Paz na Terra!?
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Texto básico: 1 Tessalonicenses 5: 12-24.
Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam; e que os tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns com os outros. Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar. Em tudo, dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco. Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal. O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Fiel é o que vos chama, o qual também o fará. (1 Tessalonicenses 5: 12-24 RA)
Estamos no final de ano e o Natal está se aproximando, apesar do consumismo e dos exageros das festas, do comércio em efervescência, parece que um clima de paz se acerca do mundo inteiro. O mundo inteiro comemora o Natal como época de reconciliação, de perdão, de caridade para com o próximo. Mas o quanto de verdade reside? É uma época também de grande hipocrisia!
O refrão usado popularmente é: “Glória Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade!”. Mas isso está escrito na Bíblia? Muitos, principalmente aqueles que não leem as Escrituras, jamais questionam isso; mas a Bíblia diz:
E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem. (Lucas 2: 13-14 RA).
Há um ditado que diz que de boas intenções o inferno está cheio. Boa vontade ou boas intenções não nos podem trazer paz! Longe de Jesus Cristo, não há paz. Só quem vive em Cristo pode obter essa paz, porque Ele é a própria Paz.
Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; (Isaías 9:6 RA).
Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53:5 RA)
Só o Senhor Jesus pode trazer a paz.
graças à entranhável misericórdia de nosso Deus, pela qual nos visitará o sol nascente das alturas, para alumiar os que jazem nas trevas e na sombra da morte, e dirigir os nossos pés pelo caminho da paz. (Lucas 1:78-79 RA)
Jesus nos diz claramente:
Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize. (João 14: 27 RA)
Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. (João 16: 33 RA)
Todas as profecias prometiam a vinda do Messias:
Agora, ajunta-te em tropas, ó filha de tropas; pôr-se-á sítio contra nós; ferirão com a vara a face do juiz de Israel. E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade. Portanto, o SENHOR os entregará até ao tempo em que a que está em dores tiver dado à luz; então, o restante de seus irmãos voltará aos filhos de Israel. Ele se manterá firme e apascentará o povo na força do SENHOR, na majestade do nome do SENHOR, seu Deus; e eles habitarão seguros, porque, agora, será ele engrandecido até aos confins da terra. Este será a nossa paz. (Miquéias 5:1-5a RA).
O homem tenta justificar-se diante de Deus a fim e sentirem paz, mas isso é impossível ao homem, pois essa justificação só pode vir mediante a fé.
Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; (Romanos 5:1 RA).
O apóstolo Paulo nos dá uma recita para encontrá-la.
O amor seja sem hipocrisia. Detestai o mal, apegando-vos ao bem. Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros. No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor; regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes; compartilhai as necessidades dos santos; praticai a hospitalidade; abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis. Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram. Tende o mesmo sentimento uns para com os outros; em lugar de serdes orgulhosos, condescendei com o que é humilde; não sejais sábios aos vossos próprios olhos. Não torneis a ninguém mal por mal; esforçai-vos por fazer o bem perante todos os homens; se possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens; não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; {ira; de Deus, subentendido} porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor. Pelo contrário, se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer; se tiver sede, dá-lhe de beber; porque, fazendo isto, amontoarás brasas vivas sobre a sua cabeça. (Romanos 12:9-20 RA)
Antes de Cristo, os gentios eram inimigos de Deus, mas vindo o Messias essa inimizade terminou e desde então podemos viver em paz com Deus.
Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos {ambos: judeus e gentios} fez um; e, tendo derribado a parede da separação que estava no meio, a inimizade, aboliu, na sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criasse, em si mesmo, um novo homem, fazendo a paz, e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por intermédio da cruz, destruindo por ela a inimizade. E, vindo, evangelizou paz a vós outros que estáveis longe e paz também aos que estavam perto; (Efésios 2:14-17 RA).
Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz; (Efésios 4:1-3 RA)
Essa paz nos traz alegria extasiante.
Alegrai-vos sempre no Senhor; outra vez digo: alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor. Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus. Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento. O que também aprendestes, e recebestes, e ouvistes, e vistes em mim, isso praticai; e o Deus da paz será convosco. (Filipenses 4:4-9 RA).
Como então obtermos essa paz tão almejada?
Amando-nos incondicionalmente. (vv. 12-15)
Sendo coerentes a todo tempo. (vv.16-18).
Permitido que o Espírito Santo esteja na nossa direção (vv.19-23).
Em síntese: Deixar que o Espírito Santo se expanda dentro de nós e nos purifique totalmente em nosso espírito, alma e corpo.
Maranata! Ora vem Senhor Jesus!
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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
Paz na Terra!?
NOVO NATAL AO NATURAL
NOVO NATAL AO NATURAL
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NOVO NATAL AO NATURAL
(Gálatas 4.4,5) Vindo, porém, a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a lei, a fim de que recebêssemos a adoção de filhos. Preâmbulo: Têm muitos produtos ao Natural no mercado, destacando sua cor, seu sabor ou aroma. Mas existem também os mesmos produtos contendo aditivos: colorantes, saborizantes. Não podemos dizer que são ao natural, produto industrializados tais como: conservas, desidratados, torrados, moídos, pré-cozidos. O Natal está tão cheio de aditivos que destorciam o verdadeiro sentido, fazendo o Natal comercial e não sobrenatural, não com Gloria a Deus nas alturas. Por isso estamos defendo que o Natal deve ser ao Natural. Está tão sofisticado que não da para ver mais a estrela, nem a manjedoura. I - O NATAL PARA OS DIFERENTES POVOS 1. Natal para os Judeus religiosos: Para o judeu religioso, Jesus não significa nada. Tem apenas um sentido social, só para se adaptação à cultura européia-ocidental. 2. Natal para os Mulçumanos: Eles respeitam comemoração do Natal, mas a data não tem significado religioso para eles. A religião islâmica (ou muçulmana) tem Jesus Cristo como um dos seus cinco principais profetas, ao lado de Abraão, Noé, Moisés, e Mohamad (ou Maomé), este último, a principal figura do islamismo, para quem teria sido revelado o Alcorão (ou Corão), o livro sagrado da religião. Jesus é citado 19 vezes no Alcorão. Além disso, Maria, mãe Jesus, também é lembrada no livro sagrado islâmico. 