram proveito dessa situação. A também a doença no espírito a qual tem suas origens advindas do nosso exterior, ou seja, a parte física; com maiores proporções as oriundas da parte psíquica (alma) que consequentemente vem afetar a área espiritual.
1 - A CONDIÇÃO EXTREMA DO HOMEM É A OPORTUNIDADE PARA DEUS AGIR
* As alternâncias da vida do crente podem acontecer surpresas trágicas - Isaías 38.Ia - Naqueles dias, Ezequias adoeceu de uma enfermidade mortal; - Romanos 8.28 E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
A enfermidade do rei Ezequias não era somente física. Havia outras coisas além da doença física; pois havia sintomas de doença psíquica e espiritual na vida desse rei. Quando iniciou o seu reinado fez aquilo que era reto aos olhos de Deus, com reformas; promovendo a restauração do templo; a organização do serviço cerimonial; a prática da lei; os jejuns e tudo isso trouxe de volta a espiritualidade do povo com grandes avivamentos. A uma grande verdade quando a palavra diz: “aquele que está de pé cuide para que não caia”. Em nossa caminhada é preciso muito cuidado, principalmente quando o crente é usado por Deus. O sucesso na obra precisa ser muito bem administrado para que a soberba e o orgulho não tentem exercer qualquer domínio, seja a obra grande ou pequena. É preciso lembrar: “Deus abate o soberbo”. Isso aconteceu com o rei Ezequias. Quando o profeta Isaías foi até o rei e o advertiu para que colocasse a sua casa espiritual em ordem, certamente havia um pecado oculto no interior desse homem. A bíblia diz: que tudo que está encoberto será descoberto. Aos olhos de todos o que esse rei carregava não aparecia, mas aos olhos de Deus nada fica oculto. Após a sua cura e vitória sobre os inimigos aquilo que estava oculto em Ezequias vem a se repetir, só que desta vez a descoberto. Foi quando ele recebeu os emissários babilônicos e contou vantagens das suas riquezas aos inimigos. A auto exaltação inundou o coração do rei: “mas não correspondeu Ezequias ao benefício que se lhe fez, porque o seu coração se exaltou”. (2 Crônicas 32.25). Alguém nessa situação não está em condições de vencer qualquer tipo de batalha. A doença de Ezequias foi um mal necessário, pois deu oportunidade a Deus, fazer uma obra completa na sua vida. Curou não somente a sua enfermidade física, mas principalmente a da sua alma que estava enferma pelo pecado do orgulho, e assim a sua espiritualidade pode ser restabelecida. Todas as coisas contribuem para o nosso bem; não importando quais sejam os tipos de males que venham nos afligir. Quando isso acontece é hora de acender o sinal e fazer um exame introspectivo para enxergarmos como está a nossa situação espiritual diante de Deus. Lembrem-se: Deus fala conosco de diversas formas; até pela doença.
* É nas piores aflições que o homem se rende a ouvir a voz do Senhor - Isaías 38.1a - e veio a ele Isaías, filho de Amoz, o profeta, e lhe disse: Assim diz o Senhor: Provérbios 1.33 Mas o que me der ouvidos habitará em segurança, e estará livre do temor do mal.
Quando o coração do homem se endurece as coisas começam a ficar difíceis para ele. Principalmente quando as suas atitudes demonstram que não abrirá a sua guarda facilmente. Isso é notado quando age com dura cerviz não dando ouvidos a qualquer tipo de conselho; nestes casos, existem alguns meios que podem realizar um quebrantamento: um desses meios é uma súbita enfermidade. A enfermidade provoca vários medos e o maior deles é o de morrer. É nesse momento que todas as resistências são quebradas e então a sua sensibilidade vem à tona e os seus ouvidos passam a ficar receptivos a atentar para a voz de Deus e aquilo que Ele quer corrigir. Se quisermos nos libertar dos nossos medos; traumas; inseguranças; fobias; depressões e muito mais coisas, temos que ser totalmente obedientes à palavra de Deus, seguindo os seus preceitos em total submissão a sua vontade. Como diz a palavra: Nenhum mal te sucederá, nem praga alguma chegará à tua tenda. Salmos 91.10.
* Nunca se toma para si uma palavra profética como o resultado final - Isaías 38.1c - Põe em ordem a tua casa, porque morrerás e não viverás. – Jeremias 18.8 Se a tal nação, porém, contra a qual falar se converter da sua maldade, também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe.
Precisamos entender que os olhos do Senhor estão atentos sobre todos os seus; Ele usa vários meios de comunicação e entre eles a sua palavra que é a verdadeira profecia. Se algo precisa ser corrigido em nossa vida não ficaremos desavisados e isso é por causa da misericórdia divina que é a causa de não sermos consumidos. À luz da palavra seja ela: admoestativa; corretiva ou exortativa; certamente seremos inteirados daquilo que está errado em nossa vida. O nosso destino fica traçado pela situação que nos encontramos diante de Deus. Caso não haja arrependimento as consequências serão desastrosas. Porém nós servimos um Deus que também tem a sensibilidade de se arrepender e cancelar o mal a qual estávamos destinados. Para que isso aconteça é necessário se despojar de todo orgulho; de toda; soberba e tomar uma postura de humilhação e profunda contrição para que Deus volte a encontrar lugar em nossas vidas.
2. AS CIRCUNSTÂNCIAS DESFAVORÁVEIS SE REVERTEM COM QUEBRANTAMENTO
* O recurso infalível da oração pode anular o que está predestinado - Isaías 38.2 - Então, virou Ezequias o rosto para a parede e orou ao Senhor – Salmos 34.18 Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito.
A oração é realmente um instrumento poderoso que muitos desconhecem ou não praticam. Ezequias nesse momento de profunda aflição lembrou-se disso. E sua primeira atitude ao receber a mensagem do profeta foi recorrer ao poder da oração. Não havia outro meio de mover o coração de Deus; e assim, com essa postura de grande contrição e humilhação ele clama pela misericórdia do Senhor. Como está escrito: “aquele que confessa e deixa os seus pecados, alcançará misericórdia”. Também está escrito: “humilhai-vos diante da potente mão de Deus e Ele vos exaltará”. Quem ora com fé sabe que o Senhor está perto e os seus ouvidos estão atentos como diz a palavra: “ao aflito Ele se revela aos seus ouvidos”. A oração do justo pode muito em seus efeitos. Em todos os dias da nossa vida em circunstâncias favoráveis ou desfavoráveis nunca podemos deixar de nos condicionar a prática da oração. Lembremo-nos sempre: a oração é um recurso tão poderoso que pode mover o coração de Deus.
* É preciso créditos de fidelidade para alcançar a misericórdia divina - Isaías 38.3 - e disse: Ah! Senhor; lembra-te, peço-te, de que andei diante de ti em verdade e com coração perfeito e fiz o que era reto aos teus olhos. E chorou Ezequias muitíssimo. – Lamentações 3.22 As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;
É impreensindível para todos nós acumularmos em nossa carreira cristã, créditos com Deus. Jesus disse: não ajuntem tesouros na terra onde a ferrugem e as traças consomem; mas ajunteis tesouros nos céus. Deus leva em conta o nosso trabalho; esforço e perseverança em prol do seu reino. Tudo que fazemos aqui não é em vão no Senhor, pois está registrado nos seus memoriais eternos. Deus conhece também as nossas falhas e fraquezas como diz a palavra: o cair é do homem e o levantar é de Deus. Está escrito: “Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos”(Jó 14.7). Porém aquele que leva uma vida dissoluta; sem compromisso com o reino; sem frutos, o que poderá argumentar ou questionar diante do Senhor quando estiver passando por situações aflitivas. Aquele que milita deve militar legitimamente, para que em momentos difíceis da sua vida, sempre tenha algo para apresentar ao Senhor.