3. Natal para os Católicos: Cada Natal volta-se a imprimir imagens criadas do menino-deus, que nunca cresceu. Na páscoa imagens criadas do cristo sofredor, que nunca ressuscitou. No nosso dia de Aniversario ninguém é lembrado por uma foto de bebe, mas sempre por uma foto atual à medida que vai passando o tempo. Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento. 4. Natal para as Testemunhas de Jeová: Não comemoram Natal, por não ser dia 25 uma data certa para o nascimento de Jesus, consideram essa data como uma festa pagã. Para eles Jesus nasceu dia 1 de Outubro, quando era possível pastorear ovelhas no campo, sem as inclemências do frio no oriente. Mas mesmo sendo dia 01 de Outubro não celebram nenhum aniversario. Eles tomam base para dizer que as únicas pessoas que encontram na Bíblia celebrando aniversario é Faraó (Gn 40.20-22) onde manda matar o padeiro e Herodes (Mt 14.6-1) onde manda matar João Batista. 5. Para os consumistas: Natal é viver em festas, comendo e bebendo, se embriagando e viajando. Contraindo dividas para pagar nos próximos seis meses. Natal para eles é ganhar presentes e dar presentes. II - ADITVOS NATALINOS QUE OFUSCAM A LUZ DO NATAL 1. A lenda do Papai Natal: O personagem Papai Noel (no Brasil) ou Pai Natal (em Portugal) foi inspirado em São Nicolau Taumaturgo, Arcebispo de Mira, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos. Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo até chegar ao Brasil. 2. Superstições de Natal: Está cheio de superstições: Segundo uma antiga tradição alemã, a decoração de uma árvore de natal tem vários objetos com os mais variados significados, confira abaixo: Casa: proteção; Coelho: esperança; Xícara: hospitalidade; Pássaro: alegria; Rosa: afeição; Cesta de frutas: generosidade; Peixe: benção de Cristo; Pinha: fartura; Papai Noel: bondade; Cesta de flores: bons desejos e Coração: amor verdadeiro. 3. Por que Chaminé? O uso da chaminé no Natal veio da Finlândia onde as pessoas tinham o costume de limpar as chaminés no Ano Novo para permitir que a boa sorte entrasse na casa durante o resto do ano. 4. Por que a cor vermelha? A blusa vermelha e branca do Papai Noel. Antigamente, ele usava cores que tendiam mais para o marrom e costumava usar uma coroa de azevinhos na cabeça. Seu atual visual foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista Harper’s Weeklys, em 1886, na edição especial de Natal. Em alguns lugares na Europa, contudo, algumas vezes ele também é representado com os paramentos eclesiásticos de bispo, tendo, em vez do gorro vermelho, uma mitra episcopal. III - NATAL AO NATURAL É O NATAL REAL 1. Natal sem aditivos: Natal ao Natural é sem arvore, sem presépio, sem Pai Noel, sem luzes coloridas, sem consumismo. Sem grandes festanças, sem grandes comidas e bebidas. Natal Natural é Cristo nascendo todos os dias do ano no coração da humanidade! Sim, esta é a mensagem do Evangelho: E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade... (Jo 1.4). 2. Natal com consciência: Natal ao Natural é ter consciência de quem é Jesus e do que Ele fez por nós. Sabemos que Jesus é eterno, que no princípio Ele era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (Jo 1.1). Compreendemos que o homem Jesus foi à encarnação do Filho de Deus, e que todas as coisas (o Universo) foram feitas por intermédio dele, Jesus, e sem ele nada do que foi feito se fez (Jo 1.3). 3. Natal Jesus é o presente: Natal ao Natural é entender que Jesus é o presente de Deus a humanidade. Uma prova do grandioso amor de Deus por nós. Comemorar o Natal é um privilégio quando lembramos que Deus amou o mundo (a nós) de tal maneira que deu Seu Filho... (Jo 3.16). Todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. (Jo 1.12). |
Natal, Nasceu Jesus.
Natal, Nasceu Jesus.
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“E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai;” Lucas 1:31-32.
Natal, a festa máxima da cristandade. Mesmo não tendo evidências objetivas, teologicamente falando, Jesus tinha que nascer um dia. Todos os cristãos comemora no dia 25 de dezembro. Nosso Deus tinha um presente especial para a humanidade, não seria um presente que se acabasse, nem algo que podemos guardar em um baú.
Deus escolheu o que tinha de mais especial, seu filho Jesus, enviou como homem para terra afim de combater aquilo que Ele mais repudia, o pecado. O coração de Deus ficou partido, mas a divisão entre ambos provocado pela iniquidade precisava novamente ser reatada.
O homem o qual Ele criou, necessitava ser resgatado novamente. Jesus, não teve orgulho, mesmo sendo Deus, desceu de Sua glória, apanhou, foi morto mais venceu. O Natal é um dia especial pois todos que antigamente estávamos separados de Deus, que éramos presa fácil de nosso inimigo, hoje podemos com felicidade falar que somos filhos de Deus “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;” João 1:12.
O Senhor não escolheu como pais de Jesus pessoas da alta sociedade, mas uma virgem e um carpinteiro, ambos não tiveram nem um local adequado para ver nascer o Salvador, mas nada foi os impediu de, com alegria criar o Salvador do mundo. Nada pode tirar o censo de responsabilidade a qual Deus tinha depositado neste humilde (socialmente falando) casal, pois foram os pais de Jesus.
Neste natal que cada um de nós possamos dar um presente especial para nossas famílias. Conte para todos a história do natal, quem é o seu personagem principal, renda-lhe uma homenagem, aceite-O como seu Salvador.
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A VERDADE SOBRE O NATAL
A VERDADE SOBRE O NATAL
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Quando acustumamos com algo, com uma rotina, é comum realizarmos tarefas e atividades sem questionarmos sobre sua origem ou razão de ser. Isso se dá porque nossa mente cria filtros que nos impedem de perceber certos detalhes, simplesmente porque já estamos acostumados àquilo.
Isso podemos ver em relação às comemorações do Natal. Crescemos acostumados com as festas natalinas que sequer questionamos se o natal tem realmente origem na Bíblia, ou mesmo no Cristianismo. Então, a título de introdução, colocamos algumas questões básicas que esperamos responder no presente estudo: Jesus nasceu mesmo em 25 de Dezembro? Os primeiros apóstolos celebravam o aniversário de Jesus? E a árvore de natal, tem alguma coisa a ver com o natal? O que motivou o início da troca de presentes por ocasião do natal? A maioria das pessoas supõe muitas coisas sobre o natal que não são verdadeiras. Vale à pena então um estudo detalhado a fim de esclarecer esses pontos obscuros, e identificar aquilo que na realidade foi introduzido no Cristianismo pelo paganismo. COMO SE ORIGINARAM AS COMEMORAÇÕES NATALINAS Uma das coisas a se observar no Novo Testamento é que nem os apóstolos, nem a Igreja primitiva, e nem o próprio Jesus deram qualquer ênfase ao seu nascimento. Na verdade, não vemos esse tipo de comemoração em qualquer lugar das escrituras, exceto no caso de pagãos, como os Faraós e Herodes, pessoas sem compromisso com Deus, ou seja, pagãos. A comemoração do nascimento de Jesus foi introduzida no Século IV a partir de Constantino e estabelecida oficialmente na Igreja a partir do Século V. Isso porque, o costume não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas sua morte. Veja a Enciclopédia Americana, Edição 1944 (“O Natal, de acordo com muitas autoridades, não se celebrou nos primeiros séculos da Igreja Cristã. O costume do Cristianismo não era celebrar o nascimento de Jesus Cristo, mas sua morte - a Comunhão instituída por Jesus no Novo Testamento é uma comemoração da sua morte”). A mesma afirmativa encontramos na Enciclopédia Britânica, edição de 1946, que afirma ainda que “o Natal não constava entre as antigas festividades da Igreja... Não foi instituída por Jesus Cristo nem pelos apóstolos, nem pela autoridade bíblica. Foi tomada mais tarde do paganismo”. A Enciclopédia Católica, em sua edição de 1911, afirma que “a festa do Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja... os primeiros indícios dela são provenientes do Egito... os costumes pagãos relacionados ao início do ano se concentram na festa do Natal”. Vale aqui ressaltar então, que pelo menos nos primeiros 300 anos a Igreja não celebrou o Natal. Isso é mais da metade da idade do Brasil. É quase uma vez e meia o tempo em que o Brasil se tornou independente de Portugal. Em todo esse tempo os cristãos não viram qualquer necessidade nem ensino que os levasse à celebração do Natal. JESUS NÃO NASCEU EM 25 DE DEZEMBRO Esdras 10 nos mostra que, por ocasião do mês nono (para nós, Novembro – para eles, Chisleu), todo o povo se congregou para confessar seus pecados e buscar o perdão e o favor divino (v.10-13). Era tempo de “grades chuvas” e por isso os homens tremiam muito. Cantares 2:11, fala que esse mesmo tempo era de muito frio. Isso nos mostra (e o conhecimento do clima de Israel ainda hoje) que a partir de meados de Outubro, até o início do ano seguinte, é tempo de chuvas e de muito frio, sendo que em alguns lugares chega a gear devido às baixas temperaturas. Lucas 2:8 nos afirma que quando Jesus nasceu, “havia naquela mesma região, pastores que estavam no campo, e guardavam durante as vigílias da noite o seu rebanho”. Ora, isso jamais poderia ter acontecido em Dezembro. Nem mesmo após 15 de Outubro. “Durante a época da Páscoa (começo da primavera) era costume dos judeus daqueles dias levarem ovelhas aos campos e desertos, e recolhe-las ao começo das primeiras chuvas”. Isso é afirmado por Adam Clarke no vol5 de seu Comentary, edição de New York. Afirma ainda que “os pastores cuidavam dos seus rebanhos dia e noite, durante todo o tempo que permaneciam fora...”. As primeiras chuvas começavam nos meses de outubro ou novembro (do nosso calendário). Vimos que as ovelhas estavam nos campos, e como os pastores, portanto, ainda não haviam recolhido seus rebanhos, é de concluir que outubro (do nosso calendário) ainda sequer havia começado. A VERDADEIRA ORIGEM DO NATAL A Enciclopédia de Conhecimentos Religiosos, de Schaff-herzog, explica que “não se pode determinar com precisão até que ponto a data da festividade natalina dependia da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a saturnália (17 a 24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”... as festividades pagãs, saturnália e brunária, estavam ademais, profundamente arraigadas nos costumes populares para serem abandonadas pela influência cristã...” É interessante observar, no entanto, que pregadores cristãos, tanto do oriente quanto do ocidente, protestavam contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, ao mesmo tempo em que os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como cristã uma festividade pagã. O fundo histórico disso tudo é a época da suposta conversão de Constantino. Até ali a Igreja Cristã tinha sido perseguida utilizando-se os meios mais atrozes na busca de acabar com o cristianismo. Mas como mostra Justo Gonzalez, na coleção “Uma História Ilustrada do Cristianismo”, quanto mais era perseguida, mais a Igreja crescia, e o martírio dos cristãos era uma mensagem poderosa, quando muitos iam para a morte cantando e louvando o Senhor por serem achados dignos de morrer pelo Ser Nome. Nesse contexto, Constantino assume o Império Romano e começa uma aproximação sutil e até hoje suspeita. Os resultados da “conversão” do imperador foram e são até hoje tão malignos que leva-nos a supor muito mais em um plano muito bem arquitetado por satanás a fim de minar as bases do plano de Deus de alcançar o mundo com a mensagem de Cristo. Assim, quando Constantino assumiu, declarou todo o império cristão, abriu as portas para a entrada e permanência das heresias, algumas das quais vemos até hoje. A partir daí, todos os que simplesmente nasciam dentro dos limites do império se tornavam automaticamente cristãos. Já não era mais necessário fé, novo nascimento, vida de santidade. Devemos nos lembrar que o mundo de então era profundamente paganizado. E quando Constantino fez sua declaração de fé cristã, colocou o cristianismo em pé de igualdade com o paganismo. E os pagãos que por decreto haviam se tornado cristãos continuavam com seus costumes pagãos. E 25 de dezembro continuou a ser a maior das festividades idólatras, pois celebrava o “deus sol”. Através de pesquisas descobrimos que através do maniqueísmo pagão, se identificava o Filho de Deus como o Sol físico. Assim, com a conversão em massa ao cristianismo, via decreto do imperador, o pretexto necessário apareceu, e a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus sol) passou a ser considerada também dia do nascimento do Filho de Deus. A mesma Enciclopédia Americana já citada também afirma que “em memória do nascimento de Cristo se instituiu uma festa no século IV. No século V, a Igreja oriental deu ordem de que fosse celebrada para sempre, e no mesmo dia da antiga festividade romana em honra ao deus-Sol...” A Enciclopédia Britânica afirma que “a partir de 354, alguns latinos, possivelmente, transferiram o dia da festividade, de 06 de janeiro para 25 de dezembro, quando se realizava uma festa mitraísta.. ou nascimento do Sol Invicto... Os sírios e os armênios, que se prenderam a data de 06 de janeiro, acusavam os romanos de idólatras e adoradores do Sol, alegando... que a festa de 25 de dezembro tinha sido inventada pelos discípulos de Corinto”. A HISTÓRIA MALIGNA DO NATAL A origem maligna da celebração do 25 de dezembro teve origem na antiga Babilônia, de Ninrode, de época imediatamente posterior ao dilúvio. Gênesis 10:8-12 nos fala deste personagem, que também é citado na história e tradições dos povos mais antigos. Sendo filho de Cuxe, neto de Cão e bisneto de Noé, Ninrode foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo – o sistema de competição organizado – de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Lê organizou o primeiro reino deste mundo. E o significado de seu nome bem descreve o que criou – Ninrode deriva de Marad, que significa “ele se rebelou, rebelde”. Sabe-se bastante, através de muitos escritos antigos que falam a respeito deste indivíduo que se afastou de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje. Consta que Ninrod era tão perverso que se casou com sua própria mãe, cujo nome era Semíramis. Depois da sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrod como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrod para uma nova vida. Todo ano, no dia do seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrod visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia do aniversário de Ninrod