* O choro sincero pode alterar decisões divinas em relação a seus filhos - Isaías 38.3b E chorou Ezequias muitíssimo. – Salmos 3.5 Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.
É bem verdade que a oração é algo poderoso, porém ela se torna mais eficaz ainda quando vem acompanhada de um choro copioso. Qual o pai que vendo um filho(a) chorando não vai se comover por pior arte que ele tenha feito. Assim é o nosso Pai com relação aos seus filhos. Se a nossa conduta por algum motivo provocar a ira de Deus, o choro é uma solução importante para aplacar a sua ira. Ezequias naquele momento era uma simples alma aflita que tinha descido do seu pedestal para se derramar em lágrimas aos pés do Senhor. O choro da aflição pode ter uma longa duração, porém com certeza ele atingirá o coração de Deus que é rico em misericórdia e está sempre pronto a nos perdoar. Vale a pena exercitar esta prática não só nos momentos de grandes sofrimentos; mas também nos momentos de refrigério, pois chorar aos pés do Senhor sempre proporcionará grandes alegrias para a nossa alma.
* A oração acompanhada de lágrimas tem poder de obter a graça divina - Isaías 38.5 - Vai e dize a Ezequias: Assim diz o Senhor, o Deus de Davi, teu pai: Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que acrescentarei aos teus dias quinze anos. – Isaías 40.31 Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.
O crente quando chora o Senhor responde; isso é uma realidade. Tudo que é levado a Deus através da oração com fé regada pelas nossas lágrimas terá com certeza a resposta divina. Foi assim que aconteceu com o rei Ezequias, quando abriu o seu coração e derramou a sua alma diante da presença de Deus. Todas as suas forças estavam sendo minadas pelo avanço da sua enfermidade, mas tendo alcançado a benevolência divina o milagre da cura divina e cura interior, começa a ser operado pelo Senhor. O seu corpo cansado e marcado pela doença, passa a ser restaurado e renovado. A sua alma fica leve do terrível fardo do pecado, ganhando forças para correr e caminhar sem se cansar com novas forças físicas, mentais e espirituais. Muito crente sofre muitas vezes por desconhecer os procedimentos que deve ter diante de Deus e outros por terem um coração duro que não dão o braço a torcer e resistem para não se quebrantar na presença de Deus.
3. DEUS TEM PRAZER EM CURAR SEUS SOLDADOS FERIDOS PARA A BATALHA
* O Senhor anseia em restaurar os seus para estar na peleja com Ele - Isaías 38.6 - E livrar-te-ei das mãos do rei da Assíria, a ti, e a esta cidade; eu defenderei esta cidade. – Salmos 91.15 Ele me invocará, e eu lhe responderei; estarei com ele na angústia; dela o retirarei, e o glorificarei.
Deus quer seus soldados batalhando continuamente, mas nem sempre isso é possível; pois a nossa luta é contra poderes malignos que agem de diversas formas para minarem as nossas forças físicas e espirituais. Porém em todas as dificuldades que passarmos, seja elas: físicas; psíquicas ou espirituais, jamais ficaremos prostrados; pois o Senhor sustenta a todos os que caem, e levanta a todos os abatidos. Nenhum crente doente em todos os sentidos tem condições de reunir forças para enfrentar qualquer tipo de combate, pois nessas condições o inimigo sempre prevalecerá. Agora quando colocamos a nossa casa espiritual em ordem, o quadro começa a mudar. Com a nossa vida espiritual fortalecida; em todas as ocasiões, sempre teremos forças para resistir a todos os desafios e investidas de qualquer poder maligno, pois quem de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca. A bíblia diz: resisti ao Diabo e ele fugirá de vós. Mas, fica a pergunta: resistir como? De qualquer maneira! É certo que não. Agora; tendo a vida no altar a situação se inverte e o inimigo vai ter que fugir.
* Se for preciso um sinal para confirmar um milagre o Senhor operará - Isaías 38.7 - E isto te será da parte do Senhor como sinal de que o Senhor cumprirá esta palavra que falou: - Números 23.19 Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?
Nem todos tem uma fé consistente para crer prontamente nos milagres de Deus. Alguns só vão crer totalmente no milagre se houver uma prova ou um sinal. Todos os milagres divinos são autênticos sem qualquer sombra de dúvida. A dúvida é inimiga da fé e quantos já deixaram e deixam a bênçãos escaparem por não entenderem os processos pelo qual Deus realiza os seus milagres. O milagre pode ser instantâneo ou pode acontecer mais adiante. Porém quando o milagre é de Deus não importa se é instantâneo ou não; o que importa é que se a fé for mantida ele vai acontecer de uma maneira ou de outra; porque Deus vela pela sua palavra para fazê-la cumprir. Nós servimos um Deus que nas suas características morais jamais mentiria; ou voltaria atrás naquilo que promete, pois isso iria contra a Sua própria palavra.
* Deus está no controle de tudo e não se limita a qualquer tipo de lei - Isaías 38.8 - eis que farei que a sombra dos graus, que passou com o sol pelos graus do relógio de Acaz, volte dez graus atrás. Assim, recuou o sol dez graus pelos graus que já tinha andado. – Lucas 18.27 Mas ele respondeu: As coisas que são impossíveis aos homens são possíveis a Deus.
É evidente que um sinal desse porte vai além do que podemos imaginar. Mas, os nossos pensamentos não são os pensamentos de Deus e nem os seus pensamentos os nossos pensamentos. A sombra do sol avançar pelo relógio de Acaz no processo natural seria o lógico, porém retroceder seria totalmente ilógico, pois a terra teria que voltar na sua rotação e isso aos olhos de toda ciência seria totalmente impossível. Se Deus tem o poder para realizar um feito dessa natureza, o que poderia ser impossível para Ele? Esta obra prodigiosa mostra o poder de Deus no céu e na terra, a grande forma em que Ele escuta a oração e o grande favor que concede a seus eleitos.
A criança e a família
Texto: Deuteronômio 11. 18-21
18 – Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma, e atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por testeiras entre os vossos olhos,
19 – e ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te;
20 – e escreve-as nos umbrais de tua casa e nas tuas portas,
21 – para que se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos na terra que o Senhor jurou a vossos pais dar-lhes, como os dias dos céus sobre a terra.
“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo”, Efésios 6.1.
19 – e ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te, e levantando-te;
20 – e escreve-as nos umbrais de tua casa e nas tuas portas,
21 – para que se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos na terra que o Senhor jurou a vossos pais dar-lhes, como os dias dos céus sobre a terra.
“Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo”, Efésios 6.1.
Introdução
A criança, ser humano em desenvolvimento, necessita ser formada e moldada para, ao atingir a idade adulta, poder cumprir os sublimes propósitos divinos estabelecidos para o homem. Deus criou a família, exatamente, para que haja esta formação e desenvolvimento. A família é o ambiente em que a criança deve ter a máxima valorização, pois, de certo modo, uma das razões de ser da instituição familiar é a própria geração e formação das crianças para a perpetuidade da espécie humana na Terra.