era 25 de dezembro. Conforme a lenda foi tomando vulto, Semíramis foi ganhando força de um verdadeiro endeusamento, o que levou-a a ser chamada de “Rainha dos Céus” dos babilônicos. Daí vemos mais uma das formas de manifestação maligna de satanás, com as quais tem iludido as nações. Se em Babilônia era Semíramis, em Éfeso era Diana, no Egito era Isis, e no Brasil sabemos quem é. Já Ninrod passou a ser adorado como um verdadeiro messias, “Filho de Baal” o deus-Sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrod redivivo), transformaram-se em objetos principais de adoração. Essa adoração da “Virgem e o Menino” espalhou-se pelo mundo afora. Portanto, nos séculos IV e V, quando centenas de milhares de pagãos do mundo romano eram legalisticamente introduzidos no Cristianismo, levaram consigo as antigas crenças e costumes sob o manto de nomes cristãos. Assim popularizou-se também a idéia da “Virgem e o Menino” especialmente durante a época do natal. OUTROS COSTUMES PAGÃOS ABSORVIDOS PELO CRISTIANISMO Papai Noel Já vimos que a figura do “Papai Noel” como sendo aquele que vem sorrateiramente à noite trazer presentes na celebração do aniversário, nada mais é do que uma ilustração sentimentalizada de Ninrode, o filho prematuramente morto de Semíramis, que voltava sempre por ocasião da celebração de seu aniversário – 25 de Dezembro – para ali deixar presentes ao pé do pinheirinho. A Enciclopédia Britânica, vol 19, 11a. Edição inglesa, informa que: o nome “Papai Noel” é, ainda, uma corruptela do nome “São Nicolau” um bispo romano que viveu no Século V, e atesta que “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 06 de dezembro... A lenda de sua dádiva oferecida às escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido...” diz se ter originado o costume de dar presentes às escondidas no dia de São Nicolau (06 de dezembro), o que mais tarde foi transferido para o dia 25 de dezembro. Diante do exposto, vemos que a estória de São Nicolau na verdade é uma forma de dar sentido cristão a um costume totalmente pagão. Árvore de Natal Como abordado anteriormente, a questão do uso da árvore de natal tem suas raízes no paganismo babilônico. E ainda alguns alegam que nada tem de mal possuir e armar em casa uma árvore de natal. No entanto, precisamos estar atentos para o fato de que as idéias referentes a árvores sagradas são muito antigas. Entre os druidas, por exemplo, o carvalho era sagrado; entre os egípcios as palmeiras; em Roma, era o abeto. O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de natal a todos os que se aproximavam de seu abeto sagrado. Sabemos que as pessoas, na sua maioria, não adoram árvores. Contudo, vemos claramente que adquiriram a idéia gentílica por ignorância. No entanto, mudam-se os nomes, vestem-se novas roupagens, mas o paganismo continua a ser o mesmo. É a velha história, chame uma lebre de leão, mas ela não deixará de ser uma lebre. Veja o que diz Jeremias 10:2-4. Troca de Presentes no Natal Normalmente o clímax da celebração do Natal é o momento em que as pessoas podem se cumprimentar e trocar presentes entre si. Mas observar o que a história diz, revela as origens nada bíblicas de tal costume. Na Biblioteca Sacra, volume 12, encontramos que “a troca de presentes entre amigos é característica tanto do natal quanto da saturnália” e possivelmente foi adotada pelos cristãos. Leia Mateus 2:1-11. Mesmo o argumento comum de que a troca de presentes tem a ver com a ação dos magos que levaram presentes a Jesus, cai por terra diante de uma análise mesmo superficial do texto. Os magos, ao chegarem junto a Jesus lhe ofertaram ouro, incenso e mirra. Primeiramente eles haviam procurado por Jesus, tinham inquirido sobre onde ele teria nascido. Agora observe o texto e veja: (1). as dádivas foram oferecidas a Cristo – em momento algum eles trocaram presentes entre si; (2). Inquiriram pelo menino Jesus, nascido Rei dos Judeus – não estavam levando presentes pelo nascimento de Jesus, pois chegaram muitos dias depois, mas na verdade estavam fazendo algo que era costume (e ainda continua hoje) ou seja, não podiam ir à presença de um rei sem levar presentes significativos. Adam Clarke, em seu Commentary, ao volume 5, afirma que “os povos do oriente nunca chegam na presença de reis ou de grandes personagens sem um presente nas mãos”. O costume é freqüentemente encontrado no Velho Testamento e ainda hoje está em vigor. Assim sendo, os magos não estavam instituindo um novo sistema cristão de permutas de ofertas. Na verdade, agiam de acordo com antigo costume oriental de levar ofertas ao apresentar-se diante de um rei. Um exemplo disso foi a rainha de Sabá que levou presentes a Salomão. Alguns textos de alerta sobre a absorção de costumes pagãos levam-nos a repensar nossos atos. Veja por exemplo Deuteronômio 12:1-2, 30-32. Hoje, alem desta raiz pagã, há ainda a forte influência econômica. Natal é a época de muita propaganda e marketing para venda. É um tempo em que o deus mamom domina e leva, inclusive muitos cristãos a desonrarem seu compromisso com a obra de Cristo. Ficam tão preocupados em seguir o costume pagão, são tão enredados pelos desejos gerados por mamom de ter, ter e ter mais, que ao invés de investirem no Reino de Deus, investem em si mesmos com presentes e supérfluos, não raramente criando dívidas e compromissos que ocuparão sua mente nos próximos meses. Daí pra frente, é “esperar equilibrar as finanças para, se possível, voltar a investir no Reino de Deus”. Lembre-se sempre que quando satanás estabelece seus pactos das trevas, sempre busca formas disfarçadas de renovar essas alianças. É assim com as procissões, com os rituais de despachos nas encruzilhadas, e inclusive com a participação de crentes em celebrações ao deus-Sol no 25 de dezembro, com todas as suas nuances e implicações - incluindo aqui a troca de presentes. Vale à pena aqui ler Apocalipse 18. Fala da Babilônia de Ninrod que ainda hoje domina o mundo e tem se infiltrado nas Igrejas cristãs de forma sutil. QUANDO ENTÃO JESUS NASCEU ? Sim, podemos através de alguns detalhes bíblicos, situar cronologicamente o nascimento de Jesus e verificar que o Seu nascimento foi o cumprimento de uma das mais importantes festas do Velho Testamento - a Festa dos Tabernáculos. Jesus Cristo nasceu na festa dos Tabernáculos, que acontecia a cada ano, no final do 7º. mês (Etenin) do calendário judaico, que corresponde ao mês de setembro do nosso calendário. A festa dos Tabernáculos ou das Cabanas, significava Deus habitando com seu povo. Foi instituída por Deus como memorial para que o povo de Israel se lembrasse dos dias de peregrinação pelo deserto em que o Senhor habitou num Tabernáculo no meio do seu povo (Lv 23:39-44; Ne 8:13-18). No Evangelho de João capítulo 1 , vers. 14, vemos : "Cristo ... habitou entre nós". Esta palavra em grego é skenoo ou tabernaculou; isto é, a Festa dos Tabernáculos cumprindo-se em Jesus Cristo, o Emanuel (Is 7:14) que significa “Deus Conosco”. Em Cristo não se cumpriu somente a Festa dos Tabernáculos, mas também a festa da Páscoa, na Sua morte (Mt 26:2; I Co 5:7), e a festa do Pentecostes, quando enviou o Espírito Santo sobre a Igreja (Atos 2:1). Vejamos nas escrituras alguns detalhes que nos ajudarão situar cronologicamente o