Pais e Filhos.
Já vimos, na lição anterior, que os pais têm uma autoridade dada por Deus na família, autoridade esta que, como toda autoridade humana, é uma verdadeira mordomia, ou seja, os pais recebem, da parte de Deus, uma responsabilidade, algo que os juristas denominam de “poder-dever”. Sendo verdade que os pais têm uma posição de superioridade em relação aos filhos, os quais, devem obedecer aos seus pais e lhes devotarem honra, não é menos verdadeiro que, em correspondência a esta honra e submissão, os pais, também, assumem compromissos diante dos filhos e, o que é muito mais relevante, diante de Deus, uma vez que terão de educar, sustentar (material e espiritualmente) seus filhos até que eles próprios formem novas famílias, consoante a própria determinação divina expressa em Gn 2.24. Os pais cristãos precisam ter como base para o relacionamento com os seus filhos, o próprio relacionamento que Deus, como Pai celestial, mantém com os seus filhos espirituais. A Bíblia demonstra que o relacionamento entre Deus e os primeiros pais era um relacionamento marcado por algumas características, que podemos aqui salientar, visto que tais características devem estar presentes em toda relação entre pais e filhos, a saber:
“BÊNÇÃO”
– A primeira atitude divina em relação ao homem, após a criação, relatada nas Escrituras é a bênção, Gn 1.27,28. Assim como o primeiro casal foi de imediato, abençoado por Deus, temos hoje, o costume dos noivos comparecerem no altar a fim de receberem a bênção de Deus para o seu enlace nupcial; contudo, não podemos esquecer que os filhos também são bênçãos que Deus concede aos pais, e os pais, enquanto verdadeiros instrumentos divinos para a formação deste novo ser, devem, antes de tudo, abençoar seus filhos. Os pais são abençoados para serem abençoadores. Este, aliás, o sentido do velho costume de os filhos pedirem a bênção de seus pais, costume este que, lamentavelmente, é, hoje, raríssimo, mesmo no meio do povo de Deus. A palavra hebraica usada no Velho Testamento para bênção é uma das mais importantes da Bíblia. Ela é usada cerca de 640 vezes no Antigo Testamento. Na vida da família judaica, os filhos levavam muito a sério o fato de serem abençoados pelos seus pais; Abraão pronunciou bênção para seu filho Isaque. Isaque pronunciou bênção para seu filho Jacó. Jacó pronunciou bênção para seus filhos. É bom que se diga que palavras negativas podem destruir os filhos emocionalmente. No costume judaico, antes que as crianças aprendam a andar, elas são levadas nos braços pelos seus pais, aos sábados e nos dias santos, para receberem a sua bênção. Quando já sabem andar, devem ir de vontade própria com o corpo inclinado e a cabeça baixa e receber a bênção. Desde os tempos do Antigo Testamento até os nossos dias, a bênção tem sido uma dádiva importante oferecida às crianças judaicas. Na realidade, ela é um dever dos pais para com os filhos.
“INSTRUÇÃO”
– Deus jamais castigou ou puniu o homem sem antes lhe ensinar o que deveria fazer. Vemos que as primeiras palavras que Deus dirigiu aos seres humanos foram palavras de orientação, foram prescrições de regras, com indicação das conseqüências pela sua inobservância, Gn 1. 26,28-30; 2.16,17. Ser pai é ser modelo. Permita-se admitir estar errado, quando falhar na presença dos filhos. Eles precisam de “PAIS HUMANOS” e saber que “ERRAR É HUMANO”. Não se mostre onipotente na presença dos filhos. Eles precisam de pais ao alcance, e não de ídolos distantes. Permita-se dizer “NÃO SEI”, em vez de dizer: “agora não tenho tempo, ou não posso, ou pergunte para…” Com certeza eles ficarão mais felizes por ter um pai ao alcance de seu conhecimento, “um pai presente”. Não desrespeite “NORMAS” na presença de seus filhos, pois eles vão aprimorar os erros vistos nos pais.
A criança, ser humano em desenvolvimento, necessita ser formada e moldada para, ao atingir a idade adulta, poder cumprir os sublimes propósitos divinos estabelecidos para o homem. Deus criou a família, exatamente, para que haja esta formação e desenvolvimento. A família é o ambiente em que a criança deve ter a máxima valorização, pois, de certo modo, uma das razões de ser da instituição familiar é a própria geração e formação das crianças para a perpetuidade da espécie humana na Terra.
Pais e Filhos.
Já vimos, na lição anterior, que os pais têm uma autoridade dada por Deus na família, autoridade esta que, como toda autoridade humana, é uma verdadeira mordomia, ou seja, os pais recebem, da parte de Deus, uma responsabilidade, algo que os juristas denominam de “poder-dever”. Sendo verdade que os pais têm uma posição de superioridade em relação aos filhos, os quais, devem obedecer aos seus pais e lhes devotarem honra, não é menos verdadeiro que, em correspondência a esta honra e submissão, os pais, também, assumem compromissos diante dos filhos e, o que é muito mais relevante, diante de Deus, uma vez que terão de educar, sustentar (material e espiritualmente) seus filhos até que eles próprios formem novas famílias, consoante a própria determinação divina expressa em Gn 2.24. Os pais cristãos precisam ter como base para o relacionamento com os seus filhos, o próprio relacionamento que Deus, como Pai celestial, mantém com os seus filhos espirituais. A Bíblia demonstra que o relacionamento entre Deus e os primeiros pais era um relacionamento marcado por algumas características, que podemos aqui salientar, visto que tais características devem estar presentes em toda relação entre pais e filhos, a saber:
“BÊNÇÃO”
– A primeira atitude divina em relação ao homem, após a criação, relatada nas Escrituras é a bênção, Gn 1.27,28. Assim como o primeiro casal foi de imediato, abençoado por Deus, temos hoje, o costume dos noivos comparecerem no altar a fim de receberem a bênção de Deus para o seu enlace nupcial; contudo, não podemos esquecer que os filhos também são bênçãos que Deus concede aos pais, e os pais, enquanto verdadeiros instrumentos divinos para a formação deste novo ser, devem, antes de tudo, abençoar seus filhos. Os pais são abençoados para serem abençoadores. Este, aliás, o sentido do velho costume de os filhos pedirem a bênção de seus pais, costume este que, lamentavelmente, é, hoje, raríssimo, mesmo no meio do povo de Deus. A palavra hebraica usada no Velho Testamento para bênção é uma das mais importantes da Bíblia. Ela é usada cerca de 640 vezes no Antigo Testamento. Na vida da família judaica, os filhos levavam muito a sério o fato de serem abençoados pelos seus pais; Abraão pronunciou bênção para seu filho Isaque. Isaque pronunciou bênção para seu filho Jacó. Jacó pronunciou bênção para seus filhos. É bom que se diga que palavras negativas podem destruir os filhos emocionalmente. No costume judaico, antes que as crianças aprendam a andar, elas são levadas nos braços pelos seus pais, aos sábados e nos dias santos, para receberem a sua bênção. Quando já sabem andar, devem ir de vontade própria com o corpo inclinado e a cabeça baixa e receber a bênção. Desde os tempos do Antigo Testamento até os nossos dias, a bênção tem sido uma dádiva importante oferecida às crianças judaicas. Na realidade, ela é um dever dos pais para com os filhos.