nascimento de Jesus: Os levitas eram divididos em 24 turnos e cada turno ministrava por 15 dias. ( I Cr 24:1-19 - 24 turnos X 15 dias=360 dia ou 1 ano) O oitavo turno pertencia a Abias ( I Cr 24:10 ) O primeiro turno iniciava-se com o primeiro mês do ano judaico (mês de Abíbi - Ex12:1-2 ; Dt 16:1 ; Ex 13:4 ) Temos então a seguinte correspondência : No. Nome Mês Turnos Referência 1 Abíbi (Nisã) Março 1 e 2 Ex 13:4; Et 3:7 2 Zive Abril 3 e 4 I Re 6:1 3 Sivã Maio 5 e 6 Et 8:9 4 Tamuz Junho 7 e 8 Jr 39:2; Zc 8:19 5 Abe Julho 9 e 10 Nm 33:38 6 Elul Agosto 11 e 12 Ne 6:15 7 Etenim (Tisri) Setembro 13 e 14 I Re 8:2 8 Bul Outubro 15 e 16 I Re 6:38 9 Chisleu Novembro 17 e 18 Ed 10:9; Zc 7:1 10 Tebete Dezembro 19 e 20 Et 2:16 11 Sebate Janeiro 21 e 22 Zc 1;7 12 Adar Fevereiro 23 e 24 Et 3:7 Comecemos por Zacarias, pai de João Batista. Ele era sacerdote e ministrava no templo durante o turno de Abias ( Lucas 1:5,8,9). Terminado o seu turno voltou para casa e, conforme a promessa que Deus lhe fez, sua esposa Isabel, que era estéril, concebeu João Batista ( Lucas 1:23-24). Portanto João Batista foi gerado no fim do mês Tamuz ou início do mês Abe. Agora um dado muito importante: Jesus foi concebido seis meses depois (Lucas 1:24-38). Portanto Jesus foi concebido no fim de Tebete ou início de Sebate. Visto estes detalhe nas Escrituras, chegamos a conclusão que João Batista foi gerado no fim de junho ou inicio de julho, quando Zacarias voltou para casa após seu serviço no templo. Jesus foi concebido seis meses depois, no fim de dezembro ou início de janeiro. Ele não nasceu em dezembro como diz a tradição, mas foi gerado neste mês. Nove meses depois, no final do sétimo mês (Etenim), setembro no nosso calendário, quando os judeus comemoravam a festa dos Tabernáculos, Deus veio habitar com Seu povo. Nasceu Jesus! Deus tabernaculou com seu povo. Nasceu o Emanuel. Deus habitando conosco. CONCLUSÃO Todo esse estudo nos ajuda a ver como, de forma sutil, o paganismo foi sendo infiltrado dentro dos costumes cristãos, de forma que hoje nós, em ignorância, estejamos ajudando a renovar pactos e alianças das trevas. É tempo de revermos nossos costumes, quebrarmos paradigmas, reavaliarmos nossos valores, com a disposição de vermos restaurados os princípios puros do Cristianismo deixado por Jesus. |
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
A Adoção de filhos
A Adoção de filhos
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12 De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne.
13 Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. 14 Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. 15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. 16 O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. 17 E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados. (Rm 8.12-17) A. Adoção é: Outorgar a posição (direitos, privilégios, honras, ...) de filho de Deus; outorgar filiação (pôr na posição de Filho de Deus; adotar para dentro da família de Deus os homens que já foram feitos filhos de Deus). - "Huiothesia" ("filho" + "posicionamento como") ocorre 5 vezes no NT: . 1 vez a adoção dos Israelitas (bênçãos basicamente materiais) Rm 9:4; . 1 vez a adoção do crente a ser completada somente na redenção (glorificação) do seu corpo no Arrebatamento Rm 8:23; . 3 vezes como fato na presente vida do crente Rom 8:15; Gl 4:4-6; Ef 1:5 (fomos preordenados para adoção como filhos). - A ordem lógica (não cronológica, pois são simultâneas) é: Regeneração -> Adoção. - Regeneração dá a natureza de filho de Deus, adoção dá a posição. "Regeneração tem a ver com nossa mudança de natureza; justificação, com nossa mudança de situação [ante a lei]; santificação, com nossa mudança de caráter; adoção, com mudança em nossa posição [mudando de ser rejeitado, como inimigo, para ser amado, como filho]" (Evans). "Na regeneração recebemos uma nova vida; na justificação, uma nova situação [ante a lei]; na adoção, uma nova posição [ou família]" (Thiessen). 14 Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. 15 Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. 16 O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. (Rm 8:14-16) E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e Co-herdeiros de Cristo: (Rm 8:17) ... gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo. (Rm 8:23) Que são israelitas, dos quais é a adoção de filhos, e a glória, e as alianças, e a lei, e o culto, e as promessas; (Rm 9:4) 3 Assim também nós, quando éramos meninos, estávamos reduzidos à servidão debaixo dos primeiros rudimentos do mundo. 4 Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, 5 Para redimir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos. 6 E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. 7 Assim que já não és mais servo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo. (Gl 4:3-7) E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, (Ef 1:5) b. Como a adoção por Deus se compara com a adoção terrestre (1) Em ambas, é o pai que toma todas as iniciativas e ações que a provêem. (Jo 3:16; Is 1:18 (2) Ambas provêem uma herança a quem nada tinha nem nada merecia Rm 8:17 ; 1Pe 1:1-9. (3) Ambas provêem um nome novo Ap 2:17; Jo 1:42 (Simão -> Cefas). Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (Jo 3:16) ... 3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, 4 Para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós ... (1 Pe 1:1-9) ... Ao que vencer darei a comer do maná escondido, e dar-lhe-ei uma pedra branca, e na pedra um novo nome escrito, o qual ninguém conhece senão aquele que o recebe. (Ap 2.17) c. Como a adoção por Deus excede a terrestre (1) O homem nunca adota seu próprio filho, mas Deus só adota quem já foi feito Seu filho. Jo 1:12 + (Rm 8:15-16; 8.23). (2) O homem sem filhos só se satisfaz ao adotar um, mas Deus tinha um Filho amado (Mt 17:5 ( Mt 3.17). (3) O homem usualmente adota quem tem as melhores características, Deus só adota miseráveis pecadores, os que se vêm como os piores de todos (1Tm 1:15; Rm 3:10-18). (4) O homem nunca pode dar sua natureza a quem adotar, Deus sempre a dá, dá mesmo a mente de Cristo 1 Co 2:16. (5) O homem às vezes pode anular a adoção que fez Deus nunca o faz, Seus adotados estão absolutamente seguros. (Nm 23.19; Rm 11.29; 2 Tm 2.13) Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome; (Jo 1.12) ... Este é o meu amado Filho, em quem me comprazo; escutai-o. (Mt 17:5) ... Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal. (1 Tm 1:15) 10 . Não há um justo, nem um sequer. 11 Não há ninguém que entenda; Não há ninguém que busque a Deus. ... (Rm 3:10-18) ... Mas nós temos a mente de Cristo. (1 Co 2:16) Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria? (Nm 23:19) Porque os dons e a vocação de Deus são sem arrependimento. (Rm 11:29) Se formos infiéis, ele permanece fiel; não pode negar-se a si mesmo. (2 Tm 2:13) d. O adotado, perante a Trindade a. Intimidade para com o Pai. "Aba, Pai" (Rm 8:15 ). Este é um nome muito carinhoso, pessoal, íntimo, usado somente pelo filho comungando com o Pai. Somente Jesus tinha usado este nome antes (Mc 14.36 ( Mt 26.42). E disse: Aba, Pai, todas as coisas te são possíveis; afasta de mim este cálice; não seja, porém, o que eu quero, mas o que tu queres. (Mc 14:36) b. Iluminação pelo Espírito. Ele tanto nos guia (muito acima: Rom 8:14) como nos encoraja (muito acima: Rm 8:16). Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. (Rm 8:14) O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. (Rm 8:16) c. Co-herdeiro com o Filho "...somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e Co-herdeiros de Cristo ..." (Rm 8:17 ; Hb 2:11). Porque, assim o que santifica, como os que são santificados, são todos de um; por cuja causa não se envergonha de lhes chamar irmãos, (Hb 2:11) e. Três tempos da adoção - No conselho de Deus, a adoção foi determinada na eternidade passada. Muito acima: Ef 1:5; E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade, (Ef 1:5) - Na experiência pessoal, a adoção se tornou realidade para o crente no momento em que recebeu Cristo (Gl 3:26; 4:1-7 ) Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. (Gl 3:26) - O completamento da adoção será a glorificação dos corpos dos crentes (Quando? Os da atual dispensação, das igrejas locais: no Arrebatamento (Rm 8:23 ; Fp 3:20-21) 20 Mas a nossa cidade está nos céus, de onde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, 21 Que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas. (Fp 3:20-21) f. Resultados da adoção - Libertação da escravidão da lei. Rm 8:15; Gl 4:3-5); Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. (Rm 8:15) - Recebimento do penhor da herança (o penhor é o próprio Espírito Santo!) Gl 4:6-7 (muito acima); Ler depois: Ef 1:11-14. Este penhor é o primeiro pagamento (da mesma qualidade e garantidor) da total herança que receberemos no Arrebatamento; ... 13 Em quem também vós estais depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o Espírito Santo da promessa. 14 O qual é o penhor da nossa herança, para redenção da possessão adquirida, para louvor da sua glória. (Ef 1:11-14) - Testemunho do Espírito, segurança. ( Rm 8:15-16; Gl 4:6; E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai. (Gl 4:6) - Comunhão com o Pai (ao filho que estiver apreciando as sublimes dádivas acima). Comunhão envolve: . Espírito filial em relação ao Pai. Muito acima: Rm 8:15; Gl 4:6; . Andar no Espírito. Muito acima: Rm 8:14; Gl 5:18; . Crescente conformidade à imagem do Filho de Deus Rm 8:29; Os significados da adoção. Existem duas maneiras de entender a palavra “adoção”. Uma é do ponto de vista do mundo natural, ou seja, alguém que de uma família é desejado e colocado legalmente numa outra. Um exemplo disso é Moisés quando a filha de Faraó o adotou (Êx. 2:10; Hb 11:24). Por nós estarmos uma vez nos laços do diabo (2 Tm 2:26) e por natureza filhos da ira (Ef 2:3) em qual situação éramos estrangeiros e sem Deus do mundo (Ef 2:12), pode ser dito que somos, pela obra de Cristo na cruz, e a operação do Espírito Santo em nossos corações com o fruto da fé, tirados de uma família e feitos filhos de Deus legalmente com todas as bênçãos de Cristo (Rm 8:16,17). Outra maneira de entender a adoção é pelo ponto de vista da lei Romana, ou seja, o filho nascido numa família Romana, numa certa idade, seria legal e formalmente adotado diante da lei. Essa cerimônia faz que o filho seja colocado na posição de um filho legítimo e, assim, tendo todos os privilégios de filho. A participação do filho não o trouxe como integrante da família (pois ele já estava na família), mas o reconheceu como filho diante da lei Romana. Um exemplo disso entendemos pelo escrito de Paulo em Gl 4:1-7. Por nós sermos tornados pela regeneração “filhos de Deus” agora, pela adoção, tornamos legal e formalmente um filho com todas as bênçãos do Pai. A adoção é diferente do que a justificação. Muitos acham que a adoção é a mesma coisa da justificação. Existem várias razões que enfatizamos que a adoção é distinta da justificação mesmo que sejam inter-relacionados. • Existem duas palavras distintas na Palavra de Deus: justificação e a adoção. Se essas duas palavras fossem iguais no significado seriam listadas nos dicionários como sinônimos. • As duas doutrinas, justificação e adoção, falam de mudança de relacionamentos com Deus, mas, os relacionamentos não são iguais. Na justificação, Deus, como rei e juiz, torna de olhar ao pecador como um cidadão e de um justo. É um relacionamento judicial baseada na justiça de Cristo. Na adoção, Deus, como pai, torna de olhar ao salvo como filho. É um relacionamento familiar baseada no amor (I Jo 3:1). • A justificação é do Pai somente na qualidade de rei e juiz. A adoção é tanto do Pai quanto do Filho (Jo 1:12). • Pela justificação tornarmos de ter paz com Deus (Rm. 5:1; 8:1,2). Pela adoção tornarmos a ter um relacionamento de amor com Deus (Rm 8:15). • Pela justificação a pena e o poder do pecado são eliminados. Pela adoção a presença do pecado na vida do cristão é tratada com a correção paternal (Hb 12:5-11). A origem da adoção não vem do homem, mas de Deus. O homem não convertido e justificado não tem direito diante de Deus para ser adotado. O homem não pode pensar que ele tem direito natural diante de Deus por ser criado superior de toda a criação natural. Se o homem tivesse direito por ser originalmente criado à imagem de Deus, todo e qualquer homem teria direito à adoção. O homem regenerado e feito vivo espiritualmente também não tem direito diante de Deus de ser adotado. O homem regenerado e convertido não é mais condenado, mas, mesmo assim, não tem direito ao amor de Deus. O amor de Deus pelo cristão não é por merecimento nenhum. Por isso a adoção não é um direito do homem espiritual. A origem da adoção é um dom de amor de Deus àqueles que têm a união com Cristo, o Unigênito filho. A verdade é que a adoção vem, não de qualquer direito de homem algum, mas pelo “beneplácito de Sua vontade”, a vontade de Deus (Ef 1:5). A adoção é merecida somente pela obra de Cristo e dada em amor a todos que venham a Cristo pela fé (Jo 1:12). A adoção é herdada no começo da carreira cristã quando ainda não há mérito nenhum pelas obras da obediência do cristão (I Co 1.26-29). A natureza da adoção é revelada em que ela é uma escolha de Deus a aceitar os que eram estrangeiros e peregrinos “como concidadãos dos santos, e da família de Deus” (Ef 2:19). A adoção faz com que o cristão participe da natureza santa divina, pela união com Seu Próprio Filho (Jo 17:21-23; 2Pe. 1:4) “participantes da natureza divina”). O tempo da adoção é de eternidade a eternidade: A adoção é eterna na sua conceição (Ef 1: 4,5, “antes da fundação do mundo .. E nos predestinou para filhos de adoção por Jesus Cristo”). A adoção começa literalmente no ato da salvação (Jo 1:12; Gl. 3:26, “todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”). A adoção é futuramente eterna, pois ela passa pela morte e a transformação do corpo, pela eternidade (Rm 8:23, “e esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo” (2Co. 5:10; I Jo 3.1-3) “agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser”). É entendida que a adoção é eterna, pois ela não depende da obra de nenhuma criatura mas completamente da obra santa do Criador (I Co 1:30; Rm. 9:11; 11:5,6). As bênçãos da adoção são inúmeras e gloriosas. Por sermos adotados na família de Deus temos: o nome da família (I Jo. 3:1, “chamados filhos de Deus”; Ef 3:14,15); a identidade da família (Rm 8:29, “a imagem de seu Filho”); o amor da família (Jo13:35, “nisto todos conheceram que sois meus discípulos, se amardes uns aos outros”; I Jo.3:14); o espírito da família (Rm 8:15, “recebestes o Espírito de adoção de filhos”; Gl 4:6), e, a responsabilidade da família (Jo 14:23, 24, “Se alguém Me ama, guardará a Minha palavra”; Jo 15:8). Outras bênçãos ainda poderiam ser listadas, quais são: 1. A confraternidade íntima com Cristo e Deus (Gl 4:7, “já não és mais servo, mas filho”; Jo 15:15). Essa relação íntima é percebida pelos termos com qual o filho adotivo chama Deus de Pai: “Aba Pai”. Cristo chamou Seu Pai pelo mesmo título (Mc 14:36) e o filho adotivo situa-se na mesma posição do Unigênito Filho de Deus para com o Pai, e assim também O chama pelo mesmo título amoroso (Rm. 8:15; Gl 4:6). 