“INSTRUÇÃO”
– Deus jamais castigou ou puniu o homem sem antes lhe ensinar o que deveria fazer. Vemos que as primeiras palavras que Deus dirigiu aos seres humanos foram palavras de orientação, foram prescrições de regras, com indicação das conseqüências pela sua inobservância, Gn 1. 26,28-30; 2.16,17. Ser pai é ser modelo. Permita-se admitir estar errado, quando falhar na presença dos filhos. Eles precisam de “PAIS HUMANOS” e saber que “ERRAR É HUMANO”. Não se mostre onipotente na presença dos filhos. Eles precisam de pais ao alcance, e não de ídolos distantes. Permita-se dizer “NÃO SEI”, em vez de dizer: “agora não tenho tempo, ou não posso, ou pergunte para…” Com certeza eles ficarão mais felizes por ter um pai ao alcance de seu conhecimento, “um pai presente”. Não desrespeite “NORMAS” na presença de seus filhos, pois eles vão aprimorar os erros vistos nos pais.
“LIBERDADE COM RESPONSABILIDADE”
– Quando Deus prescreveu ordens e regras para o primeiro casal, fê-lo de forma a garantir a liberdade para o casal primordial. “De toda a árvore do jardim, comerás livremente”, Gn 2.16b, disse o Senhor, garantindo, assim, que os nossos primeiros pais teriam o livre-arbítrio, ou seja, o poder de escolher entre obedecer, ou não, ao Senhor. Assim, os pais devem, também, relacionar-se com seus filhos de modo a preservar-lhes a liberdade. Deus nunca foi um ditador ou um tirano cruel e os pais não devem se comportar desta maneira com relação a seus filhos. Entretanto, liberdade não se confunde com libertinagem.
– Quando Deus prescreveu ordens e regras para o primeiro casal, fê-lo de forma a garantir a liberdade para o casal primordial. “De toda a árvore do jardim, comerás livremente”, Gn 2.16b, disse o Senhor, garantindo, assim, que os nossos primeiros pais teriam o livre-arbítrio, ou seja, o poder de escolher entre obedecer, ou não, ao Senhor. Assim, os pais devem, também, relacionar-se com seus filhos de modo a preservar-lhes a liberdade. Deus nunca foi um ditador ou um tirano cruel e os pais não devem se comportar desta maneira com relação a seus filhos. Entretanto, liberdade não se confunde com libertinagem.
“CUIDADO CONTÍNUO”
– Deus não criou o primeiro casal e o deixou à própria sorte. Muito pelo contrário, Deus tratou de criar condições para que o casal cumprisse com o papel a ele destinado. Deus fez um jardim no Éden e nele colocou o homem, havendo, no jardim, todo o necessário para a sobrevivência com qualidade do ser humano, Gn 2.8-14. Os pais, também, não devem, simplesmente, gerar os filhos e deixá-los à própria sorte, na escola do “Deus te crie” ou, como dizem outros, na “escola da vida”, mas devem criar as condições para que as crianças possam se desenvolver e se formar como homens e mulheres de caráter e de habilidades mínimas para viverem em sociedade. Os pais devem criar o “jardim” no qual, os filhos possam se tornar fisicamente sadios, onde também possam se tornar adultos com virtudes espirituais e morais.
– Deus não criou o primeiro casal e o deixou à própria sorte. Muito pelo contrário, Deus tratou de criar condições para que o casal cumprisse com o papel a ele destinado. Deus fez um jardim no Éden e nele colocou o homem, havendo, no jardim, todo o necessário para a sobrevivência com qualidade do ser humano, Gn 2.8-14. Os pais, também, não devem, simplesmente, gerar os filhos e deixá-los à própria sorte, na escola do “Deus te crie” ou, como dizem outros, na “escola da vida”, mas devem criar as condições para que as crianças possam se desenvolver e se formar como homens e mulheres de caráter e de habilidades mínimas para viverem em sociedade. Os pais devem criar o “jardim” no qual, os filhos possam se tornar fisicamente sadios, onde também possam se tornar adultos com virtudes espirituais e morais.
“INTERESSE E ACOMPANHAMENTO”
– Deus não se contentou, apenas, em criar condições para que o casal primordial vivesse bem, mas também, diariamente, ia ao encontro do casal, para com ele dialogar, Gn 3.8, permitindo aos nossos primeiros pais que apresentassem suas dúvidas, angústias, desejos. Deus, dia após dia, fazia o acompanhamento do casal primordial e se colocava à sua disposição para todo e qualquer assunto, orientando-os, ensinando-lhes e aprofundando a comunhão que existia entre o Criador e suas mais sublimes criaturas terrenas. Os pais, também, devem se apresentar, diariamente, a seus filhos, mostrando interesse, companheirismo e elucidando todas e quaisquer questões que se apresentem ao longo da vida. É interessante que os pais estejam sempre atentos ao comportamento dos seus filhos, a fim de evitar desvios de rota. Foi devido ao interesse e acompanhamento que Deus detectou o problema, antes mesmo que o homem dele tomasse consciência, pois, viu Deus que não era bom que o homem estivesse só, Gn 2.18, criou, desta forma, uma estratégia para solucioná-lo.
– Deus não se contentou, apenas, em criar condições para que o casal primordial vivesse bem, mas também, diariamente, ia ao encontro do casal, para com ele dialogar, Gn 3.8, permitindo aos nossos primeiros pais que apresentassem suas dúvidas, angústias, desejos. Deus, dia após dia, fazia o acompanhamento do casal primordial e se colocava à sua disposição para todo e qualquer assunto, orientando-os, ensinando-lhes e aprofundando a comunhão que existia entre o Criador e suas mais sublimes criaturas terrenas. Os pais, também, devem se apresentar, diariamente, a seus filhos, mostrando interesse, companheirismo e elucidando todas e quaisquer questões que se apresentem ao longo da vida. É interessante que os pais estejam sempre atentos ao comportamento dos seus filhos, a fim de evitar desvios de rota. Foi devido ao interesse e acompanhamento que Deus detectou o problema, antes mesmo que o homem dele tomasse consciência, pois, viu Deus que não era bom que o homem estivesse só, Gn 2.18, criou, desta forma, uma estratégia para solucioná-lo.
“ENSINO PRÁTICO”
– Deus, apesar de ser onipotente, não é um ser que prive o homem de iniciativas e de ações em geral. No episódio da criação da mulher e da família, Deus, embora tenha previsto o problema, não trouxe, de imediato, a solução, nem impediu que o homem solitário, por si só, entendesse a problemática e tirasse importantes lições a respeito dela. Ao ver que o homem estava solitário, o Senhor fê-lo saber, em primeiro lugar, que tinha inteligência, algo que mostrou de forma prática, pois fez o homem nomear todos os animais, Gn 2.19,20. O homem, assim, percebeu sua importância na ordem da criação, sua inteligência e, simultaneamente, conscientizou-se de que estava solitário. Só, então, Deus providenciou o aparecimento da mulher e da família, Gn 2.21. Com esta atitude, Deus nos mostra que os pais não devem fazer tudo para seus filhos, mas, sempre sob sua orientação, permitir que os filhos, paulatinamente, através de ações próprias, venham a adquirir independência e façam o que está ao seu alcance. É um grave erro a super proteção que caracteriza a educação de certas famílias, que cria homens e mulheres dependentes, sem iniciativa. Deus nunca faz aquilo que o homem pode fazer. O treinamento da criança no processo de educação deve responder a três importantes perguntas:
A criança deve fazer isso? (uma questão de valor)
A criança pode fazer isso? (uma questão de competência)
A criança quer fazer isso? (uma questão de motivação).