2. A presença verdadeira e segura do Espírito Santo ( Rm 8. 15,16). Não quer dizer que somente recebemos uma adoção espiritual mas ensina que recebemos o próprio “Espírito de adoção” que indica uma nova natureza espiritual e possessão do próprio Espírito Santo 2. A orientação do Espírito Santo (Rm 8:4, 14; Gl 5.16). O mesmo Espírito que nos convenceu do pecado, e da justiça e do juízo (Jo.16:8) é o mesmo que continua conosco assegurando-nos na fé, pois temos muita oposição interna e externa dessa confiança de sermos filhos de Deus. 3. Uma consciência real da posição nossa com Deus (Rm 8:15, “Aba Pai”; Gl 4:6). A expressão, “Aba Pai”, é uma expressão reservada, entre os judeus, para ser usada somente por pessoas livres. Nenhum escravo poderia chamar o seu senhor, “Aba”, ou a sua senhora, “Imma”. O uso dessa expressão por Paulo relata o privilégio livre e familiar que temos para com Deus pela adoção (Haldane, p. 358). A consciência dessa posição real desfruta um acesso aberto para com o Pai (Ef 3:12, “temos ousadia e acesso com confiança”; Hb. 10:19-23). 4. Somos herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo (Rm 8:17; I Pe 1:3-5, “herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós”; Ap 21:7, “herdará todas as coisas”; I Co 3:21-23, “tudo é vosso, e vós de Cristo, e Cristo de Deus”). 6. As bênçãos indizíveis da glória futura (I Jo 3:2, “ainda não é manifestado o que havemos de ser .. Seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos”). 7. A correção paternal (Hb 12:5-11) e cuidado constante e amoroso (Mt 6:32, “vosso Pai celestial bem sabe que necessitais todas estas coisas” ( Lc 12:27-33; Jo 17:22,23) “E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que seja um, como nós somos um .. E que os tens amado a eles como Me tens amado a Mim”(Jo 16:27). Seria bom diferenciar a adoção dos homens e a adoção de Deus. O homem escolhe um filho adotivo e pensa nas suas qualidades reais ou supostas que podem ser agradáveis e meritórias, porém Deus, na adoção do seu povo, produz as qualidades por Si mesmo naqueles que Ele escolhe. O homem pode dar os seus bens e o seu próprio nome a quem ele adota, mas ele não pode mudar a descendência de quem ele adota, nem transformá-lo na sua própria imagem; porém Deus, faz com que os que Ele adota não só participam do Seu nome e das Suas bênçãos celestiais, mas da Sua própria natureza, mudando e transformando-os à Sua própria imagem. Entendemos como a adoção é graciosa e gloriosa. Tanto mais que estudamos o assunto da salvação, percebemos melhor o grande amor que tem nos concedido o Pai que fôssemos chamados filhos de Deus (I Jo 3:1). Os que têm tais bênçãos, tanto pelo conhecimento delas quanto pela operação da nova natureza, estarão incentivados a serem puros como Aquele que os chamou a tais bênçãos é puro (I Jo. 3:3, qualquer um que nele tem esta esperança purifica si a si mesmo, como também ele é puro). As bênçãos dadas pela adoção vão muito além de um dever sem motivação, de uma religião com cerimônias, tradições, filosofias ou emoções forçadas. Essas qualidades não têm nenhuma posição abençoada para com Deus, pois dependem das ações e intenções do homem e nem um pouco da obra graciosa de Cristo. Se você se acha somente uma pessoa religiosa o aviso é: deixe as suas obras de justiça que visa ganhar a graça e a misericórdia de Deus. Lança-se aos pés de Deus clamando a Ele pela Sua salvação que vem somente por Cristo. Que Deus nos ajude a manter a filiação por meio da adoção, pois só assim poderemos ganhar os céus por herança, amém! |
A herança de Jesus Cristo
A herança de Jesus Cristo
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Texto básico: 2 Coríntios 8: 9.
pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos. (2 Coríntios 8:9 RA).
Amados, hoje muitos pregam que você é Filho do Rei, por isso deve ser como tal, ter a melhor casa, o melhor carro, o melhor emprego, comer do melhor, vestir a melhor roupa, pois sendo herdeiro do rei você tem todos os direitos.
Afinal Jesus era pobre ou rico?
O que Jesus deixou como herança para nós Seus herdeiros?
Afinal a Bíblia afirma que em Cristo somos herdeiros das riquezas.
Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados. (Romanos 8: 17 RA).
E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades. (Filipenses 4: 19 RA).
Vejamos as posses de Jesus:
Não tinha um berço:
e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou -o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria. (Lucas 2:7 RA).
E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura. (Lucas 2: 12 RA)
e para oferecer um sacrifício, segundo o que está escrito na referida Lei: Um par de rolas ou dois pombinhos. (Lucas 2: 24 RA).
E, cumpridos os dias da sua purificação por filho ou filha, trará ao sacerdote um cordeiro de um ano, por holocausto, e um pombinho ou uma rola, por oferta pelo pecado, à porta da tenda da congregação; o sacerdote o oferecerá perante o SENHOR e, pela mulher, fará expiação; e ela será purificada do fluxo do seu sangue; esta é a lei da que der à luz menino ou menina. Mas, se as suas posses não lhe permitirem trazer um cordeiro, tomará, então, duas rolas ou dois pombinhos, um para o holocausto e o outro para a oferta pelo pecado; assim, o sacerdote fará expiação pela mulher, e será limpa. (Levítico 12:6-8 RA).
Mas Jesus lhe respondeu: As raposas têm seus covis, e as aves do céu, ninhos; mas o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça. (Mateus 8: 20 RA).
Tendo eles chegado a Cafarnaum, dirigiram-se a Pedro os que cobravam o imposto das duas dracmas e perguntaram: Não paga o vosso Mestre as duas dracmas? Sim, respondeu ele. Ao entrar Pedro em casa, Jesus se lhe antecipou, dizendo: Simão, que te parece? De quem cobram os reis da terra impostos ou tributo: dos seus filhos ou dos estranhos? Respondendo Pedro: Dos estranhos, Jesus lhe disse: Logo, estão isentos os filhos. Mas, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o; e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Toma-o e entrega-lhes por mim e por ti. (Mateus 17: 24-27 RA)
Quando se aproximaram de Jerusalém e chegaram a Betfagé, ao monte das Oliveiras, enviou Jesus dois discípulos, dizendo-lhes: Ide à aldeia que aí está diante de vós e logo achareis presa uma jumenta e, com ela, um jumentinho. Desprendei-a e trazei-mos. E, se alguém vos disser alguma coisa, respondei-lhe que o Senhor precisa deles. E logo os enviará. (Mateus 21:1-3 RA).