O ensino jamais deve faltar na família. Verdade é que, à medida que os filhos vão crescendo e adquirindo independência, a intervenção dos pais vai diminuindo, mas jamais os pais deixarão de ser mestres dos seus filhos. Até à hora da morte, os pais têm algo a ensinar a seus filhos, como se vê nas Escrituras, como nos casos de Jacó, Gn 49 e Davi, I Rs 2.1-11.
Promessas de Deus aos Pais.
Toda promessa de Deus é condicional, ou seja, Deus promete derramar as suas bênçãos, desde que o homem o agrade, ou seja, para que desfrutemos das promessas de Deus, faz-se necessário preenchermos alguns requisitos, pois Deus criou o homem com o livre-arbítrio e a promessa somente alcança aquele que se dispuser a obedecer a Deus e a lhe ser submisso. Para os pais alcançarem as promessas de Deus, é necessário que sejam, eles próprios, servos de Deus, um homem e uma mulher que esteja fazendo a vontade do Senhor. Nas passagens que a Bíblia nos fala das responsabilidades de educação dos pais em relação aos filhos, sempre temos, antes destas considerações, afirmações a respeito da necessidade de os pais, eles próprios, serem fiéis ao Senhor. Em Dt 6.6, por exemplo, é dito que os pais devem, em primeiro lugar, ter as palavras do Senhor em seus corações, para, então, intimá-las a seus filhos, o que é repetido em Dt 11.18. Não é possível, como vimos há pouco, que os pais criem seus filhos na doutrina e admoestação do Senhor se, em primeiro lugar, não viverem de acordo com esta doutrina. A autoridade da doutrinação paterna está vinculada à vida em conformidade com a doutrina exposta, pois é isto que causa admiração e credibilidade às palavras que proferimos aos nossos filhos, MT 7.28,29.
Outrossim, para o pai alcançar as promessas de Deus é necessário que haja o ensino da doutrina divina aos filhos. Quando os pais, em todas as circunstâncias da vida, ensinam a Palavra a seus filhos, Deus faz promessas a quem assim agir, Dt 11.19,20. A obrigação do ensino, portanto, como vimos supra, não é apenas um encargo, um fardo, mas, também, uma fonte de promessas. Preenchidas estas condições, Deus promete aos pais vida longa sobre a terra: “… para que se multipliquem os vossos dias”, Dt 11.21. A vida é um dom de Deus, I Sm 2.6 e, portanto, Deus dá a quem quer, tira de quem quer e prolonga ou encurta conforme a sua vontade. Entretanto, quando nos tornamos pais fiéis a ele e que ensinamos nossos filhos a doutrina do Senhor, temos de Deus a promessa de que teremos vida longa, “muitos dias” , como dizem algumas versões, como a NVI. Outra promessa dada por Deus é o de vida longa aos filhos, a saber, “… [para que se multipliquem] e os dias de vossos filhos na terra…”, Dt 11.21. Os filhos já têm uma promessa de vida longa, constante dos dez mandamentos, Ex 20.12; Dt 5.16, decorrente de ato próprio, ou seja, se honrarem a seus pais. A promessa que Deus dá aos pais é que esta vida longa não será apenas uma vida de quantidade, mas, também, uma vida de qualidade, já que se diz que estes dias multiplicados serão como os dias dos céus sobre a terra “, ou em outra versão”, os dias durante os quais os céus estão acima da terra “, Dt 11.21 (NVI). Ora, os dias em que os céus estão acima da terra são os dias ensolarados, os dias em que o tempo está bom, em que não há tempestades ou escuridão, pois em dias de tempestade e de escuridão, os céus não são vistos de quem está aqui na terra. Não só vida longa, mas uma vida de qualidade, uma vida de felicidade, uma vida de paz com Deus e com os homens. Certo é que, neste mundo, sempre teremos aflições, Jo 16.33, mas, os pais que são fiéis a Deus e criam seus filhos na doutrina e admoestação do Senhor, terão a paz e a alegria em relação aos filhos, como estes também gozarão do fruto de seu trabalho e se regozijarão freqüentemente, pois serão como á arvore plantada junto ao ribeiro de águas, que dá o seu fruto na estação própria e que tudo quanto fizer, prosperará, Sl 1.3.
– Deus, apesar de ser onipotente, não é um ser que prive o homem de iniciativas e de ações em geral. No episódio da criação da mulher e da família, Deus, embora tenha previsto o problema, não trouxe, de imediato, a solução, nem impediu que o homem solitário, por si só, entendesse a problemática e tirasse importantes lições a respeito dela. Ao ver que o homem estava solitário, o Senhor fê-lo saber, em primeiro lugar, que tinha inteligência, algo que mostrou de forma prática, pois fez o homem nomear todos os animais, Gn 2.19,20. O homem, assim, percebeu sua importância na ordem da criação, sua inteligência e, simultaneamente, conscientizou-se de que estava solitário. Só, então, Deus providenciou o aparecimento da mulher e da família, Gn 2.21. Com esta atitude, Deus nos mostra que os pais não devem fazer tudo para seus filhos, mas, sempre sob sua orientação, permitir que os filhos, paulatinamente, através de ações próprias, venham a adquirir independência e façam o que está ao seu alcance. É um grave erro a super proteção que caracteriza a educação de certas famílias, que cria homens e mulheres dependentes, sem iniciativa. Deus nunca faz aquilo que o homem pode fazer. O treinamento da criança no processo de educação deve responder a três importantes perguntas:
A criança deve fazer isso? (uma questão de valor)
A criança pode fazer isso? (uma questão de competência)
A criança quer fazer isso? (uma questão de motivação).
O ensino jamais deve faltar na família. Verdade é que, à medida que os filhos vão crescendo e adquirindo independência, a intervenção dos pais vai diminuindo, mas jamais os pais deixarão de ser mestres dos seus filhos. Até à hora da morte, os pais têm algo a ensinar a seus filhos, como se vê nas Escrituras, como nos casos de Jacó, Gn 49 e Davi, I Rs 2.1-11.
Promessas de Deus aos Pais.
Toda promessa de Deus é condicional, ou seja, Deus promete derramar as suas bênçãos, desde que o homem o agrade, ou seja, para que desfrutemos das promessas de Deus, faz-se necessário preenchermos alguns requisitos, pois Deus criou o homem com o livre-arbítrio e a promessa somente alcança aquele que se dispuser a obedecer a Deus e a lhe ser submisso. Para os pais alcançarem as promessas de Deus, é necessário que sejam, eles próprios, servos de Deus, um homem e uma mulher que esteja fazendo a vontade do Senhor. Nas passagens que a Bíblia nos fala das responsabilidades de educação dos pais em relação aos filhos, sempre temos, antes destas considerações, afirmações a respeito da necessidade de os pais, eles próprios, serem fiéis ao Senhor. Em Dt 6.6, por exemplo, é dito que os pais devem, em primeiro lugar, ter as palavras do Senhor em seus corações, para, então, intimá-las a seus filhos, o que é repetido em Dt 11.18. Não é possível, como vimos há pouco, que os pais criem seus filhos na doutrina e admoestação do Senhor se, em primeiro lugar, não viverem de acordo com esta doutrina. A autoridade da doutrinação paterna está vinculada à vida em conformidade com a doutrina exposta, pois é isto que causa admiração e credibilidade às palavras que proferimos aos nossos filhos, MT 7.28,29.
Outrossim, para o pai alcançar as promessas de Deus é necessário que haja o ensino da doutrina divina aos filhos. Quando os pais, em todas as circunstâncias da vida, ensinam a Palavra a seus filhos, Deus faz promessas a quem assim agir, Dt 11.19,20. A obrigação do ensino, portanto, como vimos supra, não é apenas um encargo, um fardo, mas, também, uma fonte de promessas. Preenchidas estas condições, Deus promete aos pais vida longa sobre a terra: “… para que se multipliquem os vossos dias”, Dt 11.21. A vida é um dom de Deus, I Sm 2.6 e, portanto, Deus dá a quem quer, tira de quem quer e prolonga ou encurta conforme a sua vontade. Entretanto, quando nos tornamos pais fiéis a ele e que ensinamos nossos filhos a doutrina do Senhor, temos de Deus a promessa de que teremos vida longa, “muitos dias” , como dizem algumas versões, como a NVI. Outra promessa dada por Deus é o de vida longa aos filhos, a saber, “… [para que se multipliquem] e os dias de vossos filhos na terra…”, Dt 11.21. Os filhos já têm uma promessa de vida longa, constante dos dez mandamentos, Ex 20.12; Dt 5.16, decorrente de ato próprio, ou seja, se honrarem a seus pais. A promessa que Deus dá aos pais é que esta vida longa não será apenas uma vida de quantidade, mas, também, uma vida de qualidade, já que se diz que estes dias multiplicados serão como os dias dos céus sobre a terra “, ou em outra versão”, os dias durante os quais os céus estão acima da terra “, Dt 11.21 (NVI). Ora, os dias em que os céus estão acima da terra são os dias ensolarados, os dias em que o tempo está bom, em que não há tempestades ou escuridão, pois em dias de tempestade e de escuridão, os céus não são vistos de quem está aqui na terra. Não só vida longa, mas uma vida de qualidade, uma vida de felicidade, uma vida de paz com Deus e com os homens. Certo é que, neste mundo, sempre teremos aflições, Jo 16.33, mas, os pais que são fiéis a Deus e criam seus filhos na doutrina e admoestação do Senhor, terão a paz e a alegria em relação aos filhos, como estes também gozarão do fruto de seu trabalho e se regozijarão freqüentemente, pois serão como á arvore plantada junto ao ribeiro de águas, que dá o seu fruto na estação própria e que tudo quanto fizer, prosperará, Sl 1.3.
Ensinando no Lar Pela disciplina.
A palavra “disciplina” tem origem latina e significa “ensino metódico”, “ensino continuado”, “ensino voltado para a obtenção de uma boa ordem”. “Disciplina” é palavra derivada de “docere”, que significa “ensinar” (daí, por exemplo, “corpo docente”, ou seja, corpo de professores, de ensinadores). Logo, portanto, vemos que “disciplina” não se confunde com castigo, nem com punição, castigo e punição são apenas uma das formas de disciplina. A disciplina envolve, deste modo, a ação de ensino, a ação de ensino com método, de um ensino voltado para um objetivo. Segundo o Dicionário Teológico, disciplina é o regime de ordem imposta por força da lei, ou consentida por um pacto, ou aliança, livremente estabelecido. A correção é a essência da disciplina. E o amor, a alma da correção, pois o Senhor Deus castiga a todos quantos ama, e aqueles a quem toma por filhos. Nas Sagradas Escrituras, a disciplina é uma das prerrogativas que Jeová usa para preservar os termos da aliança que ele firmou primeiramente com os filhos de Israel, e, mais tarde, com os que vieram a receber a Cristo. Para que a disciplina vingue seus objetivos, os judeus contavam com os Dez Mandamentos e as outras legislações do Pentateuco. Na Igreja Primitiva, havia normas congregacionais para se manter a ordem e a decência entre os salvos, I Co 5. 1-13. Disciplinar não é banir; é tornar o santo mais santo. Os pais não têm a função de serem os “eternos bonzinhos”, os “eternos saciadores de desejos”, mas devem ser aqueles que ensinam e que, na medida do necessário, verifiquem se está havendo o aprendizado por parte dos seus alunos, que são, precisamente, os seus filhos. Nunca podemos retirar a disciplina da criança, Pv 23.13, inclusive a parte da disciplina relativa à correção, pois a correção é uma demonstração de amor, Hb 12.6. Contudo, não devemos confundir disciplina ou correção, com violência familiar. A violência familiar pode vir através do uso da intimidação verbal ou não-verbal. Precisamos alertar os pais para o fato de que eles podem esconder-se atrás de textos bíblicos que falam da disciplina, mas assim mesmo estarem praticando a violência familiar, pois seu tratamento e sua conduta vão além das normas e dos princípios da Palavra de Deus.
O Efeito do Ensino da Palavra de Deus.
A palavra “disciplina” tem origem latina e significa “ensino metódico”, “ensino continuado”, “ensino voltado para a obtenção de uma boa ordem”. “Disciplina” é palavra derivada de “docere”, que significa “ensinar” (daí, por exemplo, “corpo docente”, ou seja, corpo de professores, de ensinadores). Logo, portanto, vemos que “disciplina” não se confunde com castigo, nem com punição, castigo e punição são apenas uma das formas de disciplina. A disciplina envolve, deste modo, a ação de ensino, a ação de ensino com método, de um ensino voltado para um objetivo. Segundo o Dicionário Teológico, disciplina é o regime de ordem imposta por força da lei, ou consentida por um pacto, ou aliança, livremente estabelecido. A correção é a essência da disciplina. E o amor, a alma da correção, pois o Senhor Deus castiga a todos quantos ama, e aqueles a quem toma por filhos. Nas Sagradas Escrituras, a disciplina é uma das prerrogativas que Jeová usa para preservar os termos da aliança que ele firmou primeiramente com os filhos de Israel, e, mais tarde, com os que vieram a receber a Cristo. Para que a disciplina vingue seus objetivos, os judeus contavam com os Dez Mandamentos e as outras legislações do Pentateuco. Na Igreja Primitiva, havia normas congregacionais para se manter a ordem e a decência entre os salvos, I Co 5. 1-13. Disciplinar não é banir; é tornar o santo mais santo. Os pais não têm a função de serem os “eternos bonzinhos”, os “eternos saciadores de desejos”, mas devem ser aqueles que ensinam e que, na medida do necessário, verifiquem se está havendo o aprendizado por parte dos seus alunos, que são, precisamente, os seus filhos. Nunca podemos retirar a disciplina da criança, Pv 23.13, inclusive a parte da disciplina relativa à correção, pois a correção é uma demonstração de amor, Hb 12.6. Contudo, não devemos confundir disciplina ou correção, com violência familiar. A violência familiar pode vir através do uso da intimidação verbal ou não-verbal. Precisamos alertar os pais para o fato de que eles podem esconder-se atrás de textos bíblicos que falam da disciplina, mas assim mesmo estarem praticando a violência familiar, pois seu tratamento e sua conduta vão além das normas e dos princípios da Palavra de Deus.