Cedo de manhã, ao voltar para a cidade, teve fome; e, vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela; e, não tendo achado senão folhas, disse-lhe: Nunca mais nasça fruto de ti! E a figueira secou imediatamente. (Mateus 21: 18-19 RA).
Pois seus discípulos tinham ido à cidade para comprar alimentos. (João 4:8 RA).
Muitas vezes não tinha água para beber:
Nisto, veio uma mulher samaritana tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. (João 4:7 RA).
No primeiro dia da Festa dos Pães Asmos, vieram os discípulos a Jesus e lhe perguntaram: Onde queres que te façamos os preparativos para comeres a Páscoa? E ele lhes respondeu: Ide à cidade ter com certo homem e dizei-lhe: O Mestre manda dizer: O meu tempo está próximo; em tua casa celebrarei a Páscoa com os meus discípulos. E eles fizeram como Jesus lhes ordenara e prepararam a Páscoa. (Mateus 26: 17-19 RA).
Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate; tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus! E, cuspindo nele, tomaram o caniço e davam-lhe com ele na cabeça. Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado. (Mateus 27: 28-31 RA).
Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate; tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus! E, cuspindo nele, tomaram o caniço e davam-lhe com ele na cabeça. Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe o manto e o vestiram com as suas próprias vestes. Em seguida, o levaram para ser crucificado. (Mateus 27: 28-31 RA).
vindo José de Arimatéia, ilustre membro do Sinédrio, que também esperava o reino de Deus, dirigiu-se resolutamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. Mas Pilatos admirou-se de que ele já tivesse morrido. E, tendo chamado o centurião, perguntou-lhe se havia muito que morrera. Após certificar-se, pela informação do comandante, cedeu o corpo a José. Este, baixando o corpo da cruz, envolveu-o em um lençol que comprara e o depositou em um túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo. (Marcos 15: 43-46 RA).
Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro), (Gálatas 3:13 RA).
tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando -o na cruz; (Colossenses 2:14 RA).
Então, que herança Cristo nos deixou?
Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! (Romanos 11: 33 RA).
A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo (Efésios 3:8 RA)
para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior; (Efésios 3:16 RA).
Agora, pois, encomendo-vos ao Senhor e à palavra da sua graça, que tem poder para vos edificar e dar herança entre todos os que são santificados. De ninguém cobicei prata, nem ouro, nem vestes; vós mesmos sabeis que estas mãos serviram para o que me era necessário a mim e aos que estavam comigo. (Atos 20: 32-34 RA).
Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados. (Romanos 8: 17 RA).
Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros (1 Pedro 1:3-4 RA).
Amados, a nossa herança é a Vida Eterna com Cristo.
Maranata! Ora vem, Senhor Jesus!
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As três características dos verdadeiros filhos de Deus
As três características dos verdadeiros filhos de Deus
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Toda vez que nasce uma criança, e vamos fazer uma visita aos pais ficamos olhando e procurando um detalhe na aparência da criança para falarmos com quem se parece.
Comumente dizemos tal pai tal filho, se os dois têm traços de semelhança.
Ou falamos esta criança é a cara da mãe, e assim por diante...
Mas como falar a respeito dos filhos de Deus? Qual a aparência ou característica entre nós e Deus nosso Pai?
Não podemos afirmar se temos os olhos do Pai literalmente, se andamos como ele, pois não o vemos.
Mas sabemos que temos sua semelhança física, pois assim fomos criados, a imagem e semelhança (Gênesis: 1.26 e 27).
Mas podemos refletir um pouco mais das características de Deus em nosso andar como filhos amados, podemos refletir mais o caráter de Deus por meio de nossas atitudes e da prática do amor.
(Rm 8.14) - Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.
(Rm 8.15) - Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai.
(Rm 8.16) - O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
- Você já reparou na quantidade de produtos falsificados que se encontra para vender hoje em dia?
- A quantidade de roupas e tênis de grife a venda a preços bem razoáveis. Todos os produtos eram falsificados. É bem possível que tenhamos aqui mesmo na congregação pessoas usando objetos adquiridos nestas condições!
- Assim também, existe o cristão verdadeiro e o cristão falso.
- “Cristão verdadeiro, autêntico”. significa "aprovado, genuíno, resistente, não falsificado, confiável, digno, sincero".
Infelizmente, há muitos cristãos falsificados hoje em dia.
I - OS VERDADEIROS FILHOS RECONHECEM SEUS PAIS:
- Há muitas crianças órfãs no mundo. Desorientadas, fracassadas, sofridas, abandonadas. Falta paternidade.
- Assim acontece dentro das igrejas. Deus é o nosso Pai, mas Ele colocou outros pais espirituais sobre as nossas vidas.
- Pastor vem de protetor, apascentar, pai e autoridade espiritual.
- Muitos crentes estão dentro das igrejas, mas não aceitam os pais espirituais que Deus colocou.
- Honra o teu pai espiritual. SAULO = ANANIAS – PAULO = PEDRO
II - OS FILHOS SÃO HERDEIROS DO PAI:
(Rm 8.17) - E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.
1. FILHO AUTÊNTICO HERDOU O DNA DO PAI = Somos a imagem e semelhança de Deus.
(Rm 8.16) - O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus.
a. RESISTÊNCIA =Permanece firme em meio as tempestades. (Resiste em meio as lutas, tempestades, vendavais, vulcões...)
b. DURABILIDADE = Permanece firme o tempo que passar. (O verdadeiro não é vencido pela corrosão, pelo tempo pelas provas.
2. O VERDADEIRO FILHO PASSA PELO CONTROLE DE QUALIDADE
(Rm 8.33) - Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.
Quem poderá dizer que o verdadeiro filho é falso, não presta, não vale nada? É Deus quem assina embaixo...
(Rm 8.34) - Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes, quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós.
(Rm 8.35) - Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada?
3. O FILHO AUTÊNTICO HERDOU AS RIQUEZAS DO PAI:
(Rm 8.32) - Aquele que nem mesmo o seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas?
III - OS VERDADEIROS FILHOS TÊM A SEGURANÇA DO PAI:
(Rm 8.1) - PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito.
(Rm 8.38) - Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir,
(Rm 8.39) - Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Características são pontos onde nós aparentamos coisas que fazemos igual a Jesus, atitudes que temos que testemunham de Deus agindo em nossos corações e palavras.
A minha pergunta para você nesta noite é:
Você se parece com quem?
Com Deus e com Jesus? Ou se parece com as demais pessoas da face da terra que não glorificam a Deus?
Seu testemunho, suas palavras e ações dizem claramente de onde você vem.
Conhece aquele ditado: filho de peixe, peixinho é, pois é, na vida de fé, filho de crente crentinho não é!
Filho de crente precisa decidir em quem vai crer e com quem vai parecer...
Eu sei que estas palavras são fortes, pois também me atingem, e eu sei que aí dentro de seu coração existe um desejo de ser transformado por Deus, então deixe o Pai por meio de seu Espírito Santo que a tudo nos assiste fazer uma obra aí dentro do seu coração.
Aproveite este momento de comunhão, e se entregue a Deus, para ele fazer do você um verdadeiro Filho.
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