O Efeito do Ensino da Palavra de Deus.
Vemos, assim, que o ensino da Palavra de Deus produz, já para os membros da família, bênçãos divinas que têm sido cada vez mais raras, mesmo em lares que se dizem cristãos. A crise da família, na atualidade, é, em grande parte, resultado da falta de cumprimento, por parte dos pais, deste dever de ensino da Palavra de Deus, estando aí um dos principais pontos que devem ser relevados e enfrentados pela igreja junto às suas famílias e às famílias das pessoas que estão em sua área de atuação (falamos aqui da igreja local). Isto nos mostra que uma educação firmada na Palavra de Deus produz um caráter que não se quebrará ao longo dos anos de vida que a pessoa educada terá na vida em sociedade.
A Criança no Enfoque Geral
Jesus manteve a mesma preocupação que Deus havia revelado a Moisés com relação às crianças. Se Moisés se preocupava em que as crianças fossem devidamente ensinadas na lei do Senhor, Jesus, em mais de uma oportunidade, mostrou a relevância que deve ter a criança na Igreja. Ele repreendeu os discípulos que impediam que as crianças tivessem acesso a ele, Mt 19.13-15. As crianças não podem ser impedidas de irem em direção a Jesus, pois são elas o modelo de como devem ser os salvos, já que se trata de inocentes, de pessoas que têm, precisamente, o caráter que devem ter aqueles que querem seguir ao Senhor. Inferimos deste texto que há uma tendência na igreja a marginalizar as crianças.
Portanto, não devemos criar obstáculos de nenhuma natureza para que as crianças se cheguem a Cristo. Isto nos impõe que, nas nossas igrejas locais, criemos condições para que as crianças, dentro de suas peculiaridades, venham a ter o devido conhecimento do Salvador. Em razão disto, não podemos nos conformar em manter nossas crianças numa mesma liturgia que a dos adultos. É indispensável que as crianças, em nossas reuniões, tenham alguma participação logo no início do culto e sejam levadas a outras dependências da igreja, onde possam adorar ao Senhor de uma forma mais compatível com as suas idades, o chamado “culto infantil”. Não podemos descansar enquanto não promovermos um real encontro entre a criança e o Senhor Jesus, até porque, quem ganha uma criança para Cristo, ganha uma vida inteira para o Reino de Deus.
Conclusão
Conclusão
É dever dos filhos obedecer e honrar aos seus pais, Ef 6.1-3, contudo, para que tenhamos filhos obedientes que honrem aos seus pais, é necessário que, antes dos filhos ter condições de obedecer ou não, aos pais, estes assumam a responsabilidade de ensiná-los no caminho em que devem andar, Pv 22.6. Significa que apesar de obedecer e honrar aos pais, ser um mandamento bíblico, as atitudes dos filhos em relação a este mandamento, será sempre uma conseqüência da atitude dos pais, em relação à responsabilidade que têm de ensiná-los.
O Obreiro Aprovado | ||||||||||||||||||||||||||||||||
II Tm. 2.15 | ||||||||||||||||||||||||||||||||
Int.- O Apóstolo Paulo escreveu treze Epístolas das Escrituras, das quais três são Epístolas Pastorais: Dez Epístolas Paulo escreveu às próprias igrejas. Mas em I e II Timóteo e Tito, Paulo escreveu aos ministros responsáveis por igrejas importantes. Tanto Timóteo como Tito receberam instruções explícitas para pastorear o rebanho e cuidar das igrejas depois da sua partida.
A preocupação de Paulo era formar e preparar o obreiro para a realização da obra de Deus. Paulo tinha a plena ciência, que como Cristo preparou e treinou doze discípulos, para darem continuidade a pregação do Evangelho, da mesma forma ele deveria ensinar e treinar obreiros para a seara do Mestre.
Nesse versículo que nós lemos, Paulo nos dá uma riqueza de detalhes, na formação do obreiro cristão.
V. 15: Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.
I- Primeiro Ponto Importante: Antes de Ser Obreiro.
Antes de Paulo mencionar sobre a postura do obreiro, ele aborda duas situações fundamentais que não podem ser, negligenciadas:
1- Procura apresentar-te a Deus.
2- Aprovado.
O objetivo primário de alguém que “procura” é simplesmente encontrar.
E muitas vezes pode-se levar mais tempo que o esperado para serem obtidas.
Só depois de vinte anos no deserto em Padã-Arã é que Jacó atingiu estas condições, restaurando seu relacionamento e redimindo sua identidade.
- Antes de fazer qualquer coisa para Deus, precisamos de um encontro com Ele.
- Esse processo vai até os porões da nossa alma. Eliminando a vergonha e as impurezas que bloqueiam o fluir do Espírito Santo.
- Amados, a Palavra de Deus não é a espada do pregador, mas é a espada do Espírito Santo.
1- Primeira Situação Fundamental na Vida do Obreiro: Procura Apresentar-te a Deus.
- E não aos homens.
- É a primeira lição de Paulo nesse versículo.
- Para quem estamos fazendo a obra é mais importante do que o que estamos fazendo.
- A questão não é só fazer.
- É importante focalizar a motivação do nosso ministério em agradar a Deus, antes mesmo de servir aos homens.
- Deus avalia a intenção de cada esforço praticado.
- Deus vê além daquela impressão externa que causamos nas pessoas.
- Deus conhece as nossas intenções mais íntimas.
I Sm. 17.7: Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque o tenho rejeitado; porque o Senhor não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração.
- Samuel era um profeta que tinha profunda sensibilidade à voz de Deus, e estava deixando-se enganar pelas aparências.
- Deus jamais comete esse erro.
- É fácil enganar as pessoas, mas é impossível enganar a Deus.
- Deus sonda e discerne nossas intenções mais profundas.
Sl. 139.1: Senhor, tu me sondaste e me conheces.
- O nosso trabalho tem que ter a intenção de agradar a Deus.
- Uma motivação corrompida já condena uma obra antes mesmo de ser começada.
- Todo esforço íntimo no sentido de impressionar os homens nos desqualifica perante Deus.
- Quando valorizamos mais a opinião humana do que a aprovação divina, mostramos uma motivação espiritual corrompida que compromete o nosso ministério.
A) Na Bíblia Sagrada em Várias Ocasiões Encontramos Dois Tipos de Altares:
1- Um Altar Íntimo Para Deus.
2- E Outro Altar Público Para as Pessoas.
- O primeiro altar fala do testemunho que Deus dá acerca de nós.
- O segundo altar fala do testemunho que damos acerca de Deus.
- Olha a sequência a ser obedecida: O altar íntimo sempre precede o altar do testemunho.
- Ou seja, antes de sermos apresentados aos homens, precisamos nos apresentar diante de Deus.
- Amados, a afirmação dos homens não vale muita coisa quando não temos a aprovação divina.
- A vida íntima com Deus sempre precede a vida pública com os homens.
- Sem uma vida íntima com Deus, mais cedo ou mais tarde nos fará vítimas da imagem que tentamos sustentar perante as pessoas.
- Esse foi o terrível erro de Saul que o desqualificou como rei.
- Mesmo depois de desobedecer a Deus, ele ainda continuava mais preocupado com a sua imagem pública, do que com a sua situação diante de Deus.
I Sm. 15.30: Disse ele então: Pequei; honra-me, porém, agora diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel; e volta comigo, para que adore o Senhor teu Deus.
- Temos dois dilemas motivacional: Aparente ou permanente?
- A receita da nossa consistência ministerial é um compromisso pessoal, íntimo e constante com a vontade de Deus revelada.
I Jo. 2.17: E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre.
- O obreiro precisa ter motivações santificadas no coração.
- A nossa integridade espiritual dependerá desses princípios divinos praticados.
- Uma vida ministerial bem sucedida nada mais é que o efeito espiritual do relacionamento pessoal e da vida secreta com Deus.
- O obreiro para ser bem sucedido, precisa ter uma vida secreta com Deus.
- Precisamos ter o altar secreto do quarto.
Mt. 6.6: Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai, que vê o que está oculto; e teu Pai, que vê o que está oculto, te recompensará.
- Davi antes de se impressionar com a presença intimidadora do gigante Golias, Davi havia se impressionado coma grandeza de Deus.
- Na verdade, quem venceu Golias não foi Davi, mas o relacionamento que ele tinha com Deus.
- Antes de tomar a espada de Golias, Davi recebeu uma arpa de Deus.
- A arpa de Deus recebemos no altar oculto e a espada do gigante recebemos no altar do testemunho.
- Tenha intimidade com Deus antes de realizar a obra de Deus.
- Primeiro apresenta-te a Deus.
- Se você não tiver uma vida secreta com Deus, você não terá sucesso no seu trabalho público para Deus.
2- Segunda Situação Fundamental na Vida do Obreiro: A Aprovação de Deus.
V. 15: Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro.
- Antes de ser obreiro é também necessário estar aprovado.
- Aqui no versículo a palavra “aprovado” precede a palavra “obreiro”.
- Primeiro o obreiro precisa alinhar o seu perfil motivacional com o temor de Deus.
- Em segundo lugar o obreiro precisa estar aprovado por Deus, para então desempenhar o seu serviço para Deus.
- Nós somos a obra de Deus.
- Estamos em construção.
- Somos o templo que o Espírito Santo está edificando.
- O obreiro vai sendo formado e transformado pelo Espírito Santo, em virtude da sua maleabilidade, quebrantamento e submissão à vontade divina.
- No servir a Deus, o mais importante não é fazer, mas deixar Deus fazer em nós.
- Quando Deus faz em nós, certamente também fará o mesmo através de nós.
- Existe uma enorme diferença entre você fazer a obra de Deus e Deus fazer a obra dele através de você.
I Co. 3.9: Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus.
- Deus realiza a Sua obra na terra através de nós.
- Somos o braço estendido de Deus na terra.
At. 13.22: E, quando este foi retirado, lhes levantou como rei a Davi, ao qual também deu testemunho e disse: Achei a Davi, filho de Jessé, varão conforme o meu coração, que executará toda a minha vontade.
- Deus aqui fala que Davi executaria toda a Sua vontade.
- Não a vontade de Davi, mas a vontade de Deus.
- Amados, Deus está a procura de obreiros que executem a Sua vontade.
- Precisamos morrer para o nosso eu, para que Deus nos use.
Jo. 12.24: Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas, se morrer, dá muito fruto.
- A nossa vontade, o nosso eu, prejudica a realização da vontade de Deus, através de nós.
- Qual é a primeira coisa que o obreiro tem que fazer para ser aprovado diante de Deus?
- Primeiro precisa fazer a prova.
- Ninguém pode ser aprovado numa prova que não fez.
- Só existe um caminho para a “aprovação”: A provação, os testes, as tentações.
Tg. 1.12: Bem-aventurado o varão que sofre a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam.
- Quantas vezes fazemos promessas e votos para Deus e não cumprimos.
- Dizemos: Deus eu vou obedecer o meu chamado ministerial.
- Eu vou ser fiel a ti com minhas finanças.
- Vou ganhar muitas almas par o teu reino.
- Porém, quando surge a primeira dificuldade, pensamos em desistir.
- Se almejamos ser um obreiro aprovado no Reino de Deus, precisamos nos matricular na Escola do Espírito Santo.
- Tenho uma palavra de Deus para você: Esta escola dura a vida inteira, e o Espírito Santo tem um currículo especial e apropriado para cada um de nós.
- Cada obreiro tem a sua provação pessoal e diferenciada dos demais.
- Amados, nossas convicções, nosso chamado, nosso ministério, é provado mediante a toda sorte de circunstâncias que nos ocorrem.
- Deus está trabalhando nesse vaso em Sua olaria.
- Deus está trabalhando nesse barro, formando um vaso de honra para Ele.
- O seu vaso está sendo formado por Deus.
Is. 64.8: Mas, agora, ó Senhor, tu és o nosso Pai; nós, o barro, e tu, o nosso oleiro; e todos nós, obra das tuas mãos.
- Olha que coisa linda: Deus está fazendo de você um vaso de honra para Ele.
- Nós levamos nesse vaso de barro um tesouro valiosíssimo: A glória de Deus.
II Co. 4.7: Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
- Essa presença de Deus que levamos é a coisa mais importante da nossa vida.
- Paulo continua a dizer na sequência.
V. 8: Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados.
V. 9: Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos.
V. 10: Trazendo sempre por toda parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também em nossos corpos.
- Que a vida de Jesus se manifeste em nosso viver e em nosso ministério.
- Creiamos que tudo aquilo que acontece em nossa vida, está contribuindo para o nosso crescimento espiritual e ministerial.
Rm. 8.28: E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto.
- Aqui diz: “Que são chamados por seu decreto”.
- Este texto nos mostra que quando atendemos ao chamado de Deus, mesmo andando em obediência, não quer dizer que só acontecerão coisas positivas e animadoras.
- Amados, o centro da vontade de Deus não nos isenta das provas, das dificuldades e das resistências oferecidas pelo mundo espiritual.
Rm. 8.37: Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou.
- O que Paulo quis dizer com isto?
- Vencer o que?
- Vencer tudo aquilo que vai nos testar consistentemente.
- A tribulação, a angústia, a perseguição, a fome, o perigo, a espada.
- Encare toda essa luta como um acréscimo para a sua aprovação por Deus.
Tg. 1.3,4: Sabendo que a prova da vossa fé produz a paciência.
Tenha, porém, a paciência a sua obra perfeita, para que sejais perfeitos e completos, sem faltar em coisa alguma.
- O obreiro depois de provado, se passar na prova, será aprovado por Deus, para ser usado em Sua obra.
- Por isso que leva um tempo para a maturidade, para o amadurecimento do obreiro.
- Só é usado por Deus, aquele obreiro que foi aprovado por Ele.
I Tm. 3.10: E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis.
- Essa prova é necessária a todos os obreiros, nenhum obreiro é isento dessa prova.
- todos os homens da Bíblia passaram por essa prova: Desde Adão até o Apóstolo João no Apocalipse.
Conclusão: Depois do obreiro se apresentar a Deus, for provado e aprovado, então estará apto para manejar bem a palavra da verdade e fazer a obra de Deus.
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